Um dia, por causa do feriado, meus pais viajaram pra visitar meus avós maternos e iam ficar fora uns 3 ou 4 dias.
Eu decidi ficar em casa, porque visitar meus avós me entedia. No primeiro dia fiquei de boa, vi uns filmes. No segundo dia, chamei uns amigos e fizemos uma resenha. No terceiro dia, meus pais ligaram e disseram que iam ficar mais 2 dias fora.
No terceiro dia, tava tão entediado que, vendo TV, vi umas gostosas de biquíni e bateu uma vontade de comer alguém. Então comecei a procurar números de putas na internet, e de repente vi um anúncio tão bom de uma mina que tinha um corpo perfeito. Era toda mulher, mas na descrição dizia transexual (na minha cabeça, pensei que se eu metesse nela, não ia dar nada). Liguei e marquei de ela vir na minha casa. Depois de uns 20 minutos, ela chegou com um vestidinho justinho branco, com um decote impressionante. Convidei ela pra entrar, ela me pegou pela mão e me fez entrar tão rápido que quase não consegui fechar a porta. Ela me sentou no sofá e sentou de frente pra mim, no meu colo. Disse: — Oi, meu nome é Angie, e o seu? — Eu respondi: — Fernando. — Ela sorriu por um momento, disse: — Prazer — e começou a me beijar de um jeito muito apaixonado. Mesmo sendo uma transexual, a voz dela era muito feminina e ela parecia igual.
De repente, ela parou de me beijar, mexeu a bundinha dela no meu pau e disse: — Mmmm, tá endurecendo. — Levantou e foi pro banheiro. Demorou uns minutos, mas quando saiu, tinha vestido uma fantasia sexy de coelhinha, com orelhas, meia-calça preta e tudo mais. Mesmo com um vestido tão pequenininho, não dava pra ver o volume dela, tanto que esqueci que era uma transexual. Ela se aproximou e disse: — Agora sim, vamos pro quarto. — Me pegou pela mão e me levou pro quarto. Tirou toda a minha roupa e começou a chupar meu pau. Ela chupava como uma deusa, me fazendo gozar rápido, mas quando sentia que eu ia gozar, parava, me olhava sorrindo e dizia: — A diversão ainda não começou. — Depois disso, ela tirou a fantasia de coelhinha e mostrou os Peitos enormes, suculentos e redondos, ela ficou com as orelhas de coelho e uma calcinha fio-dental preta bem fina que agora mostrava um volume querendo sair. Ela sentou de novo no meu colo e me fez chupar os peitos dela, fiz isso por vários minutos enquanto pegava na bunda macia dela, mas de repente senti que o pau dela estava duro e por algum motivo não dei importância.
Então continuamos, ela se levantou, virou de costas e abaixou a calcinha, mostrando a bundinha. Mas quando se virou de novo, lá estava o pênis dela totalmente ereto. Levantei da cama e ela tirou da bolsa um vidrinho de lubrificante, passou no meu pau todo, masturbando um pouco. Depois subimos na cama, ela de quatro e eu atrás. Ela disse: — Coloca devagar — e foi o que fiz. No começo foi meio complicado e apertado, mas aos poucos a bunda gostosa dela foi relaxando e comecei a meter mais rápido. Ela começou a gemer tão alto, pedindo para eu não parar.
Depois ela se levantou, me deitou na cama e começou a cavalgar em mim. A gente transou de um jeito tão gostoso e selvagem que ainda lembro. Antes de gozar, ela saiu de cima de mim e fez um espanhol com os peitos deliciosos dela, e eu gozei nela. Ela estava tão excitada que lambeu tudo. Quando terminou, levantou e foi para o banheiro lavar os peitos. Quando voltou, me perguntou se eu tinha gostado. Eu disse que sim, mas que o pau dela me deixava intrigado. — Quer tocar? — Não sei por que fiz aquilo, mas falei: — Sim — Então comecei a tocar e masturbar um pouco até ele ficar meio duro. Ela pegou minha cabeça e me fez chupar. Tão estranho que até gostei. Chupei até ela gozar na minha cara.
