A afilhada gostosa da minha mulher

Há poucos anos, tive uma experiência incrível com uma afilhada da minha esposa na época. Quando conheci a garota, pensei que era uma menina quase adolescente. Embora tivesse feito a firme promessa de não tocar nela, por considerá-la menor de idade, a "neném", como eu a chamava, conseguiu me seduzir a ponto de eu acabar dormindo com ela. Não me arrependia do que fiz, porque curti pra caramba com ela na cama, mas me sentia mal por dois motivos: um, porque achava que ela era menor de idade, e outro, porque era a afilhada da minha mulher, como já falei.

Mas a maior surpresa veio quando minha esposa me contou, com um sorriso de orelha a orelha, que a afilhada tinha ido contar tudo pra ela. Fiquei surpreso, porque, embora minha ex-mulher tivesse uma mente super aberta, não esperava que ela levasse aquilo tão na boa. Mas fiquei mais surpreso ainda quando ela disse que a afilhada, na verdade, tinha a mesma idade que ela. Era uma amiga de infância, que, por costume, chamava minha ex de madrinha, e minha ex a chamava de afilhada. As duas estudaram juntas e fizeram mil travessuras antes de minha ex me conhecer e casar comigo.

O negócio é que, no meio disso tudo, eu caí de inocente na época. Bom, por outros motivos, acabei me divorciando da minha terceira esposa e não a vejo há um tempão. Mas a amiga dela, a Silvia, que eu pensei que fosse uma pré-adolescente, na verdade era uma anã — do tipo que, segundo um amigo médico pra quem descrevi ela, é uma liliputiana, ou seja, uma pessoa proporcionalmente muito baixinha. Diferente de outros tipos de anões que não mantêm as proporções.

Mas voltando ao assunto: um belo dia, encontrei ela na rua. Pra ser mais exato, ela estava sentada no lobby do hotel onde eu estava terminando uma negociação na época. Pra variar, ela estava vestida quase... como uma menina de escola, meias brancas até o tornozelo, sapatos escolares pretos, uma saia xadrez, uma blusa de manga curta branca, o cabelo preso em duas tranças e até uma mochilinha nas costas, igualzinha as meninas de escola. No começo, não a reconheci, mas quando aquela aparente garotinha não parava de me olhar de um jeito sedutor, me chamou a atenção. Só quando ela deu aquele sorriso provocante que consegui reconhecê-la e lembrar de todas as safadezas que a gente tinha feito lá em casa.

Depois de nos cumprimentarmos, ficamos batendo papo por um bom tempo, foi quando descobri que ela trabalhava com a profissão mais antiga do mundo, mas com um detalhe: fazia os clientes acreditarem que ela era de menor. Uma experiência que, de certa forma, eu já tinha vivido com ela. Enquanto conversávamos despreocupados, coloquei uma das minhas mãos na coxa direita da Silvia, bem perto da buceta dela, quando uma senhora mais velha me encarou de um jeito tão nojento que entendi na hora o motivo da raiva dela. Mas bem naquele momento, chegou o cliente que a Silvia estava esperando, um homem bem mais velho, com uma cara de vovô bonzinho.

Depois de se despedir de mim, ela me passou o número do celular dela e combinamos de nos falar. Umas duas semanas depois, achei o número dela na minha carteira e decidi ligar só pra dar um oi. Quando ouvi uma vozinha infantil e fofa no telefone, pensei que tinha ligado errado, mas ela me reconheceu na hora e continuou falando normal. Foi depois que ela me explicou que aquilo era parte do jeito dela ganhar a vida, e aí eu a convidei pra jantar, pra continuar batendo papo sobre a gente. Combinamos que eu passaria pra buscá-la no apartamento dela. Quando cheguei, esperava que ela estivesse vestida normal, mas me deparei de novo com uma quase pré-adolescente. Bem arrumada, mas qualquer um que não a conhecesse ia achar que era uma menina de menos de quinze anos. Por Sorte, me ocorreu de dizer pra ela escolher o restaurante que quisesse ir, por dois motivos: primeiro, com certeza já conheciam ela o suficiente pra não ficar enchendo o saco pensando que era uma menininha; e segundo, assim ela se sentiria muito mais confiante.

