Não sei quando começou aquele formigamento no meu pau, mas eu sentia toda vez que via minha prima Magdalena. Tentava ficar com ela sempre que podia. Desde a puberdade, imaginava como seria lindo beijá-la, abraçá-la e acariciá-la.
Minha prima Magdalena era e é uma jovem linda; loira, cabelo abaixo dos ombros, vivaz e alegre, alta, peitões, cinturinha fina e com uma bunda bem empinada, gostosa de cima a baixo, como uma potranquinha inquieta. Safadinha e flertando às vezes.
Sempre que a via, meu olhar percorria seu corpo de cima a baixo, apreciando-a, mas com tristeza, ciúmes e raiva porque sabia que ela não era para mim. Meu olhar sempre terminava entre suas pernas, como um ímã me atraía sua linda "Y" que se formava no meio de suas pernas bem torneadas, não importava a roupa que usasse, sempre marcava lindamente.
Mas naquela época, meu único relacionamento sexual era com minha mão, eu tinha então 19 anos. Era tímido, meio introvertido, meu relacionamento com minhas amigas tinha se resumido apenas a beijos e apalpar seus peitos.
Magdalena, da mesma idade que minha irmã Leticia, 18 anos. Morava com meus tios e sua irmã Rosalía perto da nossa casa. Magdalena era inseparável da minha irmã Leticia.
Um dia, em minha casa, eu brincava de luta com minha irmã na cama do meu quarto como fazíamos ocasionalmente desde crianças, mas desta vez havia algo diferente, pois minha prima estava presente. Não lembro como o jogo começou, mas era sobre dominar fisicamente o adversário. Lembro que depois que venci minha irmãzinha, que já não podia se mexer, Magda disse: -Eu continuo.- Fiquei corado e pensei que talvez não fosse uma boa ideia, meninas não deveriam brincar assim com meninos, claro que irmãs não contam para mim. Mas não tive opção, ela já estava sobre meu corpo tentando me segurar. As duas jovens uniram suas forças para me derrotar. Cada uma tentava segurar um braço, colocavam seus joelhos sobre minhas pernas e tentavam me imobilizar como seus instintos mandavam, eu respondia aos ataques delas da maneira mais cuidadosa possível, já que não queria machucá-las, virava meu corpo, soltava um braço, segurava os pulsos de cada uma com as duas mãos. A brincadeira foi longa, suávamos, gritávamos, rosnávamos, soltávamos palavrões. Eu não podia sair derrotado, elas também não queriam aceitar que um garotinho pudesse derrotar as duas. Minha maior preocupação era que percebessem a ereção que eu tinha com o volume que se formava na minha calça.
Eu fazia cócegas nelas, isso as irritava muito, mas com essa desculpa eu podia tocar partes do corpo que de outra forma não teria conseguido, principalmente os peitos. O vestido subia enquanto brincavam, eu adorava ver as pernas, as bundas delas. Tudo era muito divertido.
Em um momento da brincadeira, tirei minha prima de cima de mim segurando-a pelas pernas, minha mão agarrou sua puba, virei ela e a deixei de costas na cama. Senti como uma descarga de desejo, de tudo que não dá pra explicar. Não tirei minha mão imediatamente, sentia chicotadas de prazer, dolorosas, estava tocando o centro do mundo, meu mundo, meu universo. Virei para olhar minha prima, a mulher. Ela estava radiante com um sorriso na boca, ofegante e satisfeita. Tirei minha mão pela vergonha de sentir o que sentia, desejo. O prazer de sentir seus lábios vaginais sob a calcinha, de sentir a porta de seus segredos, de seus tesouros, de meus desejos, era insuportavelmente forte.
Tentando disfarçar minha excitação, me coloquei em posição fetal para que pudessem me atacar facilmente e eu esconder minha ereção. De vez em quando, eu as atacava com beliscões nas costelas ou chaves suaves para imobilizá-las.
Na brincadeira também roçava nos peitões exuberantes da minha irmã Leticia, era gostoso apertá-los mesmo que fosse com meus braços ou peito, pensava que os namorados que ela tivesse iam se divertir muito com seus atributos de mulher. Com minha irmã eu podia ser um pouco mais brusco, além disso, como eu podia continuar agarrando a Magda e não tocar a Leticia? Tinha que ser mais ou menos equilibrado na brincadeira.
Elas respondiam com mordidas, Magdalena estava me mordendo o braço e cutucando minhas costelas.
- Se continuarem me mordendo, eu também vou morder vocês, e nos peitos pra doer. - Eu avisei. Elas riram da minha ameaça e continuaram me mordendo onde podiam.
- Vamos te dar o que você merece. - Diziam pra mim. - Magrelo fraco.
Eu não queria que a brincadeira acabasse, estava me divertindo muito, principalmente porque estava bem excitado. Segurava a Magdalena entre minhas pernas, apertando seus peitos, suas costelas, sua cabeça na altura do meu pecho. Ela em cima de mim, com as mãos tentando segurar meu braço. Leticia me torcia as orelhas, eu fazia cócegas na barriga dela. Mas a sensação do meu pau bem duro na barriga da Magda esfregando contra ele, me deixava vermelho de desejo. Ela ria da minha situação, movia a barriga pra sentir meu membro, sorria maliciosamente como dizendo: olha como eu te deixo excitado e você não pode fazer nada pra remediar.
Num momento em que Magdalena estava debaixo do meu corpo, eu segurando suas mãos com as minhas, os braços estendidos, com meu peito sentindo seus peitos bem desenvolvidos, meu pau bem quente e bem duro sobre seu púbis, suando bastante, meu rosto perto do dela perguntando se ela se rendia, quase a beijei na boca. Mas a presença da minha irmã mordendo meu braço e batendo nas minhas costas me impediu.
- Por que você tá de pau duro? - Minha irmã me perguntou entre risadas. - Você gosta de se esfregar na gente?
Eu fiquei em silêncio todo envergonhado, elas riam da minha vergonha.
- Chega de brincadeira - eu disse - Eu ganhei.
