espero que vocês gostem do que encontrei
Olá, amigos, é a primeira vez que escrevo minhas histórias e espero que vocês gostem.
Bom, meu nome é Clara e o que vou contar aconteceu há 2 anos atrás; fazia uma semana que eu tinha feito 18 anos e minha mãe me disse que eu já era uma mulher e que teria que ajudá-la com as tarefas de mulher em casa para cuidar do meu pai e do meu irmão, que naqueles dias estava viajando mas voltaria logo. Eu não fiquei muito feliz porque pensei que teria mais coisas para fazer, como limpar, cozinhar ou lavar, além dos meus deveres escolares, mesmo já fazendo essas coisas. Mas minha mãe não estava se referindo a essas coisas, e sim a outras muito mais prazerosas que eu logo descobriria.
Meu pai chegou do trabalho muito cedo para o costume dele — eram 3 horas e ele sempre chega depois das 6 da tarde. Imediatamente o cumprimentei muito feliz, abraçando-o forte como era meu costume. Ele também me abraçou com mais força que o normal e pude sentir na minha barriga a ereção que ele tinha debaixo das calças. Senti também as mãos dele nas minhas nádegas, que diferente de outras vezes não eram tapas, mas sim carícias, como amassando e levantando minha bunda. Isso me surpreendeu, mas me senti bem. Depois, meu pai foi até a minha mãe, deu um beijão nela e com uma das mãos acariciava a bunda grande dela, e com a outra apertava um dos peitos dela, que ele facilmente descobriu porque minha mãe estava só com um roupão bem leve — coisa normal nela quando está em casa, pois usa só o roupão sem nada por baixo, ou anda só com uma calcinha bem pequena enfiada entre a bunda grande dela e um sutiã que mal cobre as auréolas dos peitos dela.
Depois ele perguntou: "Já falou com a Clarita?"
"Sim, já disse que ela é uma mulher agora e que tem que me ajudar nas coisas de casa, mas acho que ela ainda não entende bem o que quero dizer."
"Bem", disse meu pai, "vamos ter que dar a primeira aula para a menina, pra ela ir aprendendo como são as novas tarefas dela. Eu fiquei olhando fixamente enquanto minha mãe desafivelava o cinto da calça do meu pai, enquanto ele continuava amassando os peitos dela já expostos abertamente, e falava sobre minha primeira aula.
E então, depois de abaixar a calça do meu pai e liberar a pica dele ereta, minha mãe me olhou fixamente e, com cara de safada, me disse:
"Clara, agora você vai ver com muita atenção como eu chupo a pica do seu pai, e depois como ele me fode e como eu satisfaço ele em tudo que ele quiser, porque esta noite você vai nos acompanhar na cama e vai ter que satisfazer ele igual eu faço."
Eu não saía do meu espanto de ver meu pai parado com a pica bem dura e minha mãe chupando ela, enfiando até a garganta. Só fiquei parada olhando, sem perder um detalhe.
Comecei a sentir um certo calor na minha buceta, igual quando meu irmão, escondido, me tocava e me forçava a tocar na pica dura dele, movendo ela pra cima e pra baixo. No começo eu não gostava, mas depois via como ela crescia e ficava dura entre minhas mãos. Meu irmão gemia e pedia pra eu fazer mais rápido, até que me colocava de joelhos e, se masturbando, gozava na minha cara e metia a pica na minha boca, soltando jatos de porra na minha boca pra eu tomar. Depois, me mostrava meu rosto no espelho cheio de porra e dizia que eu era uma putinha gostosa. Nada disso meus pais sabiam, ou pelo menos era o que eu achava.
Mamãe me chamou pra perto dela, me colocou de joelhos e disse: "Vamos, pequena, prova a pica do seu pai..."
Eu peguei ela na minha mão e passei minha língua pela cabeça vermelha dela, e depois fui enfiando devagar na minha boca. Tive que me esforçar, porque era maior e mais grossa que a do meu irmão, então não consegui enfiar toda na boca, mas mesmo assim consegui fazer meu pai gostar.
Papai disse: "A menina aprende rápido, não é, querida?" E mamãe respondeu: "Sim, ela aprende, porque já praticou com o irmão dela, não é, putinha?"
