Esta é a segunda parte da minha história:
Se tornando uma sissy crossdresser depois de um ménage (Carlos pt.1)Vivia constantemente lembrando da noite em que, vestida de menininha, chupei a pica do Carlos.
Eu ficava tão excitada só de lembrar do gosto da pica dele.
e do seu sêmen
enchendo minha cara
e a boca
me excitava lembrar o quanto me senti uma puta naquela noite
E, embora não soubesse se isso ia rolar de novo
Morria de vontade de que isso se repetisse.
Mas quando vi o Carlos na universidade, nenhum dos dois tocou no assunto.
Agimos como se aquela noite nunca tivesse acontecido,
mas meus instintos de puta tinham despertado
e não conseguia ignorar o quanto eu gostava daquele pau
e aproveitar ela me vestindo como uma menininha.
Então comecei a comprar minha própria lingerie,
maquiagem
e a depilar o corpo,
Fui fazendo isso aos poucos,
pra ninguém notar a mudança de forma tão radical
Várias vezes eu me masturbei, vestida de lingerie,
pensando naquela buceta deliciosa
nessa gozada na minha boca
Uns dias depois daquela noite,
Carlos se contentou com a namorada dele
e se passaram várias semanas sem comentar nada sobre aquela noite em que tentamos fazer um menage
e acabei chupando a rola do Carlos
Finalmente um dia, uns dois meses depois mais ou menos, o Carlos me ligou
pra me falar se eu queria ir na casa dela sexta-feira pra tomar umas cervejas,
porque os pais dela não iam estar em casa e ele não ia ver a namorada porque ela tava gripada.
Claro que aceitei, pois esperava que algo rolasse naquela noite.
Me depilei o corpo todo bem gostoso
Debaixo da minha roupa normal, eu coloquei uma calcinha de cetim.
umas meias de renda, e levei um sutiã e uns saltos na mochila
Quando cheguei na casa do Carlos, ao tomar a primeira cerveja, ele disse que queria esclarecer as coisas pra não ter mal-entendido.
Ele me disse que naquela noite que ficou na minha casa, ele estava muito bêbado, e embora não lembrasse muito bem do que aconteceu,
não importa o que tivesse acontecido, não devia se repetir, porque ele só curte mesmo é mina
Me surpreendi um pouco com o comentário dela, mas só respondi que não tinha nada do que se envergonhar, porque o que eu lembro é que naquela noite
uma garota tinha feito um boquete magnífico nela
e ele parecia ter curtido muito
Ele sorriu e deu um gole na cerveja dele.
seguimos bebendo e começamos a conversar sobre outras coisas
Por volta da meia-noite, já estávamos bem bebados de novo.
Eu tava muito tesuda pela expectativa que eu tinha.
e não sabia se aquela experiência que tive com Carlos na outra noite realmente se repetiria.
Foi aí que, pra provocar ele, eu disse que se ele não quisesse ver de novo a mina que ele conheceu na outra noite,
podia pelo menos ajudar ela a encontrar outros caras.
Ele sorriu e me perguntou se eu realmente gostava da ideia de me transformar numa garota.
Eu disse que sim, pra caralho, e que até já mandava melhor.
e naquele momento eu tirei a roupa pra ele me ver na lingerie que eu tava usando
pude ver a cara de surpresa dela ao ver meu corpo lisinho naquela lingerie gostosa
Soltei meu cabelo e virei de costas pra ele, pra ele me ver como uma gostosa por trás.
Então ele me disse que eu tava gostosa pra caralho
e que se eu quisesse, podia ir comigo a algum bar frequentado por travestis e seus admiradores, pra eu poder conhecer alguém.
Eu falei que sim, que adoraria que ele me levasse.
Então ele se levantou da cadeira e foi pro banheiro.
Aproveitei esse momento pra passar um pouco de sombra nos olhos e batom.
Coloquei o sutiã e os saltos que tava na mochila.
Quando Carlos voltou, ficou pasmo de novo ao me ver.
e percebi que ela não subiu o zíper da calça
Ela sentou no sofá e disse que eu realmente ficava gostosa vestida de menininha.
Se tomo mais uma cerveja e a gente conversou normalmente enquanto eu estava vestida assim.
Eu conversava com ele, modulando a voz pra deixar mais suave e aguda. Carlos não falou nada sobre isso.
Ao terminar a cerveja, ele me disse que tava meio cansado e que já queria dormir, mas que, se eu quisesse, podia ficar na casa dele.
Foi estranho pra caralho o Carlos querer ir dormir à uma da manhã, já que geralmente a gente bebe até umas 4 ou 5, mas obviamente aceitei a oferta dele de ficar.
Carlos foi pro quarto dele e eu fiquei na sala deitada de lingerie
Vi que ela deixou a porta do quarto dela completamente aberta.
Tava meio confusa, mas morrendo de vontade de sentir o pau dele de novo nas minhas mãos, então esperei uns minutos e fui espiar no quarto dele.
Ele parecia estar dormindo, mas minha surpresa foi que ele estava totalmente pelado, de barriga pra cima.
Ao ver isso, percebi que ele também estava com tesão e que, embora com certeza quisesse que eu o satisfizesse, não queria dizer isso na cara.
Aí eu entrei e subi na cama dela pra roçar a pica dela com a minha mão.
acariciei as bolas dela também
e pude ver como o pau dele acordava e começava a ficar duro,
então comecei a bater uma pra ele
Carlos se mexeu um pouco, mas fingiu que continuava dormindo.
então eu aproximei meu rosto da pica dele
e comecei a esfregar ela com ela
o pau dela continuava crescendo,
comecei então a dar linguadas nela
pra lamber desde as bolas dela até a cabeça
finalmente peguei ela com minhas mãos e comecei a chupar
lenta e suavemente no começo
a cock do Carlos ficou dura como pedra
tava treinando com cenouras e pepinos pra conseguir chupar mais fundo
E foi assim, e mesmo que eu ainda não conseguisse enfiar ela toda na minha boca, já dava pra colocar três quartos dela sem problemas.
o sabor da pica dela me fascinava tanto quanto na primeira vez
esse gosto de pau me enlouquecia
Carlos começou a ofegar.
evidentemente ele estava acordado
e eu estava aproveitando ao máximo meu boquete
mas não queria admitir isso na minha frente
Continuei chupando ela
e igual que na primeira vez,
ao sentir que a excitação dela aumentava
comecei a chupar ela com mais força
até que a gozada dela ficou iminente
Eu esperei tanto tempo por isso
pra sentir de novo o semen quentinho dele na minha boca
que desta vez eu quis receber
todos e cada um dos seus tiros nela
Eu não me cansava de extrair todo aquele néctar delicioso.
e continuei chupando ela
até deixar ela bem sequinha
Eu adorava tanto o gosto da porra dele na minha boca
e como o cheiro dela grudava em mim
O pau dele foi ficando mole.
então larguei ele e voltei pra sala de novo

