Fala de novo, pessoal. Como vi que vocês curtiram meu relato anterior, resolvi contar o que rolou depois de eu ter chupado a pica da Celeste duas vezes (uma trans que se tornou importante na minha vida). Antes de tudo, recomendo dar uma olhada no post anterior pra entender os acontecimentos:http://www.poringa.net/posts/trans/3015374/Te-cuento-como-me-converti-en-putito-gracias-a-una-trans.htmlDesculpa se ficou bem longo, mas não quis deixar nenhum detalhe de fora, e ainda resumi o máximo que deu. Beleza. Então, depois daquele fim de semana revelador pra mim, decidi na quinta-feira ligar pra Celeste pra gente se encontrar num lugar mais privado. Ligo pra ela e ela me diz que justo naquele dia tava ocupada com uns clientes mais fiéis e que só podia me atender na sexta à tarde. Do meu lado, bateu uma curiosidade e perguntei como era isso, e ela me explicou que de dia é uma travesti acompanhante e que algumas noites (nos fins de semana) trabalha na rua, mas como um extra. Então combinamos de nos encontrar na sexta às 6 ou 7 da tarde (não lembro o horário exato) na casa dela.
Eu, como tava com vontade de chupar uma rola de novo, dei uma fugidinha pra zona e peguei outra travesti que realizasse meu desejo. Encontrei uma bem gostosa, mas de rola média, chupei ela mas meio sem tesão, porque ela não era uma "machona" mandona igual a Celeste tinha me acostumado.
Chega a sexta e eu, por um lado, já queria que a hora do encontro chegasse, e por outro, tava com medo do que podia rolar. Será que eu ia comer o cu de uma travesti pela primeira vez? Será que a Celeste ia arrombar meu cu? Não sabia ao certo, mas... ao meio-dia, tipo 11, 12, recebo uma mensagem da Celeste dizendo pra não comer nada pesado até a noite. Aí cheguei à conclusão: Sim, ela vai querer arrebentar meu cu...
Meus nervos foram pra pior, mas por um lado a ideia me excitava. Enfim, chegou a hora do encontro tão esperado e decido tomar alguns cuidados: falo pros meus pais que hoje ia pra casa de um amigo estudar e que provavelmente a gente ia terminar tarde, então ia dormir lá. Com a minha ausência garantida em casa até o dia seguinte, embarquei rumo à casa da Celeste.
Cheguei, toquei a campainha e ela abriu um portão elétrico. Tinha um corredor comprido até o fundo, onde notei várias portas e janelas, obviamente era um desses domicílios divididos em apartamentos. Quem me recebe é a Celeste, vestida com um conjuntinho sexy, meia-calça e salto alto. A gente se beijou e ela diz:
— Oi, gato, que bom que você conseguiu vir.
— Oi, Celeste, tava com muita vontade de te ver.
— Vem, entra, fica à vontade, é no apê 4.
— No 4? Beleza.
Enquanto a gente andava pelo corredor até chegar no apê dela, percebi uma parada... era tudo moradia de trans, porque a do apartamento 2 tava fumando um cigarro lá fora e fala pra Celeste:
— Uh, negona, vai ter ação hoje? (eu me fiz de desentendido).
— Shhh, cala a boca que você vai assustar ele, depois te conto.
A mina riu e a Celeste respondeu com um sorrisinho safado. Claramente que sim, não ia me deixar ir embora sem arrombar minha bunda...
Entramos e era um apartamento de dois cômodos mais um banheiro. Tomamos uma cerveja e começamos a falar de besteira até que ela começou com uns beijos. Claro que nada era de graça, ela me cobrou por duas horas e mandou eu ir pro quarto que ela já vinha.
Quando ela entrou, a gente teve uma conversa mais ou menos assim (não lembro bem os detalhes):
— Então, o que você quer fazer? Quer experimentar algo, a gente faz alguma coisa diferente?
Respondi, sabendo que tudo indicava que meu rabo ia perder a virgindade hoje:
— Primeiro quero que a gente chupe as picas uma da outra e depois a gente vê o que rola, né?
— Como você quiser, amor, mas começa você!
