Bom, acordo do lado da Micaela, e ela ainda tá dormindo. Fico olhando ela dormir de camiseta e fio dental, e dou risada por dentro lembrando de tudo. Levanto, passo no banheiro, dou uma arrumada, vou pra sala e tava um verdadeiro campo de batalha. Então, bora arrumar, limpar e já que tô nessa, preparar o café da tarde às 2 da tarde?? Loucura o quanto a gente dormiu, mas lembrando de tudo, era pra dormir o dia inteiro mesmo... Quase terminando, escuto ela chegando, com a calça na mão e o tênis. Ela me diz: "Oi, bom dia?"... "Não... Boa tarde", respondo. "Sério? Ah, vou embora, já ficou tarde pra caralho." "Bom, não é pra tanto, quer café?" Mas ela não aceitou, queria ir. Vestiu a calça, o tênis, e eu acompanhei ela até a porta, com um abraço e um beijo de despedida, vi ela entrando no apto dela. Fecho a porta e, olhando a sala, lembro de tudo. Entre o tesão e a putaria que tava me dando, resolvi terminar de lavar tudo e arrumar. Nisso, vejo o sutiã jogado ali. Guardei numa gaveta, esperando que um dia ela pergunte por ele, ou quando eu ver ela entrando no apto, falo e devolvo. Então, vou tomar um banho, sair pra caminhar no parque que fica a duas quadras. E foi assim, caminhando e ouvindo música, lembrando de tudo, mas deixei pra lá. Passaram os dias e, como não via ela, achei estranho. Demoramos umas duas semanas pra nos ver. Nisso, cruzo com ela entrando junto na garagem com os carros, e sabia que a gente tinha até o apto pra puxar assunto. E foi isso: assim que nos encontramos na garagem, ela me abraçou e me beijou, eu respondi do mesmo jeito. Quando ouvi o portão abrindo, a gente se separou e começou a andar pro hall pra esperar o elevador. Nisso, entra a velha do 3º andar com a cara de bunda dela, e olha pra gente e fala: "Sobe, crianças?" "Sim, senhora, vamos subir." Subimos nós três, ela desce no 3º, a gente continua. No momento em que o elevador segue, pego ela por trás e abraço, agarrando os peitos dela e começo a beijar o pescoço. Viro ela e... Nos abraçamos e nos beijamos, nossas línguas se encontram de novo. Chegamos no andar, saímos do elevador, e aí ela toma a iniciativa de me levar pro apartamento dela. Ao entrar, ela pede desculpa: "Tá meio bagunçado". Me ofereceu algo pra beber, e fizemos uns mates. Ali, conversamos sobre tudo, e ela me disse que o negócio onde trabalha mandou ela uma semana pra Córdoba pra arrumar e abrir uma loja lá, mas de uma semana virou duas. Então fazia dois dias que ela tinha voltado. Ela queria me avisar, mas não tinha como. Falamos sobre o que rolou naquela noite, rimos de coisas e momentos, agora sem álcool no meio, só mate e bolachas. Nisso, ela fala: "Você não achou o sutiã por aí, né? É que não encontro." Rindo, eu disse que sim, que tinha achado e tava esperando vê-la pra devolver, porque por baixo da porta não passava — não era piada, tentei e não passou...
Então, mate e bolachas, curtindo o futon, falamos de tudo e rimos ainda mais. A noite caiu e eu fui pro meu apê, já que era quinta e eu trabalhava no dia seguinte. Ela me acompanha até a porta, abraço, um beijo, e vou pra casa. Cinco minutos depois, a campainha toca. Abro, e era ela. Ela diz, fechando a porta atrás dela: "Depois de tudo que a gente passou daquela vez, vai ser assim tão frio o reencontro? Sem graça?" Me agarra, me abraça pelo pescoço e me dá um beijo de língua que chegava até a nuca. Me solta e fala: "Precisava de um beijo de boa noite. Agora me dá o sutiã." Vou buscar e entrego. Antes de abrir a porta pra ela, seguro ela, beijo, e nossas línguas se entrelaçam. Sinto a respiração cada vez mais forte enquanto ela me segura pelo pescoço. Eu agarro a bunda dela com as duas mãos e aperto. Ela suspira e, num segundo, me afasta e diz: "Boa noite, lindo. A gente se vê amanhã." E vai embora. NÃO, você não pode me deixar assim! Vejo ela indo, rebolando a bunda e fechando a porta enquanto ria.