- Claro que não, nós estamos ganhando. - Diziam pra mim.
- Bom, já acabou a brincadeira, vão brincar de bonecas. - Respondi pra elas.
- Vamos continuar brincando, e agora a gente não te chama mais de nada da sua coisa – disse Magda.
– Não, não quero mais brincar, fico com vergonha – respondi.
Rindo e zombando de mim, elas saíram do meu quarto. Eu entrei no banheiro para me limpar e me masturbar. A dor que sentia no meu pau era deliciosa. Enquanto me masturbava, não parava de pensar no que havia sentido. Nunca antes tinha tocado uma mulher daquela forma, bom, exceto minha irmã, mas com ela não havia sentido essa sensação e excitação tão gostosas. Foi delicioso. Esperava que elas não contassem a ninguém sobre nossas "lutinhas", para que não interpretassem mal ou, pior ainda, interpretassem como realmente foi, e meus pais me transformassem em um campeão de boxe por brincar daquele jeito com as meninas.
Passaram-se três ou quatro dias e nada aconteceu. Imaginei que tudo tinha acabado ali e que nunca mais brincaria daquela forma com minha prima. Mas naquela tarde de sexta-feira, meus pais saíram levando minha irmã para uma reunião de amigos. Eu fiquei estudando porque estava em época de provas. Ouvi que minha prima Magdalena não iria, já que também tinha que estudar. Ela é uma estudante responsável, eu sei porque às vezes a ajudava nas tarefas dela.
Minutos depois que minha família partiu, ficando eu sozinho em casa, Magdalena chegou com alguns cadernos e livros para que eu explicasse alguns problemas de matemática.
– Sei que você está estudando para sua prova, mas preciso da sua ajuda em matemática.
Ela sabe muito bem que eu a ajudo com prazer, que deixo tudo por ela.
Sentou-se ao meu lado na mesa da cozinha e me mostrou seus problemas. Eu me sentia feliz por poder fazer algo por ela. Sua presença me preenchia, me enchia de alegria. Tão linda, tão fresca, tão macia. Seus seios tocavam meu braço, às vezes ela colocava a mão sobre minha coxa desnuda, já que eu só usava um short esportivo, acariciando-a suavemente, o que me levou a uma ereção.
Magdalena, divertida, sorriu maliciosamente ao ver minha situação. Sua mão já havia tocado "por acidente" várias vezes meu volume ao tentar acariciar minha coxa. Quando terminamos de estudar, achei que ela iria embora para a minha tristeza, mas ela me agradeceu e, para minha surpresa, disse:
- Gostei muito de brincar de luta com você. Quer brincar de novo?
- Tudo bem, mas já te aviso que vai perder outra vez... Por isso me chamam de Miguel, o Imbatível!
- Veremos, Miguel, o Imbatível – ela respondeu. – A mim me chamam de Magdalena, a Esmagadora!
- Não vou ter piedade de você – falei, já segurando ela e levando para o sofá da sala.
- Melhor no seu quarto, na cama – ela respondeu.
Minha mente trabalhava a mil por hora, antecipando o que viria, nervoso, mas no fim das contas feliz. Ela com intenções de brincar inocente, eu de satisfazer desejos carnais e pecaminosos.
Aos empurrões e puxões, brincando, abraçando e apalpando ela cheio de desejo, chegamos ao quarto. Ela se jogou na cama e, com um olhar feroz no rosto, pernas abertas e joelhos levantados, disse: Vem, que agora você não escapa.
Eu estava bem excitado, vendo ela com seu uniforme escolar, suas meias, sua saia plissada xadrez que, naquela posição, me deixava ver sua calcinha branca, suas pernas brancas e bem torneadas, sua blusa branca na qual se destacavam seus seios jovens, seu olhar desafiador que parecia o de uma deusa no cio, um anjo gostoso.
- Tira seus sapatos – ordenei, enquanto tirava os meus. – Você vai ver como te venço fácil.
- Tira sua camiseta também – ela disse, enquanto tirava a blusa.
Tive que fazer um esforço para fechar a boca. Que linda ela estava com seu sutiã, seus peitos tentando escapar da prisão. Eu me livrei da minha camiseta, jogando num canto, ficando vestido só com minha cueca esportiva curta.
Me joguei sobre ela e segurei seus braços, seu corpo se enroscou no meu e começamos a luta mais extraordinária já vista. Entre gemidos, grunhidos e risadas, nos esfregamos por vários minutos, minhas mãos cada vez... as mais ousadas tocaram quase todo o seu corpo, esfreguei meu pau nas suas nádegas, na sua barriga, nas suas costas, nas suas pernas, mas meu pau estava feliz e queria mais. Num momento em que consegui segurá-la de barriga para cima, montado sobre ela, eu segurando suas mãos, seus braços estendidos, nos olhamos nos olhos com todo o desejo que se tem naquela idade e nos movemos ritmicamente como se estivéssemos fazendo amor. Minha mão soltou seu pulso e acariciou seus lábios. Minha boca se aproximou da dela e dei um beijo, ela me correspondeu abrindo sua boca, nossas línguas se tocaram finalmente, primeiro freneticamente, depois mais devagar, abraçados nossa respiração ficou mais ofegante, o ritmo do nosso atrito púbico se estabilizou. Afastei meu rosto do dela para vê-la, sorrimos, nos beijamos de novo sem parar de esfregar, acariciei seus seios com minhas mãos, minha língua limpava o suor de suas bochechas, de sua testa, de seu pescoço.
Ela com as pernas abertas, os joelhos dobrados, sustentava meu corpo com seu púbis. Senti sua mão que passou por baixo da minha cueca, tocou meu pau suavemente, o pegou e apertou devagar, desceu sua mão até minhas bolas acariciando-as, pegou uma delas e acomodando-a em sua linda mão. Apertou com força.
-Agora, o que você vai fazer? - Já te tenho bem agarrado pelos ovos, Miguel, o imbatível. - Você queria morder meus peitinhos, não era?
-Magdita, linda, não seja má, assim não vale. - Supliquei.
