Oi! Sou a Caro e quero contar pra vocês uma história muito especial. Tão especial que foi ela que fez minha vida dar uma virada de 180°. Tão especial que me descobri de verdade e conheci lados meus que nunca imaginei. Nunca acreditei que um simples ato (bom, talvez não tão simples assim) fosse mudar minha vida em vários aspectos, desde o puramente carnal até o mais profundo espiritual.Meu nome é Carolina, tenho 36 anos, mas essa história aconteceu uns cinco anos atrás. Foi um ponto de virada que mudou minha vida quase por completo e, desde então, aprendi a viver intensamente e a aproveitar cada momento que a vida me dá. Naquela época, eu estava namorando e morando junto com o Juan. Ele é três anos mais novo que eu e, naquele momento, fazia mais ou menos um ano que a gente tinha decidido dividir o mesmo teto. A gente se dava super bem — falo no passado porque nos separamos há alguns meses. O Juan é uma pessoa que tá sempre de bom humor, super otimista e muito sociável. É daqueles que adora fazer amizades novas e, quando faz, compartilha tudo, abre as portas de casa e faz os amigos e amigas se sentirem na deles. Essas qualidades, entre outras, foram o que me conquistaram. O Juan era o homem ideal. Além do físico, que pra falar a verdade nunca foi algo que me balançasse muito, o Juan é o tipo de pessoa que seduz só de olhar pra você ou com um simples gesto, até sem precisar dizer uma palavra — ele tem o charme irresistível de um sedutor nato. Muita coisa aconteceu durante nosso relacionamento que foi desgastando e levou a gente a decidir nos separar, mas eu ainda penso nele, ainda quero ele, e quem sabe um dia...
Lembro que tudo começou numa quinta-feira.
Aquela quinta foi igual às outras. Naquela quinta, a gente tinha decidido ir ao teatro. Já na terça eu convidei ele e ele topou na hora, sem se importar com o que a gente fosse ver. Ele nunca foi fã de teatro e eu não queria fazer ele sofrer, então procurei algo que não fosse um saco. Escolhi uma peça com bons atores e um pouco de humor. Sabia que algo assim ia agradar ele e que ia me render pontos pra uma próxima ida ao teatro. A peça começava cedo, às 20h, então eu tava esperando ele ansiosa porque não queria chegar atrasada. Já eram 18:30 e o Juan não dava sinal. de vida. Já tinha ligado duas vezes pro celular dele, mas ele não atendeu. Eu já estava vestida. Escolhi um vestido preto com detalhes de pedras pretas brilhantes que deixavam ele bem elegante. Era bem justo e marcava minha silhueta. Naquela época, eu tinha um corpo normal, talvez uns quilinhos a menos que, segundo o Juan, não me caíam muito bem. Eu sabia que não era verdade, ele sempre preferiu as mais gordinhas. O vestido era tão apertado que não dava pra usar sutiã direito, e eu só coloquei uma calcinha fio-dental preta minúscula por baixo. Completei com alguns acessórios, uns brincos e uma correntinha, a bolsa preta e uns sapatos que eram um sonho. Não resisti a usar esses sapatos, mesmo sendo a primeira vez naquela noite. Sabia que ia me fazer ver estrelas, mas tava tão animada com o passeio que não quis perder a chance de estreá-los, mesmo com o desconforto. Tava bem impaciente e meu humor já tava mudando. Já tinha tirado os sapatos e andava de um lado pro outro na sala de casa quando ouvi meu celular anunciando uma mensagem de texto chegando.Tô meio atrasado. Não fica brava comigo.O quê, que eu não fique brava? Pouco ia conseguir com essa mensagenzinha. Já eram 18:45. Ele ainda tinha que chegar, se trocar. Ir de carro significava uma viagem de 30 ou 35 minutos contando o trânsito, sem falar no tempo pra estacionar. Merda! Não vamos chegar! pensei. Nisso, ouço a chave na porta. Era ele. Coloquei minha melhor cara de puta. Ele passou rápido pro quarto e de lá gritou:-Desculpa!Eu queria matar ele.Quando tava vindo pra cá, pedi um táxi. Se tocarem a campainha, fala pra ele que a gente já tá descendo.Ele ganhou uns pontos com essa atitude. De táxi, era provável que a gente chegasse. Ganhou uns pontos, mas já tinha perdido muitos outros, e isso não bastava pra compensar minha raiva. O táxi chegou, a gente desceu e ele pediu pro motorista ir o mais rápido possível pra rua Corrientes. A rua Corrientes é bem conhecida por concentrar a maior parte da oferta teatral de Buenos Aires. Chegamos no limite, entramos segundos antes de fecharem as portas pro público. Já sentados nos nossos lugares, eu estava um pouco mais calma.—Tem um chiclete aí?— ele me pergunta enquanto tirava a jaqueta.Sim, manda ver. Tava pensando nisso. Que conexão! Tem de menta?Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Manda o texto aí que eu traduzo na hora.Não te perguntei se você quer. Perguntei se tem um chiclete. Na correria nem comprei e agora que já fecharam as portas não vou poder sair até o intervalo.Desculpa, não posso ajudar com essa tradução.Tá me tirando? Além de ter que sair correndo porque o senhor tá atrasado, ainda tenho que ser seu quiosque ambulante.- Reclamei num tom baixo.