Chegou sexta, voltando do escritório, entro no apê e vejo jogado debaixo da porta um bilhete. dizendo "picada às 9, te espero, dessa vez é você que traz o vinho, beijos" e foi assim que saí pra comprar 3 garrafas de vinho branco, por via das dúvidas. Chego às 9, toco a campainha e ela aparece com um vestido curto, uma gostosa. Falo pra ela: "cê tá muito linda". Entro, ela coloca duas garrafas na geladeira e a gente abre uma, já servindo com uma picada pronta. Garrafa terminada, partimos pra segunda. Sentir o álcool agindo dentro da gente, relaxando o ambiente e ao mesmo tempo enchendo ele de tensão, era estranho. Então, sem mais, agarro ela e beijo pra sentir um beijo dela ainda mais carregado de tensão, com as línguas se enrolando e as mãos incontroláveis tentando tocar cada centímetro do corpo dela, e ela do meu. Ela senta em cima de mim sem parar de beijar, minhas mãos vão pro cuzinho dela por baixo do vestido e eu descubro que ela não tava de calcinha. Ela para de me beijar e sussurra no meu ouvido: "surpresa, te poupei trabalho". Não sei se era a tara de ela ser transexual ou se a vizinha tava toda oferecida, já não ligava mais pra nada. Num movimento que me surpreendeu, ela pega o vestido e tira, ficando completamente nua em cima de mim. Naquele momento, fiquei gelado. Ela segura minha cabeça, me dá um beijo e enfia minha cara entre os peitos dela, dizendo: "chupa eles". E eu fiz. Não sobrou um centímetro de peito sem chupar, os biquinhos durinhos na boca, mordidos de leve, deixavam ela com mais tesão, enquanto minhas mãos seguravam a bunda dela e um dedo brincava lá. Ela tira minha camiseta, sai de cima de mim e tira minha calça junto com a cueca, ficando nós dois pelados. Vejo ela mordendo o lábio inferior, levanta o olhar e ali eu soube o que ela queria fazer. Chego perto do ouvido dela e falo: "faz direito, gostosa". "Claro que sim", ela diz, e a única coisa que sinto é os lábios dela engolindo meu pau, ficando com ele dentro. Sinto a língua dela envolvendo e brincando com ele, uma loucura total. Respiração curta e forte, gemidos dos dois. Agarro ela pela nuca, entrelaço minhas dedos no cabelo dela e tiro a pica da boca dela, dou um beijo bem profundo com língua até o fundo e bem babado, nisso puxo um pouco os cabelos dela tirando ela da minha boca e escuto ela gemer e ela fala vamos pro quarto agora, me pega pela mão e me leva pro quarto com uma luz fraca que ia passar, me joga na cama e ali mesmo continua chupando minha pica bem fundo e batendo uma pra mim de vez em quando, eu pegava nos cabelos dela e tirava pra beijar ela forte e falar de novo chupa gostosa chupa, só curtia como ela fazia, num momento deito ela de bruços na cama e começo a beijar as costas dela até chegar na bunda dela, começo a lamber a rachinha dela com a língua de baixo pra cima de cima pra baixo ficando com a língua dura e empurrando no buraquinho dela, nisso ela pega o travesseiro e coloca debaixo assim levanta mais a bunda dela deixando um espetáculo lindo, ela pega com as mãos e abre pra mim enfio minha cara ali e com minha língua começo a chupar toda essa bunda, ela me segura com uma mão na minha cabeça e empurra pra ela pra eu chupar mais fundo, colocava minha língua dura e enfiava na bunda dela, só dava pra ouvir como ela gemia e respirava forte, tava curtindo tudo, tanto que dava pra ver como a bunda dela tava dilatada, mas não faço ideia porque fiz isso num momento viro ela e nisso ela tapa a pica dela já durinha, eu deito do lado dela abraço ela beijo e começo a tocar no pescoço dela nos peitos na barriga dela e vou descendo, até a pélvis dela até chegar na pica dela, ela tira minhas mãos com as dela e eu