Minha Vizinha Travesti. 2

Bom, acordo do lado da Micaela, e ela ainda tá dormindo. Fico olhando ela dormir de camiseta e fio dental, e dou risada por dentro lembrando de tudo. Levanto, passo no banheiro, dou uma arrumada, vou pra sala e tava uma zona, então bora organizar, limpar e já que tô nessa, preparar o café da tarde às 2 da tarde?? Loucura o quanto a gente dormiu, mas lembrando de tudo, dava pra dormir o dia inteiro mesmo... Já quase terminando, ouço ela vindo, com a calça na mão e o tênis, e me diz: "oi, bom dia?"... "Não... Boa tarde..." respondo. "Sério? Ah, vou embora, já ficou tarde pra caralho." "Bom, não é pra tanto, quer café?" Mas ela não aceitou, queria ir. Vestiu a calça, o tênis, e acompanhei ela até a porta com um abraço e um beijo de despedida, vi ela entrando no apto dela. Fecho a porta e, olhando a sala, lembro de tudo. Entre o tesão e a putaria que tava me dando, resolvi terminar de lavar tudo e arrumar. Nisso, vejo o sutiã jogado ali. Guardei numa gaveta, esperando que algum dia ela pergunte por ele, ou quando eu ver ela entrando no apto, falo e devolvo. Então vou tomar um banho, sair pra caminhar no parque que fica a duas quadras. E foi assim, caminhando e ouvindo música, lembrando de tudo, mas deixei pra lá. Passaram os dias e, como não via ela, achei estranho. Demoramos umas duas semanas pra nos ver. Nisso, cruzo com ela entrando junto na garagem com os carros, e sabia que a gente tinha até o apto pra puxar conversa. E foi isso: assim que nos encontramos na garagem, ela me abraçou e me beijou, e eu respondi do mesmo jeito. Quando ouvi o portão abrindo, nos separamos e começamos a andar pro hall do elevador. Nisso, entra a velha do 3º andar com a cara de cu, e olha pra gente e fala: "Vão subir, crianças?" "Sim, senhora, vamos subir." Subimos nós três, ela desce no 3º, a gente continua. No momento em que o elevador segue, pego ela por trás e abraço, agarrando os peitos dela e começo a beijar o pescoço. Viro ela e... Nos abraçamos e nos beijamos, nossas línguas se encontram de novo. Chegamos no andar, saímos do elevador e aí ela toma a iniciativa de me levar pro apê dela. Ao entrar, ela pede desculpa: "Tá meio bagunçado". Me ofereceu algo pra beber e fizemos uns mates, e aí conversamos sobre tudo. Ela me disse que o negócio onde trabalha mandou ela uma semana pra Córdoba pra arrumar e abrir uma loja lá, mas de uma semana virou duas, então fazia dois dias que ela tinha voltado. Ela queria me avisar, mas não tinha como. Falamos sobre o que aconteceu naquela noite, rimos de coisas e momentos, agora sem álcool no meio, só mate e bolachas. Nisso, ela diz: "Você não achou o sutiã por aí, né? É que não encontro." Rindo, eu disse que sim, que tinha achado e tava esperando vê-la pra devolver, porque por baixo da porta não passava — não era piada, tentei e não passou...

Então, mate e bolachas, curtindo o futon, conversamos sobre tudo e rimos ainda mais. A noite chegou e fui pro meu apê, já que era quinta e eu trabalhava no dia seguinte. Ela me acompanha até a porta, abraço, um beijo, e vou pra casa. Cinco minutos depois, a campainha toca. Abro e era ela. Ela diz, fechando a porta atrás de si: "Depois de tudo que a gente passou daquela vez, vai ser assim tão frio o reencontro? Sem graça?" Me agarra, me abraça pelo pescoço e me dá um beijo de língua que chegava até a nuca. Me solta e diz: "Precisava de um beijo de boa noite. Agora me dá o sutiã." Vou buscar e entrego. Antes de abrir a porta pra ela, seguro ela, beijo, e nossas línguas se entrelaçam. Sinto a respiração cada vez mais forte enquanto ela me segura pelo pescoço. Eu agarro a bunda dela com as duas mãos e aperto. Ela suspira e, num segundo, me afasta e diz: "Boa noite, lindo. A gente se vê amanhã." E vai embora. NÃO, você não pode me deixar assim! Vejo ela ir embora, rebolando a bunda e fechando a porta enquanto ria.