Eu e ela tiramos a roupa e, entre beijos e mais beijos, comecei a chupar a pica dela. Como eu já esperava, ela apertava minha cabeça pra fazer garganta profunda, coisa que eu adorava, além de dar uns tapas na cara. Tudo parecia dentro do combinado até que, de repente, percebo que ela começa a tocar na minha bunda. Eu sabia o que vinha, mas não falei nada e continuei chupando. De repente, sinto uma parada estranha... Sim, ela enfia um dedo no meu cu... Tirei a pica da boca e soltei um gemidinho de dor:
— Aaah, Celeste, mais devagar, você sabe que não tô acostumado.
— Desculpa, gato, você chupa tão bem que me deixou toda excitada. Mais... Mas não se preocupa que daqui a pouco não vai doer mais.
Eu continuei na minha e ela começou a brincar com meu cu, me incomodava mas não doía. Começou com outro dedo e assim até enfiar três com lubrificante ou vaselina, não lembro direito. Começava a gostar, e de repente falo...
— Não tem um brinquedinho pra testar algo melhor?
— Ha, vejo que você gosta! Tava esperando você pedir.
Ela tirou da mesinha de cabeceira um consolo de tamanho, digamos, normal. Passou lubrificante e foi direto pro meu cu. Claro que eu continuei chupando a rola dela, e mesmo eu estando de pau duro ela não encostou em mim nenhuma vez, mas também não tava nem aí. Tava claro: eu ia ser o passivo naquela noite, e de todas as formas...
Voltando ao consolo, ela começou a enfiar a pontinha e aquilo não incomodou tanto. Foi enfiando aos poucos, bem devagar e pausado. Eu sentia estranho, mas hipnotizado pelo prazer continuei mamando e esperando pra ver o que ia rolar com meu rabo. Sem perceber, já tinha metade do consolo dentro, até que a Celeste começou com o vai e vem... Aí sim senti tudo, incomodava pra caralho mas por outro lado dava prazer, muito. Claro, já completamente no tesão, falo quase com voz de viado:
— Mmmmh Celeste, quero sua rola no meu cu, arromba ele de verdade!
— Fica tranquilo que você vai embora com o rabo bem arrombado!
Essas palavras desencadearam outra coisa, a Celeste carinhosa tava se transformando na Celeste dominante que eu fui buscar (lembra que na noite anterior chupei a rola de outra trans mais "passiva"? Pois é, percebi isso, eu gosto das dominantes). Celeste falou:
— Você gostaria de ficar mais completinha pra mim?
— Completinha? Como assim?
— Gostaria que eu te vestisse de mulher, sua puta?
Mais uma parada acontecendo... Agora me tratava no feminino! Claro que eu disse que sim. Primeiro ela limpou meu cu com um enema que incomodou pra caralho. Depois colocou uma peruca em mim, me maquiou um pouco, me deu meia arrastão e uma fio dental. (que delícia é usar fio dental!) e uns saltos de puta (tipo os de dança de salão) de plataforma transparente. Me olhei no espelho e não podia acreditar, parecia uma puta barata de rua.
Já vestida, chupei a pica dele de novo pra deixar ele de pau duro. Depois de uns minutos, ele me colocou de quatro na cama, puxou o fio dental de lado, colocou uma camisinha e disse:
– A partir de agora você vai ser uma puta completa, sua bunda vai ser minha, entendeu?
– Sim, meu amor, arrebenta bem meu cu, quero ser sua!
E começou o que, sem saber, eu sempre vim buscar. Ele enfiou só a pontinha de uma, como eu disse no outro post, ele tinha uma pica de 18 cm e meio grossa, então doeu bastante no começo e eu soltei uns gritos de viado que deviam ter ouvido nas outras casas (suponho). Cada vez ele enfiava mais fundo e eu começava a gostar, até meu pau ficou meio duro. Quando percebi que entrou toda, ele começou com o vai e vem... Meu Deus! Que sensação estranha, doeu pra caralho nos primeiros minutos, mas também tava excitadíssimo, não consigo descrever em palavras. Num momento ele começa a bombar mais forte e eu comecei a gemer mais alto.
– Aaaah, aaaah, aaah
– O que foi, puta? Quer que eu pare?
– Não, Celeste, continua, continua arrebenta bem meu cu!
– Ah, olha que puta linda você se tornou! Pede pica que vou te foder, pede!
