Um dia espetacular deste verão eu estava conversando com minha vizinha. O assunto era que o marido dela dirigia mal e eu tinha uma autoescola onde poderia fazer ele aprender a dirigir e liberar ela de ficar ao volante o dia todo.
Ela perguntou se eu poderia colaborar dando umas aulas de direção pra ele.
Bom, eu tentaria, mas ele é muito tranquilo, então pensei que seria uma boa maneira de conhecê-lo (na verdade, sendo transexual no bairro, me dou bem com todo mundo e não me sinto discriminada), então rolou a seguinte conversa:
— "Sim, seria ótimo. Qual é o melhor horário pra ele ter umas aulas?", perguntei.
— "Ele tá em casa agora. Vou perguntar, talvez você e ele tenham tempo agora, que tal?"
— "Se eu não tô fazendo nada. Fala com ele e a gente sai agora."
Daí a pouco ela veio, ele se apresentou e eu perguntei se ele já tinha dirigido antes.
— "Sim", ele disse, então entreguei as chaves e fomos embora.
A direção dele não era lá essas coisas e eu precisei ajudá-lo a ficar um pouco mais calmo. Dirigimos por um tempo e conversávamos sobre o jeito dele dirigir, e eu perguntava sobre o que ele faz e pedia pra prestar atenção no que eu apontava que ele fazia errado. Ele continuava tranquilo, sempre falando bem e de maneira respeitosa.
Ele ficava olhando minhas pernas o tempo todo enquanto conversávamos. "Suas pernas são muito macias, não têm pelos", ele disse.
"Nunca gostei de ter pernas peludas, então me depilo", respondi.
"Posso tocar?", ele perguntou.
Pensei que era estranho, mas falei comigo mesma: esse cara é legal e não vai fazer mal nenhum. "Sim, falei, por que não?"
Ele começou a tocar minhas pernas suavemente e depois começou a acariciar minha perna direita, movendo a mão pra cima e pra baixo. Coloquei minha mão sobre a dele e disse:
— "Talvez a gente devesse focar em aprender a dirigir de novo, agora."
Ele não se mexeu do lado dele, e então começou a subir a mão pela perna, por cima do meu short.
— "O que você tá fazendo?", perguntei.
"Eu pude ver que seu... Cordialidade era excitação", respondi.
—"Quero ver a maciez do teu corpo"
Então ele sentiu minha tanga e os olhos dele se arregalaram.
—"Sinto, são aquelas tangas de renda, né?", disse. "Posso ver?"
—"Não", respondi e coloquei minha mão sobre a dele pra tentar impedir que fosse mais longe.
Ele se inclinou e me beijou na boca. Tentei me afastar, mas tava me encontrando num clima tão quente...! Aí, ele começa a puxar meu shorts pra baixo e eu percebo que tô deixando ele fazer isso, e começo a devolver o beijo, uso minha língua e a resposta dele foi na hora.
Eu empurrei ele, e ele se inclina pra trás e olha pra minha tanga de renda vermelha linda e começa a tentar puxar meu shorts pra baixo pra ter uma visão melhor, mas o cinto de segurança tá impedindo meu shorts de sair. Ele percebe isso, tira o cinto dele e o meu. Agora, eu me vejo levantando a bunda no ar pra ele poder puxar meu shorts pra baixo. Ele tira tudo, até o fim, descendo até os meus pés. Falei:
—"Não podemos fazer nada aqui. É uma via pública e tá cheio de casa em volta."
—"Conheço um lugar", ele disse.
E aí ligou o carro e dirigiu até uma estrada rural, parando num bosque de descanso na beira da estrada. A gente se pelou e a primeira coisa que ele faz é beijar meu pau através da minha calcinha, e ele tá deixando tudo muito difícil pra mim agora, tô louca de tesão por esse cara.
—"Posso continuar?", ele pergunta.
Eu aceno com a cabeça, já que não consigo falar nada. Ele tira o shorts dele e diz: "Bota o dedo no meu cu enquanto eu te chupo." Eu me inclino... Salivo no dedo e enfio no cu dele. Era lindo sentir a bunda dele tão apertada. Aí ele tira minha meia e revela minhas unhas vermelhas brilhantes.