Eu fiquei surpresa, achava que ninguém sabia o que eu fazia com meu irmão.
E mamãe continuou: "Ou você acha que eu nunca te vi como... Você chupa a pica do seu irmão e bate uma pra ele até ele gozar tudo na sua cara, e aí você se olha no espelho do banheiro pra ver como ficou com a cara cheia de porra? Vai, vadia, chupa forte no seu pai igual você chupa no seu irmão.
Clarita, meu pai disse, você é tão puta quanto sua mãe, que bom, porque vamos nos divertir muito com você, sua mãe, seu irmão e eu…
Eu continuava chupando a pica do meu pai, ouvindo tudo o que eles diziam, e cada vez que me chamavam de vadia ou puta, sentia um fogo acender dentro de mim e escorrer pela minha buceta, que ainda não tinha sido explorada além dos dedos do meu irmão e da língua da minha melhor amiga.
Mamãe me separou do papai e, se apoiando na mesa e colocando um pé numa cadeira, deixou exposta a buceta dela, toda melada, e disse pro papai: vamos, querido, mostra pra essa vadia como você me come, me dá duro primeiro pela minha buceta, que já tá escorrendo de vontade. Meu pai pegou a mamãe pela cintura e, empunhando a pica grande com uma mão, enfiou de uma só vez na buceta da minha mãe, que soltou um grito e depois um pedido…
Siiiiiiiiii, assim, querido, me dá duro, enfia toda a sua pica, você sabe que eu adoro sentir você partindo minha buceta ao meio. Tá vendo, Clarita? ele disse com ternura, tá vendo como seu pai é bom? Ele tem uma pica grande e dura que vai te comer hoje à noite. Hoje você vai deixar de ser virgem e vai virar mulher, e vai poder aproveitar comigo a pica do seu pai e do seu irmão sem ter que se esconder.
Assim, filho da puta, empurra forte sua pica na minha buceta, gritava minha mãe com uma cara de puta que eu nunca tinha visto antes.
Sim, vadia, você gosta de ser comida como uma puta, né? Mostra pra sua filha o quão puta você é… Olha, Clara, olha como eu deixo a buceta da sua mãe. E ele tirou a pica da buceta da mamãe, e eu pude ver que deixava um buraco enorme de onde jorrava um rio de líquidos — era o orgasmo da minha mãe escorrendo pelas pernas dela. Agora você vai ver como eu vou deixar o cu dela... Quando mamãe ouviu isso, abriu os olhos e o rosto dela se iluminou de novo, como se fosse algo que ela tava esperando ansiosamente, e ela afastou as nádegas com as mãos, mostrando o buraco do cu dela todo pronto, e disse: "vai, filho da puta, não me faz esperar, arrebenta meu cu, enfia teu pau rápido que eu quero sentir ele encher minhas tripas..."
Papai não perdeu tempo e, cuspindo no cu dela, empurrou com força o pau dele pra dentro da entrada apertada.
"Toma, puta, quer pau? Enfia tudo no cu que eu sei que você gosta..."
"Assim, assim, filho da puta, me come gostoso, arrebenta meu cu, aii, aiiii, como você me machuca, seu safado, não para, enfia mais, me faz lembrar da primeira vez que você arrombou meu cu, siiiim."
Eu olhava estupefata como aquele pau enorme entrava e saía de dentro do cu da mamãe e fiquei com medo, porque sabia que logo seria o meu cu que ia receber aquele tratamento, mas mesmo assustada, não conseguia deixar de ficar excitada pra caralho e tive um orgasmo violento vendo papai comendo mamãe.
Papai pegou mamãe pelos cabelos e a colocou de joelhos, enfiando com força o pau na boca dela, e ela não resistiu, pelo contrário, tentava engolir o pau inteiro de papai na boca até que ele, olhando pro teto, gritou e soltou longos jatos de esperma dentro da boca de mamãe, banhando também o rosto e os peitos dela.