Me masturbei ali.
pensando no que acabava de fazer
e com o gosto do leite do Carlos na minha boca ainda
não demorei muito pra gozar
depois de gozar, decidi vazar do apê do Carlos
Não queria pressionar ele.
Pois é, ele não parecia querer admitir de cara que adorava o que a gente fazia.
mas a partir daquela noite
embora a gente não tenha falado mais sobre isso
virou um hábito
que a gente se embebedasse junto
e já de copo na mão
se eu me vestisse de gatinha
e chupava a buceta dele quando ele fingia que tava dormindo
Eu esperava ansiosa pelos convites dele.
ela tava perdidamente apaixonada pela pica dele
das bolas dele
do seu gozo
Ele sabia.
e me ligava quando queria esvaziar as bolas dela
Eu sabia que a namorada dele
ela não adorava o pau dele como eu adorava
nem engolia toda a porra dele
como eu
depois de algumas vezes
parou de fingir que estava dormindo quando ela estava chupando ele
e começou devagarzinho
a ser mais participativo
ame amei quando ela começou a me puxar pelo cabelo
pra enfiar o pau todo dele na minha boca
o controle que ela exercia sobre mim
empurrando o pau dele até minha garganta
era um êxtase pra mim
um dia até começou a me comer pela boca
Foi maravilhoso
Sentir toda a força dela
e o pau dele penetrando minha boca sem piedade
e sentir no final a gozada dela

