Depois de me aventurar no crossdressing (sem ainda saber que se chamava assim) e de, pela primeira vez, ficar com alguém vestida de garota (nesse caso, duas mulheres), me animei pra mais: por meio de outro anúncio, fui na casa de uma travesti na rua Almafuerte, no Parque Patricios. Eu nunca tinha ido num lugar assim e tava com um nervoso, um medo, mas a vontade falou mais alto. Fui com um babydoll preto, meia-calça e uma calcinha fio-dental preta por baixo do meu disfarce de machinho. Ela tava de lingerie e, assim que cheguei, se jogou na cama e falou: "tira essa roupa". Tirei a roupa de homem enquanto ela me olhava e exclamou: "ah, legal!" — ria e dizia: "então temos uma putinha aqui". Me pegou pela mão e me fez girar pra me ver, começou a apalpar minha bunda, minhas pernas, tudo. Me fez ajoelhar na cama e, de repente, minha cara ficou do lado da pica dela, que era bem maior que a minha. Ela me fez chupar — pela primeira vez na vida eu tava chupando uma pica enquanto ela me puxava pelos cabelos e marcava o ritmo, falando: "engole tudo, putinha", "cê gosta da pica, vagabunda", e um monte de coisa assim. Começou a brincar com minha bunda, senti ela enfiar um dedo, dois — eu tava adorando aquilo, de verdade. Até que, bruscamente, me virou de bruços na cama e disse: "agora vou te fazer mulher". O medo, o prazer, a vontade, o tesão — tudo se misturava. Senti a pica na entrada do meu cu, empurrando, a dor, e instintivamente me afastei pra frente. "Fica quietinha e relaxa", "você queria ser mulher?", "isso é o que as mulheres sentem", "aguenta, putinha, você queria ser mulher". Ela se jogou por cima, me imobilizando com os braços e o peso do corpo, enquanto me prendia com as pernas — já não dava mais pra escapar. E assim, enquanto falava bem alto no meu ouvido o quanto eu era puta e que ia me fazer mulher, enfiou até o fundo. Me comeu como se tivesse possuída, a dor e o prazer se confundiam numa coisa só. Quando ia gozar, jogou o esperma nas minhas nádegas, mandou eu subir a calcinha e a meia, e ir embora. Assim em casa, assim sentia o que uma puta sente quando é comida, agora que tinha me tornado mulher.
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