Mi historia de mi lado femenino Parte 2

Depois daquele dia, Tilo e eu nos encontrávamos umas três ou quatro vezes por semana para transar. Por fora, ele parecia um menino, mas na prática era uma verdadeira neném de 14 anos. Quando fiz 15 anos, lembro bem que tinha uma bicicleta de montanha e sempre saía à tarde para dar uma volta perto de um pinhal. Por acaso, me encontrei com José, o cara que me iniciou, mas que nunca tinha me penetrado. Ele disse que gostaria de ter algo comigo. Eu respondi, fazendo-me de inocente, tipo "como assim?". Ele sussurrou no meu ouvido: "Quero que a gente se encontre gostoso como antes, mas dessa vez você vai gostar muito mais". Hummm... Eu disse que não podia porque estava com alguém. José falou: "Não importa, vamos só fazer como antes e eu não vou te penetrar". Por fora, eu dei uma de difícil, mas por dentro estava morrendo de vontade de experimentar como era. Depois de pensar um pouco, respondi que não. José insistiu de novo e disse: "Você é quem perde".

Depois daquela tarde, quando voltei para casa, o milho já estava lavado e fui ao moinho. Encontro Tilo e ele disse: "E aí, princesa? Como está essa flor linda? Quero que a gente vá pra minha casa". Respondi: "Vamos então". Sabia que ia transar de novo. Ele começou a me acariciar e disse: "Eu gostaria que, por baixo desse shortinho, você usasse calcinhas fio-dental de menina". Eu disse que isso era meio impossível, se minha mãe descobrisse, ela me castigaria. "A gente vê como resolve. Eu te compro umas", ele disse. Pensei que era brincadeira, mas no dia seguinte, quando eu ia para o moinho – e antes tinha passado quase a tarde toda transando com José –, ele me chamou e perguntou: "O que você tem debaixo desse shortinho?" "Nada", respondi. "Então você está pronta para o que eu prometi? Abaixa esse short e põe essa fio-dental. Vai ficar linda em você". Abaixei meu short como ele pediu e coloquei a fio-dental. Me senti fresquinha. Ele disse: "Agora põe o short de volta, quero ver como marca". Eu coloquei e ele falou: "Anda, quero ver como fica". E então disse: "Vem, amor, tudo isso é seu" – e sacou o pau dele. Sem trocar uma palavra, estávamos transando. Meu lado feminino se sentia mais terno e identificado – Tilo me pergunta, amor, como você quer fazer agora? Porque a gente só fazia de um jeito: ele por cima de mim e eu embaixo dele; e ele me dava umas culiadas gostosas que faziam eu gozar umas duas vezes.


E começou a andar para dentro do pinhal. Naquele lugar havia muitos cantinhos para casais ficarem sem serem notados. Sem que ele percebesse, eu o segui e disse que gostaria de provar do que ele era capaz. Ele sorriu e disse: "Sabia que você me seguiria". E sem mais palavras, disse: "Vamos ver o que você aprendeu de novo". "Não muito", respondi, "não fiz com ninguém desde que fiquei com você, e a única coisa que faço, faço com meu parceiro". "Hmmm", ele respondeu, "vamos ver". Ele sacou aquele pênis lindo, branco, com a cabeça bem rosadinha, e me disse: "Quer chupar? Sei que você faz muito gostoso". "Ok", respondi, e comecei a chupar bem devagar, enfiando seu membro enorme de mais de 22 cm na minha boca. Aos poucos, ele foi ficando ereto e me dizia: "Não para, continua assim". Em certo momento, lembro que disse: "José, quero que a gente faça". Ele respondeu: "Continua chupando, depois a gente faz". Continuei fazendo e, em quase meia hora de chupada, ele gozou na minha garganta e disse: "Engole tudo se quiser que eu te meta". Eu queria vomitar, mas, com vontade de sentir aquele pênis enorme no meu cu, tive que fazer o que ele mandou. Era a primeira vez que eu fazia um oral daqueles, a primeira vez que um cara gozava na minha boca. Senti um pouco de nojo, mas ao mesmo tempo ele dizia: "José, já viu que você gostou? Quer chupar mais?". Sem tirar da boca, continuei chupando, conseguindo deixar o José ereto de novo. Enquanto isso, José já tinha baixado meu short — nessa época eu usava muitos shorts curtos de tênis — e disse: "Senta entre minhas pernas". Ele passou saliva na cabeça do pau e no meu cu, e deslizou bem devagar, como se fosse a primeira vez. Lembro que naquela vez ficamos transando por umas quatro horas. José gozava de novo e de novo no meu cu. Foi uma super foda que recebi, com muita porra no meu ânus.