Foi algo magnífico também.
Já devem ter se passado seis meses assim.
e mesmo que eu continuasse aproveitando ao máximo o que a gente tava fazendo
cada vez comecei a sentir mais e mais vontade
de que o Carlos me penetrasse
pra me sentir completa
completamente sua puta
mas Carlos nunca pareceu estar interessado
e um dia enquanto chupava ela
Olhei nos olhos dele.
e eu disse "me come no cu, Carlos
mas ele não respondeu nada
Me fode - repeti de novo - e sem dizer nada
começou a me comer gostoso pela boca
até que ela gozou
embora estivesse feliz de receber a porra dele como sempre
não parava de pensar em quanta vontade eu tinha
de que ele me penetrasse
Infelizmente, depois daquele dia, passaram-se muitas semanas sem que Carlos me chamasse pra gente se ver.
Quase dois meses depois, Carlos finalmente me mandou uma mensagem, era uma sexta-feira à uma da manhã.
pra me dizer se podia ver ele naquela hora, que passaria me pegar no carro dele
Eu falei que sim, coloquei minhas roupas.
e consegui sair de casa sem ninguém perceber
dava pra ver que o Carlos tava muito bêbado
mas eu disse que tava doida pra ver ele há muito tempo
ele começou a dirigir e eu tirei a pica dele
e comecei a bater uma pra ele
quando a gente passava por uma rua deserta
me decidi a chupar a pica dele
Saudava tanto o gosto da pica dele
Carlos foi estacionar num beco escuro.
e consegui chupar ela melhor
mas aí o Carlos me surpreendeu
começou a enfiar as mãos por dentro da minha calça pra acariciar minha bunda
Carlos nunca tinha me tocado a bunda.
aí tirei a calça pra ela poder me tocar melhor
E o Carlos continuou passando a mão na minha bunda
até que finalmente pude sentir os dedos dele acariciando minha bunda
Me senti super excitada.
Mas o Carlos naquela hora me falou pra gente ir pra outro canto.
Parei de chupar ele, mas continuei acariciando o pau dele enquanto ele dirigia.
chegamos então num motel
Ao entrar no quarto, Carlos tirou a roupa e se deitou na cama. Eu subi na cama também e comecei de novo a chupar o pau dele.
mas dessa vez deixei minha bunda ao alcance das mãos dela
e enquanto eu chupava ele, ele começou a enfiar o dedo no meu cu
era uma sensação extraordinária
sentir como seus dedos perfuravam meu cu
Isso me deixou com muito tesão e eu coloquei minha buceta na frente dele.
pra ele me apalpar
quanto eu queria
e me dedilhasse
Então ela começou a enfiar e tirar os dedos na minha buceta.
Que delícia sentir os dedos babados dele entrando em mim
e brincava com eles no meu cu
eu me sentia extremamente excitada
e possuída por ele
quando de repente senti ela começando a beijar minha bunda
e foi se aproximando devagarzinho do centro
quando senti que a língua dela tocou minha bunda
Senti que tava voando
Eu estava perdida.
me sentia como se estivesse drogada
Hiper excitada, sem pensar em mais nada.
só sentindo a língua do Carlos
devorando meu cu
Me fode! —comecei a gritar—
mete a pica! mete ela!
Quer que eu te coma, sua putinha? - ele me respondeu -
Sim, quero sentir seu pau dentro de mim -eu disse-
Ele então começou a esfregar a piroca dele na minha bunda.
Não vai entrar" — ela me disse.

