Chupei a buceta de uma trans

Bom, não sei como começar essa história. Desde minha primeira experiência com uma garota trans até agora já passou um tempinho e faz muito que não escrevo um relato. Então, desde aquela vez que tive aquele encontro, fiquei com vontade de continuar experimentando esse tipo de relação — relações com garotas bonitas e magrinhas, mas com um doce que eu pudesse chupar. Como sempre acontecia comigo, só quando estava meio bêbado é que tinha coragem de ir atrás delas. Vale dizer que, desde a primeira vez até hoje, só fiquei com duas garotas trans além da primeira, e nenhuma me penetrou.

Mas enfim, saí com meus amigos pra tomar umas cervejas e, quando a noite acabou e a festa terminou, eu não tava com sono e ficava excitado só de passar por aquela avenida e ver aquelas garotas que vendiam o corpo por dinheiro. Obviamente, eu sabia que não eram mulheres. Algumas eram meio gordinhas, outras muito altas e fortinhas — verdade, não me atraíam. Parecia que eu não ia ver nenhuma garota bonita, porque, acredite se quiser, eu só passava e olhava, e isso já me excitava.

Quando já tinha desistido e tava voltando pra casa, vi numa esquina uma garota magrinha, cabelo liso, longo e preto, pele clara, mais ou menos 1,60m, uns 22 anos. Ela tava com uma minissaia branca que deixava ver as pernas torneadas. Na hora, parei e perguntei: "Oi, quanto é?" Ela falou o preço e eu mandei ela entrar no carro. Ela me deu o endereço da casa dela e fui pra lá. No caminho, juro que não conseguia parar de olhar pra ela — parecia mesmo uma mulher, todas as feições eram de uma garota. Nervoso, peguei na perna dela e falei que ela era muito gostosa pra se dedicar àquilo. Ela respondeu que, na verdade, não fazia aquilo, que aquele fim de semana era o primeiro porque a mãe dela tava doente e precisava de mais dinheiro do que ganhava no trabalho normal. Óbvio que não acreditei, mas continuei conversando (mais tarde eu descobriria a verdade). que se era verdade o que ela me contou (não se dedicava a isso), em uns 15 minutos já estávamos na casa dela, onde ela morava sozinha. Passamos para o quarto dela e ela disse: "fica à vontade". Mesmo bêbado, eu estava nervoso, porque era a segunda vez que estaria com uma garota transsexual, mas só de olhar pra ela, a cock já ficava dura que nem pedra, pronta pra explodir. Tirei a roupa na hora e fiquei completamente pelado. Ela me deu a impressão de que não sabia o que fazer, então comecei a beijar o pescoço dela enquanto levantava a saia dela, revelando uma tanga branca. Comecei a tirar a blusa dela, tocava os peitos dela enquanto continuava beijando. Ela só deixava eu seguir. Quando tirei o sutiã dela, oh surpresa, ela tinha uns peitos redondos, médios, mas naturais. Isso me excitou ainda mais, e eu a deitei pra continuar beijando o corpo dela, descendo devagar até a cintura. Virei ela e comecei a tocar as nádegas dela. Putz, que nádegas lindas ela tem, redondas e macias. Eu já não aguentava mais, aquela garota era uma delícia. Enquanto beijava as nádegas dela, coloquei a mão por baixo e não senti o pacote dela. Tava lisinho, e naquele momento senti uma decepção. "Ah, caralho, é mulher", pensei. Mas já tava ali e continuei beijando, aproveitando aquelas nádegas deliciosas. Depois, puxei a tanga dela pra baixo e, quando toquei na frente, lá estava: o docinho dela, ainda mole. A verdade é que senti uma excitação do caralho ao saber que era sim uma garota transsexual, e com mais paixão ainda comecei a lamber o cu dela. Chupei uma vez e outra até ela começar a gemer. Virei ela e comecei a beijar a entreperna dela. Ela tremia como se fosse novata, até que enfiei o pinto dela na boca. Comecei a chupar devagar até ele ficar completamente duro. Devo dizer que não era o maior, mas era uma delícia, macio, com uma cabecinha rosa que me deixava louco. Passava a língua por todo o tronco até chegar na cabeça. Tava em êxtase de prazer chupando e beijando aquela cock que eu amava. Ela me dava tapinhas na cara só com o pinto dela, e eu... Enfiei até a garganta, chupei as bolas dela enquanto levantava as pernas dela e enfiava meu dedo no cu dela, ela só fechava os olhos e apertava os lábios, como se tentasse evitar o prazer. Eu tava explodindo, me levantei, fiquei por cima dela e coloquei o pau na boca dela. Ela chupou um pouco e depois mandou eu colocar a camisinha. Obedeci, e aí sim ela chupou devagar. Percebi claramente que ela não era nenhuma expert naquilo. Levantei, e ela fez o mesmo, ficou de joelhos, de costas pra mim, e disse: "Mete em mim, por favor". Antes de penetrar, puxei o pau dela por trás e chupei mais um pouco, e depois comecei a meter. Nessa altura, a camisinha já tava meio seca e não entrava direito, além de doer um pouco nela. Perguntei se não tinha lubrificante, e ela disse que não. Aos poucos fui percebendo que ela não era profissional nisso. Pedi creme corporal, lubrifiquei meu pau com ele e meti. Nós dois curtimos. Enquanto puxava o cabelo dela e empurrava meu pau no cu dela por trás, tava tão tesudo que não aguentei mais e gozei. Caí por cima dela, e no momento que terminei, ela se deitou de bruços, e eu fiquei em cima. Quando tava quase dormindo, ela me acordou e disse que era hora de ir. Paguei e dei um dinheiro a mais por causa da mãe dela. Ela agradeceu. Pedi o número dela, e ela me deu. Me troquei e saí daquela casa, cansado mas muito satisfeito. Depois de um tempo, estive com ela mais algumas vezes, mas de um jeito diferente daquela noite e sem pagar. Mas essas outras histórias contarei em outra ocasião. Minhas histórias são reais, e tudo que escrevo aconteceu comigo. Espero que gostem do meu relato.Chupei a buceta de uma trans

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