ESTHER, a cunhada dela, e EU...
Tenho uma amiga chamada Esther. Ela tem 24 anos e se casou faz pouco tempo com um cara muito legal. Conheço ela desde que nasceu, porque tenho uma relação quase familiar com os pais dela. Ela é morena, não muito alta, e é bem gostosa, além de ser muito bonita. Eu tenho 37 anos, sou normal, casado, e por causa do meu trabalho como vendedor, geralmente tenho bastante tempo livre.
Essa história que vou contar aconteceu há alguns dias. Espero que vocês gostem.
Acontece que, por uns motivos pessoais nada legais, a gente se encontrou no hospital. Não nos víamos desde o casamento dela, então ficamos felizes em nos trombar. Depois dos cumprimentos, conversamos um pouco e combinamos de nos ver numa ocasião melhor. Essa não demorou a aparecer. Dois dias depois, encontrei ela de novo na feirinha da cidade. Ela estava com a cunhada dela, Mônica, uma mina de 32 anos super gente boa e que também é de dar água na boca. Ela é um pouco mais alta que a Esther e loira natural, com uns olhos azuis lindos. A gente se cumprimentou e fomos tomar um café. Ficamos quase uma hora contando sobre os últimos meses (Mônica tinha casado faz pouco, antes da Esther), a vida de casados, essas coisas. As duas estavam de férias e os maridos trabalhando, então tinham combinado de almoçar juntas.
— Por que vocês não vêm almoçar lá em casa? — perguntei num momento da conversa. — Eu também tô sozinho.
Minha mulher estava de plantão de 24 horas no hospital e só ia terminar na manhã seguinte, e eu podia tirar a tarde de folga se o negócio se estendesse. Elas se olharam.
— Assim vocês aproveitam pra ver o apartamento novo — falei.
— E quem cozinha? — perguntou Mônica.
— Eu, claro — respondi.
— Beleza — disse Esther.
Terminamos o café e combinamos de nos encontrar em casa à uma hora pra começar a preparar o almoço. Comprei o que precisava e voltei pra casa. Elas chegaram na hora certa. Tinham trocado de roupa e, como era verão, as duas estavam de camiseta de manga curta e minissaia. Bem soltinhas, mas discretinhas. Eu nem imaginava que pudesse rolar algo, embora já tivesse batido uma pensando nelas várias vezes, mas ter as duas na minha casa me dava um certo tesão.
— Vamos beber — falei, abrindo umas garrafinhas de cerveja que estavam geladas.
A gente conversou um tempão na cozinha, bebendo cerveja e petiscando um aperitivo que eu tinha preparado pra elas.
— Vamos lá — disse a Esther. — Mostra o apartamento pra gente.
— Tá bom, impaciente — respondi.
Levantamos e eu mostrei o apê pra elas. A Mônica amou o quarto, que, aliás, é um absurdo de lindo, e a Esther ficou vidrada na minha sala de relaxar, toda no estilo marroquino, com almofadas e narguilé.
— Lindíssimo — disse a Mônica.
— Dá pra ver que a grana ajuda — falou a Esther, pegando a cerveja de novo.
A gente tomou umas quantas antes do almoço, já pegando o embalo. Durante a comida, a gente quase acabou com duas garrafas de Albariño, então quando chegou na sobremesa, já tava bem à vontade. Preparei uns cafezinhos gelados e trouxe os licores frios que eu tinha. No fim, quando levantamos da mesa, já estávamos meio altinhos.
— Podíamos fumar um narguilé — sugeriu a Esther.
— É, vamos nessa — concordou a Mônica, e aí a gente foi tomar as doses nas almofadas.
— Beleza — falei. — Vou arrumar a mesa e preparar os copos.
Disse pra elas onde estavam as garrafas e fui limpar a mesa. Quando tava com os copos, minha esposa ligou. Contei sobre o almoço e passei o telefone pras meninas, que queriam dar um oi pra ela (elas se dão super bem).
— Suas safadas — disse minha esposa, rindo. — Da próxima vez, esperem eu estar junto. Vocês se divertindo e eu aqui trampando.
— É a vida — falou a Esther.
— Cuida bem dele — disse ela, se referindo a mim. — Que ele não aguenta nada.
— Fica tranquila que se ele vacilar, conto pro meu marido e a cidade inteira fica sabendo — brincou a Mônica, rindo.