-Eu te pareço linda? - me perguntou enquanto apertava mais forte minha bola.
-A mulher mais linda do mundo - Respondi com um gemido de dor.
-Vai fazer tudo o que eu mandar? - Disse apertando um pouco mais forte com a mão.
-Sim, tudo o que você disser.
-Você promete? -
-Sim, sim, eu prometo. - Respondi com voz de dor.
-Vem, deita de barriga para cima. - Disse ao mesmo tempo que soltava minha bola e me deitava de barriga para cima.
Ela se pôs sobre mim, sentada de cavalinho, a saia já tinha De pé, seu púbis esfregava meu pau, que não havia diminuído a ereção apesar da dor.
Magda começou um movimento do púbis para frente e para trás, esfregando meu pau que fazia uma barraca enorme no meu moletom. Ela tirou o sutiã e eu tive diante de mim a visão mais maravilhosa dos seus peitos, eretos apontando para cima, desafiadores, com formato de montanhas pontiagudas, dois Everests ao vivo, uma visão maravilhosa que parecia ser o melhor cartão postal da minha vida.
— Passou a dor? — ela perguntou. — Gosta dos meus peitos?
— Sim, mas por favor não aperta minhas bolas de novo, e sim, gosto muito dos seus peitos, são lindíssimos — respondi com a boca babando.
— Toca neles — ela ordenou. — Você vai fazer tudo que eu mandar.
Obediente, toquei, apertei, belisquei seus mamilos rosados e macios. Que sensação maravilhosa que, junto com o atrito do púbis dela no meu, me deixou excitadíssimo.
Ela continuava se esfregando no meu pau, as mãos jogaram o cabelo para trás, eu apertei com mais força seus lindos peitos e me empurrava para cima para aumentar o atrito do meu pau com o corpo dela. Ela balançava os peitos de um lado para o outro e eu correspondia apertando com mais força, percorrendo toda a extensão deles.
— Agora beija e morde eles como você ameaçou — ela exigiu.
Me levantei e obedeci, meus lábios tocaram sua pele fina, abri a boca e engoli tudo que pude do seu peito, minha língua frenética e desesperada queria mais e mais, mudei de peito, minha mão pousou no outro. Acomodei meu pau para sentir mais as carícias do púbis dela, mas o instinto fez minha mão esfregar sua calcinha, onde senti o formato dos lábios da sua buceta. A linda, admirada e desejada — "Y" —.
Foi como um gatilho. Susana tentou puxar minha cueca e tirar a calcinha ao mesmo tempo. Eu, claro, ajudei virando ela de costas na cama e puxando a calcinha até tirar, tirei minha cueca e me joguei sobre ela, ela com Suas pernas abertas me deixaram me colocar entre elas, que delícia esfregar-me contra ela, sentia seus belos pelos pubianos como penas que me acariciavam, minha boca em seu peito escorria saliva, minhas mãos percorriam seu corpo desesperadamente sem saber onde parar, ela me acariciava as costas, minha nuca e movia deliciosamente seu corpo, ficamos assim vários minutos até que baixou sua mão e metendo-a entre nossos corpos agarrou meu pau com força e suavidade. O pássaro tem que ser pego assim; nem tão forte que o sufoque, nem tão suave que escape.
- Deixa eu ver ele - ela pediu.
Me afastei obedientemente para que eu também pudesse admirar ela, me coloquei ao seu lado sem soltá-la.
- Que bonito - ela disse enquanto o apertava com suavidade. - Não sabia que ia gostar tanto de tocar no seu pau, ele é muito bonito.
- Bonita é você - respondi. - Você é a coisa mais linda do mundo.
Com uma das minhas mãos sobre seu peito e a outra aprendendo a acariciar seus lábios vaginais, meu olhar se perdia em seu corpo sem saber onde parar, seus loiros pelos pubianos brilhavam com a luz num dourado que só o amanhecer tem, suas nádegas redondas como melões, musculosas e suaves, seu umbigo no ventre duro, seus seios firmes e amorosos, seu rosto angelical, seus lábios úmidos que me incitavam a beijá-la, suas pernas bem torneadas e sua cintura em harmonia. Tudo me chamava, como num sonho eu me encontrava, vendo-a nua. Que ansia não ter mais mãos, não ter mais bocas, não ter mais olhos.
Ela pegou minha mão e a posicionou um pouco mais acima, em seu clitóris, com sua mão me ensinou o movimento e ritmo que queria.
- Assim, na parte de cima do clitóris - ela ensinou. - Que gostoso você me faz, Miguel. Eu faço gostoso pra você?
- Delicioso, Magda.
Ficamos assim por um tempo, ela acariciando meu pau, eu acariciando seu clitóris e seus lábios vaginais, nos beijando. Eu tocava, apertava, beijava seus lindíssimos seios. Minha mão não pôde resistir e baixando um pouquinho introduzi um dedo Na sua bucetinha, que sensação maravilhosa eu sentia ao fazer isso, a entrada do lugar mais desejado.
Ela respondia com suspiros e pequenos gemidos. Eu movia meus dedos cada vez mais rápido, voltava ao clitóris, retornava à sua vagina. Beijava seus mamilos rosadinhos e duros. Ela apertava meu pau com mais força e acelerava seus movimentos cada vez mais.
Seu orgasmo chegou anunciando-se pela respiração, pelos gemidos, ela estremeceu e iluminou-se como um anjo. Minha felicidade ao vê-la e saber que eu provocara aquela iluminação é indescritível, me sentia no céu. Eu não conseguia me segurar mais, o prazer me dominava. Livrei-me de suas mãos e me posicionei sobre ela, disposto a ter tudo o que desejava há tanto tempo, penetrá-la, queria que fôssemos um só.
Magdalena, ainda sem recuperar-se completamente, me deteve, pôs as mãos em meu peito segurando-me com suavidade, e com expressão triste mas doce me disse: Não podemos fazer hoje, Miguel, eu quero me entregar a você, quero te dar minha virgindade, quero que você seja o primeiro, desejo muito isso. Mas hoje não posso, poderia engravidar. Vem, vamos continuar nos acariciando, vamos terminar assim hoje.
