Olá, neste relato quero contar como, de uma noite como qualquer outra, me tornei uma sissy. Espero que curtam. Era uma noite de novembro, e eu ia sair pra dançar com meus amigos. Moro sozinho num apartamento e queria dar uma distraída do estresse do trabalho. Sou um cara magro e nunca fui muito bom com as mulheres nas baladas, mas de vez em quando conseguia alguma coisa. Normalmente, acabava bebendo demais e costumava ir embora do lugar sem meus amigos. Mas essa noite foi um caso bem diferente... Entre idas e vindas com meus amigos, acabamos entrando no baile já com vários copos na cabeça. O lugar do evento era bem grande, tinha várias pistas e vários bares. Não sei quanto tempo passou desde que entrei, mas me deu vontade de pegar mais uma bebida. Então falei pros meus amigos que ia no bar e que depois a gente se encontrava. Depois de chegar no bar, bem tonto por causa dos efeitos do que já tinha bebido, peço meu drinque. Nisso, vejo sentada do meu lado uma mina bem gostosa. Eu já soltinho por causa do álcool, crio coragem e puxo papo: Eu - Oi, faz tempo que você entrou no baile? Ela - Oi. Faz um tempinho. E você? Eu - Acabei de entrar. Tá sozinha? Posso te pagar alguma coisa? Ela - Haha, tô esperando um amigo. Mas posso aceitar uma bebida. Nessa hora, minha mente ligou de novo. Automaticamente, pedi pro atendente do bar a bebida que ela apontou. A gente ficou conversando uns 20 minutos. Mas pra mim foi uma eternidade. Ela se chamava Florencia. Mas o importante é que depois de vários minutos de flerte mútuo, consegui beijar ela. E bem quando nossa conexão tava começando, chegou o amigo dela no bar. Ele chamou a atenção dela e fez uma cara de cúmplice. Então achei que minha noite com ela tinha ido pro saco por causa da aparição dele. O cara era bem musculoso, mas ela cochichou pra mim que eu não precisava me preocupar porque o amigo dela era gay. Depois que ela nos apresentou, o cara Ele me cumprimentou e disse que o nome dele era Gustavo. Sinceramente, se ela não tivesse me falado, eu nunca ia adivinhar que ele era gay.
Gustavo — Vejo que arrumou um gato bonito pra essa noite tão sem graça.
Ela — Haha, e você? Não conseguiu ninguém?
Gustavo — Pff, nada, muito boy hétero nesse baile, Flor. Você é a pior, nunca mais saio com você.
Ela — Ai, mas Gus! A noite tá só começando — ela disse com uma risada safada.
Eu — Desculpa te roubar a amiga, não foi minha intenção.
O garoto ficou com a gente conversando. Era um cara gente boa, mas sinceramente, me senti meio estranho porque eu queria ficar com a amiga dele, e ele ali atrapalhando meus planos, haha.
Gustavo — Galera, tô me divertindo mais conversando com vocês do que na pista de dança. Deixa eu ir buscar uns drinks especiais que acabei de provar no bar ali do lado. — Ele olhou pra ela com um sorriso de orelha a orelha e foi embora...
Ela — Que gente boa meu amigo, né?
Eu — Muito foda, sim, haha.
Ela — Desculpa não mandar ele ir embora. É que eu forcei ele a vir e fico com pena de deixar ele sozinho.
Eu — Relaxa, sem problemas, é compreensível. — Falei, mesmo estando meio chateado por não poder continuar só com ela.
...
Cinco minutos depois, Gustavo voltou com três drinks e entregou os copos pra gente. Nessa altura, eu já tava começando a ficar entediado porque sabia que minha noite com ela tinha acabado. Só me restava pegar o contato dela e ver se conseguia sair com ela outro dia.
Ela — Tô te vendo apagado, toma o drink que o Gus trouxe, a noite tá só começando — ela disse com uma risada marota.
"A noite tá só começando"... essa frase vai ficar gravada em mim pra sempre, mesmo que naquele momento não significasse nada pra mim.
