Já fazia tempo que a ideia de experimentar uma rola ficava na minha cabeça, mas eu não tinha coragem. Sonhava há tempos em ter uma experiência com uma trans, mas sempre acabava recuando. Mas como a tesão só aumentava, um dia, estando na capital a trabalho, peguei o jornal local e fui direto para a seção de contatos. Lá encontrei o anúncio de uma garota trans que, pela foto, parecia estar muito bem. Liguei para o telefone dela e fui atendido muito corretamente; ela me contou que era completa e que se chamava Cristina. Disse quais eram seus honorários e me indicou onde ficava, por sinal, perto de onde eu estava. Então, em uns 20 minutos, me plantei no lugar: era uma casinha térrea, bati e a porta foi aberta por uma garota trans, morena de cabelo longo, não muito alta e com curvas boas. Ela me convidou a entrar, me fez subir para o quarto, bem arrumado e limpo. Pediu que eu pagasse o combinado e me despisse, que ela voltava num instante. Aqueles minutos pareceram uma eternidade, mas finalmente ela entrou. Perguntou se eu estava nervoso – óbvio que sim! Eu estava pelado, deitado de barriga para cima. Ela usava um vestido curto que tirou na hora, ficando só numa calcinha fio dental preta. Tinha uns peitões. Deitou ao meu lado e começou a acariciar minha rola, que aos poucos foi respondendo e ficando dura. Suas mãos passaram para minhas bolas e para minha bunda, onde ela se distraiu um pouco mais. De repente, ela se levantou e começou a chupar meu pau, primeiro suavemente e depois cada vez mais forte. A verdade é que eu estava gostando muito. Ela pediu que eu levantasse uma perna, que adorava meu cuzinho e queria chupá-lo. E assim começou a lamber minha bunda – era um prazer incrível, poderia ficar o dia todo assim. Voltou para meu pau, e então eu pedi que queria experimentar o dela. Ela se levantou, tirou a calcinha e, pela primeira vez, pude apreciar sua rola, bem depilada, de tamanho médio e muito apetitosa. Deitou de costas e eu me joguei para chupar seu tesouro. Tinha um sabor delicioso. O tamanho dele me permitia enfiar tudo na boca. Chupava de baixo pra cima, e também as bolas. Com a língua, sentia a cabeça, as veias, podia sentir o cheiro... era fantástico. Depois de um tempo, ele disse pra parar que ia gozar, eu disse que se quisesse gozar não tinha problema, mas ele primeiro queria me penetrar. Finalmente tinha chegado a hora de perder minha virgindade! Ele me colocou de bruços, com uma perna dobrada e começou a massagear minha bundinha. Senti que ele passou algo na minha bunda e acariciou com os dedos, dilatando e me dando um prazer incrível. Ele colocou uma camisinha e comecei a sentir o pau dele apertando meu buraco. Relaxa!, ele disse e continuou empurrando suavemente. O pau dele foi entrando sem parar, no início com um pouco de dor, mas rapidamente virou prazer. Em um momento, ele disse que já tinha enfiado tudo e me perguntou como estava sentindo. Eu disse que estava fantástico e nessa hora ele começou a meter mais forte. Sentia o corpo dele em cima de mim, as bolas na minha bunda e a respiração no meu pescoço, que ele mordia com paixão. O próximo passo foi me foder de quatro, cada vez com mais força. Ele pediu pra eu me virar e levantar as pernas e me penetrou de novo. Eu estava no céu. Ele começou a me beijar com paixão, nossas línguas se enroscando loucamente. Chupo os peitos dele. Queria tudo dele. Nessa hora, ele começou a gozar dentro de mim enquanto me beijava. Senti o calorzinho do gozo dele dentro de mim. Descansamos alguns segundos e ele disse que era minha vez de penetrar. Ele ficou de quatro, eu coloquei a camisinha e, quente como nunca, comecei a empurrar. O cu dele era apertado e ele contraía pra eu sentir mais. Com a mão, agarrei o pau dele e assim fui metendo até gozar como nunca, sentindo ele apertar meu pau, e finalmente fiquei exausto em cima dele. Acabamos deitados na cama, nos abraçando e nos beijando como dois namorados, até baterem na porta – o tempo tinha acabado. Foi uma experiência muito prazerosa que, sem dúvida, repetiria. repetir.
Espero que tenham gostado.
Abraços
4 comentários - Mi primera vez con una trans. Relato