Elas se despediram dela e me devolveram o celular.
— Então, amor, aproveita que eu continuo trabalhando. Vou desligar porque tão me chamando — ela falou e desligou na sequência.
Terminei de arrumar os copos e entrei na sala. A gente se deitou nos sofás e preparei um narguilé com uma ervinha que eu tinha. tava. Fumamos logo depois de pegar ela. A Esther tava sentada na minha frente num almofadão. De repente, ela se balançou e caiu pra trás, levantando as pernas, o que me deixou ver com todos os detalhes a calcinha fio dental branca que ela tava usando. Senti uma pulsada no meu pau. A Mónica tava se acabando de rir e eu fui junto, a Esther também não parava de rir, sem se mexer, na posição que tinha ficado, mostrando a buceta pra gente sem se importar.
Vamos pra cima, falei, dando a mão pra ela levantar.
Outra ponta, falou a Mónica.
Preparei e começamos a fumar. Tava tão gostoso que a gente se deitou um pouco. Minha cara ficou aos pés da Mónica, dando pra ver parte das pernas dela. Eu tava ficando tesudo.
Que que é isso?, falou a Esther, tirando uma caixinha da estante do lado.
Era meu jogo de strip-poker. Tinha comprado fazia pouco e jogava com minha mulher pra quebrar a monotonia.
Olha eles, falou a Mónica rindo, pareciam uns bobos.
Fiquei vermelho, mas respondi.
Mulher, uma coisa diferente do normal é bem-vinda.
A conversa foi por esse caminho. O álcool e a maconha tinham soltado a gente e começamos a contar umas intimidades sobre calcinhas e tal.
Viu, eu não gosto de calcinha igual a dela, falou a Mónica, apontando pra Esther. Prefiro umas mais clássicas.
Pois são super confortáveis, respondeu.
Elas entram no teu cu e incomodam, falou a Mónica.
Não entram, retrucou a Esther.
Deixa eu ver, falou a Mónica.
A Esther ficou parada.
Mas se a gente já viu quando você caiu, ou é vergonha?, falou a Mónica.
Ela se levantou e ficou na frente da Mónica, levantando a minissaia.
Meu pau deu um pulo. A buceta da Esther ficou na minha cara. Dava pra ver a rachinha e os pelinhos que ela tinha.
Agora as tuas, falou a Esther.
A Mónica se levantou e puxou a mini pra cima. Uma calcinha azul apareceu na minha frente. Eu tava no limite.
Quais são mais gostosas?, perguntou a Esther, me olhando.
Caralho, como tava a situação. As duas Eu tinha as duas na minha frente, meio bêbadas, com as saias levantadas e mostrando as calcinhas.
— Bom — falei, fazendo cara de interessante —, pelo modelo eu gosto mais das da Mônica, mas pela cor eu gosto das suas, Esther.
— Que bonito você ficou — respondeu Mônica.
— Vamos — disse Esther, sentando de novo —, vamos jogar uma partida disso.
Pegou a caixa e abriu.
— Fala aí — disse ela —, explica como joga.
— Têm certeza? — perguntei. — Não quero clima ruim.
— Claro, seu bobo — respondeu Mônica, sentando. — Você não vai ver nada que já não tenha visto antes, se a gente perder, claro.
Expliquei as regras e começamos. Depois de várias rodadas, as duas estavam só de lingerie e eu só de calça. Perdi a rodada seguinte, então tive que tirar a calça, o que me deu bastante vergonha, porque eu tava completamente duro.
— Vai — disse Esther —, não enrola, a gente tá cumprindo nossa parte.
— Que seja o que Deus quiser — pensei.
Levantei e fui tirando a calça, deixando à mostra minha cueca com o volume inconfundível do meu pau.
— É por nossa causa? — perguntou Mônica, apontando pro volume.
— O que você acha? — respondi. — Não tô vendo mais ninguém aqui.
O que aconteceu depois, acho que nunca vou esquecer. Esther se ajoelhou e passou a mão no meu pacote, enquanto Mônica se colocou atrás de mim e começou a beijar minhas costas.
— Isso não tá acontecendo — pensei.