Ela sorriu, se vestiu, pediu para eu pagar e disse para ligar logo.
Eu decidi ficar em casa, porque visitar meus avós me entedia. No primeiro dia fiquei de boa, vi uns filmes. No segundo dia, chamei uns amigos e fizemos uma resenha. No terceiro dia, meus pais ligaram e disseram que iam ficar mais 2 dias fora.
No terceiro dia, tava tão entediado que, vendo TV, vi umas gostosas de biquíni e bateu uma vontade de comer alguém. Então comecei a procurar números de putas na internet, e de repente vi um anúncio tão bom de uma mina que tinha um corpo perfeito. Era toda mulher, mas na descrição dizia transexual (na minha cabeça, pensei que se eu metesse nela, não ia dar nada). Liguei e marquei de ela vir na minha casa. Depois de uns 20 minutos, ela chegou com um vestidinho justinho branco, com um decote impressionante. Convidei ela pra entrar, ela me pegou pela mão e me fez entrar tão rápido que quase não consegui fechar a porta. Ela me sentou no sofá e sentou de frente pra mim, no meu colo. Disse: — Oi, meu nome é Angie, e o seu? — Eu respondi: — Fernando. — Ela sorriu por um momento, disse: — Prazer — e começou a me beijar de um jeito muito apaixonado. Mesmo sendo uma transexual, a voz dela era muito feminina e ela parecia igual.
De repente, ela parou de me beijar, mexeu a bundinha dela no meu pau e disse: — Mmmm, tá endurecendo. — Levantou e foi pro banheiro. Demorou uns minutos, mas quando saiu, tinha vestido uma fantasia sexy de coelhinha, com orelhas, meia-calça preta e tudo mais. Mesmo com um vestido tão pequenininho, não dava pra ver o volume dela, tanto que esqueci que era uma transexual. Ela se aproximou e disse: — Agora sim, vamos pro quarto. — Me pegou pela mão e me levou pro quarto. Tirou toda a minha roupa e começou a chupar meu pau. Ela chupava como uma deusa, me fazendo gozar rápido, mas quando sentia que eu ia gozar, parava, me olhava sorrindo e dizia: — A diversão ainda não começou. — Depois disso, ela tirou a fantasia de coelhinha e mostrou os Peitos enormes, suculentos e redondos, ela ficou com as orelhas de coelho e uma calcinha fio-dental preta bem fina que agora mostrava um volume querendo sair. Ela sentou de novo no meu colo e me fez chupar os peitos dela, fiz isso por vários minutos enquanto pegava na bunda macia dela, mas de repente senti que o pau dela estava duro e por algum motivo não dei importância.
Então continuamos, ela se levantou, virou de costas e abaixou a calcinha, mostrando a bundinha. Mas quando se virou de novo, lá estava o pênis dela totalmente ereto. Levantei da cama e ela tirou da bolsa um vidrinho de lubrificante, passou no meu pau todo, masturbando um pouco. Depois subimos na cama, ela de quatro e eu atrás. Ela disse: — Coloca devagar — e foi o que fiz. No começo foi meio complicado e apertado, mas aos poucos a bunda gostosa dela foi relaxando e comecei a meter mais rápido. Ela começou a gemer tão alto, pedindo para eu não parar.
Depois ela se levantou, me deitou na cama e começou a cavalgar em mim. A gente transou de um jeito tão gostoso e selvagem que ainda lembro. Antes de gozar, ela saiu de cima de mim e fez um espanhol com os peitos deliciosos dela, e eu gozei nela. Ela estava tão excitada que lambeu tudo. Quando terminou, levantou e foi para o banheiro lavar os peitos. Quando voltou, me perguntou se eu tinha gostado. Eu disse que sim, mas que o pau dela me deixava intrigado. — Quer tocar? — Não sei por que fiz aquilo, mas falei: — Sim — Então comecei a tocar e masturbar um pouco até ele ficar meio duro. Ela pegou minha cabeça e me fez chupar. Tão estranho que até gostei. Chupei até ela gozar na minha cara.
Ela sorriu, se vestiu, pediu para eu pagar e disse para ligar logo.
5 comentários - como matar el aburrimiento con una transexual