Não que eu pensasse em fazer nada de mal pra ela, mas entendi que ela se sentiria muito melhor, como de fato aconteceu. Assim que chegamos no restaurante, o maître quase carregou ela nos braços como se fosse uma criança pequena. Mal sentamos, o próprio maître trouxe a bebida favorita dela, enquanto eu esperava me trazerem uma Cuba libre. A verdade é que ela era tão convincente com aquela roupa e o jeito de agir, que realmente parecia uma colegial. Naquela época, Silvia usava um vestidinho florido branco e curto, uma mochilinha com um desenho animado da moda, e nos pés, umas sandálias fininhas brancas que combinavam com tudo. O cabelo preso num rabo de cavalo chamativo e só.

Quem não a conhecesse, pensaria que era um pai ou avô levando a filha ou neta pra jantar. Silvia, ou a Nena como eu às vezes chamava, conversou comigo sobre como ganhava a vida, porque mesmo sendo advogada, pela estatura baixa e o rosto tão infantil, ninguém queria contratar ela. Em dado momento, enquanto a gente conversava, senti de repente algo tocando minha virilha. Era a Nena fazendo uma das travessuras dela. Num certo ponto, simplesmente me deixei levar pela situação em que estávamos e, colocando a mão por baixo da mesa, fui direto na buceta dela.

Assim, enquanto jantávamos, ficamos brincando um tempo, até chegar a hora de ir embora. Ela já estava sentada no banco do carro, e eu dava um beijo rápido antes de fechar a porta do lado dela, quando apareceram vários policiais. Imediatamente me mandaram colocar as mãos na cabeça, e do jeito tão... brusquidão com que estavam me tratando, foi porque aparentemente alguém tinha ligado, denunciando que um velho sujo estava corrompendo uma docinha menina. A verdade é que quase fui preso, se não fosse a Silvia sacar a identificação dela na hora, esclarecendo o mal-entendido.

O resto do caminho até a casa dela, a gente quase não fez outra coisa senão rir do acontecido. Até que ela, de repente, sem dizer mais nada, colocou a mãozinha esquerda dela no meu pau. Em seguida, se deu ao trabalho de tirar ele do esconderijo, e sem perder tempo, começou a chupar ele. Por sorte, já estávamos chegando na casa dela, então ela parou de chupar e, rindo como quem acaba de fazer uma travessura, me convidou pra entrar. Convite que aceitei na hora, embora estivesse bem ciente de quem ela era, a ilusão que ela criava com aquele jeito de se vestir, de falar e até de agir, fazia a situação ser muito mais excitante do que já era por si só.

Quando entrei, levei um pequeno susto, a casa inteira parecia uma casa de bonecas, bichos de pelúcia enormes, uma infinidade de bonecas de todos os tamanhos e cores enfeitavam tanto a sala quanto o resto da casa, até cadernos e livros escolares estavam espalhados por quase todo lado, sem contar a infinidade de fotos dela mesma vestindo desde uniformes escolares, maiôs e vestidos infantis, até fotos bem eróticas dela mesma.

Silvia me convidou pra sentar, quase na hora me trouxe uma bebida, e logo ouvi ela me dizer com aquela voz infantil. "Buceta, a neném quer brincar." Seguindo o jogo, respondi na hora. "E a neném quer brincar de quê com a buceta dela?" Aí ela, fazendo cara de safada, respondeu. "Do Doutor e da doentinha." Eu sorri e falei, "Tá bom, eu vou ser o Doutor e você a neném que tá doente." Colocando uma cara bem séria, continuei. "Então, mocinha, por favor, tire toda a roupinha, que vou te examinar bem fundo. Nena entrando na brincadeira que ela mesma tinha começado, parada na minha frente imitando uma menininha, balançando de um lado pro outro, me disse: "Doutor, é que tá coçando minha coisinha". Ao falar isso, levantou a saia do vestidinho, mostrando as calcinhas infantis de algodão enfeitadas com bonequinhos. Eu respondi de novo: "Moçinha, por favor, tira toda a roupinha, que vou te examinar bem fundo."