Na empolgação, esqueci que precisava de lubrificante, mas sorte que tinha um na bolsa que usava quando via o Carlos. Já fazia um tempão que esperava a chance de usar ele com aquele gostoso.

pedi pro Carlos me lubrificar e fiquei de quatro
Ele, com o pau também lubrificado, começou a roçar na minha bunda.
e então finalmente chegou aquele momento que eu tanto esperava

o pau dele começou a me penetrar devagar
e mesmo que ainda não tivesse enfiado ela toda

sentia uma dor do caralho
quandotentava me penetrar mais fundo
O Carlos me perguntou se tava doendo, e eu respondi que sim.
mas eu disse pra ele não parar e que queria que ele metesse tudo
Carlos empurrou então com mais força
e de repente, de uma só embestida, ele meteu o pau inteiro até o fundo
Senti uma dor da porra naquele momento.
mas não queria que ele parasse
Carlos percebeu e falou pra mim: 'era isso que você queria, né? sua putinha safada'.
e começou a me foder com mais força
a dor começou a diminuir a cada estocada
e em vez disso, um tremendo prazer começou a me invadir
Sentir a pica do Carlos na buceta
me penetrando como uma puta no cio
me fez sentir tão plena, tão puta
Me fode mais forte, eu comecei a gritar
e ele fez isso
o pau dele era tão grande
que me deixava louca quando entrava tudo em mim
Corre pra dentro" — falei pro Carlos.
Me enche com teu gozo
e pouco tempo depois
Carlos enfiou o vinho dentro da minha buceta.
foi algo maravilhoso
me senti completamente satisfeita
uma puta total, possuída pelo seu homem
depois de gozar, o Carlos tirou a pica de dentro de mim
e imediatamente vestiu a roupa dela
Ela me levou de volta pra minha casa, sem falar nada durante o caminho
Depois daquela noite, o Carlos nunca mais me ligou, a gente se via na faculdade e em uns encontros com outras pessoas, mas nunca mais ficamos a sós de novo.
Da última vez que vi ele, insinuei que a gente se visse de novo, mas ele respondeu com enrolação.
Seis meses depois, a gente terminou os cursos na faculdade e nunca mais se viu.
Deixei de me vestir por um tempo, até que meu instinto de puta me fez voltar a procurar outros problemas, mas isso já é outra história.