– Por favor, Celeste, arrebenta minha bunda, arrebenta! Quero ter sua pica bem dentro, amor!
Depois de uns minutos, o êxtase de prazer e dor que eu sentia não aguentei mais e caí rendido... me deitei de barriga pra baixo com as pernas abertas. Minha bunda doía pra caralho, mas isso deixou a Celeste ainda mais furiosa:
– O que você tá fazendo? O que combinamos? Você vai ser minha puta até eu mandar parar!
Ela abriu meu cu e, sem se importar, continuou me comendo de um jeito bestial. Eu não conseguia fazer nem pensar nada, só aproveitar e, de vez em quando, sofrer. Não sei o que aconteceu depois, sinceramente, acho que desmaiei ou algo assim, mas a última coisa que lembro daquele dia foi que tava tudo gozado (suponho que gozei). (sem me tocar) e com a Celeste jogando todo o esperma dela na minha cara. Ela me disse:
—Até que você se comportou bem, love, sinto que você curtiu pra caralho, tem uma bunda do caralho e agora tá bem arrombada pra mim! Escuta, vou trabalhar um pouco e volto de madrugada, você pode ficar aqui, até porque do jeito que você tá, duvido que consiga andar! Tchau, puta, a gente se vê de manhã. Ah, uma última coisa, de agora em diante você vai ser Giselle pra mim, ok?
—Como você quiser, Cel, serei Giselle pra você (quase derrotado).
Claramente foi assim. Eram 11 da noite. Ela foi trabalhar e eu só consegui me limpar um pouco a boca e tirar os saltos de puta. Minha bunda tava doendo pra caralho, então tomei um comprimido que a Celeste deixou e fui dormir.
No dia seguinte, acordei umas 10 horas e ainda tava do jeito que ela me deixou na noite anterior, vestido de puta com peruca. A Celeste tava dormindo do meu lado. Sem acordar ela, levantei e tentei calçar os saltos e fui pra cozinha. Logicamente, tava mancando um pouco, por causa da dor e porque não tava acostumado a usar salto, mas me excitava pra caralho usar eles. Preparei um café da manhã com o que tinha na cozinha e esperei a Celeste pra comer, eu ainda vestido de puta.
A Celeste apareceu de sutiã e uma legging tipo de academia:
—Ah, isso eu não esperava, você fez o café da manhã e ainda tá vestido como uma puta completa, muito bem, Giselle!
—Valeu, Celeste, vamos comer?
—Claro, mas antes vem receber teu prêmio.
Ela abaixou a legging e eu já sabia de tudo, tinha que chupar aquela pica. Ela sentou numa cadeira e enquanto com uma mão comia uma torrada, com a outra apertava minha cabeça pra eu mamar bem a pica. Quando ela tava quase gozando, pedi pra ela gozar no meu café e foi isso, tomei um café com leite de pica natural, haha. (Como eu não conseguia sentar direito por causa da dor no cu, ela colocou uma almofada pra quem tem hemorroida, assim meu cu não encostava na cadeira.)
Começamos a conversar sobre o que aconteceu até que num momento eu falo:
—Sim, Cel, você tava Excitadíssima! Você me bombava sem parar, que cock linda, meu amor!
-Já já, sim, é que eu não comia ninguém fazia tipo uma semana e, bom, descontou a vontade.
-Mas você não teve um cliente muito importante na noite anterior?
-Sim, mas ele não é um puto sujo que nem você, ele me usa como passiva. Eu, de vez em quando, gosto de receber, coisa que vejo que você não, porque não me pediu pra tocar na sua cock a noite toda. E agora que sabe do que gosta, acho que não vai me pedir pra chupar ela, haha.
E sim... ela tinha razão. Gostei tanto do papel de ser o dominado que esqueci completamente que tinha uma cock, que podia pedir pra ela chupar ou até mesmo comer ela. Mas não me importei. Continuamos conversando e, como eu ainda estava dolorido, ela me deu um creme pro cu. Claro, enquanto passava o creme, fiquei tão excitado que pedi pra ela me comer de novo. Ela se esquentou na hora e a gente transou de novo, dessa vez aproveitei muito mais. Gozei enquanto ela batia uma pra mim e me deu pra tomar o cum dela e o meu. Durante o dia, ela me comeu mais duas vezes.