Deitei-me novamente ao lado dela e retomamos nossas carícias. Eu feliz pelo que ela me dissera, que eu seria o primeiro, que ela seria minha.
Continuamos nos acariciando por longo tempo, mas não o suficiente para a paixão e o prazer.
Outro orgasmo chegou suavemente nela, sua respiração, seu rubor, seus movimentos, seus gemidos, tudo mudou, transformaram-se num quadro vivo. Eu não sabia então, mas ela tinha mais presentes pela sua sensibilidade e erotismo, presentes que eu desfrutaria cada dia mais. Senti isso na minha mão, na minha mente, no meu pênis que apertava com mais força, em todo meu corpo.
Quando se recuperou do orgasmo, me disse: Quero que você também sinta o que eu senti, deixe seu orgasmo chegar, não se segure. Eu também quero ver você gozar. - Chupa meu pau com a boca. - pedi suplicante. - Deixa eu sentir algo que nunca senti.
Nos acomodamos de tal forma que ela pudesse fazer isso e, ao mesmo tempo, eu pudesse continuar acariciando sua buceta e seus peitos.
Eu estava no céu: meu pau na boca dela, minha mão em sua buceta introduzindo um dedo, tocando seus seios. Meu corpo, muito sensível a qualquer toque, tremia de prazer, um prazer que era quase doloroso.
- Que pau lindo você tem - ela disse em um momento em que o tirou da boca. - Tão grande, tão duro, tão macio... muito lindo. Não sabia que ia gostar tanto dessa parte do seu corpo, Miguel, meu amor. Você é lindo.
- Eu sabia que você era linda, Magdita da minha vida, mas não sabia que você pudesse me fazer tão feliz. Você está realmente acabando comigo, amor.
Ela riu das minhas palavras.
- Deixa eu aproveitar sua buceta também - eu disse, acomodando minha boca entre suas pernas e girando para ficarmos em um 69. Coloquei minhas mãos em suas nádegas, meus lábios em seus lábios vaginais e aspirei com todos os meus sentidos o lugar mais desejado: seu clitóris, sua vagina, seus perfumes. Tudo me atingiu como uma tempestade. Nunca tinha visto essa parte do corpo de uma mulher, e agora estava lambendo e beijando a mulher dos meus desejos. Estava aprendendo a dar prazer a ela no aprendizado mais recompensador: meu próprio prazer. Seus suspiros e gemidos me pareciam uma música que foi crescendo em frequência e intensidade.
Nós nos dizíamos, entre suspiros, o que estávamos sentindo, o que estávamos experimentando. Nos encorajávamos mutuamente ao agradecer nossas carícias. Finalmente entendi o que significa êxtase.
- Que gostoso você me faz, Miguel, que delícia - ela me disse. - Você com certeza tem muita experiência com outras mulheres.
- Você é a primeira mulher que vejo nua, é a primeira que toco em suas partes sexuais, é a primeira que toca no meu pau - respondi. - E você, Magda, é a primeira vez que te tocam como eu te toco? É a primeira vez que toca e chupa um pau? - perguntei, retomando imediatamente meus beijos em sua clitóris.
- Assim como estamos, eu nunca tinha feito isso antes - ela me respondeu. - Nunca tinha chupado um pau, nem tinham me beijado ali onde você está me beijando. Já tinham me tocado antes e eu já tinha acariciado pênis, mas nunca tinha sentido o que estou sentindo agora. É uma delícia. Por isso eu queria brincar de lutinha com você, para saber como era. Por isso quero transar com você, para saber como é.
Eu não sabia o que pensar daquela resposta. Talvez eu estivesse com ciúmes? Não sei, mas continuei no que estava fazendo com mais intensidade. Seu clitóris rosadinho, como o botão da mais bela das flores, me atraía como a flor atrai a abelha. Seus belos pelos loiros, macios, acariciavam meu queixo. Meu dedo dentro de sua buceta desfrutava da imensa suavidade daquela pele, explorando que tesouros ela guardava. Meu pênis aprisionado em sua boca lançava ondas de prazer por todo meu corpo. Sua mão segurava meu membro, apertava e acariciava com movimentos quase mágicos. Sua outra mão acariciava minhas bolas suavemente. Parei de pensar, deixei tudo acontecer. Apenas sentir, apenas prazer e mais prazer.
Continuei reprimindo meu orgasmo até sentir e ouvir que ela estava tendo outro. Então, feliz, me soltei, e tudo explodiu. O mundo desapareceu e veio a felicidade plena. Ondas de prazer preencheram todo meu corpo, que estremecia a cada nova pulsação que chegava ao meu pênis. Mais e mais prazer. - E depois, paz. -
Quando pude abrir meus olhos novamente, e o sangue diminuiu seu fluxo em minha cabeça, o mundo continuava lindo, mais lindo que antes. Magdalena estava em transe, olhos fechados, suspiros em sua respiração se normalizando. Seus seios subiam e desciam com sua respiração, sua boca e lábios cheios de porra, sua mão segurando meu pênis que ainda gotejava mais sêmen, que pulsava e continuava palpitando esporadicamente. Ela parecia uma guerreira vitoriosa, satisfeita com a vitória conquistada sobre seu oponente. Meu dedo em sua buceta também sentia suas pulsações, suas contrações. Minha mão em... Seu peito queria agarrar seu coração. A abracei e a beijei. Ela me abraçou e me beijou. Palavras não faltaram, pedi que fosse minha namorada, ela me disse que sempre seria minha namorada mas que guardássemos em segredo, que não queria que seu namorado descobrisse nossos joguinhos.
Nos vestimos mutuamente sem parar de nos beijar e acariciar. Arrumamos a cama e a acompanhei até sua casa. Nos despedimos com beijos e carícias. Ela riu muito ao lembrar da minha vergonha pela ereção no jogo com minha irmã e da minha surpresa quando ela me pegou pelas bolas. Planejamos nos ver no dia seguinte para jogar de novo e que, quando pudesse, iríamos nos entregar pela primeira vez, um ao outro.
