QUERO AGRADECER A TODOS QUE COM SEUS PONTOS FIZERAM POSSÍVEL QUE MEUS TEXTOS CHEGASSEM NA PÁGINA PRINCIPAL DO PORINGA!!
Pra todos vocês e quem ainda não me conhece, aqui vai a segunda parte do meu primeiro encontro com uma garota transexual!!
Curtam aí!Me deixou agachado no chão, com os olhos lacrimejando e a boca com um gostoso sabor de porra. Ela se acomodou no sofá de joelhos, empinando a raba. Dava pra ver o pau dela bem duro.
—E aí? não queria me comer?
Levantei, cuspi na minha mão, comecei a molhar o pau todo. Enquanto me masturbava pra deixar o pau o mais duro possível, enfiei a cara na bunda dela e comecei a chupar o cu. Aquele cu já tinha levado muita porrada, e dava pra ver. A língua sozinha, sem muita força, entrava um centímetro naquele buraco apertado. Cuspi várias vezes nele. As gotas de saliva escorriam da bunda dela até as bolas, e dali pro chão.
Cuspi uma última vez, acariciei as bolas molhadas, e enfiei o pau com força. Ela soltou um gemido só de prazer, arqueou as costas pra entrar mais fundo e empurrava pra trás. Depois de várias estocadas, ela pegou minha mão e levou até a boca, enfiou os quatro dedos na boca e depois levou minha mão até o pau dela. Tava duríssimo, cheio de veias e grande.
Comecei a masturbar ela como se fosse eu mesmo, no mesmo ritmo que eu tava comendo a bunda dela. "QUE MESTRE DA PUNAHETA QUE VOCÊ É!", ela disse, nunca pensei que ia me excitar tanto ouvir isso, comecei a tocar ela e a comer mais forte enquanto espremia um peito dela com a outra mão. Nada parecia falso, transformado, operado, artificial. Tinha certeza que era um híbrido sexual, uma mulher com um pau enorme e delicioso.
Enfiei bem fundo e, sem soltar a cintura dela, me joguei no sofá. Ela caiu sentada em cima de mim, e foi o primeiro gemido com um pouco de dor que ouvi dela. Ela gostou tanto que pedia pra eu continuar, então, do sofá, eu levantava um pouco o quadril sem parar de meter e me deixava cair. Sentia que meu pau ia se soltar a qualquer momento, mas tudo valia a pena.
Depois, enquanto ela rebolava no meu pau, fui me deitando no sofá, até ficar com a bunda o mais exposta possível. Fernanda entendeu e disse "vai se preparando que agora é a sua vez". É a sua vez". Disse tudo entrecortado porque gozava com cada penetração e gemia, como nunca tinha visto alguém gozar. Enfiou dois dedos na boca e, depois de molhá-los bem, começou a dedar meu cu. Doía um pouco porque ela fazia com força, e as únicas experiências que eu tinha tido foram poucas vezes com brinquedos pequenos e minha namorada.
Eu aproveitava enquanto ela enfiava primeiro um dedo, depois outro e mais um, e continuava masturbando ela com uma mão, apertando as bolas dela com a outra. Nós dois estávamos muito tarados e prontos pra tudo.
Ela se levantou como se nada tivesse acontecido e mandou eu ficar de quatro.
— É sua primeira vez com uma rola, né?
— Sim, com rola sim.
— Tem certeza que quer? Depois não vou deixar você se arrepender.
— Não sei se quero, mas tô muito tesudo, quero que você me coma!
— Beleza, mas preciso que esteja bem lubrificada pra doer menos.
E enfiou de novo na minha boca. Em pé, me pegou pela cabeça e começou a meter a rola com força, tanto que deve ter ficado um minuto sem eu conseguir respirar, e minhas glândulas não paravam de produzir saliva. "Pronto", disse, tirou, eu tossi, me pegou pelo queixo e me beijou, chupando toda a saliva. Depois foi pra trás e disse, com a cabecinha da rola encostada na minha bunda: "Respira fundo, relaxa essa raba e aproveita tudo".
Ela fez um pouco de força rapidinho, e quando eu gritei de dor, já tinha a cabeça pra dentro. "O pior já passou, agora vai doer igual quando eu meter mais ou tirar". Eu pedia aos gritos pra ela meter, mas doía pra caralho. Cada milímetro que entrava, por mais devagar que fosse, me deixava com os dentes apertados e os olhos lacrimejando. Ela, enquanto metia, deixava cair cuspe pra continuar lubrificando minha raba.
Quando finalmente entrou toda, ela disse: "Agora tem que tirar". Eu já não conseguia falar, só balançava a cabeça. Ela tirou não muito devagar e doeu de novo, e meteu devagar outra vez, dessa vez doeu menos. Ao mesmo tempo, sentia uma sensação incrível na minha rola, que parecia que ia explodir. qualquer hora.
