Descubriéndome (Episodio 1)

Oi! Eu sou a Caro e quero contar uma história muito especial. Tão especial que foi a que fez minha vida dar uma virada de 180 graus. Tão especial que me descobri e conheci facetas minhas que nunca imaginei. Nunca achei que um simples ato (bom, talvez não tão simples assim) mudaria minha vida em muitos aspectos, desde o puramente carnal até o profundamente espiritual.Me chamo Carolina, tenho 36 anos, mas essa história aconteceu há uns cinco anos. Foi um ponto de virada que mudou minha vida quase completamente e desde então aprendi a viver plenamente e aproveitar cada momento que a vida me dá. Naquela época, eu estava em um relacionamento e morando com o Juan. Ele é três anos mais novo que eu e naquele momento fazia mais ou menos um ano que havíamos decidido dividir o mesmo teto. Com ele, nos dávamos muito bem – falo no passado porque nos separamos há alguns meses. Juan é uma pessoa sempre de bom humor, super otimista e muito sociável. É daquelas pessoas que adora fazer novas amizades, e quando faz, compartilha tudo, abre as portas de casa e faz os amigos e amigas se sentirem como se fosse a deles. Essas qualidades, entre outras, foram as que me seduziram. Juan era o homem ideal. Além do aspecto físico, que, pra ser sincera, nunca foi algo que me deixou louca, Juan é o tipo de pessoa que seduz só de olhar pra você ou com um simples gesto, mesmo sem precisar dizer uma palavra – ele tem o charme irresistível de um sedutor nato. Muitas coisas aconteceram durante nosso relacionamento que foram desgastando a relação e que nos levaram a tomar a decisão de nos separar, mas eu ainda penso nele, ainda o quero e quem sabe se um dia...

Lembro que tudo começou numa quinta-feira.