A todo esse tempo, entre abril e maio, eu transava de 5 a 6 vezes por semana, todos os dias. Além disso, já usava um pouco mais no dia a dia os tangas que o Tilo ou o José me compravam; lembro que certo dia o Tilo me disse – um pouco irritado – "por aí ouvi falar que você também está transando com o José, quero que me diga se é verdade" e me olhou diretamente nos olhos. Respondi um pouco nervosa e com muita sinceridade que sim. Ele me olhou novamente nos olhos enquanto eu baixava a cabeça e disse: "Tudo bem, não tem problema, só queria confirmar minhas suspeitas. Além disso, desde que você me dê o que me corresponde, não tem problema". "Se quiser, eu paro de vê-lo e pronto", respondi. "Não, pode continuar vendo ele, não me incomoda". "Ok, tudo bem", respondi. Quase na época da celebração da independência no meu país, outros garotos se mudaram para o lado da minha casa. Um deles me disse, quando me observou de uma mangueira: "Quando você desceu da árvore, se aproximou do banheiro e eu te vi com um thong de mulher, não de homem". E lembro que ele me disse: "Que delícia, dá pra ver tudinho, gata". "É, né", respondi. Ele me olhou fixamente e disse: "Vamos buscar limões ou laranjas". "Hmmm", pensei, contanto que ele não conte nada pra ninguém, eu vou com ele. Eram umas 10 da manhã de um sábado. Bom, chegamos na plantação de laranjas e limões e ele disse: "Então você gosta de se vestir de garota? Com isso eu posso te ajudar", ele falou. "Mas o que você quer em troca?", respondi. Ele disse: "Só quero fazer amor com você e passar um tempo gostoso contigo". "Hmmm", pensei, já estou me deitando com dois quase ao mesmo tempo, que mal tem se eu me deitar com um terceiro? "Está bem", respondi a ele. Ele disse: "Quero que você me chupe". "Hmmm, isso eu não faço", respondi. "E o que você faz? Só transa?", ele perguntou. "Hmmm, vou te ensinar a se mexer como uma garota em cima de um pau, te parece?", ele perguntou. "Me parece", respondi. Ele se deitou na grama e disse: "Tira o short e o thong e senta no meu pau, mas me olhando". No começo, senti um pouco de vergonha, porque nunca tinha feito assim. Quando me sentei e ele enfiou tudo... seu pau em mim – e ele disse agora faz como se fosse fazer agachamentos, te parece, mas dobra os joelhos como se estivesse ajoelhado. fiz exatamente como ele pediu – e comecei a fazer agachamentos. já fazia de 8 ou 10 maneiras diferentes e com essa seria mais uma na minha coleção. nem 10 minutos eu estava por cima quando o garoto acabou gozando dentro de mim. às 2 da tarde eu tinha que me encontrar com José, não faltei e decidi fazer como tinha aprendido de manhã. quando viu a posição, José me perguntou – por que você quer fazer assim? eu disse que tinha visto num filme. normalmente com Tilo ou José, para terminar, uma vez sempre levava quase 35 minutos, mas com essa posição o máximo que aguentavam era 10 minutos. o chinês, que era meu vizinho da casa ao lado, me disse por aí tem alguém que quer fazer com você, ele falou – quem? respondi – é um garoto que é mais novo que você, ele disse – hmmm pensei, se só faço com garotos mais velhos que eu, pensei, de quem se trata e quantos anos tem? respondi – o chinês me disse é o Bladi e ele tem 13 – hmmm e aí respondo quando e a que horas? e ele disse você tem que levar o almoço pro seu pai, diz pra ele te fazer companhia e aí você pode fazer no caminho – assim fiz, passei onde o Bladi estava e disse pra ele me acompanhar. ele me acompanhou e num certo trecho do caminho, como passávamos por lugares bem isolados, ele se aproxima e me diz quero que a gente transa, me disseram que você faz gostoso – respondo você é só uma criança – sim, mas tenho um pau que você pode gostar, ele respondeu – hmmm desde que não conte pra ninguém, tá bom, aceitei. transamos gostoso por volta do meio-dia desse dia e consequentemente continuamos fazendo pelo resto do ano. agora com esse garoto eram quatro maridos que eu tinha, dois deles com paus bem grandes e os outros dois com paus menores, mas maiores que o meu. o curioso foi quando o Juan descobriu, também comecei a ter relações com ele e depois com três garotos bem mais velhos que o Tilo e José, naquele ano, lembro que acabei tendo uns 7 maridos. Tinha que organizar minha agenda pra dar conta de todos. Uns me davam roupa de menina, outros perfumes, outro me levava pra passear e dizia pros meus pais que me via como um irmão mais novo, mas na verdade eu passava o tempo todo gostosinha…Continua...

2 comentários - Mi historia de mi lado femenino Parte 2

Que exitante historia lo que daría por que fueras mi hermanita menor jejeke
ffll22 +1
como me calento el relato que ganas de pija tengo