Mas sim, tava sim. Esther puxou minha cueca pra baixo e colocou meu pau na boca, iniciando um boquete de arrepiar. Peguei Mônica e a beijei, enquanto uma das minhas mãos foi direto pra buceta dela. Enfiei por dentro da calcinha e acariciei a racha dela, completamente molhada. Tava derretendo. Procurei o clitóris e comecei a masturbar, enfiando de vez em quando um dedo dentro da buceta. Esther continuava na dela, chupando meu pau com muita habilidade. Se continuasse assim, eu ia gozar rápido, e não queria.
— Não para, continua — suspirava Mônica.
Na hora, ela gozou.
— Ahhhhhhhhh — gritou, enquanto soltava os fluidos.
Tive que tapar a boca dela com a mão pra que os vizinhos não ouvissem.
Ufa, disse ela se jogando no sofá.
Levantei a Esther e sentei ela do lado. Ajoelhado, beijei as coxas dela subindo até a buceta. Acariciei por cima da calcinha, beijei e depois afastei o pano pra chupar ela.
Ummmmmm, ela suspirou ao sentir minha língua dentro.
Tinha desejado comer aquela bucetinha há muito tempo e agora tinha ela toda pra mim. Chupei, beijei, lambi até levar ela a um orgasmo brutal. Ela se mexia sem parar, pegando minha cabeça e apertando contra a buceta dela.
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela gritou soltando os fluidos.
A Mônica sentou do lado dela e tapou a boca dela com a sua. Isso me deixou ainda mais tesudo. Ela beijou ela de língua, acariciando os peitos já fora do sutiã. Com certeza, não era a primeira vez e provavelmente o oral juntas ia acabar nisso. Quando o orgasmo passou, a Mônica virou a cabeça.
Cê gosta, hein?, perguntou com cara de menina má.
Como resposta, me movi até ficar na altura da virilha dela. Tirei a calcinha e enfiei a cabeça na buceta dela. A Esther tirou o sutiã dela e chupou os mamilos da cunhada com delicadeza. Ela não aguentou muito e gozou entre espasmos e gemidos. Ainda não tinha terminado quando me levantei e, de uma vez, enfiei a pica na buceta dela até o talo.
Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, ela gritou.
Tava completamente molhada e muito quente. A Esther tinha se levantado e, de pé, colocou a buceta na altura da cara dela. A Mônica chupou a boceta, se mexendo por causa da foda que tava levando. Peguei os peitos apertando o ritmo da penetração.
Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, não para, filho da puta, gritou.
Cê gosta?, hein, puta, respondi.
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela gritou gozando enquanto chupava a buceta da Esther.
Saí dela e sentei do lado. Peguei a Esther pela cintura e deixei ela cair de uma vez na minha vara.
Ohhhhhhhhhhhhhhh, ela suspirou ao sentir a estaca toda dentro.
Segurei a cintura dela subindo e descendo sem descanso. Como era pequenininha, era bem fácil de manejar. Sentia a buceta dela molhada e quente no meu pau. Ela não parava de gemer, cada metida era um tremor. Ela cravou as unhas nas minhas costas, começou a tremer e a soltar os sucos, mordendo o sofá com a boca pra não gritar.
Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ela gemia.
Quando acabou, ficou completamente relaxada, caindo em cima de mim. Eu a levantei, tirei meu pau e sentei ela de novo. Mônica tava do lado dela, se levantou e pegou a rola com a boca. Segurando ela pelo cabelo, comecei a foder a boquinha dela. Ela passava a mão nas minhas bolas e na minha rachinha do cu, o que me deixa doidão.
Muito bem, muito bem, eu suspirava.
Esther entrou na festa, as duas passando meu pau de uma pra outra como se fosse um baseado. Não aguentei mais. Meu pau entrou direto na boca da Esther, fodendo ela até eu gozar.
Ahhhhhhhhh, Siiiiiiiii, eu gritei, soltando uma porrada de porra na boca dela.
Tirei o pau e meti na Mônica no mesmo lugar, terminando de gozar na cara dela.
Ufffffffffffffffffffffffff, eu suspirei, vendo as duas com a cara cheia de leite.
Sentei no meio das duas. Esther levantou e foi no banheiro se lavar, Mônica seguiu ela. Quando voltaram, acendemos um cigarro. A gente se olhou e, sem precisar falar nada, soubemos que essa não seria nem a primeira nem a última vez que algo assim rolaria.
Um abraço.