Foi uma quinta-feira como qualquer outra. Nessa quinta, havíamos decidido ir ao teatro. Já na terça eu o convidei e ele disse que sim imediatamente, sem importar o que íamos ver. Ele nunca foi um amante do teatro e eu não queria fazê-lo sofrer, então procurei algo que não fosse um porre. Busquei uma peça com bons atores e um pouco de humor. Sabia que algo assim agradaria a ele e que me renderia pontos para uma próxima ida ao teatro. A sessão começava cedo, às 20h, então eu estava esperando por ele impaciente porque não queria chegar atrasada. Já eram 18h30 e Juan não dava sinais. de vida. Já tinha ligado duas vezes pro celular dele, mas ele não tinha atendido. Eu já estava vestida. Tinha escolhido um vestido preto com detalhes de pedras pretas brilhantes que o deixavam muito elegante. Era bem justinho e marcava meu corpo. Naquela época eu tinha um físico normal, talvez uns quilinhos a menos que, segundo o Juan, não me caíam muito bem. Eu sabia que não era verdade, ele sempre gostou das mais cheinhas. O vestido era tão justo que não dava pra usar sutiã, e só coloquei uma calcinha fio dental minúscula como roupa íntima. Completei com alguns acessórios: uns brincos e uma correntinha, a bolsa preta e uns sapatos que eram um sonho. Não resisti usar aqueles sapatos mesmo estreando naquela noite. Sabia que me fariam ver estrelas, mas a verdade é que estava empolgada com o passeio e não quis perder a chance de estreá-los, apesar do desconforto. Estava bem impaciente e meu humor estava mudando. Já tinha tirado os sapatos e andava de um lado pro outro na sala quando ouvi meu celular anunciando uma mensagem de texto chegando.Tô meio atrasado. Não fica brava não.Como assim pra eu não ficar brava? Dificilmente essa mensagemzinha ia conseguir isso. Já eram 18:45. Ele ainda tinha que chegar e se trocar. Ir de carro ainda significava uma viagem de 30 ou 35 minutos contando o trânsito, sem contar o tempo pra estacionar. Merda! Não vamos chegar! pensei. Nesse momento ouço a chave na porta. Era ele. Fiz minha melhor cara de puta. Ele passou rápido pro quarto e gritou de lá:- Desculpa!Eu queria matar ele.Quando eu vinha pra cá, chamei um táxi. Se tocarem o interfone, fala que a gente já desceu.Ganhou uns pontinhos com essa atitude. De táxi era provável que a gente chegasse. Ganhou uns pontinhos, mas já tinha perdido muitos e isso não era suficiente pra compensar minha raiva. O táxi chegou, descemos e ele pediu pro taxista ir o mais rápido possível pra rua Corrientes. A rua Corrientes é muito conhecida por concentrar a maior parte da oferta teatral de Buenos Aires. Chegamos no limite, entramos segundos antes de fecharem as portas pro público. Já acomodados nos nossos lugares, eu estava um pouco mais calma.- Você tem um chiclete?- ele me pergunta enquanto tirava a jaqueta.Sim, vamos nessa. Eu tava pensando nisso. Que conexão! Você tem de menta?-Eu não perguntei se você quer. Perguntei se você tem um chiclete. Na correria nem comprei e agora que já fecharam as portas não vou poder sair até o intervalo.-Você tá de sacanagem comigo? Além de eu ter que sair correndo porque o senhor chegou atrasado, ainda tenho que ser seu quiosque ambulante.- Eu reclamei em voz baixa.Huuu Caro!!! Não vem com essa de besteira. Não sei por que você tá tão nervosa. A gente chegou bem e aqui estamos, sentados e prontos pra ver essa porra de peça.-Obra de merda?! Pra que caralhos você aceitou vir na hora se te incomoda tanto? Se pra você é um sacrifício, eu venho sozinha ou com uma amiga. Não sei pra que perco tempo com você.A situação estava ficando tensa quando as luzes começaram a diminuir de intensidade. A peça estava prestes a começar. Esperamos alguns minutos e começamos a notar que, sutilmente, as luzes começavam a ganhar intensidade. Depois de alguns minutos, a sala se ilumina quase completamente e, por trás das cortinas, aparece um dos protagonistas da peça. Não era o ator principal, mas mesmo assim era um ator conhecido.Prezados amigos. Lamento informar que a apresentação de hoje à noite será cancelada. Nosso querido amigo Antonio (Antonio era o ator principal) passou mal e não poderá subir ao palco esta noite. Por favor, compreendam nossa situação. Reiteramos nossas desculpas e pedimos que passem na bilheteria para carimbar seus ingressos, para que possam usá-los em outra ocasião. Quem preferir, terá o valor dos ingressos reembolsado. Boa noite. Muito obrigado.A noite ia de mal a pior. Primeiro o quase bolo do Juan, depois as correrias, depois a atitude dele me pedindo chicletes (sim, sei que exagerei, mas na hora o forno não estava pra bolo e ele com essas coisas) e agora isso. Que quinta-feira de merda! pensei. Nos dirigimos ao guichê para reclamar o dinheiro. O Juan insistia para a gente carimbar e usar outro dia, mas eu estava irritada demais com tudo que vinha acontecendo e não tinha a menor intenção de tentar ver essa peça de novo. Para piorar, na nossa frente tinha umas 20 pessoas. Enquanto esperávamos nossa vez, ouvi uma discussão atrás da gente.Tanto falar pra eu vir ao teatro e no final a peça é cancelada. - Reclamava um homem de barba logo atrás de mim.-Você vai botar a culpa em mim também por isso, Mario. É o cúmulo! Chega! Não quero mais discutir com você.- respondeu uma mulher jovem, bastante irritada, diria que da minha idade.

Ela era magra, um pouco mais alta que eu, com cabelo bem liso, preto e brilhante. O que mais me chamou a atenção nela foi a voz rouca e uma franja reta cortada logo acima das sobrancelhas, que aparecia por cima da armação dos seus óculos grandes. A julgar pela armação plástica violeta, duvidei muito que aqueles óculos tivessem grau. Acho que eram mais estéticos. Se esse era o objetivo, cumpria muito bem.Não se preocupa, querida. Da próxima a gente vem junto e a gente se livra desses punheteiros.- falei, me enfiando à força na conversa.