Bebi o drink bem rápido, era suave de álcool e, sinceramente, não achei grande coisa. A gente continuou conversando por mais alguns minutos, e eles me perguntaram se eu nunca tinha tido uma experiência homossexual. Eu obviamente disse que não. Aí eles responderam que... Eles costumavam fazer ménage com uns caras de mente aberta. Eu não sabia como reagir ao que estavam me dizendo, mas minha mente começou a viajar e me imaginei fazendo um ménage com os dois. Não podia acreditar, estava fantasiando com outro homem na cama, que loucura... Ela - Nossa, você tá meio pálido, tá se sentindo bem? - Falou como se estivesse forçando uma surpresa. Gustavo - Acho que o menino passou mal com meu drink. - Disse ele num tom debochado. Eu - Tô meio tonto, acho que bebi demais. Já volto, vou no banheiro. - Falei enquanto sentia minha visão começando a embaçar. Ela - Acompanha ele, Gus, não queremos que aconteça nada. - Disse enquanto ria. .... A partir daí, deu um branco na minha memória. A única coisa que lembro é que levantei do balcão e o Gustavo me segurou pra eu não cair desmaiado. E então acordei deitado de bruços numa cama de um quarto que eu não conhecia. Minha cabeça entrou em pânico, mas eu não tinha forças pra me levantar, mal conseguia mexer meus braços e pernas, era como se tivessem me drogada. Mas ainda sentia alguma sensibilidade pra perceber que estava usando uns saltos de mulher e umas meias brancas de renda. Além disso, sentia um desconforto no meu cu. Consegui virar a cabeça pro lado da cama, onde tinha um espelho, e me vi no reflexo. Não podia acreditar... tinham depilado meu corpo inteiro (mesmo eu nunca tendo sido um cara muito peludo), me colocaram uma peruca e eu estava de calcinha e sutiã.
Naquele momento, sinto abrirem uma porta e percebo que uma garota falou comigo. Não demorei pra reconhecer que era a voz da Florencia.
Ela - Oi, gostoso. Como cê tá? Te falei que a noite tava só começando.
Eu - O que vocês fizeram comigo? Me deixa ir pra casa.
Ela - Ai, meu bem! Cê não pode ir embora sem antes viver essa experiência que a gente guardou pra você.
Eu já não tinha forças pra falar, só consegui balbuciar algo que nem deu pra entender.
Ela - Fica tranquila, vai ficar tudo bem. O drink do Gus tinha uma droga que vai te deixar bem submissa, mas consciente, pra você não esquecer essa noite tão especial.
Nisso, ouço uma voz masculina vindo de fora do quarto, que claramente era do Gustavo.
Gustavo - Já tá pronta nossa boneca?
Ela - Tá, já tá prontinha, cê sabe que sou expert em feminizar viadinhos.
Nesse ponto, eu já queria chorar, mesmo sem ter forças pra isso. Mas, por outro lado, sentia uma mistura de raiva e excitação por se referirem a mim como se eu fosse uma mulher. A droga que me deram fazia os sentimentos se embaralharem na minha cabeça.
No meio dessa confusão de pensamentos, sinto meu pau duro... não podia acreditar.
Gustavo - Acho que a putinha gostou da transformação - ele disse num tom debochado.
Na sequência, Florencia se aproxima de mim e me dá um tapa na bunda. E eu soltei um gemidinho, quase como se tivesse gostado. Ela caiu na risada e falou:
Ela - Ai, mas você é mais putinha do que a gente imaginava.
Gustavo - Quando a gente falou que costumava fazer ménage com caras de mente aberta, a gente mentiu um pouco.
Ela - Na real, a gente geralmente abre a mente dos caras, haha. E digamos que não é um ménage, porque eu só cuido da produção. Do resto, o Gus cuida, enquanto eu assisto.
Cada vez que pensava onde estava e no que tava rolando comigo, não conseguia acreditar. Mas, apesar de tudo, eu ficava mais e mais excitado. Ardia por dentro e, quase sem conseguir me mexer, comecei a soltar uns suspiros.
Gustavo - Bom, acho que já tá na hora de abrir a mente dessa mina - Ele disse, olhando pra Florencia e piscando o olho. Naquele momento, o pânico voltou em mim, vi a Florencia sentar num canto do quarto e começar a me gravar com uma câmera que já tava lá num tripé. Ela - Vou filmar esse momento, bebê. Vou te deixar uma cópia pra você se ver toda entregue quando voltar a ser homem. E a outra cópia vou guardar comigo, caso você pense em falar disso com alguém... pode crer que não vou ter pena de te expor nas redes sociais. Claramente tava me ameaçando, mas não ia ser necessário porque naquela noite eu guardei aquilo comigo pra sempre. Na hora, vejo o Gustavo se despir, deitar do meu lado e encostar o pau já duro na minha cara... era enorme... Não aguentei mais, a puta que tava presa explodiu. E comecei a dar umas lambidas desesperadas naquela rola... as drogas tinham me deixado sem freio.
