Primeiro, quero agradecer. É meu primeiro relato, os pontos, os comentários e as mensagens privadas, e desculpa pela demora!
Agora sim, vamos continuar... paramos na parte em que estamos no hotel dela, já estamos pelados, nos beijando com muita saliva — enfatizo isso porque ela adorava cuspir na minha boca e limpar com a língua, algo muito, muito excitante. Naquele momento, estou ajoelhado pela primeira vez na vida com uma rola séria de 15 cm, reta, sem curvatura, na minha boca. Lembro que ela dizia pra minha boca não secar, pra sempre babar tudo, e chupar até onde eu conseguisse. De repente, ela me agarrou pela nuca e começou a acelerar. Tudo ia bem até eu engasgar e tossir. Aí ela disse: "Desculpa, meu amor, você tá mandando muito bem. Agora é sua vez de descansar." Ela virou, pediu pra eu chupar o cu dela até a baba escorrer do buraco. Ela falava assim, mas ao mesmo tempo soava tão feminina. Eu lambuzei tudo, enfiei um dedo, depois dois. Me surpreendi que ela gemia e, às vezes, parecia sentir dor com os dois dedos. Ela se levantou da cama e disse: "Deita de barriga pra cima." Começou a chupar minha rola devagar. Aí, por vingança, fiz o mesmo com ela: peguei o cabelo natural e comprido dela e afoguei ela na rola. A diferença é que ela engasgava e fazia arcadas de baba no pau. Ela me olhava com os olhos brilhando e aguentava mais. Me deixava puto de tesão ver ela quase chorando, mas abrindo a boca pra eu continuar estuprando ela. Na hora, ela pediu uma camisinha e disse: "É hora de provar ela lá dentro." O que ela fez, com a camisinha já colocada, foi encher minha rola de baba de novo. Entendi que era pra ficar bem lubrificada. Ela sentou em cima do pau, me olhando, descia devagar até a metade e subia, até que abriu a bunda e sentou inteira. Naquele exato momento em que a rola toda tava dentro, a buceta dela ficou dura, igual quando eu chupava. Ela, gemendo e gritando, percebeu que eu tava olhando a buceta dela e disse: "Ah, você gostou no final, viu? Viu como fica dura? Toca nela." Então ela subia e descia com força enquanto eu batia uma pra ela. Isso me encantou — a sensação de bater uma pra ela enquanto ela me montava me deu mais tesão do que chupar ela, depois de dez minutos num ritmo bem forte, ela disse que queria gozar, eu falei "vai gozar?", "sim sim, vou gozar" ela respondeu, e cinco segundos depois de falar isso, com toda a minha pica dentro dela, começou a jorrar gozo, na barriga dela e na minha. Quando terminou de gozar, ficou sentada com a minha pica toda dentro dela, como se estivesse descansando. Com a mão, juntou o gozo da minha barriga e tomou — sim, o próprio gozo dela. Me perguntou se eu queria provar, falei que não, por enquanto não. Ela desceu até mim e me beijou, me obrigou a provar porque fez de novo aquela coisa da saliva, e dessa vez a saliva tinha gozo. Era um gosto amargo e doce que eu gostei, mas não engoli, cuspi na cara dela, o que a deixou com muito mais tesão.
