[Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Você já não é mais ele, você é ela
até que a manhã se levante outonal.
Você trancou seu carcereiro, naquele castelo,
naquela prisão de mal escuro e traidor.
Te vejo chegar, quase como uma aparição,
flutuando num tapete de asfalto, mariposa noturna.
Parado e perto de você, agora te vejo ir, você vai toda coberta de maquiagem teatral.
Hoje, nessa esquina você levanta sua cortina,
desdobra o brilho ofuscante de um vestido tão novo quanto ancestral, com seus mil espelhos explodidos nos para-brisas de carruagens,
sem cavalos, nem cavalheiros lá dentro.
Você não parece tocar o cimento, vai suspensa nos seus saltos, quase de verniz e quase do seu número,
saltos que querem tocar o céu,
companheiros fundamentais de se sentir diva, e Rainha no andar.
Você é toda você, toda assim, inteiramente febril, com o cabelo ao vento, tingido até a raiz.
Você está ali, para esses furiosos aspirantes a marinheiros, que desejam ser parte da sua tripulação.
Você se nomeia leoa para os embaixadores da sua pele,
para todos que amanheceram na sua nudez,
para aqueles que dormiram no abrigo da sua selva alucinógena e semi-bucetal.
Rainha e soberana da sua esquina,
dama e vagabunda,
te vejo ir, mariposa noturna.














































































































































até que a manhã se levante outonal.
Você trancou seu carcereiro, naquele castelo,
naquela prisão de mal escuro e traidor.
Te vejo chegar, quase como uma aparição,
flutuando num tapete de asfalto, mariposa noturna.
Parado e perto de você, agora te vejo ir, você vai toda coberta de maquiagem teatral.
Hoje, nessa esquina você levanta sua cortina,
desdobra o brilho ofuscante de um vestido tão novo quanto ancestral, com seus mil espelhos explodidos nos para-brisas de carruagens,
sem cavalos, nem cavalheiros lá dentro.
Você não parece tocar o cimento, vai suspensa nos seus saltos, quase de verniz e quase do seu número,
saltos que querem tocar o céu,
companheiros fundamentais de se sentir diva, e Rainha no andar.
Você é toda você, toda assim, inteiramente febril, com o cabelo ao vento, tingido até a raiz.
Você está ali, para esses furiosos aspirantes a marinheiros, que desejam ser parte da sua tripulação.
Você se nomeia leoa para os embaixadores da sua pele,
para todos que amanheceram na sua nudez,
para aqueles que dormiram no abrigo da sua selva alucinógena e semi-bucetal.
Rainha e soberana da sua esquina,
dama e vagabunda,
te vejo ir, mariposa noturna.














































































































































3 comentários - Shemales gostosas