Se tornando uma sissy crossdresser depois de um ménage (Carlos pt.1)Vivia constantemente lembrando da noite em que, vestida de menininha, chupei a pica do Carlos.
Eu ficava tão excitada só de lembrar do gosto da pica dele.
e do seu sêmen
enchendo minha cara
e a boca
me excitava lembrar o quanto me senti uma puta naquela noite
E, embora não soubesse se isso ia rolar de novo
Morria de vontade de que isso se repetisse.
Mas quando vi o Carlos na universidade, nenhum dos dois tocou no assunto.
Agimos como se aquela noite nunca tivesse acontecido,
mas meus instintos de puta tinham despertado
e não conseguia ignorar o quanto eu gostava daquele pau
e aproveitar ela me vestindo como uma menininha.
Então comecei a comprar minha própria lingerie,
maquiagem
e a depilar o corpo,
Fui fazendo isso aos poucos,
pra ninguém notar a mudança de forma tão radical
Várias vezes eu me masturbei, vestida de lingerie,
pensando naquela buceta deliciosa
nessa gozada na minha boca
Uns dias depois daquela noite, Carlos se contentou com a namorada dele
e se passaram várias semanas sem comentar nada sobre aquela noite em que tentamos fazer um menage
e acabei chupando a rola do Carlos
Finalmente um dia, uns dois meses depois mais ou menos, o Carlos me ligou
pra me falar se eu queria ir na casa dela sexta-feira pra tomar umas cervejas,
porque os pais dela não iam estar em casa e ele não ia ver a namorada porque ela tava gripada.
Claro que aceitei, pois esperava que algo rolasse naquela noite.
Me depilei o corpo todo bem gostoso
Debaixo da minha roupa normal, eu coloquei uma calcinha de cetim.
umas meias de renda, e levei um sutiã e uns saltos na mochila
Quando cheguei na casa do Carlos, ao tomar a primeira cerveja, ele disse que queria esclarecer as coisas pra não ter mal-entendido.
Ele me disse que naquela noite que ficou na minha casa, ele estava muito bêbado, e embora não lembrasse muito bem do que aconteceu,
não importa o que tivesse acontecido, não devia se repetir, porque ele só curte mesmo é mina
Me surpreendi um pouco com o comentário dela, mas só respondi que não tinha nada do que se envergonhar, porque o que eu lembro é que naquela noite
uma garota tinha feito um boquete magnífico nela
e ele parecia ter curtido muito
Ele sorriu e deu um gole na cerveja dele.
seguimos bebendo e começamos a conversar sobre outras coisas
Por volta da meia-noite, já estávamos bem bebados de novo.
Eu tava muito tesuda pela expectativa que eu tinha.
e não sabia se aquela experiência que tive com Carlos na outra noite realmente se repetiria.
Foi aí que, pra provocar ele, eu disse que se ele não quisesse ver de novo a mina que ele conheceu na outra noite,
podia pelo menos ajudar ela a encontrar outros caras.
Ele sorriu e me perguntou se eu realmente gostava da ideia de me transformar numa garota.
Eu disse que sim, pra caralho, e que até já mandava melhor.
e naquele momento eu tirei a roupa pra ele me ver na lingerie que eu tava usando
pude ver a cara de surpresa dela ao ver meu corpo lisinho naquela lingerie gostosa
Soltei meu cabelo e virei de costas pra ele, pra ele me ver como uma gostosa por trás.
Então ele me disse que eu tava gostosa pra caralho
e que se eu quisesse, podia ir comigo a algum bar frequentado por travestis e seus admiradores, pra eu poder conhecer alguém.
Eu falei que sim, que adoraria que ele me levasse.
Então ele se levantou da cadeira e foi pro banheiro.
Aproveitei esse momento pra passar um pouco de sombra nos olhos e batom.
Coloquei o sutiã e os saltos que tava na mochila.
Quando Carlos voltou, ficou pasmo de novo ao me ver.
e percebi que ela não subiu o zíper da calça
Ela sentou no sofá e disse que eu realmente ficava gostosa vestida de menininha.
Se tomo mais uma cerveja e a gente conversou normalmente enquanto eu estava vestida assim.
Eu conversava com ele, modulando a voz pra deixar mais suave e aguda. Carlos não falou nada sobre isso.
Ao terminar a cerveja, ele me disse que tava meio cansado e que já queria dormir, mas que, se eu quisesse, podia ficar na casa dele.
Foi estranho pra caralho o Carlos querer ir dormir à uma da manhã, já que geralmente a gente bebe até umas 4 ou 5, mas obviamente aceitei a oferta dele de ficar.
Carlos foi pro quarto dele e eu fiquei na sala deitada de lingerie
Vi que ela deixou a porta do quarto dela completamente aberta.
Tava meio confusa, mas morrendo de vontade de sentir o pau dele de novo nas minhas mãos, então esperei uns minutos e fui espiar no quarto dele.
Ele parecia estar dormindo, mas minha surpresa foi que ele estava totalmente pelado, de barriga pra cima.
Ao ver isso, percebi que ele também estava com tesão e que, embora com certeza quisesse que eu o satisfizesse, não queria dizer isso na cara.
Aí eu entrei e subi na cama dela pra roçar a pica dela com a minha mão.
acariciei as bolas dela também
e pude ver como o pau dele acordava e começava a ficar duro,
então comecei a bater uma pra ele
Carlos se mexeu um pouco, mas fingiu que continuava dormindo.
então eu aproximei meu rosto da pica dele
e comecei a esfregar ela com ela
o pau dela continuava crescendo,
comecei então a dar linguadas nela
pra lamber desde as bolas dela até a cabeça
finalmente peguei ela com minhas mãos e comecei a chupar
lenta e suavemente no começo
a cock do Carlos ficou dura como pedra
tava treinando com cenouras e pepinos pra conseguir chupar mais fundo