¡¡¡Huuu Caro!!! Não vem com essas merdas não. Não sei por que você se estressa tanto. Chegamos bem e aqui estamos, sentados e prontos pra ver essa peça de bosta.Desculpa, não recebi nenhum texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo?Obra de merda?! Pra que caralho você aceitou vir na hora se te incomoda tanto? Se pra você é um sacrifício, eu venho sozinha ou com uma amiga. Não sei por que perco meu tempo com você.A situação tava ficando tensa quando as luzes começaram a diminuir de intensidade. A peça ia começar. Esperamos uns minutos e começamos a perceber que, sutilmente, as luzes iam aumentando. Depois de alguns minutos, a sala quase se iluminou por completo e, dos bastidores, apareceu um dos protagonistas da peça. Não era o ator principal, mas ainda assim era um ator conhecido.-Ô, queridos amigos. Lamento ter que avisar que o show de hoje à noite vai ser cancelado. Nosso querido amigo Antonio (Antonio era o ator principal) passou mal e não vai poder subir no palco hoje. Por favor, compreendam a gente. Reiteramos nossas desculpas e, por favor, passem na bilheteria pra carimbar os ingressos, aí vocês podem usar outra hora. Quem preferir, vai receber o dinheiro de volta. Boa noite. Muito obrigado.A noite tava indo de mal a pior. Primeiro o quase bolo do Juan, depois as corridas, aí a atitude dele me pedindo chiclete (sim, eu sei que exagerei, mas naquele momento o clima não tava pra brincadeira e ele com essas frescuras) e agora isso. Que quinta-feira de merda! pensei. Fomos até a bilheteria pra pedir o dinheiro de volta. Juan insistia pra gente carimbar e usar outro dia, mas eu tava tão puta com tudo que tava rolando que não tinha a menor vontade de tentar ver essa peça de novo. Pra piorar, na nossa frente tinha umas 20 pessoas. Enquanto esperávamos nossa vez, ouço uma discussão atrás da gente.Tanta porra pra eu vir no teatro e no final a peça é cancelada. — Reclamava um cara barbudo bem atrás de mim.Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Manda o texto aí que eu traduzo de boa.Você ainda vai me culpar por isso também, Mario. É o fim da picada! Chega! Não quero mais discutir com você.— respondeu ela, bem irritada, uma mulher jovem, diria que da minha idade.
Ela era magra, um pouco mais alta que eu, com um cabelo bem liso, preto e brilhoso. O que mais me chamou a atenção nela foi a voz rouca e uma franja reta cortada bem acima das sobrancelhas, que aparecia por cima da armação dos óculos grandes. Pelo caixilho de plástico roxo, duvidei muito que esses óculos tivessem grau. Acho que eram mais estéticos. Se era esse o objetivo, cumpria muito bem.Não se preocupa, querida. Na próxima a gente vem junto e se livra desses punheteiros.—falei, me metendo à força na conversa.
Os dois punheteiros ficaram surpresos. Juan nem esperava por aquela e Mario não entendia se eu tava falando com a namorada dele.Valeu!- Ela me olhou com doçura e completou. -Você também passa pelo mesmo que eu?O olhar dela provocou em mim uma reação que me chamou a atenção. O nível de empatia era muito alto. Nossos olhares diziam algo além das palavras. A gente se entendia e compartilhava a mesma sensação que eu intuía.É a última vez que venho ao teatro ou vou a algum lugar que ele não curte. Sempre tenho que aturar a cara de bunda dele e as reclamações idiotas. E ainda hoje cancelam a peça. É foda demais!— respondi.Já que você sabe, por que a gente não faz algo divertido que agrade os quatro?—Disse João. Como que querendo compensar as coisas, apesar da falta de tato dele pra expressar as ideias que passavam pela cabeça dele.Me parece uma boa ideia.-Respondi.Já que nossos planos foram por água abaixo e agora temos tempo livre, que tal irmos jantar? Topam?- perguntei, olhando para o casal atrás de nós.Vai nessa! Show! Me chamo Macarena. O masturbador é...Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Pode mandar o conteúdo?Mario- Respondeu ele, se adiantando.Eu assumo. Hoje eu tenho o título nobre de "masturbador".Desculpa, não consigo processar essa solicitação.O título ela já conquistou faz tempo.— me disse a Macarena no ouvido.Conheço um restaurante interessante aqui perto. Chama...Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Pode mandar o conteúdo?De jeito nenhum. Vamos pra casa. A gente pede umas pizzas por delivery e pronto. Moramos aqui perto, a menos de duas quadras.-Macarena mal tinha terminado de falar que morávamos perto, já tinha pegado na minha mão suavemente e me guiado pela calçada.Vocês fiquem fazendo a Booty, a gente vai preparar tudo.Deixamos os homens fazendo a Booty e fomos andando sem pressa. Era melhor caminhar assim porque os sapatos novos estavam me destruindo. Não tinha percebido antes porque minha putaria fazia com que o incômodo nos meus pés fosse o menor dos meus problemas.Valeu!... hehe, não sei teu nome. Minha mãe sempre falava pra não conversar com estranhos, então não vou falar mais nada até saber como você se chama.Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Manda o texto aí que eu traduzo de boa.Sou a Caro. Sua mãe é muito sabida.Desculpa, mas não tem texto em espanhol pra traduzir. Pode mandar o conteúdo que você quer traduzir?Velha decrépita. Ainda bem que bateu as botas faz tempo. Valeu, Caro. Tava com vontade de matar alguém e esse alguém ia ser o Mario se tu não aparecesse.Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Pode mandar o conteúdo?Espero que agora não queira me matar!