- Aí doeu menos
- Sim. Falei com a pica dentro
- E assim você gosta mais?
- Amo a sensação
- Bom, mas eu amo quando dói!
Não termino de falar isso, solto meus braços, caio de cara no sofá, e com a bunda bem pra cima, ela me segura pela cintura e começa a bombar com força. Enfiava a pica, bombava forte e depois tirava pra meter de novo, com um pouco mais de baba. Doía tanto que quase não conseguia falar, eu tava preso e ela não parava de me foder, toda vez que eu pedia pra parar, ela gritava "vira homem! não seja tão putinha" e me dava mais e mais. Eu não conseguia parar de chorar de dor, já não dava pra aproveitar, sentia o cu arrebentado e a única coisa que via, pelo reflexo de um espelho na parede do fundo, era meu cu sendo quase estuprado por uma mulher com uma pica deliciosa mas grande.
Poder ver pelo espelho fez alguma parte tarada em mim sentir satisfação e começar a curtir, apesar de doer tudo. E quando eu começava a gostar da minha submissão, ouvi Fernanda gemer, ela começou a desacelerar, e senti um calorzinho me inundar por dentro. Foi a sensação que mais curti, sentir como enchia de gozo lá dentro, até aquele momento eu invejava as mulheres que gostam de ter a buceta cheia de porra.
E Fernanda não parava de me comer, mas com menos intensidade. Com o cu cheio de gozo, e a quantidade impressionante que ela gozou, em cada estocada final transbordava meu cu e escorria um pouco de porra pelas bolas ou pelas costas. Eu sorria, apesar da dor. Ela gozava e me acariciava as nádegas com gozo, sem parar.
Quando a porra que escorria começou a percorrer minha pica, não aguentei mais e gozei uns jatos, que pela posição foram parar no meu peito, na minha cara e parte no sofá. Ela percebeu, me deixou cair, e deitados no sofá, começou a chupar o que restava de gozo pelo meu corpo todo e a compartilhar em cada beijo que a gente dava.
Depois ela Parou, se virou como se nada tivesse acontecido e pegou a carteira da bolsa.
— Aqui, te deixo 1500 pelas fotos... e mais 500 porque nunca tinha comido um cu virgem. E o seu foi uma delícia, hahaha.
Eu só concordei com a cabeça e sorri. Ela arrumou um pouco o cabelo, ajeitou os peitos, pendurou a bolsa e se aproximou.
— Depois você me manda as fotos? Hum, melhor, venho buscar outro dia.
Ela piscou o olho, me beijou e foi embora.
Lá estava eu, largado num sofá, com o cu arrombado e cheio de porra pra todo lado, sem vontade de levantar, mas esperando o dia em que ela voltasse pra buscar as fotos.
—E aí? não queria me comer?
Levantei, cuspi na minha mão, comecei a molhar o pau todo. Enquanto me masturbava pra deixar o pau o mais duro possível, enfiei a cara na bunda dela e comecei a chupar o cu. Aquele cu já tinha levado muita porrada, e dava pra ver. A língua sozinha, sem muita força, entrava um centímetro naquele buraco apertado. Cuspi várias vezes nele. As gotas de saliva escorriam da bunda dela até as bolas, e dali pro chão.
Cuspi uma última vez, acariciei as bolas molhadas, e enfiei o pau com força. Ela soltou um gemido só de prazer, arqueou as costas pra entrar mais fundo e empurrava pra trás. Depois de várias estocadas, ela pegou minha mão e levou até a boca, enfiou os quatro dedos na boca e depois levou minha mão até o pau dela. Tava duríssimo, cheio de veias e grande.
Comecei a masturbar ela como se fosse eu mesmo, no mesmo ritmo que eu tava comendo a bunda dela. "QUE MESTRE DA PUNAHETA QUE VOCÊ É!", ela disse, nunca pensei que ia me excitar tanto ouvir isso, comecei a tocar ela e a comer mais forte enquanto espremia um peito dela com a outra mão. Nada parecia falso, transformado, operado, artificial. Tinha certeza que era um híbrido sexual, uma mulher com um pau enorme e delicioso.
Enfiei bem fundo e, sem soltar a cintura dela, me joguei no sofá. Ela caiu sentada em cima de mim, e foi o primeiro gemido com um pouco de dor que ouvi dela. Ela gostou tanto que pedia pra eu continuar, então, do sofá, eu levantava um pouco o quadril sem parar de meter e me deixava cair. Sentia que meu pau ia se soltar a qualquer momento, mas tudo valia a pena.
Depois, enquanto ela rebolava no meu pau, fui me deitando no sofá, até ficar com a bunda o mais exposta possível. Fernanda entendeu e disse "vai se preparando que agora é a sua vez". É a sua vez". Disse tudo entrecortado porque gozava com cada penetração e gemia, como nunca tinha visto alguém gozar. Enfiou dois dedos na boca e, depois de molhá-los bem, começou a dedar meu cu. Doía um pouco porque ela fazia com força, e as únicas experiências que eu tinha tido foram poucas vezes com brinquedos pequenos e minha namorada.