Tenho uma amiga chamada Esther. Ela tem 24 anos e se casou faz pouco tempo com um cara muito legal. Conheço ela desde que nasceu, porque tenho uma relação quase familiar com os pais dela. Ela é morena, não muito alta, e é bem gostosa, além de ser muito bonita. Eu tenho 37 anos, sou normal, casado, e por causa do meu trabalho como vendedor, geralmente tenho bastante tempo livre.
Essa história que vou contar aconteceu há alguns dias. Espero que vocês gostem.
Acontece que, por uns motivos pessoais nada legais, a gente se encontrou no hospital. Não nos víamos desde o casamento dela, então ficamos felizes em nos trombar. Depois dos cumprimentos, conversamos um pouco e combinamos de nos ver numa ocasião melhor. Essa não demorou a aparecer. Dois dias depois, encontrei ela de novo na feirinha da cidade. Ela estava com a cunhada dela, Mônica, uma mina de 32 anos super gente boa e que também é de dar água na boca. Ela é um pouco mais alta que a Esther e loira natural, com uns olhos azuis lindos. A gente se cumprimentou e fomos tomar um café. Ficamos quase uma hora contando sobre os últimos meses (Mônica tinha casado faz pouco, antes da Esther), a vida de casados, essas coisas. As duas estavam de férias e os maridos trabalhando, então tinham combinado de almoçar juntas.
— Por que vocês não vêm almoçar lá em casa? — perguntei num momento da conversa. — Eu também tô sozinho.
Minha mulher estava de plantão de 24 horas no hospital e só ia terminar na manhã seguinte, e eu podia tirar a tarde de folga se o negócio se estendesse. Elas se olharam.
— Assim vocês aproveitam pra ver o apartamento novo — falei.
— E quem cozinha? — perguntou Mônica.
— Eu, claro — respondi.
— Beleza — disse Esther.
Terminamos o café e combinamos de nos encontrar em casa à uma hora pra começar a preparar o almoço. Comprei o que precisava e voltei pra casa. Elas chegaram na hora certa. Tinham trocado de roupa e, como era verão, as duas estavam de camiseta de manga curta e minissaia. Bem soltinhas, mas discretinhas. Eu nem imaginava que pudesse rolar algo, embora já tivesse batido uma pensando nelas várias vezes, mas ter as duas na minha casa me dava um certo tesão.
— Vamos beber — falei, abrindo umas garrafinhas de cerveja que estavam geladas.
A gente conversou um tempão na cozinha, bebendo cerveja e petiscando um aperitivo que eu tinha preparado pra elas.
— Vamos lá — disse a Esther. — Mostra o apartamento pra gente.
— Tá bom, impaciente — respondi.
Levantamos e eu mostrei o apê pra elas. A Mônica amou o quarto, que, aliás, é um absurdo de lindo, e a Esther ficou vidrada na minha sala de relaxar, toda no estilo marroquino, com almofadas e narguilé.
— Lindíssimo — disse a Mônica.
— Dá pra ver que a grana ajuda — falou a Esther, pegando a cerveja de novo.
A gente tomou umas quantas antes do almoço, já pegando o embalo. Durante a comida, a gente quase acabou com duas garrafas de Albariño, então quando chegou na sobremesa, já tava bem à vontade. Preparei uns cafezinhos gelados e trouxe os licores frios que eu tinha. No fim, quando levantamos da mesa, já estávamos meio altinhos.
— Podíamos fumar um narguilé — sugeriu a Esther.
— É, vamos nessa — concordou a Mônica, e aí a gente foi tomar as doses nas almofadas.
— Beleza — falei. — Vou arrumar a mesa e preparar os copos.
Disse pra elas onde estavam as garrafas e fui limpar a mesa. Quando tava com os copos, minha esposa ligou. Contei sobre o almoço e passei o telefone pras meninas, que queriam dar um oi pra ela (elas se dão super bem).
— Suas safadas — disse minha esposa, rindo. — Da próxima vez, esperem eu estar junto. Vocês se divertindo e eu aqui trampando.
— É a vida — falou a Esther.
— Cuida bem dele — disse ela, se referindo a mim. — Que ele não aguenta nada.
— Fica tranquila que se ele vacilar, conto pro meu marido e a cidade inteira fica sabendo — brincou a Mônica, rindo.