—Não! Pelo menos não do mesmo jeito...Um silêncio se fez e então as duas rimos. Batemos um papo sobre a suspensão da peça e sobre nossos gostos em teatro. A gente se identificava nos gostos e em certas situações. Curtíamos um teatro de qualidade e tínhamos parceiros que não curtiam e que não conseguiam disfarçar. Quando nos demos conta, já tínhamos chegado na entrada do prédio. Era um prédio meio antigo e baixo, já que os apartamentos eram todos tipo PH. Ela abriu a porta de ferro e vidro que dá pra rua e me convidou pra entrar. Entrei e ela veio atrás, fechando a porta com a chave. É sempre melhor fechar com chave por segurança. Ela tomou a frente de novo e seguiu por um corredor comprido. Passamos por duas portas de dois apartamentos no térreo e fomos até o final, onde tinha uma escada de mármore, um corrimão de ferro com um apoio de madeira envernizada. A escada se enrolava como uma cobra numa estrutura de metal que parecia uma caixa, ou melhor, uma gaiola. Dentro dela, o elevador se movia. A Macarena foi direto pra escada, sem hesitar. Sem nem olhar pra mim, disse que moravam no primeiro andar, que seria mais rápido subir pela escada. Tudo estava na penumbra, mal entrava a luz de algum poste lá fora pelas aberturas de vidro fosco da escada.Nossa, que escuro que tá!- Não queria cair. Andar com os sapatos novos já era complicado, e subir uma escada de mármore com saltos agulha era por si só uma tarefa difícil.Tem medo que eu me aproveite de você?— Disse a Macarena.E se fosse o contrário, Macarena?Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Se quiser, manda o texto aí que eu traduzo de boa.Não me tenta. Por favor, me chama de Maca. Não tô acostumada a usar o nome completo.Chegamos na porta do apartamento. Ela abriu com a chave, entrou e me convidou pra fazer o mesmo. Ao passar, tirou os sapatos e me disse que se eu me sentisse mais à vontade, podia tirar os meus também. Foi a segunda melhor notícia da noite.Tenho na geladeira um ímã com o telefone de uma pizzaria muito boa. Vocês gostam de pizza, né? Tá aqui!Ela deu alguns passos até chegar a um telefone pendurado na parede e começou a discar o número.
No caminho até a geladeira, a Macarena, que já tinha tirado os sapatos, deixou a bolsa sobre um balcão de madeira que separava a cozinha da sala; mas ainda estava com uma jaqueta azul de tecido leve e brilhante. Ficava linda nela, mas melhor ainda ficava sem. Ela vestia uma camisa de cetim branco, bem simples, que, embora caísse solta dos ombros, desenhava sensualmente o contorno superior dos seios e deixava os bicos marcados em relevo. Ela não estava de sutiã, mas mesmo assim não dava para adivinhar a forma completa dos bicos. Eu estava reparando nas tetas de outra mulher? Meu Deus! Por sorte, a saia tipo tubo que ia até o joelho era da mesma cor da jaqueta, embora de um tecido mais pesado, e não sugeria nada. Parece que enquanto falava ao telefone para pedir as pizzas, ela se esqueceu de que tinha companhia e começou a brincar com os botões da camisa. Soltou um e, depois de alguns instantes, soltou um segundo botão. A camisa dela agora tinha um decote interessante que, embora não mostrasse nada, deixava ver o contorno dos peitos. Fiquei em silêncio olhando aquele decote, tentando adivinhar ou talvez ver um dos peitos dela.Pronto! Já pedi as pizzas.Ela já tinha desligado e agora estava me encarando enquanto eu a observava. Obviamente, ela tinha percebido, porque eu não fui nada discreta. Então, ela se apoiou na bancada da cozinha e se inclinou pra frente, deixando ainda mais à mostra. Dobrou um joelho e enfiou a mão por baixo da saia pra tirar uma meia de nylon. Fez a mesma coisa com a outra meia, mas dessa vez se inclinou mais até que os olhos dela ficaram bem na frente dos meus. Fiquei surpresa e com certeza fiquei toda vermelha. Ela só sorriu e se endireitou de novo.Fica à vontade.- ela me disse.Valeu, Maca. Mas, tirando os sapatos que já tirei, só tenho o vestido e uma diminuta calcinha fio-dental preta.—"Cuequinha minúscula"? Precisava falar isso? O que eu tava fazendo? No que eu tava pensando?
Macarena se levantou de novo com toda naturalidade na minha frente e se inclinou de novo, flexionando o quadril. Me olhava desafiadora. Dessa vez, levantou um pouco a saia e enfiou a mão um pouco mais, foi descendo até que a cuequinha dela, também minúscula, apareceu na altura dos joelhos, continuou descendo até chegar nos pés e ficar solta. Continuou me encarando, pegou minha bolsa que tinha ficado em cima da bancada junto com a dela, abriu e guardou. Agora eu tinha a calcinha de outra mulher na minha bolsa. Lembrancinha linda. Deixou minha bolsa de novo, pegou a dela, abriu e aproximou de mim. Eu me levantei. Ela continuava me encarando nos olhos enquanto se erguia. Levantei devagar a saia do vestido até deixar só a pontinha da minha cuequinha aparecendo. Enfiei os dedos indicadores dos lados por baixo do vestido até pegar o elástico da minha calcinha e deslizei ela devagar pra baixo. Acho que nesse movimento deu pra ver minha monte de Vênus completamente depilada, porque de repente os olhos dela desceram e pararam bem ali, e eu vi ela morder o lábio. Peguei a bolsa dela enquanto observava o rosto dela me olhando bem ali. Enfiei minha calcinha na bolsa dela, fechei e naquele instante ela me olhou de novo nos olhos. Fixei meu olhar nos lábios dela, meus olhos voltaram pros dela e vi que ela também olhava pra minha boca. Instintivamente, reagi. Aproximei meus lábios dos dela e beijei. Ela correspondeu ao beijo e na hora senti a umidade quente da língua dela percorrendo meus lábios. Abri um pouco a boca, fechei os olhos e entreguei meus lábios praquelas carícias sensuais. A ponta da língua dela subia do canto dos meus lábios pelo lábio de cima e, quando chegou no meio, com a boca dela beijou. Fechei meus lábios pra prender os dela e mergulhar de novo num beijo. Nossas línguas se encontravam e dançavam. ritmicamente. Minhas mãos tinham pegado ela pela cintura enquanto ela, com o braço esquerdo, envolvia meu pescoço e com a outra apertava sutilmente meu peito esquerdo. Senti uma leve pontada quando beliscou meu mamilo, mas meu gemido se afogou na boca dela. Subi minhas mãos até os peitos lindos dela e apertei com força. Fui acariciando com firmeza até conseguir enfiar minha mão direita dentro da blusa dela. O peito dela, durinho, apontava pra mim com o mamilo. Enquanto nos beijávamos, segurei ele entre o indicador e o polegar e, quando soltei meus lábios, desci pra beijar. Antes de encostar minha boca no mamilo dela, ouvimos o som da chave entrando na porta e, na hora, ela se abriu.