Os dois punheteiros ficaram surpresos. O Juan nem esperava por isso e o Mário não entendia se eu estava falando com a namorada dele.Valeu!-Ela me olhou com doçura e acrescentou.Com você também acontece a mesma coisa?O olhar dele provocou em mim uma reação que me chamou a atenção. O nível de empatia era altíssimo. Nossos olhares diziam algo além das palavras. A gente se entendia e compartilhava a mesma sensação que eu intuía.É a última vez que venho ao teatro ou vou a algum lugar que ele não gosta. Sempre tenho que aguentar as caras de cu dele e as reclamações imbecis. E ainda por cima hoje a sessão foi cancelada. Tá de sacanagem!- eu respondi.E já que você sabe, por que a gente não faz algo divertido que agrade a nós quatro?- Disse João, como se quisesse compensar as coisas, apesar da sua falta de jeito para expressar as ideias que passavam pela sua cabeça.Parece uma boa ideia.- Eu respondi.Já que nossos planos evaporaram e agora temos tempo livre, que tal a gente ir jantar? Vocês topam?-perguntei, olhando para o casal atrás de nós.Vamos lá! Que legal! Meu nome é Macarena. O masturbador é...-Mario- Ele respondeu, antecipando-se.Eu assumo. Hoje eu tenho o título nobiliárquico de "punheteiro".-Ele já conquistou esse título faz tempo.- Macarena me sussurrou no ouvido.Conheço um restaurante interessante aqui perto. Chama-se...-De jeito nenhum. Vamos pra casa. A gente pede umas pizzas por delivery e pronto. A gente mora aqui perto, a menos de dois quarteirões.- A Macarena mal tinha terminado de dizer que moravam perto e já tinha me pegado pela mão suavemente, me guiando pela calçada.Vocês fiquem aí fazendo a bunda, nós vamos preparar tudo.Deixamos os homens fazendo a Booty e seguimos caminhando sem pressa. Era melhor andar assim porque os sapatos novos estavam me acabando. Eu não tinha percebido antes porque meu tesão fazia com que o incômodo nos meus pés fosse o menor dos meus problemas.Obrigada!... hehe, não sei seu nome. Minha mãe sempre me dizia para não conversar com estranhos, então não vou falar mais uma palavra até saber como você se chama.-Sou a Caro. Sua mãe é muito sábia.-Velha decrépita. Ainda bem que morreu há muito tempo. Obrigada, Caro. Eu estava com vontade de matar alguém e esse alguém teria sido o Mario se você não aparecesse.-Espero que agora você não queira me matar!

- Não! Pelo menos não da mesma forma...Ficou um silêncio e depois nós duas rimos. Conversamos um pouco sobre a suspensão da peça e sobre nossos gostos em relação ao teatro. Coincidíamos nos gostos e em certas circunstâncias. Gostávamos de bom teatro e tínhamos parceiros que não gostavam e não eram capazes de disfarçar. Quando percebemos, já havíamos chegado à entrada do prédio. Era um edifício de certa antiguidade e baixo, já que as moradias eram todas tipo PH. Ela abriu a porta de ferro e vidro que dá para a rua e me convidou a entrar. Atrás de mim, ela entrou e trancou a porta. É sempre preferível trancar por questões de segurança. Ela voltou a tomar a dianteira e seguiu por um longo corredor. Passamos por duas portas de dois apartamentos do térreo e continuamos até o final, onde havia uma escada de mármore, uma grade de ferro com corrimão de madeira envernizada. A escada envolvia como se fosse uma cobra uma estrutura de metal que parecia uma caixa, ou melhor, uma gaiola. Dentro dela se movia o elevador. Macarena foi direto para a escada sem hesitar. Sem sequer olhar para mim, disse que moravam no primeiro andar, que seria mais rápido subir pela escada. Tudo estava na penumbra, mal entrava a luz de algum artefato externo pelas aberturas com vidro fosco das escadas.Caralho, que escuro!- Eu não queria cair. Andar com sapatos novos já era complicado, e subir uma escada de mármol com salto agulha era uma tarefa difícil por si só.Tá com medo de eu me aproveitar de você?- Disse a Macarena.E se fosse ao contrário, Macarena?-Não me tente. Por favor, me chama de Maca. Não estou acostumada a usar o nome completo.Chegamos à porta do apartamento. Ele abriu com a chave, entrou e me convidou para fazer o mesmo. Ao passar, tirou os sapatos e disse que, se eu me sentisse mais à vontade, poderia tirar os meus também. Foi a segunda melhor notícia da noite.Tenho na geladeira um ímã com o telefone de uma pizzaria muito boa. Vocês gostam de pizza, né? Tá aqui!-Deu alguns passos até encontrar um telefone pendurado na parede e começou a discar o número.

