Sábado de vírgenes por la noche (Relato)

Antes de voltar pra prostituição, cheguei naquele ponto em que não sabia o que fazer da minha vida. Já tinha terminado a faculdade e só faltava esperar o diploma. No final do curso, meu grupo decidiu fazer uma festa pra celebrar o fim da nossa estadia na escola (embora eu só tenha ficado um ano). Naquela noite, eu não ia sair com ninguém, então resolvi ir. A festa foi na zona sul de São Paulo, numa casa grande com piscina. Decidi vestir um vestido longo azul e, por baixo, um biquíni. Com a ajuda de um pano, escondi minha rola por precaução.

Cheguei no local com uma amiga minha. Quando entrei, percebi que a festa era enorme, parecia que tinha gente de todo canto, porque a notícia tinha vazado. A noite foi épica. O grupo de formandos era o centro das atenções e a gente se divertiu na piscina, com bebida e brincadeiras aquáticas. Teve vários caras tentando me levar pra cama, mas eu já tinha minha presa definida, era só questão de esperar.

E não, não era um homem, era uma mina. Cabelo loiro e um corpo exuberante, peitos de bom tamanho e uma bunda digna de uma boa pirocada. Os olhos dela eram azuis, usava um vestido roxo curto com meia-calça preta, sapatilhas e óculos. Resumindo, eu tava afim de tudo. Sempre falo das minhas experiências com homens, por isso hoje conto isso, porque também já fiquei com mulheres lindas. No meio da festa, me aproximei dela e convidei ela pra ficar com a gente na piscina. Usei como desculpa o fato de que ela não tinha biquíni e convenci ela a entrar de roupa íntima. Todo mundo tava de olho nela quando ela fez isso. Ela tirou o vestido devagar e deixou ver um sutiã vermelho e uma calcinha fio dental preta. A bunda dela transbordava o tecido. Claro que minha rola tava reagindo, mas consegui me controlar.

Puxei papo com ela. A mina tinha 18 anos, uma novinha. Era amiga do dono da casa e tava pensando em fazer o mesmo curso que eu. Tratei de encher ela de bebida. Um amigo dela... Ele se aproximou e nós três nos divertimos muito. Quando os dois estavam bêbados, convenci eles a subirem pro quarto. Minha amiga me disse pra usar camisinha e aproveitar. Tranquei o quarto, ela entrou no banheiro pra se secar, eu a prendi lá dentro e comecei. Precisava me livrar do cara, então dei mais bebida pra ele até ele apagar. Tirei a roupa dele e comi ele. Coloquei a camisinha e meti umas duas vezes. Ele tentou gritar, mas tava tão bêbado que nem percebeu o que rolou. Gozei umas vezes, vesti o biquíni de novo e ele não seria mais problema.

Procurei a mina no banheiro. Ela tava quase dormindo num banco que tinha lá. Ela tava consciente, não tão ruim quanto o amigo.

— Ei, acorda, dorminhoca. Quero jogar um jogo.
— Que jogo?
— É simples. Com um baralho. Par eu proponho um desafio, ímpar você propõe.
— Valeu.

Saímos do quarto e ela viu o amigo, mas não falou nada. Sentamos na cama e começamos o desafio. Ela tirou primeiro e me desafiou a beber da garrafa. A próxima carta também foi ímpar e ela me fez beber ainda mais. Quando chegou minha vez, fiz rápido e simples: pedi um beijo. Ela ficou vermelha e meio estranha. O calor tava deixando ela com tesão e aquele desafio mexia com ela.

Fomos nos aproximando devagar. Senti a respiração dela no meu rosto e, quando nossos lábios se encontraram, enfiei minha língua. Ela correspondeu e se jogou em cima de mim. Me deixei levar e caímos de costas na cama. Ela tava por cima, com as pernas enrolando minha cintura. A mão dela segurava a minha enquanto a outra tocava um dos meus peitos. Ela tava tão bêbada que deixou escapar um pouco de saliva nos meus lábios.

— Desculpa.
— Relaxa, amor.
— Nunca tinha ficado com uma mina assim antes. Gostei de te beijar, foi lindo. Você é lésbica?
— Um pouco dos dois. Mas você me deixa louca... Quer... quer transar?
— Não sei. Sou virgem e não sei o que fazer com uma garota. A gente usa um vibrador ou algo assim?
— Nada disso, bebê. Deixa que eu faço tudo. porque vou te contar um segredinho, digamos que eu tenho um bom consolo de carne e osso.
- Ah! Você é uma transexual?
- Sim, te incomoda, mami?
- Não, de jeito nenhum... acho que não.

Dei mais um beijo nela, enquanto minhas mãos tiravam a calcinha dela. Na hora vi: uma buceta rosada, com um pouco de pelo pubiano, mas virgem. Ela ficou toda vermelha, a vergonha tomou conta, escondia o rosto enquanto eu admirava aquele pedaço de mulher. Tirei o sutiã dela e deixei ela como veio ao mundo. Tirei meu biquíni e liberei meu pau. Aproximei ela da minha boca e guiei pra ela me fazer um boquete. Ela fez bem, e gozei na boca dela. Ela cuspiu o leite, eu ri e ela riu também.

Comecei a lamber os mamilos dela e, com beijinhos, desci pela barriga até chegar na buceta dela. Comecei beijando as coxas e depois lambi. As cócegas fizeram ela se contorcer. Enfiei minha língua e comecei a fazer um oral. Ouvi ela gemer e pedir pra eu parar, mas não parei até ela gozar. Guardei os fluidos dela na minha boca e dei um beijo nela, deixando tudo escorrer. "Engole", falei.

Ela virou de barriga pra cima, abriu as pernas e apertou os lábios. Eu, por minha vez, coloquei meu pau na buceta dela, só a pontinha. Comecei a empurrar devagar. Quanto mais entrava, menos gritos de dor e mais de prazer. Percebi umas gotinhas de sangue, mas não parei. Empurrei a bunda e, quando senti que já não estava tão apertada, aumentei a velocidade.

Trocamos de posição umas três vezes. Passamos do clássico cachorrinho pra missionária e, no final, terminei de barriga pra cima e ela fazendo todo o trabalho. Ela continuou assim até eu gozar, deixei sair meu leite dentro dela. No dia seguinte, ela estava abraçada em mim, já acordada.

- Que horas você acordou?
- Faz uns minutos.
- Ah, entendi... desculpa se fui muito bruta.
- Eu gostei.
- Eu também, love.
- Posso perguntar uma coisa?
- Claro, chiquita — beijei ela.
- Você tem namorado ou namorada?
- Não.
- Ah... Andy...
- Fala.
- Quer sair comigo? Sei que parece idiota, a gente mal se conheceu. Ontem a gente transou, mas eu gosto de você de verdade.
—Hahaha, tá bom, mas com uma condição: você vai ser só minha.

Ela se jogou em cima de mim, a gente se beijou e transou de novo. Naquela noite conheci a Joanna, minha atual colega de apartamento e com quem tive um relacionamento pelo resto de 2014. Juntas tivemos boas experiências, especialmente uma com o tio dela, mas essa, essa é outra história.

Tchau, beijos pra todo mundo.

4 comentários - Sábado de vírgenes por la noche (Relato)

Bonito relato. Va punto. Pero caramba ¿sin condón? ¿quieres ser padre? jajjjajaj