A essa altura, já era umas 8 ou 9 da noite, eu já tava melhor do cu, então decidi voltar pra casa, mas antes paguei a Celeste por todo o serviço prestado. A gente se deu tão bem que ela me deu o consolo de presente e eu pedi as meias de rede e os saltos. Ela me deu sem problema. Mas claro, percebi o que tinha rolado... Embora tivesse uma química sexual foda entre nós, ela era prostituta e eu era só mais um cliente. Como naquele dia, por via das dúvidas, eu tinha levado bastante grana, ela viu em mim a pessoa certa pro negócio dela: eu pagava e ela se divertia arrombando meu cu, e eu também, claro. Todo mundo feliz, menos minha economia, claro hahaha.
Enfim, essa foi minha primeira experiência como piranha de uma piranha hahaha. Desculpa ser longo, mas acho que valeu a pena pelo desenvolvimento, embora tenha deixado muitos detalhes de fora porque senão teria que ser ainda maior. Se tão se perguntando o que aconteceu com a Celeste, continuei vendo ela quando tinha tempo e grana, até o ponto em que ela parou de me cobrar, mas tivemos uma briga feia porque eu só queria ela porque me fazia sentir uma puta, e ela achou que eu precisava mais de um homem do que de uma transexual. A real é que, apesar de ser um cuzão arrombado, não curto homens, só transexuais com uma boa piroca e atitude de macho, que sacanagem, né? Com o tempo, fui transando com muito mais transexuais, algumas famosas como Angeles Cid, Mariana Rodriguez (a que ficou com o Chávez) e a inesquecível Julieta Bianco, entre outras. Mas é, não vou contar todas as minhas experiências nesses 8 anos que tô sendo super passivo com as transexuais.
Se você tá se perguntando: eu como ativo? Muito raramente, com uma ou outra namorada transexual que tive, mas quase sempre sou eu o promíscuo. O nome Giselle? Era só como a Celeste me chamava durante o tempo que ficamos juntos. Não uso porque na vida pública sou bem homem. Agora na intimidade, gosto de ser muito viado. Já me relacionei com mulheres? Sim, mas com as que na hora do sexo topavam usar cinta e essas paradas. No fim, sou um viado sem causa.
É isso aí, amigos/amigas, espero que tenham gostado, se leram tudo agradeço de coração, sei que é longo e até pode ser chato, mas minha mensagem final é: se joguem pra experimentar, não importa se têm medo de fazer. Eu tinha muito medo, mas no final deu tudo certo, encontrei minha personalidade e o que eu gosto, e até hoje continuo o mesmo viado kkkk. Saudações na piroca, nos vemos.
Eu, como tava com vontade de chupar uma rola de novo, dei uma fugidinha pra zona e peguei outra travesti que realizasse meu desejo. Encontrei uma bem gostosa, mas de rola média, chupei ela mas meio sem tesão, porque ela não era uma "machona" mandona igual a Celeste tinha me acostumado.
Chega a sexta e eu, por um lado, já queria que a hora do encontro chegasse, e por outro, tava com medo do que podia rolar. Será que eu ia comer o cu de uma travesti pela primeira vez? Será que a Celeste ia arrombar meu cu? Não sabia ao certo, mas... ao meio-dia, tipo 11, 12, recebo uma mensagem da Celeste dizendo pra não comer nada pesado até a noite. Aí cheguei à conclusão: Sim, ela vai querer arrebentar meu cu...
Meus nervos foram pra pior, mas por um lado a ideia me excitava. Enfim, chegou a hora do encontro tão esperado e decido tomar alguns cuidados: falo pros meus pais que hoje ia pra casa de um amigo estudar e que provavelmente a gente ia terminar tarde, então ia dormir lá. Com a minha ausência garantida em casa até o dia seguinte, embarquei rumo à casa da Celeste.
Cheguei, toquei a campainha e ela abriu um portão elétrico. Tinha um corredor comprido até o fundo, onde notei várias portas e janelas, obviamente era um desses domicílios divididos em apartamentos. Quem me recebe é a Celeste, vestida com um conjuntinho sexy, meia-calça e salto alto. A gente se beijou e ela diz:
— Oi, gato, que bom que você conseguiu vir.
