Meu primeiro relato, se quiser deixar pontos.
Verona e o Trio Antes da Viagem pra Praia
Tudo estava pronto pra viagem pra praia naquele fim de semana. No dia seguinte, Mario e um grupo de amigos iam pras praias a oeste da cidade. A saída foi marcada pra no máximo às 6h da manhã, e pra facilitar, todo mundo ia se encontrar num ponto só: a casa do Mario. No grupo que ia viajar, tinha a Verona, a mina das tetas dos sonhos, coxas de dar água na boca, uma raba astronômica e fogo no sangue. Na casa do Mario, cujos pais tinham viajado no fim de semana, iam passar a noite a Verona e o primo distante dele, Wílfred. Depois de arrumar tudo pra sair cedo, só faltava comer alguma coisa e dormir o suficiente pra acordar na hora certa. — Beleza, na geladeira só tem frango pra fazer sanduíche. Querem isso? — falou Mario enquanto olhava a geladeira, enquanto Verona e Wílfred arrumavam as mochilas. — Tanto faz, tá de boa — respondeu Verona, e o primo Wílfred só balançou a cabeça porque tava segurando um lençol com os dentes. — Teus sanduíches são muito bons, primo. Acho que você devia ser o chef da viagem — disse Wílfred mastigando o último pedaço da janta. Os jovens tinham tudo pronto, e só faltava dormir, mas ninguém parecia com sono. A TV podia ajudar a pegar no sono, mas naquela noite não tinha nada de bom em nenhum canal. — Que merda! Não tem nada pra ver — reclamou Mario enquanto passava os canais com o controle. Ele e Wílfred se levantaram dos almofadões no chão na frente da TV. Verona pegou o controle e, depois de passar alguns canais, prendeu a atenção num programa bem especial de um canal a cabo. Uma loira pelada, de pernas longas e umas tetas saltitantes lindas, tava com uma perna apoiada na parede e rebolava no ritmo das investidas de um negão que enfiava o pau nela por trás. O volume da TV tava baixo, e a cena quente só era observada pela atenta. Verona, que não perdia um único detalhe, o som fraco dos gemidos e gritos da loira na TV demorou pra chegar nos ouvidos dos caras, que foram atraídos pra TV feito lobos pra carne. — Essa é a hora dos melhores filmes nesse canal. — Quase esqueci por causa de vocês, que só pensavam em ver algum jogo chato. — Disse Verona ao notar o interesse dos amigos no programa. — Não sabia que passavam filme XXX nesse canal. — Disse Wílfred, surpreso, enquanto a cena terminava com a loira gostosa tomando uma porrada de leite na cara do negão bem dotado. — Seja como for, isso é mais interessante que O Clone, a NBA ou outra merda. — Disse Mario, e os três se acomodaram nos almofadões no chão. A sessão de adultos tava muito boa, tavam passando um pornô do melhor, e ela começou a gemer baixinho. Enquanto isso, Wílfred tava a mil, mas continuava calado e bem quieto. O primo Wílfred viu Mario enfiar a mão por baixo do short de Verona e como ela gemia mais e começou a se remexer um pouco no almofadão. Quando Mario mudou de posição, foi pra tirar a camiseta de Verona e começou a lamber de leve um dos pezões apetitosos da linda Verona. Wílfred se sentiu mais à vontade e, não aguentando mais a emoção, abriu a braguilha do short e puxou a pica, que já tava dura há um tempão e com um líquido lubrificante saindo do único olhinho dela. Wílfred começou a se masturbar enquanto os amigos pareciam estar muito ocupados pra notar. Entre gemidos e gritos de prazer, a cena do sexo grupal chegava ao fim com a gozada geral dos atores nas atrizes pornô loucas de tesão. Enquanto Verona acariciava a cabeça de Mario, que continuava grudado no peito dela, a garota, toda satisfeita, virava o pescoço devagar, mostrando o quanto tava gostando, e viu Wílfred com a ferramenta na mão. A mina sorriu ao vê-lo e, com a mão, chamou ele pra