Minha prima Magdalena era e é uma jovem linda; loira, cabelo abaixo dos ombros, vivaz e alegre, alta, peitões, cinturinha fina e com uma bunda bem empinada, gostosa de cima a baixo, como uma potranquinha inquieta. Safadinha e flertando às vezes.
Sempre que a via, meu olhar percorria seu corpo de cima a baixo, apreciando-a, mas com tristeza, ciúmes e raiva porque sabia que ela não era para mim. Meu olhar sempre terminava entre suas pernas, como um ímã me atraía sua linda "Y" que se formava no meio de suas pernas bem torneadas, não importava a roupa que usasse, sempre marcava lindamente.
Mas naquela época, meu único relacionamento sexual era com minha mão, eu tinha então 19 anos. Era tímido, meio introvertido, meu relacionamento com minhas amigas tinha se resumido apenas a beijos e apalpar seus peitos.
Magdalena, da mesma idade que minha irmã Leticia, 18 anos. Morava com meus tios e sua irmã Rosalía perto da nossa casa. Magdalena era inseparável da minha irmã Leticia.
Um dia, em minha casa, eu brincava de luta com minha irmã na cama do meu quarto como fazíamos ocasionalmente desde crianças, mas desta vez havia algo diferente, pois minha prima estava presente. Não lembro como o jogo começou, mas era sobre dominar fisicamente o adversário. Lembro que depois que venci minha irmãzinha, que já não podia se mexer, Magda disse: -Eu continuo.- Fiquei corado e pensei que talvez não fosse uma boa ideia, meninas não deveriam brincar assim com meninos, claro que irmãs não contam para mim. Mas não tive opção, ela já estava sobre meu corpo tentando me segurar. As duas jovens uniram suas forças para me derrotar. Cada uma tentava segurar um braço, colocavam seus joelhos sobre minhas pernas e tentavam me imobilizar como seus instintos mandavam, eu respondia aos ataques delas da maneira mais cuidadosa possível, já que não queria machucá-las, virava meu corpo, soltava um braço, segurava os pulsos de cada uma com as duas mãos. A brincadeira foi longa, suávamos, gritávamos, rosnávamos, soltávamos palavrões. Eu não podia sair derrotado, elas também não queriam aceitar que um garotinho pudesse derrotar as duas. Minha maior preocupação era que percebessem a ereção que eu tinha com o volume que se formava na minha calça.
Eu fazia cócegas nelas, isso as irritava muito, mas com essa desculpa eu podia tocar partes do corpo que de outra forma não teria conseguido, principalmente os peitos. O vestido subia enquanto brincavam, eu adorava ver as pernas, as bundas delas. Tudo era muito divertido.
Em um momento da brincadeira, tirei minha prima de cima de mim segurando-a pelas pernas, minha mão agarrou sua puba, virei ela e a deixei de costas na cama. Senti como uma descarga de desejo, de tudo que não dá pra explicar. Não tirei minha mão imediatamente, sentia chicotadas de prazer, dolorosas, estava tocando o centro do mundo, meu mundo, meu universo. Virei para olhar minha prima, a mulher. Ela estava radiante com um sorriso na boca, ofegante e satisfeita. Tirei minha mão pela vergonha de sentir o que sentia, desejo. O prazer de sentir seus lábios vaginais sob a calcinha, de sentir a porta de seus segredos, de seus tesouros, de meus desejos, era insuportavelmente forte.
Tentando disfarçar minha excitação, me coloquei em posição fetal para que pudessem me atacar facilmente e eu esconder minha ereção. De vez em quando, eu as atacava com beliscões nas costelas ou chaves suaves para imobilizá-las.
Na brincadeira também roçava nos peitões exuberantes da minha irmã Leticia, era gostoso apertá-los mesmo que fosse com meus braços ou peito, pensava que os namorados que ela tivesse iam se divertir muito com seus atributos de mulher. Com minha irmã eu podia ser um pouco mais brusco, além disso, como eu podia continuar agarrando a Magda e não tocar a Leticia? Tinha que ser mais ou menos equilibrado na brincadeira.
Elas respondiam com mordidas, Magdalena estava me mordendo o braço e cutucando minhas costelas.
- Se continuarem me mordendo, eu também vou morder vocês, e nos peitos pra doer. - Eu avisei. Elas riram da minha ameaça e continuaram me mordendo onde podiam.
- Vamos te dar o que você merece. - Diziam pra mim. - Magrelo fraco.
Eu não queria que a brincadeira acabasse, estava me divertindo muito, principalmente porque estava bem excitado. Segurava a Magdalena entre minhas pernas, apertando seus peitos, suas costelas, sua cabeça na altura do meu pecho. Ela em cima de mim, com as mãos tentando segurar meu braço. Leticia me torcia as orelhas, eu fazia cócegas na barriga dela. Mas a sensação do meu pau bem duro na barriga da Magda esfregando contra ele, me deixava vermelho de desejo. Ela ria da minha situação, movia a barriga pra sentir meu membro, sorria maliciosamente como dizendo: olha como eu te deixo excitado e você não pode fazer nada pra remediar.
Num momento em que Magdalena estava debaixo do meu corpo, eu segurando suas mãos com as minhas, os braços estendidos, com meu peito sentindo seus peitos bem desenvolvidos, meu pau bem quente e bem duro sobre seu púbis, suando bastante, meu rosto perto do dela perguntando se ela se rendia, quase a beijei na boca. Mas a presença da minha irmã mordendo meu braço e batendo nas minhas costas me impediu.
- Por que você tá de pau duro? - Minha irmã me perguntou entre risadas. - Você gosta de se esfregar na gente?
Eu fiquei em silêncio todo envergonhado, elas riam da minha vergonha.
- Chega de brincadeira - eu disse - Eu ganhei.
- Claro que não, nós estamos ganhando. - Diziam pra mim.
- Bom, já acabou a brincadeira, vão brincar de bonecas. - Respondi pra elas.
- Vamos continuar brincando, e agora a gente não te chama mais de nada da sua coisa – disse Magda.