— Oi, Celeste, tava com muita vontade de te ver.
— Vem, entra, fica à vontade, é no apê 4.
— No 4? Beleza.
Enquanto a gente andava pelo corredor até chegar no apê dela, percebi uma parada... era tudo moradia de trans, porque a do apartamento 2 tava fumando um cigarro lá fora e fala pra Celeste:
— Uh, negona, vai ter ação hoje? (eu me fiz de desentendido).
— Shhh, cala a boca que você vai assustar ele, depois te conto.
A mina riu e a Celeste respondeu com um sorrisinho safado. Claramente que sim, não ia me deixar ir embora sem arrombar minha bunda...
Entramos e era um apartamento de dois cômodos mais um banheiro. Tomamos uma cerveja e começamos a falar de besteira até que ela começou com uns beijos. Claro que nada era de graça, ela me cobrou por duas horas e mandou eu ir pro quarto que ela já vinha.
Quando ela entrou, a gente teve uma conversa mais ou menos assim (não lembro bem os detalhes):
— Então, o que você quer fazer? Quer experimentar algo, a gente faz alguma coisa diferente?
Respondi, sabendo que tudo indicava que meu rabo ia perder a virgindade hoje:
— Primeiro quero que a gente chupe as picas uma da outra e depois a gente vê o que rola, né?
— Como você quiser, amor, mas começa você!
Eu e ela tiramos a roupa e, entre beijos e mais beijos, comecei a chupar a pica dela. Como eu já esperava, ela apertava minha cabeça pra fazer garganta profunda, coisa que eu adorava, além de dar uns tapas na cara. Tudo parecia dentro do combinado até que, de repente, percebo que ela começa a tocar na minha bunda. Eu sabia o que vinha, mas não falei nada e continuei chupando. De repente, sinto uma parada estranha... Sim, ela enfia um dedo no meu cu... Tirei a pica da boca e soltei um gemidinho de dor:
— Aaah, Celeste, mais devagar, você sabe que não tô acostumado.
— Desculpa, gato, você chupa tão bem que me deixou toda excitada. Mais... Mas não se preocupa que daqui a pouco não vai doer mais.
Eu continuei na minha e ela começou a brincar com meu cu, me incomodava mas não doía. Começou com outro dedo e assim até enfiar três com lubrificante ou vaselina, não lembro direito. Começava a gostar, e de repente falo...
— Não tem um brinquedinho pra testar algo melhor?
— Ha, vejo que você gosta! Tava esperando você pedir.
Ela tirou da mesinha de cabeceira um consolo de tamanho, digamos, normal. Passou lubrificante e foi direto pro meu cu. Claro que eu continuei chupando a rola dela, e mesmo eu estando de pau duro ela não encostou em mim nenhuma vez, mas também não tava nem aí. Tava claro: eu ia ser o passivo naquela noite, e de todas as formas...
Voltando ao consolo, ela começou a enfiar a pontinha e aquilo não incomodou tanto. Foi enfiando aos poucos, bem devagar e pausado. Eu sentia estranho, mas hipnotizado pelo prazer continuei mamando e esperando pra ver o que ia rolar com meu rabo. Sem perceber, já tinha metade do consolo dentro, até que a Celeste começou com o vai e vem... Aí sim senti tudo, incomodava pra caralho mas por outro lado dava prazer, muito. Claro, já completamente no tesão, falo quase com voz de viado:
— Mmmmh Celeste, quero sua rola no meu cu, arromba ele de verdade!
— Fica tranquilo que você vai embora com o rabo bem arrombado!
Essas palavras desencadearam outra coisa, a Celeste carinhosa tava se transformando na Celeste dominante que eu fui buscar (lembra que na noite anterior chupei a rola de outra trans mais "passiva"? Pois é, percebi isso, eu gosto das dominantes). Celeste falou:
— Você gostaria de ficar mais completinha pra mim?
— Completinha? Como assim?
— Gostaria que eu te vestisse de mulher, sua puta?