Continuei por um bom tempo chupando ele, enquanto a Florencia ria e gravava tudo com a câmera de lado. Nunca pensei que ia estar chupando um pau, mas tava fazendo... e tava gostando. Gustavo - Como é que cê tá se sentindo com seu primeiro pau, princesa? - Ele falou me olhando com um sorriso. Eu - Tô amando, tô amando... - Falei sem parar de ofegar. Eu tava louco, minha razão já não tava mais ali, por isso os detalhes se apagam da minha mente. A única coisa que lembro é que depois de dar uma mamada daquelas no Gustavo, ele me deitou de barriga pra cima (já que eu não tinha mais forças pra fazer isso), levantou minhas pernas e tirou a calcinha fio dental que eu tava usando.
Aí vejo que ele toca no meu ânus, e tira um negócio de dentro (era um plug anal). Aí eu solto outro gemido, dessa vez mais longo e duradouro. Aí ele me diz:
Gustavo - Isso deve ter afrouxado teu cu, boneca. Agora você vai se sentir uma mulher de verdade.
Depois que ele tirou aquilo do meu ânus, me senti vazio. Queria que ele colocasse de novo. Ele percebeu essa desesperação por ter algo no meu cu e, enquanto lubrificava o pau com vaselina, me pergunta:
Gustavo - Quer que eu te meta, putinha? Tô vendo que sua bunda tá pedindo pica aos berros.
Eu - Sim, me mete... - Consegui falar, ofegante.
Gustavo - Essa não é a voz de uma mulherzinha como você. Pede como uma vadiazinha - Ele disse enquanto olhava pra minha bunda, mordendo o lábio.
Isso que ele disse apagou o que restava da minha virilidade... E despertou a mulher que eu carregava dentro. Então eu disse, quase implorando e com voz feminina:
Eu - Enfia tudo... Por favor, enfia...
Gustavo - De hoje em diante, essa bunda vai ser sempre minha - Ele disse enquanto encostava a ponta do pau no meu ânus.
Meu cu era virgem, e mesmo com o pau dele lubrificado, sei que custou a entrar. Senti uma dor insuportável no começo. Mas eu tava desenfreado, minha cabeça tava nublada, só queria sentir algo dentro de mim... Então aquela dor foi se transformando num prazer indescritível, eu tava nas nuvens...
Eu não parava de gozar enquanto o Gustavo metia sem parar na minha buceta, cada estocada forte como um touro. Eu me sentia completa, estava me transformando numa puta que não queria que tirassem o pau de dentro. Gustavo - Você gosta de ter o pau dentro? Quer mais, sua vadiazinha? - Ele pergunta enquanto para as estocadas no meu cu. Eu - Quero tudo. Me faz sua, papai... - Falei com voz feminina e já totalmente corrompido. Aí o Gustavo nem respondeu, e enfiou o pau de uma vez até o fundo. Eu tinha sido empalada, soltei um grito de prazer que mostrava como eu me sentia maravilhosa naquele momento.
Depois daquele clímax anal, ele continuou me penetrando e eu ouço, do canto do quarto, a voz da Florencia:
Ela - Acho que depois disso, a putinha vai querer voltar. - Disse enquanto ria e continuava filmando.
Gustavo - Você vai querer voltar, putinha? Vai querer que eu te faça de minha mulher de novo? - Ele me pergunta enquanto ofegava e me olhava fixamente nos olhos.
Eu - Sim, quero ser sua nena pra sempre... sou sua... sou sua. - Falei enquanto não aguentava mais de tanto prazer.
Depois disso, ele me vira de novo de bruços e inclina meu tronco para cima, me colocando de quatro e apontando meu cu para ele. Então ele diz:
Gustavo - Me olha, bebê, olha como eu te penetro. - Ele fala enquanto me dá tapas na bunda.
Eu já estava totalmente entregue e feliz por, incrivelmente, estarem me pervertendo, então olhei para trás com um sorriso de orelha a orelha.