– Não, não quero mais brincar, fico com vergonha – respondi.
Rindo e zombando de mim, elas saíram do meu quarto. Eu entrei no banheiro para me limpar e me masturbar. A dor que sentia no meu pau era deliciosa. Enquanto me masturbava, não parava de pensar no que havia sentido. Nunca antes tinha tocado uma mulher daquela forma, bom, exceto minha irmã, mas com ela não havia sentido essa sensação e excitação tão gostosas. Foi delicioso. Esperava que elas não contassem a ninguém sobre nossas "lutinhas", para que não interpretassem mal ou, pior ainda, interpretassem como realmente foi, e meus pais me transformassem em um campeão de boxe por brincar daquele jeito com as meninas.
Passaram-se três ou quatro dias e nada aconteceu. Imaginei que tudo tinha acabado ali e que nunca mais brincaria daquela forma com minha prima. Mas naquela tarde de sexta-feira, meus pais saíram levando minha irmã para uma reunião de amigos. Eu fiquei estudando porque estava em época de provas. Ouvi que minha prima Magdalena não iria, já que também tinha que estudar. Ela é uma estudante responsável, eu sei porque às vezes a ajudava nas tarefas dela.
Minutos depois que minha família partiu, ficando eu sozinho em casa, Magdalena chegou com alguns cadernos e livros para que eu explicasse alguns problemas de matemática.
– Sei que você está estudando para sua prova, mas preciso da sua ajuda em matemática.
Ela sabe muito bem que eu a ajudo com prazer, que deixo tudo por ela.
Sentou-se ao meu lado na mesa da cozinha e me mostrou seus problemas. Eu me sentia feliz por poder fazer algo por ela. Sua presença me preenchia, me enchia de alegria. Tão linda, tão fresca, tão macia. Seus seios tocavam meu braço, às vezes ela colocava a mão sobre minha coxa desnuda, já que eu só usava um short esportivo, acariciando-a suavemente, o que me levou a uma ereção.
Magdalena, divertida, sorriu maliciosamente ao ver minha situação. Sua mão já havia tocado "por acidente" várias vezes meu volume ao tentar acariciar minha coxa. Quando terminamos de estudar, achei que ela iria embora para a minha tristeza, mas ela me agradeceu e, para minha surpresa, disse:
- Gostei muito de brincar de luta com você. Quer brincar de novo?
- Tudo bem, mas já te aviso que vai perder outra vez... Por isso me chamam de Miguel, o Imbatível!
- Veremos, Miguel, o Imbatível – ela respondeu. – A mim me chamam de Magdalena, a Esmagadora!
- Não vou ter piedade de você – falei, já segurando ela e levando para o sofá da sala.
- Melhor no seu quarto, na cama – ela respondeu.
Minha mente trabalhava a mil por hora, antecipando o que viria, nervoso, mas no fim das contas feliz. Ela com intenções de brincar inocente, eu de satisfazer desejos carnais e pecaminosos.
Aos empurrões e puxões, brincando, abraçando e apalpando ela cheio de desejo, chegamos ao quarto. Ela se jogou na cama e, com um olhar feroz no rosto, pernas abertas e joelhos levantados, disse: Vem, que agora você não escapa.
Eu estava bem excitado, vendo ela com seu uniforme escolar, suas meias, sua saia plissada xadrez que, naquela posição, me deixava ver sua calcinha branca, suas pernas brancas e bem torneadas, sua blusa branca na qual se destacavam seus seios jovens, seu olhar desafiador que parecia o de uma deusa no cio, um anjo gostoso.
- Tira seus sapatos – ordenei, enquanto tirava os meus. – Você vai ver como te venço fácil.
- Tira sua camiseta também – ela disse, enquanto tirava a blusa.
Tive que fazer um esforço para fechar a boca. Que linda ela estava com seu sutiã, seus peitos tentando escapar da prisão. Eu me livrei da minha camiseta, jogando num canto, ficando vestido só com minha cueca esportiva curta.
Me joguei sobre ela e segurei seus braços, seu corpo se enroscou no meu e começamos a luta mais extraordinária já vista. Entre gemidos, grunhidos e risadas, nos esfregamos por vários minutos, minhas mãos cada vez... as mais ousadas tocaram quase todo o seu corpo, esfreguei meu pau nas suas nádegas, na sua barriga, nas suas costas, nas suas pernas, mas meu pau estava feliz e queria mais. Num momento em que consegui segurá-la de barriga para cima, montado sobre ela, eu segurando suas mãos, seus braços estendidos, nos olhamos nos olhos com todo o desejo que se tem naquela idade e nos movemos ritmicamente como se estivéssemos fazendo amor. Minha mão soltou seu pulso e acariciou seus lábios. Minha boca se aproximou da dela e dei um beijo, ela me correspondeu abrindo sua boca, nossas línguas se tocaram finalmente, primeiro freneticamente, depois mais devagar, abraçados nossa respiração ficou mais ofegante, o ritmo do nosso atrito púbico se estabilizou. Afastei meu rosto do dela para vê-la, sorrimos, nos beijamos de novo sem parar de esfregar, acariciei seus seios com minhas mãos, minha língua limpava o suor de suas bochechas, de sua testa, de seu pescoço.
Ela com as pernas abertas, os joelhos dobrados, sustentava meu corpo com seu púbis. Senti sua mão que passou por baixo da minha cueca, tocou meu pau suavemente, o pegou e apertou devagar, desceu sua mão até minhas bolas acariciando-as, pegou uma delas e acomodando-a em sua linda mão. Apertou com força.
-Agora, o que você vai fazer? - Já te tenho bem agarrado pelos ovos, Miguel, o imbatível. - Você queria morder meus peitinhos, não era?
-Magdita, linda, não seja má, assim não vale. - Supliquei.
-Eu te pareço linda? - me perguntou enquanto apertava mais forte minha bola.
-A mulher mais linda do mundo - Respondi com um gemido de dor.
-Vai fazer tudo o que eu mandar? - Disse apertando um pouco mais forte com a mão.