Mais uma parada acontecendo... Agora me tratava no feminino! Claro que eu disse que sim. Primeiro ela limpou meu cu com um enema que incomodou pra caralho. Depois colocou uma peruca em mim, me maquiou um pouco, me deu meia arrastão e uma fio dental. (que delícia é usar fio dental!) e uns saltos de puta (tipo os de dança de salão) de plataforma transparente. Me olhei no espelho e não podia acreditar, parecia uma puta barata de rua.
Já vestida, chupei a pica dele de novo pra deixar ele de pau duro. Depois de uns minutos, ele me colocou de quatro na cama, puxou o fio dental de lado, colocou uma camisinha e disse:
– A partir de agora você vai ser uma puta completa, sua bunda vai ser minha, entendeu?
– Sim, meu amor, arrebenta bem meu cu, quero ser sua!
E começou o que, sem saber, eu sempre vim buscar. Ele enfiou só a pontinha de uma, como eu disse no outro post, ele tinha uma pica de 18 cm e meio grossa, então doeu bastante no começo e eu soltei uns gritos de viado que deviam ter ouvido nas outras casas (suponho). Cada vez ele enfiava mais fundo e eu começava a gostar, até meu pau ficou meio duro. Quando percebi que entrou toda, ele começou com o vai e vem... Meu Deus! Que sensação estranha, doeu pra caralho nos primeiros minutos, mas também tava excitadíssimo, não consigo descrever em palavras. Num momento ele começa a bombar mais forte e eu comecei a gemer mais alto.
– Aaaah, aaaah, aaah
– O que foi, puta? Quer que eu pare?
– Não, Celeste, continua, continua arrebenta bem meu cu!
– Ah, olha que puta linda você se tornou! Pede pica que vou te foder, pede!
– Por favor, Celeste, arrebenta minha bunda, arrebenta! Quero ter sua pica bem dentro, amor!
Depois de uns minutos, o êxtase de prazer e dor que eu sentia não aguentei mais e caí rendido... me deitei de barriga pra baixo com as pernas abertas. Minha bunda doía pra caralho, mas isso deixou a Celeste ainda mais furiosa:
– O que você tá fazendo? O que combinamos? Você vai ser minha puta até eu mandar parar!
Ela abriu meu cu e, sem se importar, continuou me comendo de um jeito bestial. Eu não conseguia fazer nem pensar nada, só aproveitar e, de vez em quando, sofrer. Não sei o que aconteceu depois, sinceramente, acho que desmaiei ou algo assim, mas a última coisa que lembro daquele dia foi que tava tudo gozado (suponho que gozei). (sem me tocar) e com a Celeste jogando todo o esperma dela na minha cara. Ela me disse:
—Até que você se comportou bem, love, sinto que você curtiu pra caralho, tem uma bunda do caralho e agora tá bem arrombada pra mim! Escuta, vou trabalhar um pouco e volto de madrugada, você pode ficar aqui, até porque do jeito que você tá, duvido que consiga andar! Tchau, puta, a gente se vê de manhã. Ah, uma última coisa, de agora em diante você vai ser Giselle pra mim, ok?
—Como você quiser, Cel, serei Giselle pra você (quase derrotado).
Claramente foi assim. Eram 11 da noite. Ela foi trabalhar e eu só consegui me limpar um pouco a boca e tirar os saltos de puta. Minha bunda tava doendo pra caralho, então tomei um comprimido que a Celeste deixou e fui dormir.
No dia seguinte, acordei umas 10 horas e ainda tava do jeito que ela me deixou na noite anterior, vestido de puta com peruca. A Celeste tava dormindo do meu lado. Sem acordar ela, levantei e tentei calçar os saltos e fui pra cozinha. Logicamente, tava mancando um pouco, por causa da dor e porque não tava acostumado a usar salto, mas me excitava pra caralho usar eles. Preparei um café da manhã com o que tinha na cozinha e esperei a Celeste pra comer, eu ainda vestido de puta.
A Celeste apareceu de sutiã e uma legging tipo de academia:
—Ah, isso eu não esperava, você fez o café da manhã e ainda tá vestido como uma puta completa, muito bem, Giselle!
—Valeu, Celeste, vamos comer?
—Claro, mas antes vem receber teu prêmio.