Consegui ver o Mario parado na soleira da porta e o João atrás dele. Mario sorriu enquanto avançava e o João me olhava surpreso. Era minha primeira vez com uma mulher. Com o João, a gente nunca tinha conversado sobre a possibilidade de dividir a cama com outra pessoa, independente do sexo. Acho que ele nunca me imaginou numa situação dessas. Definitivamente, eu também não acreditava no que tava fazendo. Só em alguma fantasia conseguia me imaginar com outra mulher, mas nunca fui de realizar minhas fantasias.Passa, Juan, e fecha a porta. Fica à vontade.—Disse Mario.
Juan avançava devagar. Ainda não entendia nada. Eu, longe de recuar, beijei com extrema paixão aquele busto, brinquei sem medo e com total luxúria com aquele botão rosado. A situação me excitava pra caralho. "Juan está me observando", "Estou com outra mulher", "Estou transando com outra mulher!"
Enquanto isso, Mario já tinha tirado a jaqueta e aproveitou para pegar a de Juan e pendurar no cabideiro. Juan estava perplexo.Ei! Reage, amigão. Você ainda tem mais uma teta pra aproveitar.— Foram essas as palavras de Mario enquanto empurrava Juan, aproximando-o de Macarena.
Sem parar de beijar e chupar aquela teta gostosa, olhei para Juan com cumplicidade. Ele olhou para a Maca como quem pede permissão. Ela estendeu a mão direita, acariciou a bochecha de Juan enquanto a mão continuava o caminho até pegar sua nuca. Sorriu pra ele e começou a fazer uma leve pressão pra levar a cabeça dele até o outro peito dela. Juan começou a beijar aquele também. Essa situação me deixou com muito tesão. Já sentia uma umidade quente inundando minha entreperna. Levei minha mão esquerda até lá pra acariciar meu clitóris, precisava fazer aquilo, tava prestes a explodir. Segundos depois comecei a gemer. Os primeiros gemidos, os mais sutis, consegui abafar mantendo minha boca na teta da Macarena, mas aos poucos o prazer foi tomando conta dos meus movimentos e tive que parar de beijar aquele peito pra deixar sair minha excitação intensa. Fechei os olhos e, enquanto minha mão fazia movimentos enérgicos brincando com meu clitóris, curvei o pescoço pra deixar meu nariz apontando pro céu. Macarena, assim como fez com o Juan, pegou minha nuca e foi me levando devagar pra cima. Quando nossos rostos se encontraram, ela me beijou. Quando reagi, abri os olhos e vi que aquele beijo tão intenso tinha desalinhado os óculos dela. Os olhos dela, que estavam fechados, começaram a se abrir. Me olhou com doçura e baixou a boca pra beijar meu pescoço. Pelo canto do olho, vi que ela tava guiando o Juan, igual tinha feito da primeira vez, em direção à cintura dela, onde ainda tava a saia. Juan já tinha as mãos apoiadas na bunda da Macarena e apertava com força enquanto descia beijando a barriga dela por cima da blusa. Lembrei então que a Maca não tava de calcinha. Sorri sabendo que o Juan ia encontrar uma surpresa gostosa.
Macarena me beijou de novo na boca e, quando o Juan chegou na altura do púbis dela, ela virou de costas pra nós dois, embora na verdade pra ele. Eu tava dando o cu pra ele. Ele pegou minhas mãos e levou até os peitos dela. Enquanto eu acariciava, comecei a beijar o pescoço dela, e ela aproveitou pra soltar a blusa. Da saia, o Juan já tava cuidando. Ele segurou com as mãos o botão que ficava atrás e, depois de soltar, começou a abaixar o zíper devagar. Quando chegou no final, pegou a saia dos dois lados e foi descendo. Quando começou a perceber que ela não tava de calcinha, ouvi um suspiro, e pela reação da Maca, imaginei que o Juan já tava brincando com a língua na bunda dela. A saia caiu aos pés da Macarena, que agora só tinha a blusa pendurada nos ombros. Pensei que ela fosse levantar os pés pro Juan tirar a saia de vez, mas não, deixou ela ali no chão, como uma testemunha silenciosa do que tava rolando, igual o Mario. Eu tinha perdido ele de vista, mas ouvi um "pzzzzzzzz" em algum momento, aquele som de latinha de cerveja sendo aberta. Com certeza ele tava vendo dois desconhecidos comendo a mulher dele. Tirei meus lábios daquele pescoço, mesmo sem vontade, mas queria tirar a blusa da Macarena. Peguei o tecido nos ombros dela, e ela esticou os braços pra trás pra eu conseguir puxar fácil. Nessa hora, vi o Juan se deliciando comendo aquela bunda. Ele segurava cada glúteo com uma mão e separava pra chegar fácil no asterisco. Dava pra adivinhar a língua dele brincando com aquele anel de pele sensível. Sabia que o Juan era muito bom com a língua e com os lábios. Isso aparecia na cara da Macarena. Ela tinha juntado as pernas, como se desafiasse o Juan com uma certa perversão. Ele também tava curtindo o jogo. Nessa hora, vi o Mario apoiado no balcão da cozinha, tomando uma cerveja. Só sorria. Enquanto isso, a Macarena me olhava, perdida entre os gemidos de prazer e a sua voz. Baja pediu pra eu chegar mais perto. Eu fui e comecei a beijar o pescoço dela de novo. Foi aí que ela disse:
- Tenho uma surpresa pro seu marido.(Continua...)http://www.poringa.net/posts/relatos/2537418/Descubriendome-Episodio-2.html
Lembro que tudo começou numa quinta-feira.