Eu, sem esperar convite, me ajoelhei ao lado da mamãe e comecei a lamber as bochechas dela cheias de esperma. Depois, mamãe me beijou e deixou dentro da minha boca uma quantidade enorme de esperma do meu pai, que eu engoli com gosto. Em seguida, peguei o pau de papai e chupei até não deixar nenhum vestígio de sêmen.
Papai me disse: "Espero que você tenha prestado muita atenção, sua putinha, porque hoje à noite vou te foder do mesmo jeito que fodi sua mãe..." "Sim, papai, tô pronta pra te atender igual a mamãe atende você e meu irmão."
Papai se afastou de nós, que ainda estávamos de joelhos, mas mamãe disse com um tom bem enérgico: "Aonde você pensa que vai, filho da puta? Ainda não terminou. Comigo você sabe o que eu quero, me dá meu refri.
Papai virou e disse: você é a puta mais suja que eu conheço, por isso me casei com você. Quer seu refri, né, puta? Pois vai ter.
Papai se aproximou de nós, pegou o pau dele, apontou na cara da mamãe e começou a soltar um jato contínuo de mijo, que mamãe tentava pegar, literalmente banhando ela. Eu estava perplexa, mas não me mexia. Meu pai, me olhando, disse: "certeza que você também quer ser refrescada". E, apontando o pau dele pra mim, encheu minha cara de mijo. Não consegui evitar engolir uns jatos daquele néctar que eu logo aprenderia a apreciar.
Quando papai terminou de nos refrescar, nos levantamos. Mamãe e eu nos abraçamos com papai, e eu disse: "obrigada por me dar essa aula. Vai me servir muito esta noite. Papai e mamãe, amo muito vocês. E sei que de agora em diante vou poder brincar com o pau do meu irmão e do meu pai sem remorso. E espero que você, mamãe, continue me ensinando como fazer eles felizes."
"Claro que sim, filha", disse minha mãe. "Vou te ensinar tudo. E também vou aproveitar seu corpo. Já vai ver como a gente se diverte quando seu irmão e seu pai não estiverem. Agora toma um banho e dorme um pouco, porque esta vai ser uma noite longa. Seu pai e eu vamos te comer bem gostoso...
Olá, amigos, é a primeira vez que escrevo minhas histórias e espero que vocês gostem.
Bom, meu nome é Clara e o que vou contar aconteceu há 2 anos atrás; fazia uma semana que eu tinha feito 18 anos e minha mãe me disse que eu já era uma mulher e que teria que ajudá-la com as tarefas de mulher em casa para cuidar do meu pai e do meu irmão, que naqueles dias estava viajando mas voltaria logo. Eu não fiquei muito feliz porque pensei que teria mais coisas para fazer, como limpar, cozinhar ou lavar, além dos meus deveres escolares, mesmo já fazendo essas coisas. Mas minha mãe não estava se referindo a essas coisas, e sim a outras muito mais prazerosas que eu logo descobriria.
Meu pai chegou do trabalho muito cedo para o costume dele — eram 3 horas e ele sempre chega depois das 6 da tarde. Imediatamente o cumprimentei muito feliz, abraçando-o forte como era meu costume. Ele também me abraçou com mais força que o normal e pude sentir na minha barriga a ereção que ele tinha debaixo das calças. Senti também as mãos dele nas minhas nádegas, que diferente de outras vezes não eram tapas, mas sim carícias, como amassando e levantando minha bunda. Isso me surpreendeu, mas me senti bem. Depois, meu pai foi até a minha mãe, deu um beijão nela e com uma das mãos acariciava a bunda grande dela, e com a outra apertava um dos peitos dela, que ele facilmente descobriu porque minha mãe estava só com um roupão bem leve — coisa normal nela quando está em casa, pois usa só o roupão sem nada por baixo, ou anda só com uma calcinha bem pequena enfiada entre a bunda grande dela e um sutiã que mal cobre as auréolas dos peitos dela.
Depois ele perguntou: "Já falou com a Clarita?"
"Sim, já disse que ela é uma mulher agora e que tem que me ajudar nas coisas de casa, mas acho que ela ainda não entende bem o que quero dizer."