Chegou sexta, voltando do escritório, entro no apê e vejo um bilhete jogado debaixo da porta. dizendo "picada às 9, te espero, dessa vez é você que traz o vinho, beijos" e foi assim que saí pra comprar 3 garrafas de vinho branco, por via das dúvidas, chego às 9, toco a campainha e ela aparece com um vestido curto, uma gostosa, falo pra ela, "cê tá muito linda", entro, ela coloca duas garrafas na geladeira e uma a gente abre e já serve com uma picada já pronta, garrafa terminada, partimos pra segunda, sentir o álcool fazendo efeito dentro da gente, relaxando o ambiente e ao mesmo tempo enchendo ele de tensão, era estranho, então sem mais eu agarro ela e beijo pra sentir um beijo dela mais carregado de tensão, com as línguas se entrelaçando e mãos sem controle tentando tocar cada centímetro do corpo dela e ela do meu, ela senta em cima de mim sem parar de beijar, minhas mãos vão pro cuzinho dela por baixo do vestido e eu me surpreendo que ela não tava de calcinha, ela para de me beijar e sussurra no meu ouvido "surpresa, te poupei trabalho", não sei se era a pira de ela ser trans ou se a vizinha tava toda oferecida, já não ligava mais pra nada, ela num movimento que me surpreendeu agarra o vestido e tira, ficando completamente pelada em cima de mim, naquele momento eu congelei, ela pega minha cabeça, me dá um beijo e enfia minha cara entre os peitos dela dizendo "chupa eles" e foi o que eu fiz, não sobrou um centímetro de peito sem chupar, os biquinhos durinhos dentro da boca e mordidos de leve faziam ela esquentar, enquanto minhas mãos seguravam a bunda dela, um dedo brincava lá, ela tira minha camiseta, sai de cima de mim e tira minha calça junto com a cueca, ficando nós dois pelados, vejo ela mordendo o lábio inferior, levanta o olhar e aí eu soube o que ela queria fazer, chego perto do ouvido dela e falo "faz direito, linda", "claro que sim" ela diz e aí a única coisa que sinto é os lábios dela engolindo meu pau, ficando com ele dentro, sinto a língua dela envolvendo e brincando com ele, uma loucura total, respiração curta e pesada, gemidos dos dois, agarro a nuca dela, entrelaço meus dedos no cabelo dela e tiro a pica da boca dela, dou um beijo bem profundo com língua até o fundo e bem babado, nisso puxo um pouco os cabelos dela tirando ela da minha boca e escuto ela gemer e ela fala vamos pro quarto agora, me pega pela mão e me leva pro quarto com uma luz fraca que ia passar, me joga na cama e ali mesmo continua chupando minha pica bem fundo e batendo uma pra mim de vez em quando, eu pegava nos cabelos dela e tirava pra beijar ela forte e falar de novo chupa gostosa chupa, só curtia como ela fazia, num momento deito ela de barriga pra baixo na cama e começo a beijar as costas dela até chegar na bunda dela, começo a lamber a rachinha dela com a língua de baixo pra cima de cima pra baixo ficando com a língua dura e empurrando no buraquinho dela, nisso ela pega o travesseiro e coloca debaixo dela pra levantar mais a bunda dela fazendo um espetáculo lindo, ela pega com as mãos e abre pra mim enfio minha cara ali e com minha língua começo a chupar toda aquela bunda, ela me segura com uma mão na minha cabeça e empurra pra ela pra eu chupar mais fundo, colocava minha língua dura e enfiava na bunda dela, só dava pra ouvir como ela gemia e respirava forte, tava curtindo tudo, tanto que dava pra ver como a bunda dela tava dilatada, mas não faço ideia porque fiz isso num momento viro ela e nisso ela tapa a pica dela já durinha, eu deito do lado dela abraço ela beijo e começo a tocar no pescoço dela nos peitos na barriga dela e vou descendo, até a pélvis dela até chegar na pica dela, ela tira minhas mãos com as dela e eu seguro as dela e tiro, beijo ela fundo e volto a tocar ali sentindo como ela tava molhada, bato uma suavemente pra ela enquanto com o dedo médio deslizo por trás na rachinha dela até o buraquinho, volto pra pica dela e junto com meu dedo os suquinhos dela e vou na bunda passar na borda nisso sinto como ela gosta, como ela se mexe, como ela tá ficando desesperada enquanto brinco ali, volto pra Ela quer me tirar e diz... não, não faz isso, não precisa... segurando meu rosto, me dá um beijo, eu devolvo mais profundo e começo a descer pelo pescoço dela, barriguinha, e num instante fico com o pau dela na minha frente, levanto a cara e olho como ela me olha, e nisso só vejo ela mordendo o lábio, bem devagar