-Sim, tudo o que você disser.
-Você promete? -
-Sim, sim, eu prometo. - Respondi com voz de dor.
-Vem, deita de barriga para cima. - Disse ao mesmo tempo que soltava minha bola e me deitava de barriga para cima.
Ela se pôs sobre mim, sentada de cavalinho, a saia já tinha De pé, seu púbis esfregava meu pau, que não havia diminuído a ereção apesar da dor.
Magda começou um movimento do púbis para frente e para trás, esfregando meu pau que fazia uma barraca enorme no meu moletom. Ela tirou o sutiã e eu tive diante de mim a visão mais maravilhosa dos seus peitos, eretos apontando para cima, desafiadores, com formato de montanhas pontiagudas, dois Everests ao vivo, uma visão maravilhosa que parecia ser o melhor cartão postal da minha vida.
— Passou a dor? — ela perguntou. — Gosta dos meus peitos?
— Sim, mas por favor não aperta minhas bolas de novo, e sim, gosto muito dos seus peitos, são lindíssimos — respondi com a boca babando.
— Toca neles — ela ordenou. — Você vai fazer tudo que eu mandar.
Obediente, toquei, apertei, belisquei seus mamilos rosados e macios. Que sensação maravilhosa que, junto com o atrito do púbis dela no meu, me deixou excitadíssimo.
Ela continuava se esfregando no meu pau, as mãos jogaram o cabelo para trás, eu apertei com mais força seus lindos peitos e me empurrava para cima para aumentar o atrito do meu pau com o corpo dela. Ela balançava os peitos de um lado para o outro e eu correspondia apertando com mais força, percorrendo toda a extensão deles.
— Agora beija e morde eles como você ameaçou — ela exigiu.
Me levantei e obedeci, meus lábios tocaram sua pele fina, abri a boca e engoli tudo que pude do seu peito, minha língua frenética e desesperada queria mais e mais, mudei de peito, minha mão pousou no outro. Acomodei meu pau para sentir mais as carícias do púbis dela, mas o instinto fez minha mão esfregar sua calcinha, onde senti o formato dos lábios da sua buceta. A linda, admirada e desejada — "Y" —.
Foi como um gatilho. Susana tentou puxar minha cueca e tirar a calcinha ao mesmo tempo. Eu, claro, ajudei virando ela de costas na cama e puxando a calcinha até tirar, tirei minha cueca e me joguei sobre ela, ela com Suas pernas abertas me deixaram me colocar entre elas, que delícia esfregar-me contra ela, sentia seus belos pelos pubianos como penas que me acariciavam, minha boca em seu peito escorria saliva, minhas mãos percorriam seu corpo desesperadamente sem saber onde parar, ela me acariciava as costas, minha nuca e movia deliciosamente seu corpo, ficamos assim vários minutos até que baixou sua mão e metendo-a entre nossos corpos agarrou meu pau com força e suavidade. O pássaro tem que ser pego assim; nem tão forte que o sufoque, nem tão suave que escape.
- Deixa eu ver ele - ela pediu.
Me afastei obedientemente para que eu também pudesse admirar ela, me coloquei ao seu lado sem soltá-la.
- Que bonito - ela disse enquanto o apertava com suavidade. - Não sabia que ia gostar tanto de tocar no seu pau, ele é muito bonito.
- Bonita é você - respondi. - Você é a coisa mais linda do mundo.
Com uma das minhas mãos sobre seu peito e a outra aprendendo a acariciar seus lábios vaginais, meu olhar se perdia em seu corpo sem saber onde parar, seus loiros pelos pubianos brilhavam com a luz num dourado que só o amanhecer tem, suas nádegas redondas como melões, musculosas e suaves, seu umbigo no ventre duro, seus seios firmes e amorosos, seu rosto angelical, seus lábios úmidos que me incitavam a beijá-la, suas pernas bem torneadas e sua cintura em harmonia. Tudo me chamava, como num sonho eu me encontrava, vendo-a nua. Que ansia não ter mais mãos, não ter mais bocas, não ter mais olhos.
Ela pegou minha mão e a posicionou um pouco mais acima, em seu clitóris, com sua mão me ensinou o movimento e ritmo que queria.
- Assim, na parte de cima do clitóris - ela ensinou. - Que gostoso você me faz, Miguel. Eu faço gostoso pra você?
- Delicioso, Magda.
Ficamos assim por um tempo, ela acariciando meu pau, eu acariciando seu clitóris e seus lábios vaginais, nos beijando. Eu tocava, apertava, beijava seus lindíssimos seios. Minha mão não pôde resistir e baixando um pouquinho introduzi um dedo Na sua bucetinha, que sensação maravilhosa eu sentia ao fazer isso, a entrada do lugar mais desejado.
Ela respondia com suspiros e pequenos gemidos. Eu movia meus dedos cada vez mais rápido, voltava ao clitóris, retornava à sua vagina. Beijava seus mamilos rosadinhos e duros. Ela apertava meu pau com mais força e acelerava seus movimentos cada vez mais.
Seu orgasmo chegou anunciando-se pela respiração, pelos gemidos, ela estremeceu e iluminou-se como um anjo. Minha felicidade ao vê-la e saber que eu provocara aquela iluminação é indescritível, me sentia no céu. Eu não conseguia me segurar mais, o prazer me dominava. Livrei-me de suas mãos e me posicionei sobre ela, disposto a ter tudo o que desejava há tanto tempo, penetrá-la, queria que fôssemos um só.
Magdalena, ainda sem recuperar-se completamente, me deteve, pôs as mãos em meu peito segurando-me com suavidade, e com expressão triste mas doce me disse: Não podemos fazer hoje, Miguel, eu quero me entregar a você, quero te dar minha virgindade, quero que você seja o primeiro, desejo muito isso. Mas hoje não posso, poderia engravidar. Vem, vamos continuar nos acariciando, vamos terminar assim hoje.
Deitei-me novamente ao lado dela e retomamos nossas carícias. Eu feliz pelo que ela me dissera, que eu seria o primeiro, que ela seria minha.