E foi assim, e mesmo que eu ainda não conseguisse enfiar ela toda na minha boca, já dava pra colocar três quartos dela sem problemas.
o sabor da pica dela me fascinava tanto quanto na primeira vez
esse gosto de pau me enlouquecia
Carlos começou a ofegar.
evidentemente ele estava acordado
e eu estava aproveitando ao máximo meu boquete
mas não queria admitir isso na minha frente
Continuei chupando ela
e igual que na primeira vez,
ao sentir que a excitação dela aumentava
comecei a chupar ela com mais força
até que a gozada dela ficou iminente
Eu esperei tanto tempo por isso
pra sentir de novo o semen quentinho dele na minha boca
que desta vez eu quis receber
todos e cada um dos seus tiros nela
Eu não me cansava de extrair todo aquele néctar delicioso.
e continuei chupando ela
até deixar ela bem sequinha
Eu adorava tanto o gosto da porra dele na minha boca
e como o cheiro dela grudava em mim
O pau dele foi ficando mole.
então larguei ele e voltei pra sala de novo
Me masturbei ali.
pensando no que acabava de fazer
e com o gosto do leite do Carlos na minha boca ainda
não demorei muito pra gozar
depois de gozar, decidi vazar do apê do Carlos
Não queria pressionar ele.
Pois é, ele não parecia querer admitir de cara que adorava o que a gente fazia.
mas a partir daquela noite
embora a gente não tenha falado mais sobre isso
virou um hábito
que a gente se embebedasse junto
e já de copo na mão
se eu me vestisse de gatinha
e chupava a buceta dele quando ele fingia que tava dormindo
Eu esperava ansiosa pelos convites dele.
ela tava perdidamente apaixonada pela pica dele
das bolas dele
do seu gozo
Ele sabia.
e me ligava quando queria esvaziar as bolas dela
Eu sabia que a namorada dele
ela não adorava o pau dele como eu adorava
nem engolia toda a porra dele
como eu
depois de algumas vezes
parou de fingir que estava dormindo quando ela estava chupando ele
e começou devagarzinho
a ser mais participativo
ame amei quando ela começou a me puxar pelo cabelo
pra enfiar o pau todo dele na minha boca
o controle que ela exercia sobre mim
empurrando o pau dele até minha garganta
era um êxtase pra mim
um dia até começou a me comer pela boca
Foi maravilhoso
Sentir toda a força dela
e o pau dele penetrando minha boca sem piedade
e sentir no final a gozada dela
Foi algo magnífico também.
Já devem ter se passado seis meses assim.
e mesmo que eu continuasse aproveitando ao máximo o que a gente tava fazendo
cada vez comecei a sentir mais e mais vontade
de que o Carlos me penetrasse
pra me sentir completa
completamente sua puta
mas Carlos nunca pareceu estar interessado
e um dia enquanto chupava ela
Olhei nos olhos dele.
e eu disse "me come no cu, Carlos
mas ele não respondeu nada
Me fode - repeti de novo - e sem dizer nada
começou a me comer gostoso pela boca
até que ela gozou
embora estivesse feliz de receber a porra dele como sempre
não parava de pensar em quanta vontade eu tinha
de que ele me penetrasse
Infelizmente, depois daquele dia, passaram-se muitas semanas sem que Carlos me chamasse pra gente se ver.
Quase dois meses depois, Carlos finalmente me mandou uma mensagem, era uma sexta-feira à uma da manhã.
pra me dizer se podia ver ele naquela hora, que passaria me pegar no carro dele
Eu falei que sim, coloquei minhas roupas.
e consegui sair de casa sem ninguém perceber
dava pra ver que o Carlos tava muito bêbado
mas eu disse que tava doida pra ver ele há muito tempo
ele começou a dirigir e eu tirei a pica dele
e comecei a bater uma pra ele
quando a gente passava por uma rua deserta
me decidi a chupar a pica dele
Saudava tanto o gosto da pica dele
Carlos foi estacionar num beco escuro.
e consegui chupar ela melhor
mas aí o Carlos me surpreendeu
começou a enfiar as mãos por dentro da minha calça pra acariciar minha bunda
Carlos nunca tinha me tocado a bunda.
aí tirei a calça pra ela poder me tocar melhor
E o Carlos continuou passando a mão na minha bunda
até que finalmente pude sentir os dedos dele acariciando minha bunda
Me senti super excitada.
Mas o Carlos naquela hora me falou pra gente ir pra outro canto.
Parei de chupar ele, mas continuei acariciando o pau dele enquanto ele dirigia.
chegamos então num motel
Ao entrar no quarto, Carlos tirou a roupa e se deitou na cama. Eu subi na cama também e comecei de novo a chupar o pau dele.
mas dessa vez deixei minha bunda ao alcance das mãos dela
e enquanto eu chupava ele, ele começou a enfiar o dedo no meu cu
era uma sensação extraordinária
sentir como seus dedos perfuravam meu cu
Isso me deixou com muito tesão e eu coloquei minha buceta na frente dele.
pra ele me apalpar
quanto eu queria
e me dedilhasse
Então ela começou a enfiar e tirar os dedos na minha buceta.
Que delícia sentir os dedos babados dele entrando em mim
e brincava com eles no meu cu
eu me sentia extremamente excitada
e possuída por ele
quando de repente senti ela começando a beijar minha bunda
e foi se aproximando devagarzinho do centro
quando senti que a língua dela tocou minha bunda
Senti que tava voando
Eu estava perdida.
me sentia como se estivesse drogada
Hiper excitada, sem pensar em mais nada.
só sentindo a língua do Carlos
devorando meu cu
Me fode! —comecei a gritar—
mete a pica! mete ela!
Quer que eu te coma, sua putinha? - ele me respondeu -
Sim, quero sentir seu pau dentro de mim -eu disse-
Ele então começou a esfregar a piroca dele na minha bunda.Não vai entrar" — ela me disse.

