Durante o verão, minhas férias foram, principalmente, quentes. Passava as tardes deitada no meu sofá ou me masturbando na banheira, jogava videogame até o amanhecer e dormia quase o dia inteiro. Dormia pelada, com meu pau pra fora e o vibrador ligado, acordava com os lençóis manchados de porra.
Na última semana de julho, acordei com vontade de sentir um pau de verdade, então me vesti, saí lá pelas 6 da tarde. Coloquei uma minissaia e uma blusa decotada, uns tênis confortáveis. Os hormônios já estavam fazendo efeito, então minha figura podia passar pela de uma garota, só que por baixo da calcinha escondia um pau que adorava ser apalpado por mãos alheias.
Como de costume, fui pra umas cabines, aluguei uma e me preparei pra me masturbar com meu dildo até não aguentar mais. Tinha alugado um filme, onde um cara comia uma transsexual como eu, metia no cu dela com um vigor que me fez desejar ter ele naquela cabine. E, surpresa, um cara tava me espiando por um buraco na cabine. Dava pra ver o olho dele pelo buraco, dava pra ouvir ele se masturbando com força. Isso me deixou ainda mais excitada. Deixei ele observar enquanto eu enfiava o consolador inteiro no meu cu. — Olha essa puta fazendo mágica, vou fazer ele sumir no meu cu — falei, e fiz. E não acredito, até aquele momento, nunca tinha conseguido enfiar completamente aquele dildo de 30 centímetros de comprimento por 8 de largura na base. Senti meu cu se abrir como nunca, mas lá estava eu, puta, me exibindo pra um estranho que batia punheta cada vez mais rápido, ofegava. Eu me sentava até o talo. — Tá gostando do show? — perguntava. — Tá gostando da raba dessa gostosa? — Porra, lembro do que eu falava e não consigo parar de rir. Realmente me comportei como uma puta sem escrúpulos, mas não reclamo, afinal, SOU A MELHOR PUTA SEM ESCRÚPULOS e curto isso. Dava pra ouvir quando ele gozou, foi curioso ele gozar na mesma hora que eu. que eu, foi abundante, apesar de ter gozado várias vezes durante a madrugada, ouvi até perceber que ele tinha se movido de lugar e agora estava na frente da porta, bati e deixei ele entrar, mas ele não passou, não me comeu, não faria isso depois de ver meu enorme e grosso pau ainda escorrendo porra da ponta, lembro com diversão da cara dele e do que ele gritou —você é um puta homem, que nojo!— às vezes me masturbo lembrando daquele dia e das palavras dele.
Mensagem da autora.
Para quem curte meus contos e espera as continuações, peço desculpas se demoram, às vezes as histórias travam, e não quero entregar contos com péssima qualidade, meu desejo é que vocês curtam e, se der, dediquem uma punheta de mão trocada :3 bom, vou me despedir e esperem a continuação de Sou sua escrava, já tá quase pronta, beijos
Na última semana de julho, acordei com vontade de sentir um pau de verdade, então me vesti, saí lá pelas 6 da tarde. Coloquei uma minissaia e uma blusa decotada, uns tênis confortáveis. Os hormônios já estavam fazendo efeito, então minha figura podia passar pela de uma garota, só que por baixo da calcinha escondia um pau que adorava ser apalpado por mãos alheias.
Como de costume, fui pra umas cabines, aluguei uma e me preparei pra me masturbar com meu dildo até não aguentar mais. Tinha alugado um filme, onde um cara comia uma transsexual como eu, metia no cu dela com um vigor que me fez desejar ter ele naquela cabine. E, surpresa, um cara tava me espiando por um buraco na cabine. Dava pra ver o olho dele pelo buraco, dava pra ouvir ele se masturbando com força. Isso me deixou ainda mais excitada. Deixei ele observar enquanto eu enfiava o consolador inteiro no meu cu. — Olha essa puta fazendo mágica, vou fazer ele sumir no meu cu — falei, e fiz. E não acredito, até aquele momento, nunca tinha conseguido enfiar completamente aquele dildo de 30 centímetros de comprimento por 8 de largura na base. Senti meu cu se abrir como nunca, mas lá estava eu, puta, me exibindo pra um estranho que batia punheta cada vez mais rápido, ofegava. Eu me sentava até o talo. — Tá gostando do show? — perguntava. — Tá gostando da raba dessa gostosa? — Porra, lembro do que eu falava e não consigo parar de rir. Realmente me comportei como uma puta sem escrúpulos, mas não reclamo, afinal, SOU A MELHOR PUTA SEM ESCRÚPULOS e curto isso. Dava pra ouvir quando ele gozou, foi curioso ele gozar na mesma hora que eu. que eu, foi abundante, apesar de ter gozado várias vezes durante a madrugada, ouvi até perceber que ele tinha se movido de lugar e agora estava na frente da porta, bati e deixei ele entrar, mas ele não passou, não me comeu, não faria isso depois de ver meu enorme e grosso pau ainda escorrendo porra da ponta, lembro com diversão da cara dele e do que ele gritou —você é um puta homem, que nojo!— às vezes me masturbo lembrando daquele dia e das palavras dele.
Mensagem da autora.
Para quem curte meus contos e espera as continuações, peço desculpas se demoram, às vezes as histórias travam, e não quero entregar contos com péssima qualidade, meu desejo é que vocês curtam e, se der, dediquem uma punheta de mão trocada :3 bom, vou me despedir e esperem a continuação de Sou sua escrava, já tá quase pronta, beijos
2 comentários - Relatos Cross: Exhibición Trans
🙂