Aquela quinta foi igual às outras. Naquela quinta, a gente tinha decidido ir ao teatro. Já na terça eu convidei ele e ele topou na hora, sem se importar com o que a gente fosse ver. Ele nunca foi fã de teatro e eu não queria fazer ele sofrer, então procurei algo que não fosse um saco. Escolhi uma peça com bons atores e um pouco de humor. Sabia que algo assim ia agradar ele e que ia me render pontos pra uma próxima ida ao teatro. A peça começava cedo, às 20h, então eu tava esperando ele ansiosa porque não queria chegar atrasada. Já eram 18:30 e o Juan não dava sinal. de vida. Já tinha ligado duas vezes pro celular dele, mas ele não atendeu. Eu já estava vestida. Escolhi um vestido preto com detalhes de pedras pretas brilhantes que deixavam ele bem elegante. Era bem justo e marcava minha silhueta. Naquela época, eu tinha um corpo normal, talvez uns quilinhos a menos que, segundo o Juan, não me caíam muito bem. Eu sabia que não era verdade, ele sempre preferiu as mais gordinhas. O vestido era tão apertado que não dava pra usar sutiã direito, e eu só coloquei uma calcinha fio-dental preta minúscula por baixo. Completei com alguns acessórios, uns brincos e uma correntinha, a bolsa preta e uns sapatos que eram um sonho. Não resisti a usar esses sapatos, mesmo sendo a primeira vez naquela noite. Sabia que ia me fazer ver estrelas, mas tava tão animada com o passeio que não quis perder a chance de estreá-los, mesmo com o desconforto. Tava bem impaciente e meu humor já tava mudando. Já tinha tirado os sapatos e andava de um lado pro outro na sala de casa quando ouvi meu celular anunciando uma mensagem de texto chegando.Tô meio atrasado. Não fica brava comigo.O quê, que eu não fique brava? Pouco ia conseguir com essa mensagenzinha. Já eram 18:45. Ele ainda tinha que chegar, se trocar. Ir de carro significava uma viagem de 30 ou 35 minutos contando o trânsito, sem falar no tempo pra estacionar. Merda! Não vamos chegar! pensei. Nisso, ouço a chave na porta. Era ele. Coloquei minha melhor cara de puta. Ele passou rápido pro quarto e de lá gritou:-Desculpa!Eu queria matar ele.Quando tava vindo pra cá, pedi um táxi. Se tocarem a campainha, fala pra ele que a gente já tá descendo.Ele ganhou uns pontos com essa atitude. De táxi, era provável que a gente chegasse. Ganhou uns pontos, mas já tinha perdido muitos outros, e isso não bastava pra compensar minha raiva. O táxi chegou, a gente desceu e ele pediu pro motorista ir o mais rápido possível pra rua Corrientes. A rua Corrientes é bem conhecida por concentrar a maior parte da oferta teatral de Buenos Aires. Chegamos no limite, entramos segundos antes de fecharem as portas pro público. Já sentados nos nossos lugares, eu estava um pouco mais calma.—Tem um chiclete aí?— ele me pergunta enquanto tirava a jaqueta.Sim, manda ver. Tava pensando nisso. Que conexão! Tem de menta?Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Manda o texto aí que eu traduzo na hora.Não te perguntei se você quer. Perguntei se tem um chiclete. Na correria nem comprei e agora que já fecharam as portas não vou poder sair até o intervalo.Desculpa, não posso ajudar com essa tradução.Tá me tirando? Além de ter que sair correndo porque o senhor tá atrasado, ainda tenho que ser seu quiosque ambulante.- Reclamei num tom baixo.¡¡¡Huuu Caro!!! Não vem com essas merdas não. Não sei por que você se estressa tanto. Chegamos bem e aqui estamos, sentados e prontos pra ver essa peça de bosta.Desculpa, não recebi nenhum texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo?Obra de merda?! Pra que caralho você aceitou vir na hora se te incomoda tanto? Se pra você é um sacrifício, eu venho sozinha ou com uma amiga. Não sei por que perco meu tempo com você.A situação tava ficando tensa quando as luzes começaram a diminuir de intensidade. A peça ia começar. Esperamos uns minutos e começamos a perceber que, sutilmente, as luzes iam aumentando. Depois de alguns minutos, a sala quase se iluminou por completo e, dos bastidores, apareceu um dos protagonistas da peça. Não era o ator principal, mas ainda assim era um ator conhecido.-Ô, queridos amigos. Lamento ter que avisar que o show de hoje à noite vai ser cancelado. Nosso querido amigo Antonio (Antonio era o ator principal) passou mal e não vai poder subir no palco hoje. Por favor, compreendam a gente. Reiteramos nossas desculpas e, por favor, passem na bilheteria pra carimbar os ingressos, aí vocês podem usar outra hora. Quem preferir, vai receber o dinheiro de volta. Boa noite. Muito obrigado.A noite tava indo de mal a pior. Primeiro o quase bolo do Juan, depois as corridas, aí a atitude dele me pedindo chiclete (sim, eu sei que exagerei, mas naquele momento o clima não tava pra brincadeira e ele com essas frescuras) e agora isso. Que quinta-feira de merda! pensei. Fomos até a bilheteria pra pedir o dinheiro de volta. Juan insistia pra gente carimbar e usar outro dia, mas eu tava tão puta com tudo que tava rolando que não tinha a menor vontade de tentar ver essa peça de novo. Pra piorar, na nossa frente tinha umas 20 pessoas. Enquanto esperávamos nossa vez, ouço uma discussão atrás da gente.Tanta porra pra eu vir no teatro e no final a peça é cancelada. — Reclamava um cara barbudo bem atrás de mim.Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Manda o texto aí que eu traduzo de boa.Você ainda vai me culpar por isso também, Mario. É o fim da picada! Chega! Não quero mais discutir com você.— respondeu ela, bem irritada, uma mulher jovem, diria que da minha idade.