Eu aproveitava enquanto ela enfiava primeiro um dedo, depois outro e mais um, e continuava masturbando ela com uma mão, apertando as bolas dela com a outra. Nós dois estávamos muito tarados e prontos pra tudo.
Ela se levantou como se nada tivesse acontecido e mandou eu ficar de quatro.
— É sua primeira vez com uma rola, né?
— Sim, com rola sim.
— Tem certeza que quer? Depois não vou deixar você se arrepender.
— Não sei se quero, mas tô muito tesudo, quero que você me coma!
— Beleza, mas preciso que esteja bem lubrificada pra doer menos.
E enfiou de novo na minha boca. Em pé, me pegou pela cabeça e começou a meter a rola com força, tanto que deve ter ficado um minuto sem eu conseguir respirar, e minhas glândulas não paravam de produzir saliva. "Pronto", disse, tirou, eu tossi, me pegou pelo queixo e me beijou, chupando toda a saliva. Depois foi pra trás e disse, com a cabecinha da rola encostada na minha bunda: "Respira fundo, relaxa essa raba e aproveita tudo".
Ela fez um pouco de força rapidinho, e quando eu gritei de dor, já tinha a cabeça pra dentro. "O pior já passou, agora vai doer igual quando eu meter mais ou tirar". Eu pedia aos gritos pra ela meter, mas doía pra caralho. Cada milímetro que entrava, por mais devagar que fosse, me deixava com os dentes apertados e os olhos lacrimejando. Ela, enquanto metia, deixava cair cuspe pra continuar lubrificando minha raba.
Quando finalmente entrou toda, ela disse: "Agora tem que tirar". Eu já não conseguia falar, só balançava a cabeça. Ela tirou não muito devagar e doeu de novo, e meteu devagar outra vez, dessa vez doeu menos. Ao mesmo tempo, sentia uma sensação incrível na minha rola, que parecia que ia explodir. qualquer hora.
- Aí doeu menos
- Sim. Falei com a pica dentro
- E assim você gosta mais?
- Amo a sensação
- Bom, mas eu amo quando dói!
Não termino de falar isso, solto meus braços, caio de cara no sofá, e com a bunda bem pra cima, ela me segura pela cintura e começa a bombar com força. Enfiava a pica, bombava forte e depois tirava pra meter de novo, com um pouco mais de baba. Doía tanto que quase não conseguia falar, eu tava preso e ela não parava de me foder, toda vez que eu pedia pra parar, ela gritava "vira homem! não seja tão putinha" e me dava mais e mais. Eu não conseguia parar de chorar de dor, já não dava pra aproveitar, sentia o cu arrebentado e a única coisa que via, pelo reflexo de um espelho na parede do fundo, era meu cu sendo quase estuprado por uma mulher com uma pica deliciosa mas grande.
Poder ver pelo espelho fez alguma parte tarada em mim sentir satisfação e começar a curtir, apesar de doer tudo. E quando eu começava a gostar da minha submissão, ouvi Fernanda gemer, ela começou a desacelerar, e senti um calorzinho me inundar por dentro. Foi a sensação que mais curti, sentir como enchia de gozo lá dentro, até aquele momento eu invejava as mulheres que gostam de ter a buceta cheia de porra.
E Fernanda não parava de me comer, mas com menos intensidade. Com o cu cheio de gozo, e a quantidade impressionante que ela gozou, em cada estocada final transbordava meu cu e escorria um pouco de porra pelas bolas ou pelas costas. Eu sorria, apesar da dor. Ela gozava e me acariciava as nádegas com gozo, sem parar.
Quando a porra que escorria começou a percorrer minha pica, não aguentei mais e gozei uns jatos, que pela posição foram parar no meu peito, na minha cara e parte no sofá. Ela percebeu, me deixou cair, e deitados no sofá, começou a chupar o que restava de gozo pelo meu corpo todo e a compartilhar em cada beijo que a gente dava.
Depois ela Parou, se virou como se nada tivesse acontecido e pegou a carteira da bolsa.
— Aqui, te deixo 1500 pelas fotos... e mais 500 porque nunca tinha comido um cu virgem. E o seu foi uma delícia, hahaha.
Eu só concordei com a cabeça e sorri. Ela arrumou um pouco o cabelo, ajeitou os peitos, pendurou a bolsa e se aproximou.
— Depois você me manda as fotos? Hum, melhor, venho buscar outro dia.
Ela piscou o olho, me beijou e foi embora.
Lá estava eu, largado num sofá, com o cu arrombado e cheio de porra pra todo lado, sem vontade de levantar, mas esperando o dia em que ela voltasse pra buscar as fotos.
13 comentários - Trans Fusion de Leche (cont.)