—"Ah, adoro pés, mas esses são tão sexy com as unhas pintadas."
Ele então me vira no banco dele pra que meus pés fiquem... ao redor dele. Com o pau dele tão duro e orgulhoso, esfrega tudo nos meus pés. Já me sentia meio resignada a fazer um foot job, mas ele fala pra gente descer do carro. Saio do carro e ele vem na minha direção, nós dois pelados. A gente se beija e ele me leva pra frente do carro, me empurra pra trás no capô, se inclina e começa a chupar meu pau de novo. Tava com tanto medo de sermos vistos, mas a pressa era incrível. Ele levanta minhas pernas pra cima e agora eu tô completamente no capô com minha bunda de presente. Sinto a pica dele pressionando contra meu cu e forçando a entrada pra me empalar. Ele empurra devagar todo o comprimento e começa a me comer devagar. Sinto ele pulsando dentro a cada estocada, levanta minhas pernas e começa a beijar meus pés enquanto me fode. Isso tá ficando lindo quando ele entra ainda mais fundo em mim e as estocadas ficam cada vez mais rápidas até ele gozar dentro de mim. Sinto o esperma quente dele no meu cu. Ele tira a pica e fala: "Abaixa e chupa todo meu gozo, vamos, puta, limpa". Tento chupar tudo que sobrou do gozo dele. O sabor era incrível e eu chupava tão forte que pensei que ele ia gozar de novo ali mesmo. Mas aí ele me pega pelos pés e se inclina sobre o capô: "Não me enche o saco, enfia no meu cu, bem forte e agora". Coloco meu pau no cu dele e entro até o fundo, sinto minhas bolas batendo na bunda dele enquanto ele se move, empurrando pra dentro e pra fora num ritmo bom e compassado. Logo eu gozo bem dentro do cu dele, porque tava morrendo de vontade. Felizmente, tinha uns panos no meu carro e a gente se limpou e depois voltou pra casa. "Mesmo horário amanhã de novo?", ele perguntou. "Sim, mesma hora", falei cheio de vontade.
Ela perguntou se eu poderia colaborar dando umas aulas de direção pra ele.
Bom, eu tentaria, mas ele é muito tranquilo, então pensei que seria uma boa maneira de conhecê-lo (na verdade, sendo transexual no bairro, me dou bem com todo mundo e não me sinto discriminada), então rolou a seguinte conversa:
— "Sim, seria ótimo. Qual é o melhor horário pra ele ter umas aulas?", perguntei.
— "Ele tá em casa agora. Vou perguntar, talvez você e ele tenham tempo agora, que tal?"
— "Se eu não tô fazendo nada. Fala com ele e a gente sai agora."
Daí a pouco ela veio, ele se apresentou e eu perguntei se ele já tinha dirigido antes.
— "Sim", ele disse, então entreguei as chaves e fomos embora.
A direção dele não era lá essas coisas e eu precisei ajudá-lo a ficar um pouco mais calmo. Dirigimos por um tempo e conversávamos sobre o jeito dele dirigir, e eu perguntava sobre o que ele faz e pedia pra prestar atenção no que eu apontava que ele fazia errado. Ele continuava tranquilo, sempre falando bem e de maneira respeitosa.
Ele ficava olhando minhas pernas o tempo todo enquanto conversávamos. "Suas pernas são muito macias, não têm pelos", ele disse.
"Nunca gostei de ter pernas peludas, então me depilo", respondi.
"Posso tocar?", ele perguntou.
Pensei que era estranho, mas falei comigo mesma: esse cara é legal e não vai fazer mal nenhum. "Sim, falei, por que não?"
Ele começou a tocar minhas pernas suavemente e depois começou a acariciar minha perna direita, movendo a mão pra cima e pra baixo. Coloquei minha mão sobre a dele e disse:
— "Talvez a gente devesse focar em aprender a dirigir de novo, agora."
Ele não se mexeu do lado dele, e então começou a subir a mão pela perna, por cima do meu short.