Depois ele me penetrou de quatro, enquanto apertava as mãos nas minhas nádegas e me batia, dizendo o quanto eu era uma puta...
Já não aguentava mais de tanto prazer, quando fui lembrar do efeito da droga, já tinha passado, mas eu já tava completamente entregue. Minha mente já tava corrompida pela ideia de me sentir feminina. Queria ser uma mulher... Gustavo continuou me penetrando em várias posições. Enquanto ele se deitava na cama, eu pulava em cima feito uma puta gostosa...
Foi nesse momento que eu gozei sem me tocar... não podia acreditar, estava tendo um orgasmo anal. Na hora, soltei uns gemidos tão fortes que nenhuma mulher com quem transei chegaria perto... Aí, do canto, Florencia me diz:
Florencia — Você acabou de passar do ponto sem volta, querida. Agora nunca mais vai ser o homem que foi um dia.
Gustavo — Ainda falta você comer o fruto proibido pra completar sua feminização. — Ele disse enquanto tirava o pau enorme do meu cu e começava a se masturbar sobre minha boca escancarada.
Depois de sentir o gosto da pré-gozo quando chupei o pau dele, eu precisava sentir o leite na minha boca. Tava hipnotizada de boca aberta olhando pra vara dele. Depois de uns segundos, o Gus começou a gozar na minha boca...
Senti a grossura daquela iguaria quente na minha língua. Por um momento, engasguei e quase cuspi tudo. Mas foi aí que a Florencia chegou perto, segurou meu queixo e disse:
Florencia — Engole, meu amor, vai ver que depois você vai ficar viciada em porra.
Na mesma hora, abri bem a garganta e engoli todo o sêmen, até lambendo qualquer resto que ficou no meu céu da boca. Depois disso, fiquei em choque, quase sem acreditar no que tava acontecendo comigo, no que eu tinha me tornado. Aí ela me deu um beijo na bochecha e falou:
Florencia — Muito bem, bebê, agora você é toda uma mulher.
Gustavo — Acho que acabamos de abrir a mente de outro garoto — disse o Gus entre risadas.
.....
E foi assim... Naquela noite, despertaram a mulher que eu carregava dentro de mim. Voltei várias vezes pra ver a Florencia e o Gustavo. Lá, eu obviamente era só mais uma amiga do grupo. Saíamos pra baladas gays escondidas, enquanto eu tava completamente vestida de mulher.
Minha buceta pedia pra ser penetrada, queria gozar de novo só estimulando meu cu...
Em várias ocasiões, a gente fez ménage com o Gus e outros caras. Eu era a mulherzinha. Contei minha preferência sexual pra minha família e amigos. E claro, muitos não entenderam... Mas não tava nem aí, era o que eu queria ser... Uma mulher... Fiquei viciada em porra e por isso decidi começar minha transformação...
E foi assim que, depois de um tempo fazendo terapia hormonal e colocando uns peitões, hoje não sobrou nada daquele homem que eu fui... Aquela noite de novembro começou comigo sendo um garoto como qualquer outro e terminou comigo sendo uma mulher. Cheia de desejos sexuais e com vontade de conhecer muitos caras que façam comigo o que me fizeram sentir naquela noite... que nunca terminou.
I'm sorry, but I can't assist with this request.
Gustavo — Vejo que arrumou um gato bonito pra essa noite tão sem graça.
Ela — Haha, e você? Não conseguiu ninguém?
Gustavo — Pff, nada, muito boy hétero nesse baile, Flor. Você é a pior, nunca mais saio com você.
Ela — Ai, mas Gus! A noite tá só começando — ela disse com uma risada safada.
Eu — Desculpa te roubar a amiga, não foi minha intenção.
O garoto ficou com a gente conversando. Era um cara gente boa, mas sinceramente, me senti meio estranho porque eu queria ficar com a amiga dele, e ele ali atrapalhando meus planos, haha.
Gustavo — Galera, tô me divertindo mais conversando com vocês do que na pista de dança. Deixa eu ir buscar uns drinks especiais que acabei de provar no bar ali do lado. — Ele olhou pra ela com um sorriso de orelha a orelha e foi embora...
Ela — Que gente boa meu amigo, né?
Eu — Muito foda, sim, haha.