Elas se despediram dela e me devolveram o celular.
— Então, amor, aproveita que eu continuo trabalhando. Vou desligar porque tão me chamando — ela falou e desligou na sequência.
Terminei de arrumar os copos e entrei na sala. A gente se deitou nos sofás e preparei um narguilé com uma ervinha que eu tinha. tava. Fumamos logo depois de pegar ela. A Esther tava sentada na minha frente num almofadão. De repente, ela se balançou e caiu pra trás, levantando as pernas, o que me deixou ver com todos os detalhes a calcinha fio dental branca que ela tava usando. Senti uma pulsada no meu pau. A Mónica tava se acabando de rir e eu fui junto, a Esther também não parava de rir, sem se mexer, na posição que tinha ficado, mostrando a buceta pra gente sem se importar.
Vamos pra cima, falei, dando a mão pra ela levantar.
Outra ponta, falou a Mónica.
Preparei e começamos a fumar. Tava tão gostoso que a gente se deitou um pouco. Minha cara ficou aos pés da Mónica, dando pra ver parte das pernas dela. Eu tava ficando tesudo.
Que que é isso?, falou a Esther, tirando uma caixinha da estante do lado.
Era meu jogo de strip-poker. Tinha comprado fazia pouco e jogava com minha mulher pra quebrar a monotonia.
Olha eles, falou a Mónica rindo, pareciam uns bobos.
Fiquei vermelho, mas respondi.
Mulher, uma coisa diferente do normal é bem-vinda.
A conversa foi por esse caminho. O álcool e a maconha tinham soltado a gente e começamos a contar umas intimidades sobre calcinhas e tal.
Viu, eu não gosto de calcinha igual a dela, falou a Mónica, apontando pra Esther. Prefiro umas mais clássicas.
Pois são super confortáveis, respondeu.
Elas entram no teu cu e incomodam, falou a Mónica.
Não entram, retrucou a Esther.
Deixa eu ver, falou a Mónica.
A Esther ficou parada.
Mas se a gente já viu quando você caiu, ou é vergonha?, falou a Mónica.
Ela se levantou e ficou na frente da Mónica, levantando a minissaia.
Meu pau deu um pulo. A buceta da Esther ficou na minha cara. Dava pra ver a rachinha e os pelinhos que ela tinha.
Agora as tuas, falou a Esther.
A Mónica se levantou e puxou a mini pra cima. Uma calcinha azul apareceu na minha frente. Eu tava no limite.
Quais são mais gostosas?, perguntou a Esther, me olhando.
Caralho, como tava a situação. As duas Eu tinha as duas na minha frente, meio bêbadas, com as saias levantadas e mostrando as calcinhas.
— Bom — falei, fazendo cara de interessante —, pelo modelo eu gosto mais das da Mônica, mas pela cor eu gosto das suas, Esther.
— Que bonito você ficou — respondeu Mônica.
— Vamos — disse Esther, sentando de novo —, vamos jogar uma partida disso.
Pegou a caixa e abriu.
— Fala aí — disse ela —, explica como joga.
— Têm certeza? — perguntei. — Não quero clima ruim.
— Claro, seu bobo — respondeu Mônica, sentando. — Você não vai ver nada que já não tenha visto antes, se a gente perder, claro.
Expliquei as regras e começamos. Depois de várias rodadas, as duas estavam só de lingerie e eu só de calça. Perdi a rodada seguinte, então tive que tirar a calça, o que me deu bastante vergonha, porque eu tava completamente duro.
— Vai — disse Esther —, não enrola, a gente tá cumprindo nossa parte.
— Que seja o que Deus quiser — pensei.
Levantei e fui tirando a calça, deixando à mostra minha cueca com o volume inconfundível do meu pau.
— É por nossa causa? — perguntou Mônica, apontando pro volume.
— O que você acha? — respondi. — Não tô vendo mais ninguém aqui.
O que aconteceu depois, acho que nunca vou esquecer. Esther se ajoelhou e passou a mão no meu pacote, enquanto Mônica se colocou atrás de mim e começou a beijar minhas costas.
— Isso não tá acontecendo — pensei.