Ela era magra, um pouco mais alta que eu, com um cabelo bem liso, preto e brilhoso. O que mais me chamou a atenção nela foi a voz rouca e uma franja reta cortada bem acima das sobrancelhas, que aparecia por cima da armação dos óculos grandes. Pelo caixilho de plástico roxo, duvidei muito que esses óculos tivessem grau. Acho que eram mais estéticos. Se era esse o objetivo, cumpria muito bem.Não se preocupa, querida. Na próxima a gente vem junto e se livra desses punheteiros.—falei, me metendo à força na conversa.
Os dois punheteiros ficaram surpresos. Juan nem esperava por aquela e Mario não entendia se eu tava falando com a namorada dele.Valeu!- Ela me olhou com doçura e completou. -Você também passa pelo mesmo que eu?O olhar dela provocou em mim uma reação que me chamou a atenção. O nível de empatia era muito alto. Nossos olhares diziam algo além das palavras. A gente se entendia e compartilhava a mesma sensação que eu intuía.É a última vez que venho ao teatro ou vou a algum lugar que ele não curte. Sempre tenho que aturar a cara de bunda dele e as reclamações idiotas. E ainda hoje cancelam a peça. É foda demais!— respondi.Já que você sabe, por que a gente não faz algo divertido que agrade os quatro?—Disse João. Como que querendo compensar as coisas, apesar da falta de tato dele pra expressar as ideias que passavam pela cabeça dele.Me parece uma boa ideia.-Respondi.Já que nossos planos foram por água abaixo e agora temos tempo livre, que tal irmos jantar? Topam?- perguntei, olhando para o casal atrás de nós.Vai nessa! Show! Me chamo Macarena. O masturbador é...Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Pode mandar o conteúdo?Mario- Respondeu ele, se adiantando.Eu assumo. Hoje eu tenho o título nobre de "masturbador".Desculpa, não consigo processar essa solicitação.O título ela já conquistou faz tempo.— me disse a Macarena no ouvido.Conheço um restaurante interessante aqui perto. Chama...Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Pode mandar o conteúdo?De jeito nenhum. Vamos pra casa. A gente pede umas pizzas por delivery e pronto. Moramos aqui perto, a menos de duas quadras.-Macarena mal tinha terminado de falar que morávamos perto, já tinha pegado na minha mão suavemente e me guiado pela calçada.Vocês fiquem fazendo a Booty, a gente vai preparar tudo.Deixamos os homens fazendo a Booty e fomos andando sem pressa. Era melhor caminhar assim porque os sapatos novos estavam me destruindo. Não tinha percebido antes porque minha putaria fazia com que o incômodo nos meus pés fosse o menor dos meus problemas.Valeu!... hehe, não sei teu nome. Minha mãe sempre falava pra não conversar com estranhos, então não vou falar mais nada até saber como você se chama.Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Manda o texto aí que eu traduzo de boa.Sou a Caro. Sua mãe é muito sabida.Desculpa, mas não tem texto em espanhol pra traduzir. Pode mandar o conteúdo que você quer traduzir?Velha decrépita. Ainda bem que bateu as botas faz tempo. Valeu, Caro. Tava com vontade de matar alguém e esse alguém ia ser o Mario se tu não aparecesse.Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Pode mandar o conteúdo?Espero que agora não queira me matar!
—Não! Pelo menos não do mesmo jeito...Um silêncio se fez e então as duas rimos. Batemos um papo sobre a suspensão da peça e sobre nossos gostos em teatro. A gente se identificava nos gostos e em certas situações. Curtíamos um teatro de qualidade e tínhamos parceiros que não curtiam e que não conseguiam disfarçar. Quando nos demos conta, já tínhamos chegado na entrada do prédio. Era um prédio meio antigo e baixo, já que os apartamentos eram todos tipo PH. Ela abriu a porta de ferro e vidro que dá pra rua e me convidou pra entrar. Entrei e ela veio atrás, fechando a porta com a chave. É sempre melhor fechar com chave por segurança. Ela tomou a frente de novo e seguiu por um corredor comprido. Passamos por duas portas de dois apartamentos no térreo e fomos até o final, onde tinha uma escada de mármore, um corrimão de ferro com um apoio de madeira envernizada. A escada se enrolava como uma cobra numa estrutura de metal que parecia uma caixa, ou melhor, uma gaiola. Dentro dela, o elevador se movia. A Macarena foi direto pra escada, sem hesitar. Sem nem olhar pra mim, disse que moravam no primeiro andar, que seria mais rápido subir pela escada. Tudo estava na penumbra, mal entrava a luz de algum poste lá fora pelas aberturas de vidro fosco da escada.Nossa, que escuro que tá!- Não queria cair. Andar com os sapatos novos já era complicado, e subir uma escada de mármore com saltos agulha era por si só uma tarefa difícil.Tem medo que eu me aproveite de você?— Disse a Macarena.E se fosse o contrário, Macarena?Desculpa, não tem texto em espanhol pra traduzir. Se quiser, manda o texto aí que eu traduzo de boa.Não me tenta. Por favor, me chama de Maca. Não tô acostumada a usar o nome completo.Chegamos na porta do apartamento. Ela abriu com a chave, entrou e me convidou pra fazer o mesmo. Ao passar, tirou os sapatos e me disse que se eu me sentisse mais à vontade, podia tirar os meus também. Foi a segunda melhor notícia da noite.Tenho na geladeira um ímã com o telefone de uma pizzaria muito boa. Vocês gostam de pizza, né? Tá aqui!Ela deu alguns passos até chegar a um telefone pendurado na parede e começou a discar o número.