"Bem", disse meu pai, "vamos ter que dar a primeira aula para a menina, pra ela ir aprendendo como são as novas tarefas dela. Eu fiquei olhando fixamente enquanto minha mãe desafivelava o cinto da calça do meu pai, enquanto ele continuava amassando os peitos dela já expostos abertamente, e falava sobre minha primeira aula.
E então, depois de abaixar a calça do meu pai e liberar a pica dele ereta, minha mãe me olhou fixamente e, com cara de safada, me disse:
"Clara, agora você vai ver com muita atenção como eu chupo a pica do seu pai, e depois como ele me fode e como eu satisfaço ele em tudo que ele quiser, porque esta noite você vai nos acompanhar na cama e vai ter que satisfazer ele igual eu faço."
Eu não saía do meu espanto de ver meu pai parado com a pica bem dura e minha mãe chupando ela, enfiando até a garganta. Só fiquei parada olhando, sem perder um detalhe.
Comecei a sentir um certo calor na minha buceta, igual quando meu irmão, escondido, me tocava e me forçava a tocar na pica dura dele, movendo ela pra cima e pra baixo. No começo eu não gostava, mas depois via como ela crescia e ficava dura entre minhas mãos. Meu irmão gemia e pedia pra eu fazer mais rápido, até que me colocava de joelhos e, se masturbando, gozava na minha cara e metia a pica na minha boca, soltando jatos de porra na minha boca pra eu tomar. Depois, me mostrava meu rosto no espelho cheio de porra e dizia que eu era uma putinha gostosa. Nada disso meus pais sabiam, ou pelo menos era o que eu achava.
Mamãe me chamou pra perto dela, me colocou de joelhos e disse: "Vamos, pequena, prova a pica do seu pai..."
Eu peguei ela na minha mão e passei minha língua pela cabeça vermelha dela, e depois fui enfiando devagar na minha boca. Tive que me esforçar, porque era maior e mais grossa que a do meu irmão, então não consegui enfiar toda na boca, mas mesmo assim consegui fazer meu pai gostar.
Papai disse: "A menina aprende rápido, não é, querida?" E mamãe respondeu: "Sim, ela aprende, porque já praticou com o irmão dela, não é, putinha?"
Eu fiquei surpresa, achava que ninguém sabia o que eu fazia com meu irmão.
E mamãe continuou: "Ou você acha que eu nunca te vi como... Você chupa a pica do seu irmão e bate uma pra ele até ele gozar tudo na sua cara, e aí você se olha no espelho do banheiro pra ver como ficou com a cara cheia de porra? Vai, vadia, chupa forte no seu pai igual você chupa no seu irmão.
Clarita, meu pai disse, você é tão puta quanto sua mãe, que bom, porque vamos nos divertir muito com você, sua mãe, seu irmão e eu…
Eu continuava chupando a pica do meu pai, ouvindo tudo o que eles diziam, e cada vez que me chamavam de vadia ou puta, sentia um fogo acender dentro de mim e escorrer pela minha buceta, que ainda não tinha sido explorada além dos dedos do meu irmão e da língua da minha melhor amiga.
Mamãe me separou do papai e, se apoiando na mesa e colocando um pé numa cadeira, deixou exposta a buceta dela, toda melada, e disse pro papai: vamos, querido, mostra pra essa vadia como você me come, me dá duro primeiro pela minha buceta, que já tá escorrendo de vontade. Meu pai pegou a mamãe pela cintura e, empunhando a pica grande com uma mão, enfiou de uma só vez na buceta da minha mãe, que soltou um grito e depois um pedido…
Siiiiiiiiii, assim, querido, me dá duro, enfia toda a sua pica, você sabe que eu adoro sentir você partindo minha buceta ao meio. Tá vendo, Clarita? ele disse com ternura, tá vendo como seu pai é bom? Ele tem uma pica grande e dura que vai te comer hoje à noite. Hoje você vai deixar de ser virgem e vai virar mulher, e vai poder aproveitar comigo a pica do seu pai e do seu irmão sem ter que se esconder.
Assim, filho da puta, empurra forte sua pica na minha buceta, gritava minha mãe com uma cara de puta que eu nunca tinha visto antes.