participar da festa. Wílfred ainda Incrédulo, mas não imóvel, ele se levanta rápido e pega o outro mamilo de Verona. Os dois garotos saboreiam os mamilos grandes e suculentos, dando beijos, [ Clique para ampliar ] [ Clique para ampliar ] chupadas e lambidas, fazendo a alegria de Verona. Mario começa a puxar o short de Verona pra baixo, e ela se ajeita pra sair melhor. Por baixo, Verona usava uma calcinha branca enorme, nada sexy, mas com as curvas dela até um hábito de freira ficaria provocante. As mãos dos caras voaram quase que direto pra pelve dela, o roçar das mãos no tecido macio da calcinha excitava Verona a ponto dela mesma tirar a calcinha pra mostrar os atributos pros caras cada vez mais tesudos. A buceta carnuda e depilada, as nádegas lisas e duras, sem falar no par de peitos que Wílfred e Mario já estavam aproveitando. Os dois garotos levaram uns segundos pra se despir, e dava pra ver o parentesco entre Mario e Wílfred: ambos com corpos e alturas parecidas. Verona não deixou de notar. —Puxa, vocês são família mesmo, até os paus são iguais. —Os dois magros, as pirocas do mesmo tamanho e circuncidadas. —Bom, o importante é que eles sintam iguais, né, garotos? —disse Verona, enquanto Mario soltava uma risada e Wílfred parecia perplexo. Mas os dois não demoraram pra voltar a ocupar os mamilos de Verona, agora mais soltos e mais excitados. Mario brincava com a bunda de Verona, acariciava as nádegas e enfiava a mão entre elas pra achar o cu e foder com os dedos. O cu de Verona relaxava rápido, e Mario conseguiu enfiar primeiro um, depois dois dedos. Wílfred fazia trabalhos manuais na buceta de Verona, a xota gostosa da garota já estava bem molhada, e os dedos de Wílfred entravam sem problema. O garoto, com muita habilidade, mexia na vagina de Verona e ao mesmo tempo estimulava o clitóris, fazendo a garota se sentir explodir de prazer. Verona sussurrou algo no ouvido de Mario. —Mario, a dupla. A dupla. — Entre os gemidos de Verona, Mario quase não entende, mas ele captou a mensagem e respondeu. — Sabia que você ia querer fazer de novo, sabia que ficou com vontade, né? — Tá bom, eu pego o cu dessa vez, deixa meu primo provar as delícias da sua buceta galopante. — Disse Mario enquanto se levantava, Verona o seguia enquanto ele ia até Wílfred. — Wílfred, com sua linguinha. — Verona olha com malícia para Mario e diz. — Tenho uma ideia melhor. — Verona se coloca de costas para Mario e com a buceta procura o pau dele, Mario consegue penetrá-la, mas Verona só sobe e desce na pica de Mario uma, duas e três vezes, o suficiente para a ferramenta de Mario ficar molhada, o pinto ereto de Mario ficou brilhoso por causa das secreções abundantes da buceta suculenta de Verona. Os dois caras ficaram duas vezes mais excitados, se é que isso era possível, com a safadeza de Verona, que agora finalmente se preparava para ser penetrada por Wílfred. Ele estava deitado sobre umas almofadas com as pernas abertas e a pica esperando, mas não esperou muito: Verona se deixou cair devagar sobre o cacete de Wílfred, a sensação daquela buceta molhada, quente e rebolando era uma delícia para a pica de Wílfred, enquanto Mario ainda não tinha penetrado o cu de Verona. Em vez disso, ele se dedicava a beijar e lamber as belas nádegas da garota, com uma mão separou os dois glúteos e começou a beijar e lamber os arredores do ânus, a língua úmida de Mario dava carícias elétricas na intimidade traseira enrugada de uma Verona fascinada. Na verdade, Verona adorava quando Mario lambia o cu dela, mas isso era algo que ele não fazia há muito tempo, e agora ela curtia isso junto com a rola de Wílfred enfiada até o fundo na buceta dela. Mario disse que agora estava pronto e