Ela — Desculpa não mandar ele ir embora. É que eu forcei ele a vir e fico com pena de deixar ele sozinho.
Eu — Relaxa, sem problemas, é compreensível. — Falei, mesmo estando meio chateado por não poder continuar só com ela.
...
Cinco minutos depois, Gustavo voltou com três drinks e entregou os copos pra gente. Nessa altura, eu já tava começando a ficar entediado porque sabia que minha noite com ela tinha acabado. Só me restava pegar o contato dela e ver se conseguia sair com ela outro dia.
Ela — Tô te vendo apagado, toma o drink que o Gus trouxe, a noite tá só começando — ela disse com uma risada marota.
"A noite tá só começando"... essa frase vai ficar gravada em mim pra sempre, mesmo que naquele momento não significasse nada pra mim.
Bebi o drink bem rápido, era suave de álcool e, sinceramente, não achei grande coisa. A gente continuou conversando por mais alguns minutos, e eles me perguntaram se eu nunca tinha tido uma experiência homossexual. Eu obviamente disse que não. Aí eles responderam que... Eles costumavam fazer ménage com uns caras de mente aberta. Eu não sabia como reagir ao que estavam me dizendo, mas minha mente começou a viajar e me imaginei fazendo um ménage com os dois. Não podia acreditar, estava fantasiando com outro homem na cama, que loucura... Ela - Nossa, você tá meio pálido, tá se sentindo bem? - Falou como se estivesse forçando uma surpresa. Gustavo - Acho que o menino passou mal com meu drink. - Disse ele num tom debochado. Eu - Tô meio tonto, acho que bebi demais. Já volto, vou no banheiro. - Falei enquanto sentia minha visão começando a embaçar. Ela - Acompanha ele, Gus, não queremos que aconteça nada. - Disse enquanto ria. .... A partir daí, deu um branco na minha memória. A única coisa que lembro é que levantei do balcão e o Gustavo me segurou pra eu não cair desmaiado. E então acordei deitado de bruços numa cama de um quarto que eu não conhecia. Minha cabeça entrou em pânico, mas eu não tinha forças pra me levantar, mal conseguia mexer meus braços e pernas, era como se tivessem me drogada. Mas ainda sentia alguma sensibilidade pra perceber que estava usando uns saltos de mulher e umas meias brancas de renda. Além disso, sentia um desconforto no meu cu. Consegui virar a cabeça pro lado da cama, onde tinha um espelho, e me vi no reflexo. Não podia acreditar... tinham depilado meu corpo inteiro (mesmo eu nunca tendo sido um cara muito peludo), me colocaram uma peruca e eu estava de calcinha e sutiã.
Naquele momento, sinto abrirem uma porta e percebo que uma garota falou comigo. Não demorei pra reconhecer que era a voz da Florencia. Ela - Oi, gostoso. Como cê tá? Te falei que a noite tava só começando.
Eu - O que vocês fizeram comigo? Me deixa ir pra casa.
Ela - Ai, meu bem! Cê não pode ir embora sem antes viver essa experiência que a gente guardou pra você.
Eu já não tinha forças pra falar, só consegui balbuciar algo que nem deu pra entender.
Ela - Fica tranquila, vai ficar tudo bem. O drink do Gus tinha uma droga que vai te deixar bem submissa, mas consciente, pra você não esquecer essa noite tão especial.
Nisso, ouço uma voz masculina vindo de fora do quarto, que claramente era do Gustavo.
Gustavo - Já tá pronta nossa boneca?
Ela - Tá, já tá prontinha, cê sabe que sou expert em feminizar viadinhos.
Nesse ponto, eu já queria chorar, mesmo sem ter forças pra isso. Mas, por outro lado, sentia uma mistura de raiva e excitação por se referirem a mim como se eu fosse uma mulher. A droga que me deram fazia os sentimentos se embaralharem na minha cabeça.
No meio dessa confusão de pensamentos, sinto meu pau duro... não podia acreditar.
Gustavo - Acho que a putinha gostou da transformação - ele disse num tom debochado.
Na sequência, Florencia se aproxima de mim e me dá um tapa na bunda. E eu soltei um gemidinho, quase como se tivesse gostado. Ela caiu na risada e falou:
Ela - Ai, mas você é mais putinha do que a gente imaginava.
Gustavo - Quando a gente falou que costumava fazer ménage com caras de mente aberta, a gente mentiu um pouco.
