Olha, essa é uma história que me contaram e eu gostei muito, por isso tô compartilhando com vocês.
Andi era um garoto do ensino médio, bem introvertido e de poucas palavras. Ele era magro, tudo nele era pequeno, menos os olhos enormes cor de mel, os lábios carnudos e a bunda suculenta.
Andi tinha descoberto os milagres da creme depilatório e o prazer da roupa feminina no contato com a pele lisinha. Ele tinha uma voz aguda e doce. A pele rosada e as bochechas sempre coradas.
Ele sabia que seu destino na vida não era ser um macho alfa. Não tinha o necessário, nem atitude, nem ferramenta. O amor por lingerie e pela cor rosa denunciava ele toda hora. Já cansado das piadas, percebeu que sendo alvo das brincadeiras conseguia chamar a atenção de todo mundo. O corte curto e a franja emolduravam suavemente o rosto dele.
Naquela tarde, recém-depilado e vestindo uma calça de pijama de cintura baixa e uma camiseta preta com uma rosa laranja enorme, foi ao cinema da rua Lavalle. A primeira coisa que fez ao entrar foi ir ao banheiro e abaixar a calça, deixando bem à mostra a minúscula calcinha fio-dental rosa.
Começou a andar em direção à porta da sala, e dava pra ouvir os gemidos de uma loira sendo empalada divinamente por um negão. No fundo da sala, uma espécie de lugar com janelas e cabines com vários caras. Andi assumiu seu papel e entrou andando como uma gata no cio.
Ficou parado olhando pra tela, bem consciente de que os caras viam sua cintura nua cortada pelo fio da calcinha.
Ele estava excitado, dava pra notar pela respiração.
O pequeno pau dele tinha sumido, deixando o papel principal pra sua bunda redonda e sensual.
Uma mão interrompeu seus pensamentos lascivos e apertou com força uma das nádegas dele. O gritinho de menina incentivou o invasor a deixar suas nádegas pálidas à mostra. O cara pegou o braço dele e o puxou pra dentro da cabine, onde sentou e puxou pra fora o pau brilhante e grosso, meio duro. Andi se ajoelhou com metade do corpo dentro... Cubículo e as pernas dela com a calça pelos joelhos, exibindo aquele rabo lindo pra todo mundo.
Quando a boca dela confirmou uma dureza no ponto certo, ela parou e se virou, separando as bundonas. A cabeça inchada entrava com dificuldade, mas Andi se mexeu com habilidade até a bunda dela engolir a pica duríssima.
As pernas jovens de Andi subiam e desciam aquele cuzinho guloso que curtia a primeira vez. A mente de Andi escapou pela janela junto com a pouca masculinidade que tinha. Ela gemeu e gritou que nem uma puta. Uns apertavam os mamilos dela, outros beijavam a boca dela, ainda mais carnuda que de costume. Os brincos pequenos nas orelhas dela refletiam em cintilações a luz da tela.
Andi passou a tarde naquele cinema dando boas-vindas à nova vida. Abraçando a realidade de puta viciosa.
Não importava quem possuía o corpo jovem dela, só importava se sentir desejada e gostosa, sorria feliz com cada novo orgasmo que provocava. Adorava ser útil. Adorava ser o centro da cena.
Andi era um garoto do ensino médio, bem introvertido e de poucas palavras. Ele era magro, tudo nele era pequeno, menos os olhos enormes cor de mel, os lábios carnudos e a bunda suculenta.
Andi tinha descoberto os milagres da creme depilatório e o prazer da roupa feminina no contato com a pele lisinha. Ele tinha uma voz aguda e doce. A pele rosada e as bochechas sempre coradas.
Ele sabia que seu destino na vida não era ser um macho alfa. Não tinha o necessário, nem atitude, nem ferramenta. O amor por lingerie e pela cor rosa denunciava ele toda hora. Já cansado das piadas, percebeu que sendo alvo das brincadeiras conseguia chamar a atenção de todo mundo. O corte curto e a franja emolduravam suavemente o rosto dele.
Naquela tarde, recém-depilado e vestindo uma calça de pijama de cintura baixa e uma camiseta preta com uma rosa laranja enorme, foi ao cinema da rua Lavalle. A primeira coisa que fez ao entrar foi ir ao banheiro e abaixar a calça, deixando bem à mostra a minúscula calcinha fio-dental rosa.
Começou a andar em direção à porta da sala, e dava pra ouvir os gemidos de uma loira sendo empalada divinamente por um negão. No fundo da sala, uma espécie de lugar com janelas e cabines com vários caras. Andi assumiu seu papel e entrou andando como uma gata no cio.
Ficou parado olhando pra tela, bem consciente de que os caras viam sua cintura nua cortada pelo fio da calcinha.
Ele estava excitado, dava pra notar pela respiração.
O pequeno pau dele tinha sumido, deixando o papel principal pra sua bunda redonda e sensual.
Uma mão interrompeu seus pensamentos lascivos e apertou com força uma das nádegas dele. O gritinho de menina incentivou o invasor a deixar suas nádegas pálidas à mostra. O cara pegou o braço dele e o puxou pra dentro da cabine, onde sentou e puxou pra fora o pau brilhante e grosso, meio duro. Andi se ajoelhou com metade do corpo dentro... Cubículo e as pernas dela com a calça pelos joelhos, exibindo aquele rabo lindo pra todo mundo.
Quando a boca dela confirmou uma dureza no ponto certo, ela parou e se virou, separando as bundonas. A cabeça inchada entrava com dificuldade, mas Andi se mexeu com habilidade até a bunda dela engolir a pica duríssima.
As pernas jovens de Andi subiam e desciam aquele cuzinho guloso que curtia a primeira vez. A mente de Andi escapou pela janela junto com a pouca masculinidade que tinha. Ela gemeu e gritou que nem uma puta. Uns apertavam os mamilos dela, outros beijavam a boca dela, ainda mais carnuda que de costume. Os brincos pequenos nas orelhas dela refletiam em cintilações a luz da tela.
Andi passou a tarde naquele cinema dando boas-vindas à nova vida. Abraçando a realidade de puta viciosa.
Não importava quem possuía o corpo jovem dela, só importava se sentir desejada e gostosa, sorria feliz com cada novo orgasmo que provocava. Adorava ser útil. Adorava ser o centro da cena.
6 comentários - Primera vez en el cine porno.
si la cola de la foto es tuya escribime por MP
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