se ajeitou para sodomizar Verona, se virou como pôde com as pernas esticadas do primo Wílfred, mas finalmente conseguiu acertar a posição e, com o pau ainda molhado pela própria buceta de Verona, Mario começou a meter a pica no cu dela. pinga no cu apertado dela. Com muita suavidade, Mario encaixou o pau até o fundo do cu de Verona, que já estava no limite com as entranhas cheias pelas rolas dos dois caras. Enquanto isso, na TV, um sujeito corpulento e peludo enfiava a pinga numa garota de cabelos bem pretos e lisos, que estava de quatro enquanto chupava a buceta de uma ruiva deitada na cama. Já nos almofadões do chão, Verona rebolava no ritmo da música de fundo da cena, que tinha um sabor inconfundível de Caribe. Os deliciosos movimentos de Verona, pra cima, pra baixo, de um lado pro outro, com os paus dos dois caras no cu e na buceta, acabaram levando a própria Verona a um orgasmo violento e descomunal. Wílfred e Mario se seguraram com toda a calma pra não gozar na hora e acompanhar Verona no clímax dela. Ela segurava a cabeça com as duas mãos, gemia e gritava, a respiração trêmula e os fluidos que molhavam a pélvis de Wílfred eram prova do orgasmo brutal que Verona sentia ao ter um pau comendo ela na buceta e outro no cu. Mais de uma vez, no pico da excitação, Verona arranhou e rasgou o peito de Wílfred, que via com prazer os olhos virados pra cima e a pele suada de Verona enquanto ela não só gozava, mas voltava e ia embora de novo. Verona se divertia pra caralho sozinha. Mario voltou a ficar atrás dela e levantou com força a glande dele, e o cara sentiu como se a vida tivesse escapando pela pinga, mas não gozou. Mas na hora ele disse: "Ah!! agora sim, vou gozar, vou gozar." Rapidinho, Verona tirou a pinga da boca, apontou pra baixo e começou a bater uma punheta até Wílfred derramar o esperma no chão, e olha que aquele cara tinha cum guardado. "Que desperdício, Verona, podia ter recebido o cum na boca também", disse Wílfred com humor, olhando a mancha de esperma no chão. "Verona nunca provou sêmen, e muito menos vai engolido. — Disse Mário enquanto se revirava sobre uma almofada. — É verdade isso, uma garota como você que faz todas essas loucuras nunca engoliu uma porra? — Perguntou Wílfred, muito surpreso. — Isso mesmo — ela deixou cair sobre Wílfred, que a recebeu com um abraço, e ela lhe deu um beijo que mais parecia uma fodida de línguas. — Ainda não terminamos com você, Veronita, minha pica quer mais e tenho certeza que a dele também. — Fica de quatro que ainda falta mais. — Disse Mário enquanto esfregava a piroca dura e brilhosa depois de ter brocado o cu de Verona. Ela obedeceu, não por submissão, mas porque sabia que faltava a surpresa. Bom, essa tem sido a noite das surpresas, porque eu nunca suspeitei que vocês fossem namorados e ainda por cima "liberais". — Falou Wílfred, enquanto Verona e Mário soltaram uma gargalhada, e Verona deu esta resposta: — Liberais somos, namorados, não, que nada. — Eu não faria essa maldade com o Mário e ele não faria comigo. — Disse Verona. — Sim, sim, a gente pode foder e gozar, não precisamos de mais nada. — Mas, Verona, sabe, o Wílfred tem razão, como é que você até uma buceta já comeu, e gostou, e como é que não vai querer nem tocar no sêmen? — Indagou Mário, olhando fixamente para a garota, enquanto Wílfred permanecia estupefato ao ouvir que Verona tinha comido uma buceta. — Acho que agora é a hora, hoje você prova a porra. — Disse Mário, levantando-se e indo em direção a Verona, que dizia: — Eu não sei, isso me dá nojo, é quente e viscoso. — Não, não, que nada, eu não provo e muito menos engulo, que nada. — Você me disse uma vez que tinha a fantasia de comer duas picas, OK, aqui