Sim, vadia, você gosta de ser comida como uma puta, né? Mostra pra sua filha o quão puta você é… Olha, Clara, olha como eu deixo a buceta da sua mãe. E ele tirou a pica da buceta da mamãe, e eu pude ver que deixava um buraco enorme de onde jorrava um rio de líquidos — era o orgasmo da minha mãe escorrendo pelas pernas dela. Agora você vai ver como eu vou deixar o cu dela... Quando mamãe ouviu isso, abriu os olhos e o rosto dela se iluminou de novo, como se fosse algo que ela tava esperando ansiosamente, e ela afastou as nádegas com as mãos, mostrando o buraco do cu dela todo pronto, e disse: "vai, filho da puta, não me faz esperar, arrebenta meu cu, enfia teu pau rápido que eu quero sentir ele encher minhas tripas..."
Papai não perdeu tempo e, cuspindo no cu dela, empurrou com força o pau dele pra dentro da entrada apertada.
"Toma, puta, quer pau? Enfia tudo no cu que eu sei que você gosta..."
"Assim, assim, filho da puta, me come gostoso, arrebenta meu cu, aii, aiiii, como você me machuca, seu safado, não para, enfia mais, me faz lembrar da primeira vez que você arrombou meu cu, siiiim."
Eu olhava estupefata como aquele pau enorme entrava e saía de dentro do cu da mamãe e fiquei com medo, porque sabia que logo seria o meu cu que ia receber aquele tratamento, mas mesmo assustada, não conseguia deixar de ficar excitada pra caralho e tive um orgasmo violento vendo papai comendo mamãe.
Papai pegou mamãe pelos cabelos e a colocou de joelhos, enfiando com força o pau na boca dela, e ela não resistiu, pelo contrário, tentava engolir o pau inteiro de papai na boca até que ele, olhando pro teto, gritou e soltou longos jatos de esperma dentro da boca de mamãe, banhando também o rosto e os peitos dela.
Eu, sem esperar convite, me ajoelhei ao lado da mamãe e comecei a lamber as bochechas dela cheias de esperma. Depois, mamãe me beijou e deixou dentro da minha boca uma quantidade enorme de esperma do meu pai, que eu engoli com gosto. Em seguida, peguei o pau de papai e chupei até não deixar nenhum vestígio de sêmen.
Papai me disse: "Espero que você tenha prestado muita atenção, sua putinha, porque hoje à noite vou te foder do mesmo jeito que fodi sua mãe..." "Sim, papai, tô pronta pra te atender igual a mamãe atende você e meu irmão."
Papai se afastou de nós, que ainda estávamos de joelhos, mas mamãe disse com um tom bem enérgico: "Aonde você pensa que vai, filho da puta? Ainda não terminou. Comigo você sabe o que eu quero, me dá meu refri.
Papai virou e disse: você é a puta mais suja que eu conheço, por isso me casei com você. Quer seu refri, né, puta? Pois vai ter.
Papai se aproximou de nós, pegou o pau dele, apontou na cara da mamãe e começou a soltar um jato contínuo de mijo, que mamãe tentava pegar, literalmente banhando ela. Eu estava perplexa, mas não me mexia. Meu pai, me olhando, disse: "certeza que você também quer ser refrescada". E, apontando o pau dele pra mim, encheu minha cara de mijo. Não consegui evitar engolir uns jatos daquele néctar que eu logo aprenderia a apreciar.
Quando papai terminou de nos refrescar, nos levantamos. Mamãe e eu nos abraçamos com papai, e eu disse: "obrigada por me dar essa aula. Vai me servir muito esta noite. Papai e mamãe, amo muito vocês. E sei que de agora em diante vou poder brincar com o pau do meu irmão e do meu pai sem remorso. E espero que você, mamãe, continue me ensinando como fazer eles felizes."
"Claro que sim, filha", disse minha mãe. "Vou te ensinar tudo. E também vou aproveitar seu corpo. Já vai ver como a gente se diverte quando seu irmão e seu pai não estiverem. Agora toma um banho e dorme um pouco, porque esta vai ser uma noite longa. Seu pai e eu vamos te comer bem gostoso...
3 comentários - Atendendo o papai e meu irmão