Na hora, Silvia começou a tirar o vestidinho, ficando só de calcinha de algodão. Os peitinhos dela, pouco desenvolvidos, ficaram totalmente à mostra, enquanto eu devorava ela com os olhos. Ela continuava agindo como se fosse uma criança de verdade, mas mais nova do que realmente parecia. Peguei ela pela mão e guiei até na minha frente, coloquei minhas mãos nos peitinhos dela e acariciei por uns instantes, como se estivesse examinando de verdade. Depois, encostei meu ouvido no peito dela e mandei ela tossir. Não ouvi nada além do batimento forte do coração dela. Mas, com cara de preocupação, falei na hora: "Isso não tá nada bom. Melhor você deitar na maca e tirar a calcinha", apontando pro sofá da sala. Nesse momento, a Nena fez um pequeno escândalo, e eu disse: "Se você se comportar e me obedecer, vou te dar um doce pra chupar até cansar, igual o que você pegou no carro."

Na hora, Silvia obedeceu, deitou no sofá e tirou a calcinha de algodão sozinha, deixando a buceta depilada completamente à mostra. Até aquele momento, parecia uma menininha de menos de quinze anos. Quem diria que a Nena já ia fazer trinta? Foi quando lembrei que, quando a conheci, os peitos dela eram mais salientes, o que me deu uma certa curiosidade. Foquei neles de novo e, enquanto acariciava, notei uma cicatriz quase imperceptível na parte de baixo de ambos os peitos, igual que em volta dos seus pezinhos durinhos. Colocando minha voz mais grave, falei: Mocinha, vou fazer um exame nos seus peitinhos, me diz se sente alguma coisa enquanto eu estiver fazendo.

Depois de acariciar novamente seus pequenos seios, levei minha boca até um dos seus mamilos, que chupei e até mordisquei por uns instantes, até ouvi-la reclamar baixinho. Silvia, seguindo o jogo, me disse num tom de reprovação: "Mas, Doutor, eu te falei que é aqui que tá coçando" e, ao dizer isso, abriu suas perninhas pequenas, mas bem formadas, deixando completamente sua buceta depilada à minha vista, enquanto com uma das mãos apontava insistentemente para o clitóris. Na sequência, concentrei minha atenção na área que ela apontava com tanta insistência. Na verdade, o que vi foi uma linda bucetinha rosada, sem um único pelo na pele, de proporções aparentemente pequenas, mas uma boa buceta, no fim das contas.

Devagar, com meus dedos, separei seus lábios superiores até que, com o indicador e o polegar, peguei seu clitóris rosado e fui apertando lentamente entre os dois dedos, e a Nena respondia: "É aí mesmo que coça, Doutor, é aí mesmo, que gostoso". Por um tempinho, fiquei acariciando o clitóris já inchado dela, a vulva começou a ficar molhada, enquanto com os dedos da mão esquerda comecei a introduzir, do indicador ao anelar, devagar, palpando o interior da vulva dela, até que ela deu um pequeno pulo e gemeu de prazer. Pelo visto, tinha tocado o famoso ponto G. Sem parar, continuei tocando aquela área com a ponta dos meus dedos, e Silvia respondia contorcendo levemente o corpo de prazer, gemendo, e o que me surpreendeu foi sentir como, com a vulva, enquanto eu tocava por dentro, ela apertava meus dedos. Só de sentir aquilo, fiquei super excitado, com vontade de arrancar toda a roupa e cair por cima dela.

Mas essa não era a parte do jogo que ela queria que eu continuasse, então, apesar de Com a minha excitação, falei: "mocinha, vejo que você está dodói, então vou te dar uns beijinhos na sua coisinha pra você sarar bem rápido." Sem perder tempo, levei meu rosto direto pra sua bucetinha depilada e comecei a lamber o clitóris dela com a língua. Silvia já não gemia, mais parecia quase gritar de prazer.

Por um bom tempo, continuei dando aquele tratamento: lambia, chupava e mamava toda a boceta dela. Enquanto eu fazia isso com a boca, com as minhas mãos, apressado, fui tirando toda a roupa até ficar completamente nu. Ela colocou as mãozinhas na minha cabeça e me apertava com força contra o corpinho dela. Mesmo com a aparência de menina, os cheiros, gemidos e gritos de mulher no cio não dava pra disfarçar. Fiquei assim, lambendo e chupando a boceta divina dela, até ter certeza de que ela tinha gozado um orgasmo gostoso e delicioso.