ela pega meu rosto e diz... faz o que você mais quiser... sem pensar, começo a bater uma pra ela e, molhando meus lábios, meto ele suavemente na minha boca, confesso que não senti nojo nem me surpreendi, nada, sentir o pau dela na minha boca entrando e saindo e tentava fazer o que ela fazia comigo com a língua, pude saborear os sucos dela e sentir que ela continuava se molhando, quando levanto o olhar e vejo ela, sinto as mãos dela segurando minha cabeça enquanto com os dedos me puxava pelo cabelo pra depois levantar a bunda dela pra eu continuar chupando, só se ouvia os gemidos dela, a respiração pesada e as palavras... isso, gostoso, continua, vai... e cada vez mais rápido, percebi que num momento ela tentava me tirar dali, notei que ela ia gozar e ela diz: vou gozar, sai, chega, molhei o dedo e meti bem fundo na bunda dela enquanto continuava chupando o pau dela, ela entendeu que eu queria fazer aquilo, com orgasmo, e gemidos com movimentos pra todo lado, ela com as mãos segurando minha cabeça comandando do jeito que mais gosta, senti ela gozar na minha boca um jato, dois e três bem pouquinho, enquanto meu dedo era apertado pelo cu dela bem fundo, uma delícia, espero um momento, tiro devagar, ela pega meu rosto, me olha e percebe que ainda tenho o gozo dela na boca, com movimentos rápidos me abraça e diz: me dá tudo, e me dá um beijo profundo passando tudo pra ela, enquanto ela engolia, com a língua percorria toda minha boca e cada cantinho dela pra não deixar nada e continuar nos beijando profundamente, ela sussurrava no meu ouvido: obrigada... adorei... ela pega meu pau e diz: agora eu quero o seu. Pega um preservativo, me dá e fica de barriga pra cima, levanta a bunda colocando um travesseiro embaixo, coloca os pés em cima dos meus ombros, apoio a pica na bunda dela, sinto que ela tende a se mexer pra baixo, me pega pelo rosto e fala: "me come, gostoso, me come". Enfio a cabeça devagar e ouço ela respirar ofegante, aí ela fala: "me dá tudo devagar". E foi o que fiz, empurrando forte, enfiei tudo até os ovos naquela bunda linda. Quando já tava lá dentro, olho pra cara dela e vejo que os olhos tão abertos, meio surpresa, ela só falava como tava sentindo tudo... que lindo... E com movimentos desesperados, começa a rebolar, tentando fazer entrar e sair. Então começo a comer ela, primeiro devagar, tirava quase tudo e enfiava de novo até o fundo, cada vez mais rápido. Via ela apertando os peitos, colocando os dedos na boca e chupando. Nisso, a pica dela começa a endurecer, vejo ela pegar e começar a bater uma no mesmo ritmo que eu tava comendo. Uns minutos depois, ela começa a se mexer mais desesperada, falando: "vai... vai... que eu vou gozar... me dá tudo..." Aí comecei a comer com força e rápido, e no momento que ela começa a gozar na barriga dela, eu explodo toda minha porra dentro do cu dela. Me apoiando nela, fico largado ali uns minutos, porque não conseguíamos nos mexer, esperando a pica diminuir, porque se saísse, doía nela. Esperamos um pouco, começo a sair devagar e livre, deito do lado, tiro a camisinha, deixo no chão por precaução e abraço ela com um beijo no meio. Ela pergunta se quero ir pro banheiro, e a gente ri porque eu falo: "olha, a gente no banheiro é perigoso". E sim, se a gente pensar, em todo lugar a gente tá sendo perigoso. Então ela me convida pra tomar um banho, a gente entra, se ensaboa, se beija, se toca e começa a esquentar. Dava pra ver porque a pica dela tava ficando dura e a minha já tava dura também. Então decidimos deixar pra lá, saímos, nos secamos e com as toalhas fomos pra sala de jantar. Tomamos mais uns copos de vinho, mais conversa, comemos alguma coisa porque bateu uma fome, e ficamos abraçados no futon, com perguntas sobre como vai terminar essa parada que a gente tava vivendo intensamente. Beijos no pescoço, eu digo: "o tempo vai dizer..." Com perguntas e respostas e risadas, ela me pergunta: "por que você fez isso? Você gostou?" Linda, é o momento de tesão, e se você gostou e a gente curtiu, já era. Levantamos e fomos assim, largando tudo na cama. Nos abraçamos, ela me oferecendo as costas, e dormimos de novo de conchinha, assim até o outro dia. A história continua......?

7 comentários - Minha Vizinha Travesti. 2

urgenteeeeeeeeeeeeee,...quiero la 3ra parteeeeeeeee!!!
Muy buen relato, espero con ansias la continuacion.-
Que lindo vecino!! Me encanto el relato