No caminho até a geladeira, Macarena, que já havia tirado os sapatos, deixou sua bolsa sobre um balcão de madeira que dividia os ambientes da cozinha e da sala; mas ainda estava usando uma jaqueta azul de um tecido leve e brilhante. Ficava divina nela, mas ficava ainda melhor sem. Estava usando uma camisa de cetim branco, muito simples, que, embora caísse solta sobre seus ombros, desenhava sensualmente o contorno superior de seus seios e permitia que seus mamilos marcassem em relevo. Ela não usava sutiã, mas mesmo assim não dava para adivinhar a forma completa de seus mamilos. Eu estava olhando para os peitos de outra mulher? Pelo amor de Deus! Por sorte, a saia tubo que chegava até seu joelho era do mesmo tom da jaqueta, embora de um tecido mais pesado, e não sugeria nada. Ao que parece, enquanto falava ao telefone para pedir as pizzas, ela esqueceu que tinha companhia e começou a brincar com os botões de sua camisa. Soltou um e, depois de alguns instantes, soltou um segundo botão. Sua camisa havia ganhado agora um decote interessante que, embora não mostrasse nada, deixava ver o contorno de seus seios. Fiquei em silêncio olhando para aquele decote, tentando adivinhar ou talvez ver um pouco de seus peitos.Pronto! As pizzas já foram pedidas.Ela já tinha desligado e agora estava me encarando enquanto eu a observava. Obviamente tinha percebido, já que eu não fui nada discreta. Então se apoiou no balcão da cozinha e se inclinou para frente, ficando ainda mais à vista. Dobrou um joelho e meteu a mão por baixo da saia para tirar uma das meias-calças. Fez o mesmo com a outra, mas dessa vez se inclinou mais até que seus olhos ficaram exatamente na frente dos meus. Fiquei surpresa e com certeza fiquei toda corada. Ela simplesmente sorriu e se endireitou de novo.Fica à vontade.- ele disse.Obrigada, Maca. Mas tirando os sapatos que já tirei, só tenho o vestido e uma calcinha minúscula preta.- "Calcinha minúscula"? Era mesmo necessário dizer isso? O que você estava fazendo? No que estava pensando?