A anã ficou quase desmaiada, mas assim que me levantei na frente dela, se revitalizou na hora e, ainda naquela atitude infantil, disse: "Buceta, a Neném quer brincar de mamãe e papai." Eu respondi: "Como você quiser, Neném." Por causa da diferença de peso e tamanho, peguei ela no colo, carregando enquanto me sentava no sofá onde, minutos antes, ela tinha ficado deitada com as pernas bem abertas. Depois de sentar, rapidinho Silvia se acomodou em cima de mim, e vi como, quase sem esforço, ela começou a enfiar, dentro da bucetinha depilada dela, meu pau todo duro. A sensação de tê-la montada em cima de mim era algo especial. Com as mãos, eu conseguia acariciar com força o clitóris e os peitinhos dela. Os gemidos, os gritos, o movimento da cintura dela no meu corpo, as bundinhas lindas e brancas que, de vez em quando, deixavam ver o cuzinho vermelho, o cheiro de mulher dela — enfim, ela toda era algo muito especial.

Em certo momento, Silvia mudou de posição, ainda em em movimento pleno, até que o rosto dela ficou na frente do meu, o rosto dela refletia um prazer imenso, as diferentes caras que ela fazia, enquanto meu pau entrava e saía da sua vulva bem lubrificada eram algo indescritível, pra completar eu senti como se a bucetinha dela apertasse deliciosamente meu instrumento, me fazendo sentir um prazer como há muito tempo não curtia, vi como seus peitinhos balançavam pra cima e pra baixo, ou de um lado pro outro conforme ela se mexia em cima de mim. Meus dedos, além de explorar e apertar seu clitóris quente, em certos momentos passava sobre seu esfíncter, e ela respondia com um pulinho gostoso. Suas unhas pequenas se cravavam na minha pele, no momento em que tanto ela quanto eu atingimos um clímax divino. Depois disso, aos poucos fomos nos acalmando até parar completamente. A Silvia se deitou no meu peito e assim ficamos sei lá por quanto tempo.

Quando ela se separou do meu corpo, foi direto pro banheiro se lavar toda, de onde voltou completamente banhada da cabeça aos pés, a água ainda escorria pelos seus peitinhos empinados mas pequenos, numa das mãos ela trazia uma toalha molhada, com a qual, sem perder tempo, começou a limpar meu pau.

Parece que não tínhamos ficado totalmente saciados, porque quase de imediato a Nena continuou com a brincadeira, me dizendo de um jeito infantil: "Buceta, a Nena quer ser a Doutora agora." Ao que eu respondi, dando um beijão na boca dela, minha língua se enroscou na dela por um bom tempo. Quando nos separamos, ouvi ela dizer, brincando e se fazendo de brava: "Não, buceta, assim não, eu sou a Doutora agora, então você é o doentinho." Eu continuei a brincadeira e me sentei no sofá, enquanto ela me perguntava: "Bom, me diz, buceta, o que que você tem?" Naquele momento, a única coisa que me veio à cabeça foi dizer: "É que eu tenho um problema com meu amiguinho", e ela, de um jeito ingênuo, ao mesmo tempo que pegava no meu pau, perguntou: "O que que tem, buceta, seu amiguinho? Parece... Cansado. Mas só o fato de ela ter segurado com a mão já foi mais que suficiente pra ele ficar duro de novo entre os dedos dela. Foi quando eu falei: "Viu, Doutorzinha, é só você tocar que ele fica durinho que nem pedra."

Na hora, a Silvia, fingindo uma curiosidade de criança, apertou ele com mais força entre os dedos e começou a me masturbar divinamente. Até que parou e falou: "Pussy, vou te fazer um teste, mas parece que seu amiguinho tá bem demais." Simplesmente, sem rodeio nenhum, enfiou meu pau dentro da boquinha vermelha dela, os lábios vermelhos chupando deliciosamente a cabeça do meu pau. Eu tava quase sem aguentar a vontade de gozar, então, sem falar nada, peguei ela no colo e, sem tirar meu pau da boca dela, virei ela até que a buceta dela ficasse na frente da minha boca. Não perdi tempo e comecei a chupar ela de novo, mas com a diferença que, de vez em quando, eu tirava minha língua da buceta dela e lambia fundo o meio da bundinha branca dela. Toda vez que eu fazia isso, a Silvia dava um pulinho gostoso.