Tirei meu pau pra fora e era tão lindo como ela chupava, que coloquei na boca dela, ela tava deitada de barriga pra cima, eu enfiei na boca dela. Num momento ela tirou, e começou a chupar minha bunda, coisa que já tinha experimentado algumas vezes mas pouco. Ela fez eu sentar na boca dela com o cu aberto e cuspia, chupava, soprava, e continuava enquanto eu me masturbava. Isso é realmente lindo, um prazer muito gostoso. Eu tava muito duro quando peguei outra camisinha, e enquanto tava colocando, ela enfiou a ponta do dedo e disse: "Você é virgem? Me dá essa bunda". Falei que ia ver, que já não tava com coragem. Coloquei a camisinha, virei ela de barriga pra baixo, ela se levantou e ficou de quatro, e comi ela tão forte que entre gritos e mordendo o travesseiro ela pediu pra parar. Não ia parar. Tava possesso, meio bravo porque ela tinha enfiado o dedo, queria que ela sentisse prazer e dor ao mesmo tempo, e consegui. Ela dava tapas como querendo me tirar de cima, se deitou na cama, eu me joguei em cima dela e continuei com violência. Quando senti que, deitado por cima dela, tava molhando meu pé com algo meio quente, ela tava se mijando. Sim, a jatos, não conseguia controlar. Perguntei o que era aquilo, e ela disse: "Não sei, você tá me fazendo sentir coisas incríveis". Nunca entendi por que ela mijou enquanto eu comia ela, ela se deu conta. Tava toda molhada, entre o mijo e os sucos da bunda, descabelada, com um par de peitões imensos. Ela pediu gozo. Lembro que sentei no pau dela semi-mole, mas não enfiando, e sim esmagando. Tava tudo quente naquela área, ela disse: "Ah, aí sim, adoro, por favor deixa eu te comer". Eu me punhetava e sentia que endurecia. Levantei, fui na boca dela e enchi de porra.
Eu me deitei em cima dela, tudo sujo. Ela me abraçou e disse: "vamos tomar banho". Me pegou pela mão, me levou pro chuveiro, me lavou, me ensaboou tudo, me beijou. E eu falei debaixo do chuveiro que não aguentava mais a vontade de mijar. Ela se ajoelhou e eu gozei na boca dela. Juro, foi incrível. A chuva que caía no corpo dela ia limpando enquanto eu mijava nela.
Depois de trocar números, fui pro meu hotel. Tinha várias sensações no meu corpo e na minha cabeça, mas não hesitei um mês depois em ligar pra ela. Ela me convidou pra casa dela em Guayaquil, a duas horas de onde eu tava mochilando. E adivinha? Fui sim, e a coisa ficou muito mais interessante quando tava com a prima dela... De acordo com os comentários e pontos, vou continuar. Valeu, espero que vocês gostem, e obrigado também pelas mensagens privadas!!!
Agora sim, vamos continuar... paramos na parte em que estamos no hotel dela, já estamos pelados, nos beijando com muita saliva — enfatizo isso porque ela adorava cuspir na minha boca e limpar com a língua, algo muito, muito excitante. Naquele momento, estou ajoelhado pela primeira vez na vida com uma rola séria de 15 cm, reta, sem curvatura, na minha boca. Lembro que ela dizia pra minha boca não secar, pra sempre babar tudo, e chupar até onde eu conseguisse. De repente, ela me agarrou pela nuca e começou a acelerar. Tudo ia bem até eu engasgar e tossir. Aí ela disse: "Desculpa, meu amor, você tá mandando muito bem. Agora é sua vez de descansar." Ela virou, pediu pra eu chupar o cu dela até a baba escorrer do buraco. Ela falava assim, mas ao mesmo tempo soava tão feminina. Eu lambuzei tudo, enfiei um dedo, depois dois. Me surpreendi que ela gemia e, às vezes, parecia sentir dor com os dois dedos. Ela se levantou da cama e disse: "Deita de barriga pra cima." Começou a chupar minha rola devagar. Aí, por vingança, fiz o mesmo com ela: peguei o cabelo natural e comprido dela e afoguei ela na rola. A diferença é que ela engasgava e fazia arcadas de baba no pau. Ela me olhava com os olhos brilhando e aguentava mais. Me deixava puto de tesão ver ela quase chorando, mas abrindo a boca pra eu continuar estuprando ela. Na hora, ela pediu uma camisinha e disse: "É hora de provar ela lá dentro." O que ela fez, com a camisinha já colocada, foi encher minha rola de baba de novo. Entendi que era pra ficar bem lubrificada. Ela sentou em cima do pau, me olhando, descia devagar até a metade e subia, até que abriu a bunda e sentou inteira. Naquele exato momento em que a rola toda tava dentro, a buceta dela ficou dura, igual quando eu chupava. Ela, gemendo e gritando, percebeu que eu tava olhando a buceta dela e disse: "Ah, você gostou no final, viu? Viu como fica dura? Toca nela." Então ela subia e descia com força enquanto eu batia uma pra ela. Isso me encantou — a sensação de bater uma pra ela enquanto ela me montava me deu mais tesão do que chupar ela, depois de dez minutos num ritmo bem forte, ela disse que queria gozar, eu falei "vai gozar?", "sim sim, vou gozar" ela respondeu, e cinco segundos depois de falar isso, com toda a minha pica dentro dela, começou a jorrar gozo, na barriga dela e na minha. Quando terminou de gozar, ficou sentada com a minha pica toda dentro dela, como se estivesse descansando. Com a mão, juntou o gozo da minha barriga e tomou — sim, o próprio gozo dela. Me perguntou se eu queria provar, falei que não, por enquanto não. Ela desceu até mim e me beijou, me obrigou a provar porque fez de novo aquela coisa da saliva, e dessa vez a saliva tinha gozo. Era um gosto amargo e doce que eu gostei, mas não engoli, cuspi na cara dela, o que a deixou com muito mais tesão.