estão as duas picas, realiza sua fantasia e no gosto você vai e a gente goza na sua boquinha gostosa, sim? — Disse Mário, erguendo o pênis, que ia ficando duro mais uma vez. Wílfred o imitou e ambos se colocaram na frente da nervosa Verona, que não conseguia resistir à tentação de tocar e esfregar os dois paus. Efetivamente, entre toques e carícias, Verona foi beijando e lambendo as duas picas e aos poucos começou a chupar os pauzinhos, enquanto a fantasia dela ia tomando forma. Ela estava de joelhos e curtia pra caralho chupando dois paus ao mesmo tempo. Quando olhou pra baixo, viu que o Mario, com o dedão do pé, esfregava a buceta dela, dando uma sensação deliciosa. Verona só gemia baixinho, já que não conseguia falar nem gritar. As picas ficaram mais duras, e dessa vez os caras não iam segurar a vontade. Verona sabia que era questão de segundos até os dois gozarem, e ela precisava decidir se faria o de sempre — apontar pra baixo e pronto — ou deixar que o leite de dois paus duros e quentes espirrasse na cara dela, ou talvez na boca, e quem sabe até engolir um pouco. Como sempre acontece, o momento chega sem avisar. O primeiro pau a gozar foi o do Wílfred, e poucos segundos depois o Mario seguiu o mesmo caminho, mas Verona não teve tempo de reagir. O leite jorrava no rosto dela, e boa parte ia direto pra boca. A porra escorria pela cara dela, quase a fazendo engasgar. No reflexo de abrir a boca pra respirar, uma boa quantidade desse sêmen entrou na boca de Verona. A sensação do líquido quente e grosso escorrendo pelas bochechas, entre os dentes e sobre a língua fez Verona se sentir de um jeito estranho. O gosto indescritível... eles se juntariam a Mario, Verona e Wílfred pra ir pra praia. Esse grupo peculiar, numa casa de praia o fim de semana inteiro, seria difícil prever o que poderia rolar.
Verona e o Trio Antes da Viagem pra Praia
Tudo estava pronto pra viagem pra praia naquele fim de semana. No dia seguinte, Mario e um grupo de amigos iam pras praias a oeste da cidade. A saída foi marcada pra no máximo às 6h da manhã, e pra facilitar, todo mundo ia se encontrar num ponto só: a casa do Mario. No grupo que ia viajar, tinha a Verona, a mina das tetas dos sonhos, coxas de dar água na boca, uma raba astronômica e fogo no sangue. Na casa do Mario, cujos pais tinham viajado no fim de semana, iam passar a noite a Verona e o primo distante dele, Wílfred. Depois de arrumar tudo pra sair cedo, só faltava comer alguma coisa e dormir o suficiente pra acordar na hora certa. — Beleza, na geladeira só tem frango pra fazer sanduíche. Querem isso? — falou Mario enquanto olhava a geladeira, enquanto Verona e Wílfred arrumavam as mochilas. — Tanto faz, tá de boa — respondeu Verona, e o primo Wílfred só balançou a cabeça porque tava segurando um lençol com os dentes. — Teus sanduíches são muito bons, primo. Acho que você devia ser o chef da viagem — disse Wílfred mastigando o último pedaço da janta. Os jovens tinham tudo pronto, e só faltava dormir, mas ninguém parecia com sono. A TV podia ajudar a pegar no sono, mas naquela noite não tinha nada de bom em nenhum canal. — Que merda! Não tem nada pra ver — reclamou Mario enquanto passava os canais com o controle. Ele e Wílfred se levantaram dos almofadões no chão na frente da TV. Verona pegou o controle e, depois de passar alguns canais, prendeu a atenção num programa bem especial de um canal a cabo. Uma loira pelada, de pernas longas e umas tetas saltitantes lindas, tava com uma perna apoiada na parede e rebolava no ritmo das investidas de um negão que enfiava o pau nela por trás. O volume da TV tava baixo, e a cena quente só era observada pela atenta. Verona, que não perdia um único detalhe, o