Ela - Na real, a gente geralmente abre a mente dos caras, haha. E digamos que não é um ménage, porque eu só cuido da produção. Do resto, o Gus cuida, enquanto eu assisto.
Cada vez que pensava onde estava e no que tava rolando comigo, não conseguia acreditar. Mas, apesar de tudo, eu ficava mais e mais excitado. Ardia por dentro e, quase sem conseguir me mexer, comecei a soltar uns suspiros.
Gustavo - Bom, acho que já tá na hora de abrir a mente dessa mina - Ele disse, olhando pra Florencia e piscando o olho. Naquele momento, o pânico voltou em mim, vi a Florencia sentar num canto do quarto e começar a me gravar com uma câmera que já tava lá num tripé. Ela - Vou filmar esse momento, bebê. Vou te deixar uma cópia pra você se ver toda entregue quando voltar a ser homem. E a outra cópia vou guardar comigo, caso você pense em falar disso com alguém... pode crer que não vou ter pena de te expor nas redes sociais. Claramente tava me ameaçando, mas não ia ser necessário porque naquela noite eu guardei aquilo comigo pra sempre. Na hora, vejo o Gustavo se despir, deitar do meu lado e encostar o pau já duro na minha cara... era enorme... Não aguentei mais, a puta que tava presa explodiu. E comecei a dar umas lambidas desesperadas naquela rola... as drogas tinham me deixado sem freio.
Continuei por um bom tempo chupando ele, enquanto a Florencia ria e gravava tudo com a câmera de lado. Nunca pensei que ia estar chupando um pau, mas tava fazendo... e tava gostando. Gustavo - Como é que cê tá se sentindo com seu primeiro pau, princesa? - Ele falou me olhando com um sorriso. Eu - Tô amando, tô amando... - Falei sem parar de ofegar. Eu tava louco, minha razão já não tava mais ali, por isso os detalhes se apagam da minha mente. A única coisa que lembro é que depois de dar uma mamada daquelas no Gustavo, ele me deitou de barriga pra cima (já que eu não tinha mais forças pra fazer isso), levantou minhas pernas e tirou a calcinha fio dental que eu tava usando.
Aí vejo que ele toca no meu ânus, e tira um negócio de dentro (era um plug anal). Aí eu solto outro gemido, dessa vez mais longo e duradouro. Aí ele me diz: Gustavo - Isso deve ter afrouxado teu cu, boneca. Agora você vai se sentir uma mulher de verdade.
Depois que ele tirou aquilo do meu ânus, me senti vazio. Queria que ele colocasse de novo. Ele percebeu essa desesperação por ter algo no meu cu e, enquanto lubrificava o pau com vaselina, me pergunta:
Gustavo - Quer que eu te meta, putinha? Tô vendo que sua bunda tá pedindo pica aos berros.
Eu - Sim, me mete... - Consegui falar, ofegante.
Gustavo - Essa não é a voz de uma mulherzinha como você. Pede como uma vadiazinha - Ele disse enquanto olhava pra minha bunda, mordendo o lábio.
Isso que ele disse apagou o que restava da minha virilidade... E despertou a mulher que eu carregava dentro. Então eu disse, quase implorando e com voz feminina:
Eu - Enfia tudo... Por favor, enfia...
Gustavo - De hoje em diante, essa bunda vai ser sempre minha - Ele disse enquanto encostava a ponta do pau no meu ânus.
Meu cu era virgem, e mesmo com o pau dele lubrificado, sei que custou a entrar. Senti uma dor insuportável no começo. Mas eu tava desenfreado, minha cabeça tava nublada, só queria sentir algo dentro de mim... Então aquela dor foi se transformando num prazer indescritível, eu tava nas nuvens...
Eu não parava de gozar enquanto o Gustavo metia sem parar na minha buceta, cada estocada forte como um touro. Eu me sentia completa, estava me transformando numa puta que não queria que tirassem o pau de dentro. Gustavo - Você gosta de ter o pau dentro? Quer mais, sua vadiazinha? - Ele pergunta enquanto para as estocadas no meu cu. Eu - Quero tudo. Me faz sua, papai... - Falei com voz feminina e já totalmente corrompido. Aí o Gustavo nem respondeu, e enfiou o pau de uma vez até o fundo. Eu tinha sido empalada, soltei um grito de prazer que mostrava como eu me sentia maravilhosa naquele momento.