Até que, depois de um tempinho, ela meio que se acostumou com minha língua tocando de leve o cu dela. No começo, depois eu foquei em cada lambida ser mais funda que a anterior. Até que ela parou de chupar meu pau e falou no tom normal, mas quase implorando, pra minha maior surpresa: "Pussy, enfia no meu cu, por favor." Eu parei de lamber entre as nádegas dela e perguntei: "Sério que você quer que eu meta no seu cu?" E a Silvia respondeu que sim.

Mesmo assim, parecia um abuso, mas como foi ela quem pediu, eu tava disposto a parar no primeiro grito de dor. Mas, pra minha maior surpresa, assim que comecei a penetrar ela pelo cu, a bunda da Silvia foi se ajustando ao meu pau de um jeito único. Ela não reclamou, na verdade fui eu que achei a penetração rápida demais. Do jeito A forma como ela rebolava com meu pau dentro do cu dela era impressionante. Eu apertava ela com força contra meu corpo, uma das minhas mãos enfiei inteira dentro da buceta dela, minha boca beijava e mordia gostosamente o pescoço e o rosto dela, até que eu não senti ela gemer de prazer, não parei de enfiar e tirar minha mão da buceta dela, enquanto meu pau entrava e saía do cu dela.

Depois disso, eu também gozei completamente dentro do cu dela, mas ficamos abraçados quase até a manhã do dia seguinte. Quando acordamos, a Silvia rapidamente foi tomar outro banho, eu esperei ela terminar de se lavar e sair do chuveiro para também tomar um banho bem gostoso. Quando saí do banho, ela já tinha um café da manhã monstruoso preparado pra mim, mas o melhor de tudo é que ela me serviu completamente peladinha.

Mal tomei uma xícara de café, quando falei em tom de brincadeira: "Buceta quer brincar com a Neném." Ela parou do meu lado, com as mãos na cintura, e perguntou: "Brincar de quê?" Foi quando eu peguei ela pela cintura, levantei do chão e deitei ela em cima da mesa. Na hora, peguei o mel pra adoçar as tortas e fui espalhando pelo corpo todo dela. Comecei a passar minha língua na pele dela, enquanto a Silvia se deliciava com o que eu tava fazendo. Já deviam ser umas dez da manhã quando a gente teve outro encontro divino. Ela toda melada e eu lambendo ela dos pés à cabeça. Quando terminamos, tomamos banho juntos, sem parar de nos beijar e nos acariciar.

Quando a gente tava se secando, de repente ela lembrou — ou pelo menos foi o que me pareceu — que tinha um encontro com outro cliente, então me pediu pra levar ela até lá, porque preferia não sair de casa dirigindo vestida do jeito que tava. Quando finalmente terminou de se vestir, parecia de novo uma menina inocente de menos de quinze anos. Já no caminho, combinamos de nos ver de novo na semana seguinte. No meu caso, eu não era... O cliente dela era simplesmente, como ela me disse, o parceiro de jogos dela.

Ao chegar na área dos bancos, ela tirou o notebook da mochila e fez uma ligação. Em poucas palavras, disse pra pessoa que tinha atendido ela que já estava chegando. Depois disso, desligou e me mandou entrar direto no estacionamento de uma das principais firmas. Já lá dentro, me pediu pra deixar ela na frente de um elevador de uso privado. Silvia, completamente dentro da personagem infantil dela, desceu do carro alegremente, vestida com uniforme de colegial e com a mochilinha nas costas. Assim que eu me afastei o suficiente, ela apertou o botão de chamada. Em poucos minutos, a porta abriu. De lá saiu o presidente da firma em pessoa, que, depois de dar uma olhada rápida, abraçou a Silvia e deu um beijo no rosto dela, como se fosse a neta dele. Depois desse encontro rápido, ele pegou a mão dela e a levou pra dentro do elevador.

Depois disso, voltei a brincar com a Silvia, às vezes na minha casa, às vezes na dela. Mas pelo que eu sei, hoje em dia, ela é uma das mais bem pagas no ofício peculiar dela.






La ahijada de mi mujer











6 comentários - A afilhada gostosa da minha mulher

KAPO!!!! 😉


EXELENTE HISTORIA!!!!!!

Te lo Dice:
relatos
**TROPOS306** - La banda de la P!