Macarena se levantou novamente com total naturalidade na minha frente e se inclinou mais uma vez, flexionando o quadril. Ela me encarava desafiadoramente. Dessa vez, puxou um pouco a saia e enfiou a mão um pouco mais fundo, deslizando-a para baixo até que sua calcinha, também minúscula, aparecesse na altura dos joelhos, continuou descendo até chegar aos pés e ficar livre. Continuou me encarando fixamente, pegou minha bolsa que estava sobre a bancada do café da manhã junto com a dela, abriu e guardou a calcinha. Agora eu tinha a roupa íntima de outra mulher na minha bolsa. Belo souvenir. Ela deixou minha bolsa de novo, pegou a dela, abriu e a aproximou de mim. Eu me levantei. Ela continuava me encarando nos olhos enquanto se endireitava. Levantei lentamente a saia do vestido até mostrar apenas minha calcinha. Enfiei meus dedos indicadores pelos lados, por baixo do vestido, até pegar o elástico da minha calcinha e a deslizei lentamente para baixo. Acho que nesse movimento deu para ver meu monte de Vênus completamente depilado, porque de repente os olhos dela desceram e se fixaram bem ali, e eu a vi morder o lábio. Peguei a bolsa dela enquanto observava seu rosto ao me olhar exatamente ali. Coloquei minha calcinha na bolsa dela, fechei-a e, nesse instante, ela me olhou nos olhos novamente. Fixei meu olhar nos lábios dela, meus olhos voltaram para os dela e pude ver que ela também estava olhando para minha boca. Instintivamente, reagi. Aproximei meus lábios dos dela e a beijei. Ela correspondeu ao beijo e, imediatamente, pude sentir a quente umidade de sua língua percorrendo meus lábios. Abri um pouco minha boca, fechei os olhos e entreguei meus lábios àquelas carícias sensuais. A ponta de sua língua subia do canto dos meus lábios pelo lábio superior e, ao chegar no meio, com sua boca, o beijou. Fechei meus lábios para capturar os dela e me mergulhar novamente em um beijo. Nossas línguas se encontravam e dançavam. ritmicamente. Minhas mãos a seguravam pela cintura enquanto ela, com o braço esquerdo, envolvia meu pescoço e com a outra apertava sutilmente meu peito esquerdo. Pude sentir uma leve pontada quando ela beliscou meu mamilo, mas meu gemido se afogou em sua boca. Subi minhas mãos até seus seios lindos e os apertei com força. Fui acariciando-os com firmeza até conseguir enfiar minha mão direita dentro de sua blusa. Seu peito turgente me apontava com o mamilo. Enquanto nos beijávamos, segurei-o entre meus dedos indicador e polegar e, ao liberar meus lábios, desci para beijá-lo. Antes de posar minha boca em seu mamilo, ouvimos o som da chave entrando na porta e imediatamente ela se abriu.

Pude ver Mário parado no limiar da porta e João atrás dele. Mário sorriu enquanto avançava, e João me olhava surpreso. Era minha primeira vez com uma mulher. Com João, nunca havíamos falado sobre a possibilidade de compartilhar a cama com outra pessoa, independentemente do sexo. Acho que ele nunca me imaginou numa situação dessas. Definitivamente, eu também não acreditava no que estava fazendo. Só em alguma fantasia podia me imaginar com outra mulher, mas nunca fui de realizar minhas fantasias.Entra, Juan, e fecha a porta. Fica à vontade.-Disse Mario.

Juan avançava a passos lentos. Ainda não entendia nada. Eu, longe de recuar, beijei com extrema paixão aquele busto, brinquei sem medo e com total luxúria com aquele botãozinho rosa. A situação estava me deixando com muito tesão. "O Juan está me observando", "Estou com outra mulher", "Estou transando com outra mulher!"

Enquanto isso, Mario já tinha tirado sua jaqueta e aproveitou para pegar a de Juan e pendurá-la no cabideiro. Juan estava perplexo.E aí, cara! Reage aí. Ainda tem outra teta pra você aproveitar.-Foram as palavras do Mario enquanto empurrava o Juan, aproximando-o da Macarena.