Mas sim, tava sim. Esther puxou minha cueca pra baixo e colocou meu pau na boca, iniciando um boquete de arrepiar. Peguei Mônica e a beijei, enquanto uma das minhas mãos foi direto pra buceta dela. Enfiei por dentro da calcinha e acariciei a racha dela, completamente molhada. Tava derretendo. Procurei o clitóris e comecei a masturbar, enfiando de vez em quando um dedo dentro da buceta. Esther continuava na dela, chupando meu pau com muita habilidade. Se continuasse assim, eu ia gozar rápido, e não queria.
— Não para, continua — suspirava Mônica.
Na hora, ela gozou.
— Ahhhhhhhhh — gritou, enquanto soltava os fluidos.
Tive que tapar a boca dela com a mão pra que os vizinhos não ouvissem.
Ufa, disse ela se jogando no sofá.
Levantei a Esther e sentei ela do lado. Ajoelhado, beijei as coxas dela subindo até a buceta. Acariciei por cima da calcinha, beijei e depois afastei o pano pra chupar ela.
Ummmmmm, ela suspirou ao sentir minha língua dentro.
Tinha desejado comer aquela bucetinha há muito tempo e agora tinha ela toda pra mim. Chupei, beijei, lambi até levar ela a um orgasmo brutal. Ela se mexia sem parar, pegando minha cabeça e apertando contra a buceta dela.
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela gritou soltando os fluidos.
A Mônica sentou do lado dela e tapou a boca dela com a sua. Isso me deixou ainda mais tesudo. Ela beijou ela de língua, acariciando os peitos já fora do sutiã. Com certeza, não era a primeira vez e provavelmente o oral juntas ia acabar nisso. Quando o orgasmo passou, a Mônica virou a cabeça.
Cê gosta, hein?, perguntou com cara de menina má.
Como resposta, me movi até ficar na altura da virilha dela. Tirei a calcinha e enfiei a cabeça na buceta dela. A Esther tirou o sutiã dela e chupou os mamilos da cunhada com delicadeza. Ela não aguentou muito e gozou entre espasmos e gemidos. Ainda não tinha terminado quando me levantei e, de uma vez, enfiei a pica na buceta dela até o talo.
Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, ela gritou.
Tava completamente molhada e muito quente. A Esther tinha se levantado e, de pé, colocou a buceta na altura da cara dela. A Mônica chupou a boceta, se mexendo por causa da foda que tava levando. Peguei os peitos apertando o ritmo da penetração.
Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, não para, filho da puta, gritou.
Cê gosta?, hein, puta, respondi.
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela gritou gozando enquanto chupava a buceta da Esther.
Saí dela e sentei do lado. Peguei a Esther pela cintura e deixei ela cair de uma vez na minha vara.
Ohhhhhhhhhhhhhhh, ela suspirou ao sentir a estaca toda dentro.
Segurei a cintura dela subindo e descendo sem descanso. Como era pequenininha, era bem fácil de manejar. Sentia a buceta dela molhada e quente no meu pau. Ela não parava de gemer, cada metida era um tremor. Ela cravou as unhas nas minhas costas, começou a tremer e a soltar os sucos, mordendo o sofá com a boca pra não gritar.
Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ela gemia.
Quando acabou, ficou completamente relaxada, caindo em cima de mim. Eu a levantei, tirei meu pau e sentei ela de novo. Mônica tava do lado dela, se levantou e pegou a rola com a boca. Segurando ela pelo cabelo, comecei a foder a boquinha dela. Ela passava a mão nas minhas bolas e na minha rachinha do cu, o que me deixa doidão.
Muito bem, muito bem, eu suspirava.
Esther entrou na festa, as duas passando meu pau de uma pra outra como se fosse um baseado. Não aguentei mais. Meu pau entrou direto na boca da Esther, fodendo ela até eu gozar.
Ahhhhhhhhh, Siiiiiiiii, eu gritei, soltando uma porrada de porra na boca dela.
Tirei o pau e meti na Mônica no mesmo lugar, terminando de gozar na cara dela.
Ufffffffffffffffffffffffff, eu suspirei, vendo as duas com a cara cheia de leite.
Sentei no meio das duas. Esther levantou e foi no banheiro se lavar, Mônica seguiu ela. Quando voltaram, acendemos um cigarro. A gente se olhou e, sem precisar falar nada, soubemos que essa não seria nem a primeira nem a última vez que algo assim rolaria.
Um abraço.
6 comentários - Mi Primer Trio
COÑO
🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️