Na empolgação, esqueci que precisava de lubrificante, mas sorte que tinha um na bolsa que usava quando via o Carlos. Já fazia um tempão que esperava a chance de usar ele com aquele gostoso.

pedi pro Carlos me lubrificar e fiquei de quatro
Ele, com o pau também lubrificado, começou a roçar na minha bunda.
e então finalmente chegou aquele momento que eu tanto esperava
o pau dele começou a me penetrar devagar

e mesmo que ainda não tivesse enfiado ela toda

sentia uma dor do caralho

quandotentava me penetrar mais fundo
O Carlos me perguntou se tava doendo, e eu respondi que sim.
mas eu disse pra ele não parar e que queria que ele metesse tudo
Carlos empurrou então com mais força
e de repente, de uma só embestida, ele meteu o pau inteiro até o fundo
Senti uma dor da porra naquele momento.
mas não queria que ele parasse
Carlos percebeu e falou pra mim: 'era isso que você queria, né? sua putinha safada'.
e começou a me foder com mais força
a dor começou a diminuir a cada estocada
e em vez disso, um tremendo prazer começou a me invadir
Sentir a pica do Carlos na buceta
me penetrando como uma puta no cio
me fez sentir tão plena, tão puta
Me fode mais forte, eu comecei a gritar
e ele fez isso
o pau dele era tão grande
que me deixava louca quando entrava tudo em mim
Corre pra dentro" — falei pro Carlos.
Me enche com teu gozo
e pouco tempo depois
Carlos enfiou o vinho dentro da minha buceta.
foi algo maravilhoso
me senti completamente satisfeita

uma puta total, possuída pelo seu homem
depois de gozar, o Carlos tirou a pica de dentro de mim
e imediatamente vestiu a roupa dela
Ela me levou de volta pra minha casa, sem falar nada durante o caminho
Depois daquela noite, o Carlos nunca mais me ligou, a gente se via na faculdade e em uns encontros com outras pessoas, mas nunca mais ficamos a sós de novo.
Da última vez que vi ele, insinuei que a gente se visse de novo, mas ele respondeu com enrolação.
Seis meses depois, a gente terminou os cursos na faculdade e nunca mais se viu.
Deixei de me vestir por um tempo, até que meu instinto de puta me fez voltar a procurar outros problemas, mas isso já é outra história.
14 comentários - Virando sissy crossdresser num menage (Carlos pt.2)
me volo la peluca el relato...
excelente...
van p