som fraco dos gemidos e gritos da loira na TV demorou pra chegar nos ouvidos dos caras, que foram atraídos pra TV feito lobos pra carne. — Essa é a hora dos melhores filmes nesse canal. — Quase esqueci por causa de vocês, que só pensavam em ver algum jogo chato. — Disse Verona ao notar o interesse dos amigos no programa. — Não sabia que passavam filme XXX nesse canal. — Disse Wílfred, surpreso, enquanto a cena terminava com a loira gostosa tomando uma porrada de leite na cara do negão bem dotado. — Seja como for, isso é mais interessante que O Clone, a NBA ou outra merda. — Disse Mario, e os três se acomodaram nos almofadões no chão. A sessão de adultos tava muito boa, tavam passando um pornô do melhor, e ela começou a gemer baixinho. Enquanto isso, Wílfred tava a mil, mas continuava calado e bem quieto. O primo Wílfred viu Mario enfiar a mão por baixo do short de Verona e como ela gemia mais e começou a se remexer um pouco no almofadão. Quando Mario mudou de posição, foi pra tirar a camiseta de Verona e começou a lamber de leve um dos pezões apetitosos da linda Verona. Wílfred se sentiu mais à vontade e, não aguentando mais a emoção, abriu a braguilha do short e puxou a pica, que já tava dura há um tempão e com um líquido lubrificante saindo do único olhinho dela. Wílfred começou a se masturbar enquanto os amigos pareciam estar muito ocupados pra notar. Entre gemidos e gritos de prazer, a cena do sexo grupal chegava ao fim com a gozada geral dos atores nas atrizes pornô loucas de tesão. Enquanto Verona acariciava a cabeça de Mario, que continuava grudado no peito dela, a garota, toda satisfeita, virava o pescoço devagar, mostrando o quanto tava gostando, e viu Wílfred com a ferramenta na mão. A mina sorriu ao vê-lo e, com a mão, chamou ele pra participar da festa. Wílfred ainda Incrédulo, mas não imóvel, ele se levanta rápido e pega o outro mamilo de Verona. Os dois garotos saboreiam os mamilos grandes e suculentos, dando beijos, [ Clique para ampliar ] [ Clique para ampliar ] chupadas e lambidas, fazendo a alegria de Verona. Mario começa a puxar o short de Verona pra baixo, e ela se ajeita pra sair melhor. Por baixo, Verona usava uma calcinha branca enorme, nada sexy, mas com as curvas dela até um hábito de freira ficaria provocante. As mãos dos caras voaram quase que direto pra pelve dela, o roçar das mãos no tecido macio da calcinha excitava Verona a ponto dela mesma tirar a calcinha pra mostrar os atributos pros caras cada vez mais tesudos. A buceta carnuda e depilada, as nádegas lisas e duras, sem falar no par de peitos que Wílfred e Mario já estavam aproveitando. Os dois garotos levaram uns segundos pra se despir, e dava pra ver o parentesco entre Mario e Wílfred: ambos com corpos e alturas parecidas. Verona não deixou de notar. —Puxa, vocês são família mesmo, até os paus são iguais. —Os dois magros, as pirocas do mesmo tamanho e circuncidadas. —Bom, o importante é que eles sintam iguais, né, garotos? —disse Verona, enquanto Mario soltava uma risada e Wílfred parecia perplexo. Mas os dois não demoraram pra voltar a ocupar os mamilos de Verona, agora mais soltos e mais excitados. Mario brincava com a bunda de Verona, acariciava as nádegas e enfiava a mão entre elas pra achar o cu e foder com os dedos. O cu de Verona relaxava rápido, e Mario conseguiu enfiar primeiro um, depois dois dedos. Wílfred fazia trabalhos manuais na buceta de Verona, a xota gostosa da garota já estava bem molhada, e os dedos de Wílfred entravam sem problema. O garoto, com muita habilidade, mexia na vagina de Verona e ao mesmo tempo estimulava o clitóris, fazendo a garota se sentir explodir de prazer. Verona sussurrou algo no ouvido de Mario. —Mario, a