Tirei meu pau pra fora e era tão lindo como ela chupava, que coloquei na boca dela, ela tava deitada de barriga pra cima, eu enfiei na boca dela. Num momento ela tirou, e começou a chupar minha bunda, coisa que já tinha experimentado algumas vezes mas pouco. Ela fez eu sentar na boca dela com o cu aberto e cuspia, chupava, soprava, e continuava enquanto eu me masturbava. Isso é realmente lindo, um prazer muito gostoso. Eu tava muito duro quando peguei outra camisinha, e enquanto tava colocando, ela enfiou a ponta do dedo e disse: "Você é virgem? Me dá essa bunda". Falei que ia ver, que já não tava com coragem. Coloquei a camisinha, virei ela de barriga pra baixo, ela se levantou e ficou de quatro, e comi ela tão forte que entre gritos e mordendo o travesseiro ela pediu pra parar. Não ia parar. Tava possesso, meio bravo porque ela tinha enfiado o dedo, queria que ela sentisse prazer e dor ao mesmo tempo, e consegui. Ela dava tapas como querendo me tirar de cima, se deitou na cama, eu me joguei em cima dela e continuei com violência. Quando senti que, deitado por cima dela, tava molhando meu pé com algo meio quente, ela tava se mijando. Sim, a jatos, não conseguia controlar. Perguntei o que era aquilo, e ela disse: "Não sei, você tá me fazendo sentir coisas incríveis". Nunca entendi por que ela mijou enquanto eu comia ela, ela se deu conta. Tava toda molhada, entre o mijo e os sucos da bunda, descabelada, com um par de peitões imensos. Ela pediu gozo. Lembro que sentei no pau dela semi-mole, mas não enfiando, e sim esmagando. Tava tudo quente naquela área, ela disse: "Ah, aí sim, adoro, por favor deixa eu te comer". Eu me punhetava e sentia que endurecia. Levantei, fui na boca dela e enchi de porra.
Eu me deitei em cima dela, tudo sujo. Ela me abraçou e disse: "vamos tomar banho". Me pegou pela mão, me levou pro chuveiro, me lavou, me ensaboou tudo, me beijou. E eu falei debaixo do chuveiro que não aguentava mais a vontade de mijar. Ela se ajoelhou e eu gozei na boca dela. Juro, foi incrível. A chuva que caía no corpo dela ia limpando enquanto eu mijava nela.
Depois de trocar números, fui pro meu hotel. Tinha várias sensações no meu corpo e na minha cabeça, mas não hesitei um mês depois em ligar pra ela. Ela me convidou pra casa dela em Guayaquil, a duas horas de onde eu tava mochilando. E adivinha? Fui sim, e a coisa ficou muito mais interessante quando tava com a prima dela... De acordo com os comentários e pontos, vou continuar. Valeu, espero que vocês gostem, e obrigado também pelas mensagens privadas!!!
9 comentários - Mi experiencia con trans 100%REAL 2daparte montañita ecuado
+10 bien merecido