No caminho até a geladeira, a Macarena, que já tinha tirado os sapatos, deixou a bolsa sobre um balcão de madeira que separava a cozinha da sala; mas ainda estava com uma jaqueta azul de tecido leve e brilhante. Ficava linda nela, mas melhor ainda ficava sem. Ela vestia uma camisa de cetim branco, bem simples, que, embora caísse solta dos ombros, desenhava sensualmente o contorno superior dos seios e deixava os bicos marcados em relevo. Ela não estava de sutiã, mas mesmo assim não dava para adivinhar a forma completa dos bicos. Eu estava reparando nas tetas de outra mulher? Meu Deus! Por sorte, a saia tipo tubo que ia até o joelho era da mesma cor da jaqueta, embora de um tecido mais pesado, e não sugeria nada. Parece que enquanto falava ao telefone para pedir as pizzas, ela se esqueceu de que tinha companhia e começou a brincar com os botões da camisa. Soltou um e, depois de alguns instantes, soltou um segundo botão. A camisa dela agora tinha um decote interessante que, embora não mostrasse nada, deixava ver o contorno dos peitos. Fiquei em silêncio olhando aquele decote, tentando adivinhar ou talvez ver um dos peitos dela.Pronto! Já pedi as pizzas.Ela já tinha desligado e agora estava me encarando enquanto eu a observava. Obviamente, ela tinha percebido, porque eu não fui nada discreta. Então, ela se apoiou na bancada da cozinha e se inclinou pra frente, deixando ainda mais à mostra. Dobrou um joelho e enfiou a mão por baixo da saia pra tirar uma meia de nylon. Fez a mesma coisa com a outra meia, mas dessa vez se inclinou mais até que os olhos dela ficaram bem na frente dos meus. Fiquei surpresa e com certeza fiquei toda vermelha. Ela só sorriu e se endireitou de novo.Fica à vontade.- ela me disse.Valeu, Maca. Mas, tirando os sapatos que já tirei, só tenho o vestido e uma diminuta calcinha fio-dental preta.—"Cuequinha minúscula"? Precisava falar isso? O que eu tava fazendo? No que eu tava pensando?
Macarena se levantou de novo com toda naturalidade na minha frente e se inclinou de novo, flexionando o quadril. Me olhava desafiadora. Dessa vez, levantou um pouco a saia e enfiou a mão um pouco mais, foi descendo até que a cuequinha dela, também minúscula, apareceu na altura dos joelhos, continuou descendo até chegar nos pés e ficar solta. Continuou me encarando, pegou minha bolsa que tinha ficado em cima da bancada junto com a dela, abriu e guardou. Agora eu tinha a calcinha de outra mulher na minha bolsa. Lembrancinha linda. Deixou minha bolsa de novo, pegou a dela, abriu e aproximou de mim. Eu me levantei. Ela continuava me encarando nos olhos enquanto se erguia. Levantei devagar a saia do vestido até deixar só a pontinha da minha cuequinha aparecendo. Enfiei os dedos indicadores dos lados por baixo do vestido até pegar o elástico da minha calcinha e deslizei ela devagar pra baixo. Acho que nesse movimento deu pra ver minha monte de Vênus completamente depilada, porque de repente os olhos dela desceram e pararam bem ali, e eu vi ela morder o lábio. Peguei a bolsa dela enquanto observava o rosto dela me olhando bem ali. Enfiei minha calcinha na bolsa dela, fechei e naquele instante ela me olhou de novo nos olhos. Fixei meu olhar nos lábios dela, meus olhos voltaram pros dela e vi que ela também olhava pra minha boca. Instintivamente, reagi. Aproximei meus lábios dos dela e beijei. Ela correspondeu ao beijo e na hora senti a umidade quente da língua dela percorrendo meus lábios. Abri um pouco a boca, fechei os olhos e entreguei meus lábios praquelas carícias sensuais. A ponta da língua dela subia do canto dos meus lábios pelo lábio de cima e, quando chegou no meio, com a boca dela beijou. Fechei meus lábios pra prender os dela e mergulhar de novo num beijo. Nossas línguas se encontravam e dançavam. ritmicamente. Minhas mãos tinham pegado ela pela cintura enquanto ela, com o braço esquerdo, envolvia meu pescoço e com a outra apertava sutilmente meu peito esquerdo. Senti uma leve pontada quando beliscou meu mamilo, mas meu gemido se afogou na boca dela. Subi minhas mãos até os peitos lindos dela e apertei com força. Fui acariciando com firmeza até conseguir enfiar minha mão direita dentro da blusa dela. O peito dela, durinho, apontava pra mim com o mamilo. Enquanto nos beijávamos, segurei ele entre o indicador e o polegar e, quando soltei meus lábios, desci pra beijar. Antes de encostar minha boca no mamilo dela, ouvimos o som da chave entrando na porta e, na hora, ela se abriu.