Sem parar de beijar e chupar aquele peito lindo, olhei pro Juan com cumplicidade. Ele olhou pra Maca como pedindo permissão. Ela estendeu a mão direita, acariciou a bochecha do Juan enquanto sua mão continuava o caminho até pegar sua nuca. Sorriu pra ele e começou a fazer uma leve pressão para levar sua cabeça ao outro peito. Juan começou a beijá-lo também. Essa situação me deixou muito excitada. Já sentia um calor úmido inundando minha virilha. Levei minha mão esquerda até lá para acariciar meu clitóris, precisava fazer isso, estava quase explodindo. Segundos depois comecei a gemer. Os primeiros gemidos, os mais sutis, consegui abafar mantendo minha boca no peito da Macarena, mas aos poucos o prazer foi dominando meus movimentos e tive que parar de beijar aquele peito para deixar sair minha excitação exaltada. Fechei os olhos e enquanto minha mão fazia movimentos vigorosos brincando com meu clitóris, curvei meu pescoço deixando meu nariz apontado para o céu. Macarena, assim como fez com Juan, pegou minha nuca e foi me levando lentamente para cima. Quando nossos rostros se encontraram, ela me beijou. Quando reagi, abri os olhos e pude ver que aquele beijo tão intenso tinha deslocado os óculos dela. Seus olhos, que estavam fechados, começaram a se abrir. Ela me olhou com doçura e desceu sua boca para beijar meu pescoço. Com o canto do olho pude ver que, por sua vez, ela estava guiando o Juan, assim como tinha feito da primeira vez, até sua cintura onde ainda estava sua saia. Juan já tinha suas mãos apoiadas na bunda da Macarena e apertava com força enquanto descia beijando sua barriga por cima da blusa. Lembrei então que a Maca não estava de calcinha. Sorri sabendo que Juan teria uma surpresa agradável.

Macarena me beijou novamente na boca e quando Juan chegou na altura de seu púbis, ela virou dando as costas para nós dois, embora na verdade para o Juan... Eu estava metendo na bunda dela. Ela pegou minhas mãos e levou até seus seios. Enquanto os acariciava, comecei a beijar seu pescoço e ela aproveitou para tirar a blusa. Da saia, o Juan estava cuidando. Ele pegou com as mãos o botão que ficava na parte de trás e, depois de soltá-lo, começou a abaixar devagar o zíper. Quando chegou ao final do percurso, pegou a saia dos dois lados e começou a baixá-la, e quando começou a descobrir que ela não usava calcinha, ouviu-se um suspiro e, pela reação da Maca, imaginei que o Juan já estava brincando com a língua na sua bunda. Ele deixou a saia cair aos pés da Macarena, que por agora só tinha a blusa pendurada nos ombros. Pensei que a Macarena levantaria os pés para que o Juan tirasse totalmente a saia, mas não, ela deixou que ela ficasse aos seus pés, como uma testemunha silenciosa do que estava acontecendo ali, assim como o Mario. Eu tinha perdido ele de vista, mas ouvi em algum momento um "pssssssss", aquele som que as latas de bebida fazem ao serem abertas. Certamente ele estava observando como dois desconhecidos estavam comendo sua mulher. Separei meus lábios daquele pescoço, embora não tivesse vontade, mas queria tirar a blusa da Macarena, peguei o tecido dos ombros e ela esticou os braços para trás para me permitir tirá-la com facilidade. Naquele momento pude ver como o Juan estava curtindo comer aquela bunda. Ele pegava cada glúteo com uma mão e os separava para chegar facilmente ao cuzinho. Dava para imaginar a língua dele brincando com aquele anel de pele sensível. Sabia que o Juan era muito habilidoso com a língua e com os lábios. Isso se refletia no rosto da Macarena. Ela tinha juntado as pernas, como desafiando o Juan com certa perversão. O Juan também curtia o jogo. Naquele momento pude ver o Mario apoiado na bancada da cozinha tomando uma cerveja. Ele simplesmente sorria. A Macarena, enquanto isso, me olhava perdida entre seus gemidos de prazer e em voz muito Baja me pediu que me aproximasse. Eu fiz isso e novamente comecei a beijar seu pescoço. Foi então que ela me disse:

- Tenho uma surpresa para o seu marido.(Continua...)http://www.poringa.net/posts/relatos/2537418/Descubriendome-Episodio-2.html

8 comentários - Descubriéndome (Episodio 1)

Estoy descubriendo este descubrimiento, un verdadero incendio de sensualidad.
Qué pluma niña! Ahora cómo sigo con mi vida sin despegar la vista del enlace y leerte de un tirón. Creo q como a los ricos platos: los voy a ir saboreando de a poco!!!
tremendo relato, super hot... quiero maaas!! Dejo mis +10
besos