seguro as dela e tiro, beijo ela fundo e volto a tocar ali sentindo como ela tava molhada, bato uma pra ela devagar enquanto com o dedo médio deslizo por trás pela rachinha dela até o buraquinho, volto pra pica dela e junto com meu dedo os suquinhos dela e vou pra bunda dela passar na borda nisso sinto como ela gosta, como ela se mexe, como ela tá ficando desesperada enquanto brinco ali, volto pra pica Ela quer me tirar e diz... não, não faz, não precisa... segurando meu rosto, me dá um beijo. Devolvo mais profundo e começo a descer pelo pescoço dela, barriguinha, e num instante fico com o pau dela na minha frente. Levanto a cara e olho pra ela, que me encara, e nisso só vejo como ela mordia o lábio dela. Bem de leve, ela segura meu rosto e diz... faz o que você mais quiser... sem pensar, começo a bater uma pra ela e, molhando meus lábios, meto ele suavemente na minha boca. Reconheço que não senti nem nojo, nem me surpreendi, nem nada. Sentir o pau dela na minha boca entrando e saindo, e tentava fazer o que ela fazia comigo com a língua dela. Pude saborear os sucos dela e sentir que ela continuava se molhando. Quando levanto o olhar e vejo ela, sinto as mãos dela segurando minha cabeça enquanto os dedos dela agarravam meu cabelo, pra depois levantar a bunda dela pra eu continuar chupando. Só se ouvia os gemidos dela, a respiração pesada e as palavras dela... isso, gostoso, continua, vai... e cada vez mais rápido. Percebi que num momento ela tentava me tirar dali, notei que ela ia gozar, e ela diz: vou gozar, sai, chega. Molhei o dedo e meti bem fundo na bunda dela enquanto continuava chupando o pau dela. Ela entendeu que eu queria fazer aquilo, com orgasmo, e gemidos com movimentos pra todo lado. Ela, com as mãos agarrando minha cabeça, comandando do jeito que ela mais gosta. Senti como ela gozava na minha boca, um jato, dois e três, bem pouquinho, enquanto meu dedo era apertado pelo cu dela bem no fundo, uma delícia. Espero um momento, tiro devagar. Ela segura meu rosto, me olha e percebe que ainda tenho o gozo dela na boca. Com movimentos rápidos, me abraça e diz: me dá tudo. E me dá um beijo profundo, passando tudo pra ela, enquanto ela engolia. Com a língua, ela percorria toda a minha boca e cada cantinho dela pra não deixar nada, e continuando a nos beijar profundamente, ela sussurrava no meu ouvido: obrigada... adorei... ela pega no meu pau e diz: agora eu quero o seu. Pega um preservativo, me entrega e fica de barriga pra cima, levanta a bunda colocando um travesseiro embaixo, coloca os pés nos meus ombros, apoio a pica na buceta dela, sinto que ela tende a se mexer pra baixo, me pega pelo rosto e fala: "me come, gostoso, me come". Enfio a cabeça devagar e ouço ela respirar ofegante, aí ela fala: "me dá tudo devagar". E foi o que fiz, empurrei com força, meti tudo até o saco naquele cuzinho lindo. Quando já tava lá dentro, olho pra cara dela e vejo os olhos arregalados, meio surpresa, ela só falava como sentia tudo... que lindo... E com movimentos desesperados, começa a rebolar, tentando fazer entrar e sair. Então começo a comer ela, primeiro devagar, tirava quase tudo e metia de novo até o fundo, cada vez mais rápido. Via ela apertando os peitos, colocando os dedos na boca e chupando. Nisso, o clitóris dela começa a endurecer, vejo ela pegar e começar a se masturbar no mesmo ritmo que eu tava comendo. Uns minutos depois, ela começa a se mexer mais desesperada, falando: "vai... vai... que eu vou gozar... me dá tudo..." Aí comecei a comer com força e rápido, e no momento que ela começa a gozar na barriga dela, eu explodo todo o meu gozo dentro do cu dela. Me apoio nela e fico deitado lá uns