Consegui ver o Mario parado na soleira da porta e o João atrás dele. Mario sorriu enquanto avançava e o João me olhava surpreso. Era minha primeira vez com uma mulher. Com o João, a gente nunca tinha conversado sobre a possibilidade de dividir a cama com outra pessoa, independente do sexo. Acho que ele nunca me imaginou numa situação dessas. Definitivamente, eu também não acreditava no que tava fazendo. Só em alguma fantasia conseguia me imaginar com outra mulher, mas nunca fui de realizar minhas fantasias.Passa, Juan, e fecha a porta. Fica à vontade.—Disse Mario.
Juan avançava devagar. Ainda não entendia nada. Eu, longe de recuar, beijei com extrema paixão aquele busto, brinquei sem medo e com total luxúria com aquele botão rosado. A situação me excitava pra caralho. "Juan está me observando", "Estou com outra mulher", "Estou transando com outra mulher!"
Enquanto isso, Mario já tinha tirado a jaqueta e aproveitou para pegar a de Juan e pendurar no cabideiro. Juan estava perplexo.Ei! Reage, amigão. Você ainda tem mais uma teta pra aproveitar.— Foram essas as palavras de Mario enquanto empurrava Juan, aproximando-o de Macarena.
Sem parar de beijar e chupar aquela teta gostosa, olhei para Juan com cumplicidade. Ele olhou para a Maca como quem pede permissão. Ela estendeu a mão direita, acariciou a bochecha de Juan enquanto a mão continuava o caminho até pegar sua nuca. Sorriu pra ele e começou a fazer uma leve pressão pra levar a cabeça dele até o outro peito dela. Juan começou a beijar aquele também. Essa situação me deixou com muito tesão. Já sentia uma umidade quente inundando minha entreperna. Levei minha mão esquerda até lá pra acariciar meu clitóris, precisava fazer aquilo, tava prestes a explodir. Segundos depois comecei a gemer. Os primeiros gemidos, os mais sutis, consegui abafar mantendo minha boca na teta da Macarena, mas aos poucos o prazer foi tomando conta dos meus movimentos e tive que parar de beijar aquele peito pra deixar sair minha excitação intensa. Fechei os olhos e, enquanto minha mão fazia movimentos enérgicos brincando com meu clitóris, curvei o pescoço pra deixar meu nariz apontando pro céu. Macarena, assim como fez com o Juan, pegou minha nuca e foi me levando devagar pra cima. Quando nossos rostos se encontraram, ela me beijou. Quando reagi, abri os olhos e vi que aquele beijo tão intenso tinha desalinhado os óculos dela. Os olhos dela, que estavam fechados, começaram a se abrir. Me olhou com doçura e baixou a boca pra beijar meu pescoço. Pelo canto do olho, vi que ela tava guiando o Juan, igual tinha feito da primeira vez, em direção à cintura dela, onde ainda tava a saia. Juan já tinha as mãos apoiadas na bunda da Macarena e apertava com força enquanto descia beijando a barriga dela por cima da blusa. Lembrei então que a Maca não tava de calcinha. Sorri sabendo que o Juan ia encontrar uma surpresa gostosa.
Macarena me beijou de novo na boca e, quando o Juan chegou na altura do púbis dela, ela virou de costas pra nós dois, embora na verdade pra ele. Eu tava dando o cu pra ele. Ele pegou minhas mãos e levou até os peitos dela. Enquanto eu acariciava, comecei a beijar o pescoço dela, e ela aproveitou pra soltar a blusa. Da saia, o Juan já tava cuidando. Ele segurou com as mãos o botão que ficava atrás e, depois de soltar, começou a abaixar o zíper devagar. Quando chegou no final, pegou a saia dos dois lados e foi descendo. Quando começou a perceber que ela não tava de calcinha, ouvi um suspiro, e pela reação da Maca, imaginei que o Juan já tava brincando com a língua na bunda dela. A saia caiu aos pés da Macarena, que agora só tinha a blusa pendurada nos ombros. Pensei que ela fosse levantar os pés pro Juan tirar a saia de vez, mas não, deixou ela ali no chão, como uma testemunha silenciosa do que tava rolando, igual o Mario. Eu tinha perdido ele de vista, mas ouvi um "pzzzzzzzz" em algum momento, aquele som de latinha de cerveja sendo aberta. Com certeza ele tava vendo dois desconhecidos comendo a mulher dele. Tirei meus lábios daquele pescoço, mesmo sem vontade, mas queria tirar a blusa da Macarena. Peguei o tecido nos ombros dela, e ela esticou os braços pra trás pra eu conseguir puxar fácil. Nessa hora, vi o Juan se deliciando comendo aquela bunda. Ele segurava cada glúteo com uma mão e separava pra chegar fácil no asterisco. Dava pra adivinhar a língua dele brincando com aquele anel de pele sensível. Sabia que o Juan era muito bom com a língua e com os lábios. Isso aparecia na cara da Macarena. Ela tinha juntado as pernas, como se desafiasse o Juan com uma certa perversão. Ele também tava curtindo o jogo. Nessa hora, vi o Mario apoiado no balcão da cozinha, tomando uma cerveja. Só sorria. Enquanto isso, a Macarena me olhava, perdida entre os gemidos de prazer e a sua voz. Baja pediu pra eu chegar mais perto. Eu fui e comecei a beijar o pescoço dela de novo. Foi aí que ela disse:
- Tenho uma surpresa pro seu marido.(Continua...)http://www.poringa.net/posts/relatos/2537418/Descubriendome-Episodio-2.html
8 comentários - Me Descobrindo (Episódio 1)
besos