A glande pulsante descansou por fim na minha língua, deitada como se quisesse dormir. Não podia permitir isso e, descrevendo um O com meus lábios, percorri o tronco suavemente.

Os olhos suplicantes dela e a mão na minha cabeça me fizeram engolir tudo. Eu me sentia excitada e minhas cadeiras se mexiam sem querer.

Abri os olhos e olhei pra aquela cabeça rosada e gorda apontando pro meu nariz.

Peguei ela faminta, sem tocar, devorei sem piedade.
As bolas dele apoiadas no meu queixo e a cintura dele num vai e vem constante.

Um gesto desajeitado e uma ereção forçada premiaram meu esforço.

Finalmente aquela pica era minha e meus lábios iam saborear ela toda.

Ajoelhada no tapete macio, minha pele pálida e minha bunda gorda dividida por uma fio-dental minúscula e rosa se abriam como uma flor pra abelha brincalhona.
Eu queria ela na minha bucetinha, mas não queria parar de chupar ela.

De repente, a surpresa e meu sorrisão acompanharam o aparecimento de outra cabeça de pau.
Que pedia aos berros pra ser mimado.
A pica dura se acomodou entre minhas nádegas.
Meu suspiro impaciente deu sinal verde e penetro suave, mas firme, meu buraquinho rosado.

Não dava pra reclamar de boca cheia, então eu gemia de prazer. Entregue e submissa, dava prazer pras duas e curtia as duas.

Nunca soube os nomes delas nem queria saber...

Quando é que vou encontrar eles de novo?
1 comentários - A quien le importa sissy?