minutos, porque não conseguíamos nos mexer, esperando a pica diminuir, porque se saísse doía. Esperamos um pouco, começo a sair devagar e livre, deito do lado, tiro a camisinha, deixo no chão por precaução e abraço ela com um beijo no meio. Ela pergunta se quero ir ao banheiro, e a gente ri porque eu falo: "olha que a gente no banheiro é perigoso". É, se pensar, em todo lugar a gente tá sendo perigoso. Então ela me convida pra tomar um banho junto. Entramos, nos ensaboamos, nos beijamos, nos tocamos e começamos a esquentar. Dava pra ver porque o clitóris dela já tava duro e a minha pica já tava dura também. Então decidimos deixar pra lá, saímos, nos secamos e com as toalhas fomos pra sala de jantar. Tomamos mais uns copos de vinho, mais conversa, comemos alguma coisa porque bateu uma fome, e ficamos abraçados no futon, com perguntas sobre como vai terminar isso que a gente tá vivendo intensamente. Beijos no pescoço, eu digo: "o tempo vai dizer..." Com perguntas e respostas e risadas, ela me pergunta: "Por que você fez isso? Você gostou?" Linda, é o momento do tesão. E se você gostou e a gente curtiu, já era. Levantamos e fomos assim, deixando tudo na cama. Nos abraçamos, ela me oferecendo as costas, e dormimos de novo de conchinha, assim até o dia seguinte. A história continua......?
Então, mate e bolachas, curtindo o futon, falamos de tudo e rimos ainda mais. A noite caiu e eu fui pro meu apê, já que era quinta e eu trabalhava no dia seguinte. Ela me acompanha até a porta, abraço, um beijo, e vou pra casa. Cinco minutos depois, a campainha toca. Abro, e era ela. Ela diz, fechando a porta atrás dela: "Depois de tudo que a gente passou daquela vez, vai ser assim tão frio o reencontro? Sem graça?" Me agarra, me abraça pelo pescoço e me dá um beijo de língua que chegava até a nuca. Me solta e fala: "Precisava de um beijo de boa noite. Agora me dá o sutiã." Vou buscar e entrego. Antes de abrir a porta pra ela, seguro ela, beijo, e nossas línguas se entrelaçam. Sinto a respiração cada vez mais forte enquanto ela me segura pelo pescoço. Eu agarro a bunda dela com as duas mãos e aperto. Ela suspira e, num segundo, me afasta e diz: "Boa noite, lindo. A gente se vê amanhã." E vai embora. NÃO, você não pode me deixar assim! Vejo ela indo, rebolando a bunda e fechando a porta enquanto ria.
Chegou sexta, voltando do escritório, entro no apê e vejo jogado debaixo da porta um bilhete. dizendo "picada às 9, te espero, dessa vez é você que traz o vinho, beijos" e foi assim que saí pra comprar 3 garrafas de vinho branco, por via das dúvidas. Chego às 9, toco a campainha e ela aparece com um vestido curto, uma gostosa. Falo pra ela: "cê tá muito linda". Entro, ela coloca duas garrafas na geladeira e a gente abre uma, já servindo com uma picada pronta. Garrafa terminada, partimos pra segunda. Sentir o álcool agindo dentro da gente, relaxando o ambiente e ao mesmo tempo enchendo ele de tensão, era estranho. Então, sem mais, agarro ela e beijo pra sentir um beijo dela ainda mais carregado de tensão, com as línguas se enrolando e as mãos incontroláveis tentando tocar cada centímetro do corpo dela, e ela do meu. Ela senta em cima de mim sem parar de beijar, minhas mãos vão pro cuzinho dela por baixo do vestido e eu descubro que ela não tava de calcinha. Ela para de me beijar e sussurra no meu ouvido: "surpresa, te poupei trabalho". Não sei se era a tara de ela ser transexual ou se a vizinha tava toda oferecida, já não ligava mais pra nada. Num movimento que me surpreendeu, ela pega o vestido e tira, ficando completamente nua em cima de mim. Naquele momento, fiquei gelado. Ela segura minha cabeça, me dá um beijo e enfia