Continuamos nos acariciando por longo tempo, mas não o suficiente para a paixão e o prazer.
Outro orgasmo chegou suavemente nela, sua respiração, seu rubor, seus movimentos, seus gemidos, tudo mudou, transformaram-se num quadro vivo. Eu não sabia então, mas ela tinha mais presentes pela sua sensibilidade e erotismo, presentes que eu desfrutaria cada dia mais. Senti isso na minha mão, na minha mente, no meu pênis que apertava com mais força, em todo meu corpo.
Quando se recuperou do orgasmo, me disse: Quero que você também sinta o que eu senti, deixe seu orgasmo chegar, não se segure. Eu também quero ver você gozar. - Chupa meu pau com a boca. - pedi suplicante. - Deixa eu sentir algo que nunca senti.
Nos acomodamos de tal forma que ela pudesse fazer isso e, ao mesmo tempo, eu pudesse continuar acariciando sua buceta e seus peitos.
Eu estava no céu: meu pau na boca dela, minha mão em sua buceta introduzindo um dedo, tocando seus seios. Meu corpo, muito sensível a qualquer toque, tremia de prazer, um prazer que era quase doloroso.
- Que pau lindo você tem - ela disse em um momento em que o tirou da boca. - Tão grande, tão duro, tão macio... muito lindo. Não sabia que ia gostar tanto dessa parte do seu corpo, Miguel, meu amor. Você é lindo.
- Eu sabia que você era linda, Magdita da minha vida, mas não sabia que você pudesse me fazer tão feliz. Você está realmente acabando comigo, amor.
Ela riu das minhas palavras.
- Deixa eu aproveitar sua buceta também - eu disse, acomodando minha boca entre suas pernas e girando para ficarmos em um 69. Coloquei minhas mãos em suas nádegas, meus lábios em seus lábios vaginais e aspirei com todos os meus sentidos o lugar mais desejado: seu clitóris, sua vagina, seus perfumes. Tudo me atingiu como uma tempestade. Nunca tinha visto essa parte do corpo de uma mulher, e agora estava lambendo e beijando a mulher dos meus desejos. Estava aprendendo a dar prazer a ela no aprendizado mais recompensador: meu próprio prazer. Seus suspiros e gemidos me pareciam uma música que foi crescendo em frequência e intensidade.
Nós nos dizíamos, entre suspiros, o que estávamos sentindo, o que estávamos experimentando. Nos encorajávamos mutuamente ao agradecer nossas carícias. Finalmente entendi o que significa êxtase.
- Que gostoso você me faz, Miguel, que delícia - ela me disse. - Você com certeza tem muita experiência com outras mulheres.
- Você é a primeira mulher que vejo nua, é a primeira que toco em suas partes sexuais, é a primeira que toca no meu pau - respondi. - E você, Magda, é a primeira vez que te tocam como eu te toco? É a primeira vez que toca e chupa um pau? - perguntei, retomando imediatamente meus beijos em sua clitóris.
- Assim como estamos, eu nunca tinha feito isso antes - ela me respondeu. - Nunca tinha chupado um pau, nem tinham me beijado ali onde você está me beijando. Já tinham me tocado antes e eu já tinha acariciado pênis, mas nunca tinha sentido o que estou sentindo agora. É uma delícia. Por isso eu queria brincar de lutinha com você, para saber como era. Por isso quero transar com você, para saber como é.
Eu não sabia o que pensar daquela resposta. Talvez eu estivesse com ciúmes? Não sei, mas continuei no que estava fazendo com mais intensidade. Seu clitóris rosadinho, como o botão da mais bela das flores, me atraía como a flor atrai a abelha. Seus belos pelos loiros, macios, acariciavam meu queixo. Meu dedo dentro de sua buceta desfrutava da imensa suavidade daquela pele, explorando que tesouros ela guardava. Meu pênis aprisionado em sua boca lançava ondas de prazer por todo meu corpo. Sua mão segurava meu membro, apertava e acariciava com movimentos quase mágicos. Sua outra mão acariciava minhas bolas suavemente. Parei de pensar, deixei tudo acontecer. Apenas sentir, apenas prazer e mais prazer.
Continuei reprimindo meu orgasmo até sentir e ouvir que ela estava tendo outro. Então, feliz, me soltei, e tudo explodiu. O mundo desapareceu e veio a felicidade plena. Ondas de prazer preencheram todo meu corpo, que estremecia a cada nova pulsação que chegava ao meu pênis. Mais e mais prazer. - E depois, paz. -
Quando pude abrir meus olhos novamente, e o sangue diminuiu seu fluxo em minha cabeça, o mundo continuava lindo, mais lindo que antes. Magdalena estava em transe, olhos fechados, suspiros em sua respiração se normalizando. Seus seios subiam e desciam com sua respiração, sua boca e lábios cheios de porra, sua mão segurando meu pênis que ainda gotejava mais sêmen, que pulsava e continuava palpitando esporadicamente. Ela parecia uma guerreira vitoriosa, satisfeita com a vitória conquistada sobre seu oponente. Meu dedo em sua buceta também sentia suas pulsações, suas contrações. Minha mão em... Seu peito queria agarrar seu coração. A abracei e a beijei. Ela me abraçou e me beijou. Palavras não faltaram, pedi que fosse minha namorada, ela me disse que sempre seria minha namorada mas que guardássemos em segredo, que não queria que seu namorado descobrisse nossos joguinhos.
Nos vestimos mutuamente sem parar de nos beijar e acariciar. Arrumamos a cama e a acompanhei até sua casa. Nos despedimos com beijos e carícias. Ela riu muito ao lembrar da minha vergonha pela ereção no jogo com minha irmã e da minha surpresa quando ela me pegou pelas bolas. Planejamos nos ver no dia seguinte para jogar de novo e que, quando pudesse, iríamos nos entregar pela primeira vez, um ao outro.

8 comentários - Brincando com minha prima Magdalena
y por ultimo eres un groso
TALENTO08 P! Gracias por el post,
ACUERDATE, COMENTAR ES UN ORGASMO
gracias!