— "O que você tá fazendo?", perguntei.
"Eu pude ver que seu... Cordialidade era excitação", respondi.
—"Quero ver a maciez do teu corpo"
Então ele sentiu minha tanga e os olhos dele se arregalaram.
—"Sinto, são aquelas tangas de renda, né?", disse. "Posso ver?"
—"Não", respondi e coloquei minha mão sobre a dele pra tentar impedir que fosse mais longe.
Ele se inclinou e me beijou na boca. Tentei me afastar, mas tava me encontrando num clima tão quente...! Aí, ele começa a puxar meu shorts pra baixo e eu percebo que tô deixando ele fazer isso, e começo a devolver o beijo, uso minha língua e a resposta dele foi na hora.
Eu empurrei ele, e ele se inclina pra trás e olha pra minha tanga de renda vermelha linda e começa a tentar puxar meu shorts pra baixo pra ter uma visão melhor, mas o cinto de segurança tá impedindo meu shorts de sair. Ele percebe isso, tira o cinto dele e o meu. Agora, eu me vejo levantando a bunda no ar pra ele poder puxar meu shorts pra baixo. Ele tira tudo, até o fim, descendo até os meus pés. Falei:
—"Não podemos fazer nada aqui. É uma via pública e tá cheio de casa em volta."
—"Conheço um lugar", ele disse.
E aí ligou o carro e dirigiu até uma estrada rural, parando num bosque de descanso na beira da estrada. A gente se pelou e a primeira coisa que ele faz é beijar meu pau através da minha calcinha, e ele tá deixando tudo muito difícil pra mim agora, tô louca de tesão por esse cara.
—"Posso continuar?", ele pergunta.
Eu aceno com a cabeça, já que não consigo falar nada. Ele tira o shorts dele e diz: "Bota o dedo no meu cu enquanto eu te chupo." Eu me inclino... Salivo no dedo e enfio no cu dele. Era lindo sentir a bunda dele tão apertada. Aí ele tira minha meia e revela minhas unhas vermelhas brilhantes.
—"Ah, adoro pés, mas esses são tão sexy com as unhas pintadas."
Ele então me vira no banco dele pra que meus pés fiquem... ao redor dele. Com o pau dele tão duro e orgulhoso, esfrega tudo nos meus pés. Já me sentia meio resignada a fazer um foot job, mas ele fala pra gente descer do carro. Saio do carro e ele vem na minha direção, nós dois pelados. A gente se beija e ele me leva pra frente do carro, me empurra pra trás no capô, se inclina e começa a chupar meu pau de novo. Tava com tanto medo de sermos vistos, mas a pressa era incrível. Ele levanta minhas pernas pra cima e agora eu tô completamente no capô com minha bunda de presente. Sinto a pica dele pressionando contra meu cu e forçando a entrada pra me empalar. Ele empurra devagar todo o comprimento e começa a me comer devagar. Sinto ele pulsando dentro a cada estocada, levanta minhas pernas e começa a beijar meus pés enquanto me fode. Isso tá ficando lindo quando ele entra ainda mais fundo em mim e as estocadas ficam cada vez mais rápidas até ele gozar dentro de mim. Sinto o esperma quente dele no meu cu. Ele tira a pica e fala: "Abaixa e chupa todo meu gozo, vamos, puta, limpa". Tento chupar tudo que sobrou do gozo dele. O sabor era incrível e eu chupava tão forte que pensei que ele ia gozar de novo ali mesmo. Mas aí ele me pega pelos pés e se inclina sobre o capô: "Não me enche o saco, enfia no meu cu, bem forte e agora". Coloco meu pau no cu dele e entro até o fundo, sinto minhas bolas batendo na bunda dele enquanto ele se move, empurrando pra dentro e pra fora num ritmo bom e compassado. Logo eu gozo bem dentro do cu dele, porque tava morrendo de vontade. Felizmente, tinha uns panos no meu carro e a gente se limpou e depois voltou pra casa. "Mesmo horário amanhã de novo?", ele perguntou. "Sim, mesma hora", falei cheio de vontade.
4 comentários - Lecciones de manejo