minha cara entre os peitos dela, dizendo: "chupa eles". E eu fiz. Não sobrou um centímetro de peito sem chupar, os biquinhos durinhos na boca, mordidos de leve, deixavam ela com mais tesão, enquanto minhas mãos seguravam a bunda dela e um dedo brincava lá. Ela tira minha camiseta, sai de cima de mim e tira minha calça junto com a cueca, ficando nós dois pelados. Vejo ela mordendo o lábio inferior, levanta o olhar e ali eu soube o que ela queria fazer. Chego perto do ouvido dela e falo: "faz direito, gostosa". "Claro que sim", ela diz, e a única coisa que sinto é os lábios dela engolindo meu pau, ficando com ele dentro. Sinto a língua dela envolvendo e brincando com ele, uma loucura total. Respiração curta e forte, gemidos dos dois. Agarro ela pela nuca, entrelaço minhas dedos no cabelo dela e tiro a pica da boca dela, dou um beijo bem profundo com língua até o fundo e bem babado, nisso puxo um pouco os cabelos dela tirando ela da minha boca e escuto ela gemer e ela fala vamos pro quarto agora, me pega pela mão e me leva pro quarto com uma luz fraca que ia passar, me joga na cama e ali mesmo continua chupando minha pica bem fundo e batendo uma pra mim de vez em quando, eu pegava nos cabelos dela e tirava pra beijar ela forte e falar de novo chupa gostosa chupa, só curtia como ela fazia, num momento deito ela de bruços na cama e começo a beijar as costas dela até chegar na bunda dela, começo a lamber a rachinha dela com a língua de baixo pra cima de cima pra baixo ficando com a língua dura e empurrando no buraquinho dela, nisso ela pega o travesseiro e coloca debaixo assim levanta mais a bunda dela deixando um espetáculo lindo, ela pega com as mãos e abre pra mim enfio minha cara ali e com minha língua começo a chupar toda essa bunda, ela me segura com uma mão na minha cabeça e empurra pra ela pra eu chupar mais fundo, colocava minha língua dura e enfiava na bunda dela, só dava pra ouvir como ela gemia e respirava forte, tava curtindo tudo, tanto que dava pra ver como a bunda dela tava dilatada, mas não faço ideia porque fiz isso num momento viro ela e nisso ela tapa a pica dela já durinha, eu deito do lado dela abraço ela beijo e começo a tocar no pescoço dela nos peitos na barriga dela e vou descendo, até a pélvis dela até chegar na pica dela, ela tira minhas mãos com as dela e eu seguro as dela e tiro, beijo ela fundo e volto a tocar ali sentindo como ela tava molhada, bato uma pra ela devagar enquanto com o dedo médio deslizo por trás pela rachinha dela até o buraquinho, volto pra pica dela e junto com meu dedo os suquinhos dela e vou pra bunda dela passar na borda nisso sinto como ela gosta, como ela se mexe, como ela tá ficando desesperada enquanto brinco ali, volto pra pica Ela quer me tirar e diz... não, não faz, não precisa... segurando meu rosto, me dá um beijo. Devolvo mais profundo e começo a descer pelo pescoço dela, barriguinha, e num instante fico com o pau dela na minha frente. Levanto a cara e olho pra ela, que me encara, e nisso só vejo como ela mordia o lábio dela. Bem de leve, ela segura meu rosto e diz... faz o que você mais quiser... sem pensar, começo a bater uma pra ela e, molhando meus lábios, meto ele suavemente na minha boca. Reconheço que não senti nem nojo, nem me surpreendi, nem nada. Sentir o pau dela na minha boca entrando e saindo, e tentava fazer o que ela fazia comigo com a língua dela. Pude saborear os sucos dela e sentir que ela continuava se molhando. Quando levanto o olhar e vejo ela, sinto as mãos dela segurando minha cabeça enquanto os dedos dela agarravam meu cabelo, pra depois levantar a bunda dela pra eu continuar chupando. Só se ouvia os gemidos dela, a