Ela abaixou a legging e eu já sabia de tudo, tinha que chupar aquela pica. Ela sentou numa cadeira e enquanto com uma mão comia uma torrada, com a outra apertava minha cabeça pra eu mamar bem a pica. Quando ela tava quase gozando, pedi pra ela gozar no meu café e foi isso, tomei um café com leite de pica natural, haha. (Como eu não conseguia sentar direito por causa da dor no cu, ela colocou uma almofada pra quem tem hemorroida, assim meu cu não encostava na cadeira.)
Começamos a conversar sobre o que aconteceu até que num momento eu falo:
—Sim, Cel, você tava Excitadíssima! Você me bombava sem parar, que cock linda, meu amor!
-Já já, sim, é que eu não comia ninguém fazia tipo uma semana e, bom, descontou a vontade.
-Mas você não teve um cliente muito importante na noite anterior?
-Sim, mas ele não é um puto sujo que nem você, ele me usa como passiva. Eu, de vez em quando, gosto de receber, coisa que vejo que você não, porque não me pediu pra tocar na sua cock a noite toda. E agora que sabe do que gosta, acho que não vai me pedir pra chupar ela, haha.
E sim... ela tinha razão. Gostei tanto do papel de ser o dominado que esqueci completamente que tinha uma cock, que podia pedir pra ela chupar ou até mesmo comer ela. Mas não me importei. Continuamos conversando e, como eu ainda estava dolorido, ela me deu um creme pro cu. Claro, enquanto passava o creme, fiquei tão excitado que pedi pra ela me comer de novo. Ela se esquentou na hora e a gente transou de novo, dessa vez aproveitei muito mais. Gozei enquanto ela batia uma pra mim e me deu pra tomar o cum dela e o meu. Durante o dia, ela me comeu mais duas vezes.
A essa altura, já era umas 8 ou 9 da noite, eu já tava melhor do cu, então decidi voltar pra casa, mas antes paguei a Celeste por todo o serviço prestado. A gente se deu tão bem que ela me deu o consolo de presente e eu pedi as meias de rede e os saltos. Ela me deu sem problema. Mas claro, percebi o que tinha rolado... Embora tivesse uma química sexual foda entre nós, ela era prostituta e eu era só mais um cliente. Como naquele dia, por via das dúvidas, eu tinha levado bastante grana, ela viu em mim a pessoa certa pro negócio dela: eu pagava e ela se divertia arrombando meu cu, e eu também, claro. Todo mundo feliz, menos minha economia, claro hahaha.
Enfim, essa foi minha primeira experiência como piranha de uma piranha hahaha. Desculpa ser longo, mas acho que valeu a pena pelo desenvolvimento, embora tenha deixado muitos detalhes de fora porque senão teria que ser ainda maior. Se tão se perguntando o que aconteceu com a Celeste, continuei vendo ela quando tinha tempo e grana, até o ponto em que ela parou de me cobrar, mas tivemos uma briga feia porque eu só queria ela porque me fazia sentir uma puta, e ela achou que eu precisava mais de um homem do que de uma transexual. A real é que, apesar de ser um cuzão arrombado, não curto homens, só transexuais com uma boa piroca e atitude de macho, que sacanagem, né? Com o tempo, fui transando com muito mais transexuais, algumas famosas como Angeles Cid, Mariana Rodriguez (a que ficou com o Chávez) e a inesquecível Julieta Bianco, entre outras. Mas é, não vou contar todas as minhas experiências nesses 8 anos que tô sendo super passivo com as transexuais.
Se você tá se perguntando: eu como ativo? Muito raramente, com uma ou outra namorada transexual que tive, mas quase sempre sou eu o promíscuo. O nome Giselle? Era só como a Celeste me chamava durante o tempo que ficamos juntos. Não uso porque na vida pública sou bem homem. Agora na intimidade, gosto de ser muito viado. Já me relacionei com mulheres? Sim, mas com as que na hora do sexo topavam usar cinta e essas paradas. No fim, sou um viado sem causa.
É isso aí, amigos/amigas, espero que tenham gostado, se leram tudo agradeço de coração, sei que é longo e até pode ser chato, mas minha mensagem final é: se joguem pra experimentar, não importa se têm medo de fazer. Eu tinha muito medo, mas no final deu tudo certo, encontrei minha personalidade e o que eu gosto, e até hoje continuo o mesmo viado kkkk. Saudações na piroca, nos vemos.
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