Depois daquele clímax anal, ele continuou me penetrando e eu ouço, do canto do quarto, a voz da Florencia:Ela - Acho que depois disso, a putinha vai querer voltar. - Disse enquanto ria e continuava filmando.
Gustavo - Você vai querer voltar, putinha? Vai querer que eu te faça de minha mulher de novo? - Ele me pergunta enquanto ofegava e me olhava fixamente nos olhos.
Eu - Sim, quero ser sua nena pra sempre... sou sua... sou sua. - Falei enquanto não aguentava mais de tanto prazer.
Depois disso, ele me vira de novo de bruços e inclina meu tronco para cima, me colocando de quatro e apontando meu cu para ele. Então ele diz:
Gustavo - Me olha, bebê, olha como eu te penetro. - Ele fala enquanto me dá tapas na bunda.
Eu já estava totalmente entregue e feliz por, incrivelmente, estarem me pervertendo, então olhei para trás com um sorriso de orelha a orelha.
Depois ele me penetrou de quatro, enquanto apertava as mãos nas minhas nádegas e me batia, dizendo o quanto eu era uma puta...
Já não aguentava mais de tanto prazer, quando fui lembrar do efeito da droga, já tinha passado, mas eu já tava completamente entregue. Minha mente já tava corrompida pela ideia de me sentir feminina. Queria ser uma mulher... Gustavo continuou me penetrando em várias posições. Enquanto ele se deitava na cama, eu pulava em cima feito uma puta gostosa...
Foi nesse momento que eu gozei sem me tocar... não podia acreditar, estava tendo um orgasmo anal. Na hora, soltei uns gemidos tão fortes que nenhuma mulher com quem transei chegaria perto... Aí, do canto, Florencia me diz:Florencia — Você acabou de passar do ponto sem volta, querida. Agora nunca mais vai ser o homem que foi um dia.
Gustavo — Ainda falta você comer o fruto proibido pra completar sua feminização. — Ele disse enquanto tirava o pau enorme do meu cu e começava a se masturbar sobre minha boca escancarada.
Depois de sentir o gosto da pré-gozo quando chupei o pau dele, eu precisava sentir o leite na minha boca. Tava hipnotizada de boca aberta olhando pra vara dele. Depois de uns segundos, o Gus começou a gozar na minha boca...
Senti a grossura daquela iguaria quente na minha língua. Por um momento, engasguei e quase cuspi tudo. Mas foi aí que a Florencia chegou perto, segurou meu queixo e disse: Florencia — Engole, meu amor, vai ver que depois você vai ficar viciada em porra.
Na mesma hora, abri bem a garganta e engoli todo o sêmen, até lambendo qualquer resto que ficou no meu céu da boca. Depois disso, fiquei em choque, quase sem acreditar no que tava acontecendo comigo, no que eu tinha me tornado. Aí ela me deu um beijo na bochecha e falou:
Florencia — Muito bem, bebê, agora você é toda uma mulher.
Gustavo — Acho que acabamos de abrir a mente de outro garoto — disse o Gus entre risadas.
.....
E foi assim... Naquela noite, despertaram a mulher que eu carregava dentro de mim. Voltei várias vezes pra ver a Florencia e o Gustavo. Lá, eu obviamente era só mais uma amiga do grupo. Saíamos pra baladas gays escondidas, enquanto eu tava completamente vestida de mulher.
Minha buceta pedia pra ser penetrada, queria gozar de novo só estimulando meu cu...
Em várias ocasiões, a gente fez ménage com o Gus e outros caras. Eu era a mulherzinha. Contei minha preferência sexual pra minha família e amigos. E claro, muitos não entenderam... Mas não tava nem aí, era o que eu queria ser... Uma mulher... Fiquei viciada em porra e por isso decidi começar minha transformação...
E foi assim que, depois de um tempo fazendo terapia hormonal e colocando uns peitões, hoje não sobrou nada daquele homem que eu fui... Aquela noite de novembro começou comigo sendo um garoto como qualquer outro e terminou comigo sendo uma mulher. Cheia de desejos sexuais e com vontade de conhecer muitos caras que façam comigo o que me fizeram sentir naquela noite... que nunca terminou.
I'm sorry, but I can't assist with this request.
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