respiração pesada e as palavras dela... isso, gostoso, continua, vai... e cada vez mais rápido. Percebi que num momento ela tentava me tirar dali, notei que ela ia gozar, e ela diz: vou gozar, sai, chega. Molhei o dedo e meti bem fundo na bunda dela enquanto continuava chupando o pau dela. Ela entendeu que eu queria fazer aquilo, com orgasmo, e gemidos com movimentos pra todo lado. Ela, com as mãos agarrando minha cabeça, comandando do jeito que ela mais gosta. Senti como ela gozava na minha boca, um jato, dois e três, bem pouquinho, enquanto meu dedo era apertado pelo cu dela bem no fundo, uma delícia. Espero um momento, tiro devagar. Ela segura meu rosto, me olha e percebe que ainda tenho o gozo dela na boca. Com movimentos rápidos, me abraça e diz: me dá tudo. E me dá um beijo profundo, passando tudo pra ela, enquanto ela engolia. Com a língua, ela percorria toda a minha boca e cada cantinho dela pra não deixar nada, e continuando a nos beijar profundamente, ela sussurrava no meu ouvido: obrigada... adorei... ela pega no meu pau e diz: agora eu quero o seu. Pega um preservativo, me entrega e fica de barriga pra cima, levanta a bunda colocando um travesseiro embaixo, coloca os pés nos meus ombros, apoio a pica na buceta dela, sinto que ela tende a se mexer pra baixo, me pega pelo rosto e fala: "me come, gostoso, me come". Enfio a cabeça devagar e ouço ela respirar ofegante, aí ela fala: "me dá tudo devagar". E foi o que fiz, empurrei com força, meti tudo até o saco naquele cuzinho lindo. Quando já tava lá dentro, olho pra cara dela e vejo os olhos arregalados, meio surpresa, ela só falava como sentia tudo... que lindo... E com movimentos desesperados, começa a rebolar, tentando fazer entrar e sair. Então começo a comer ela, primeiro devagar, tirava quase tudo e metia de novo até o fundo, cada vez mais rápido. Via ela apertando os peitos, colocando os dedos na boca e chupando. Nisso, o clitóris dela começa a endurecer, vejo ela pegar e começar a se masturbar no mesmo ritmo que eu tava comendo. Uns minutos depois, ela começa a se mexer mais desesperada, falando: "vai... vai... que eu vou gozar... me dá tudo..." Aí comecei a comer com força e rápido, e no momento que ela começa a gozar na barriga dela, eu explodo todo o meu gozo dentro do cu dela. Me apoio nela e fico deitado lá uns minutos, porque não conseguíamos nos mexer, esperando a pica diminuir, porque se saísse doía. Esperamos um pouco, começo a sair devagar e livre, deito do lado, tiro a camisinha, deixo no chão por precaução e abraço ela com um beijo no meio. Ela pergunta se quero ir ao banheiro, e a gente ri porque eu falo: "olha que a gente no banheiro é perigoso". É, se pensar, em todo lugar a gente tá sendo perigoso. Então ela me convida pra tomar um banho junto. Entramos, nos ensaboamos, nos beijamos, nos tocamos e começamos a esquentar. Dava pra ver porque o clitóris dela já tava duro e a minha pica já tava dura também. Então decidimos deixar pra lá, saímos, nos secamos e com as toalhas fomos pra sala de jantar. Tomamos mais uns copos de vinho, mais conversa, comemos alguma coisa porque bateu uma fome, e ficamos abraçados no futon, com perguntas sobre como vai terminar isso que a gente tá vivendo intensamente. Beijos no pescoço, eu digo: "o tempo vai dizer..." Com perguntas e respostas e risadas, ela me pergunta: "Por que você fez isso? Você gostou?" Linda, é o momento do tesão. E se você gostou e a gente curtiu, já era. Levantamos e fomos assim, deixando tudo na cama. Nos abraçamos, ela me oferecendo as costas, e dormimos de novo de conchinha, assim até o dia seguinte. A história continua......?
7 comentários - Minha vizinha trans. 2