dupla. A dupla. — Entre os gemidos de Verona, Mario quase não entende, mas ele captou a mensagem e respondeu. — Sabia que você ia querer fazer de novo, sabia que ficou com vontade, né? — Tá bom, eu pego o cu dessa vez, deixa meu primo provar as delícias da sua buceta galopante. — Disse Mario enquanto se levantava, Verona o seguia enquanto ele ia até Wílfred. — Wílfred, com sua linguinha. — Verona olha com malícia para Mario e diz. — Tenho uma ideia melhor. — Verona se coloca de costas para Mario e com a buceta procura o pau dele, Mario consegue penetrá-la, mas Verona só sobe e desce na pica de Mario uma, duas e três vezes, o suficiente para a ferramenta de Mario ficar molhada, o pinto ereto de Mario ficou brilhoso por causa das secreções abundantes da buceta suculenta de Verona. Os dois caras ficaram duas vezes mais excitados, se é que isso era possível, com a safadeza de Verona, que agora finalmente se preparava para ser penetrada por Wílfred. Ele estava deitado sobre umas almofadas com as pernas abertas e a pica esperando, mas não esperou muito: Verona se deixou cair devagar sobre o cacete de Wílfred, a sensação daquela buceta molhada, quente e rebolando era uma delícia para a pica de Wílfred, enquanto Mario ainda não tinha penetrado o cu de Verona. Em vez disso, ele se dedicava a beijar e lamber as belas nádegas da garota, com uma mão separou os dois glúteos e começou a beijar e lamber os arredores do ânus, a língua úmida de Mario dava carícias elétricas na intimidade traseira enrugada de uma Verona fascinada. Na verdade, Verona adorava quando Mario lambia o cu dela, mas isso era algo que ele não fazia há muito tempo, e agora ela curtia isso junto com a rola de Wílfred enfiada até o fundo na buceta dela. Mario disse que agora estava pronto e se ajeitou para sodomizar Verona, se virou como pôde com as pernas esticadas do primo Wílfred, mas finalmente conseguiu acertar a posição e, com o pau ainda molhado pela própria buceta de Verona, Mario começou a meter a pica no cu dela. pinga no cu apertado dela. Com muita suavidade, Mario encaixou o pau até o fundo do cu de Verona, que já estava no limite com as entranhas cheias pelas rolas dos dois caras. Enquanto isso, na TV, um sujeito corpulento e peludo enfiava a pinga numa garota de cabelos bem pretos e lisos, que estava de quatro enquanto chupava a buceta de uma ruiva deitada na cama. Já nos almofadões do chão, Verona rebolava no ritmo da música de fundo da cena, que tinha um sabor inconfundível de Caribe. Os deliciosos movimentos de Verona, pra cima, pra baixo, de um lado pro outro, com os paus dos dois caras no cu e na buceta, acabaram levando a própria Verona a um orgasmo violento e descomunal. Wílfred e Mario se seguraram com toda a calma pra não gozar na hora e acompanhar Verona no clímax dela. Ela segurava a cabeça com as duas mãos, gemia e gritava, a respiração trêmula e os fluidos que molhavam a pélvis de Wílfred eram prova do orgasmo brutal que Verona sentia ao ter um pau comendo ela na buceta e outro no cu. Mais de uma vez, no pico da excitação, Verona arranhou e rasgou o peito de Wílfred, que via com prazer os olhos virados pra cima e a pele suada de Verona enquanto ela não só gozava, mas voltava e ia embora de novo. Verona se divertia pra caralho sozinha. Mario voltou a ficar atrás dela e levantou com força a glande dele, e o cara sentiu como se a vida tivesse escapando pela pinga, mas não gozou. Mas na hora ele disse: "Ah!! agora sim, vou gozar, vou gozar." Rapidinho, Verona tirou a pinga da boca, apontou pra baixo e começou a bater uma punheta até Wílfred derramar o esperma no chão, e olha que aquele cara tinha cum guardado. "Que desperdício, Verona, podia ter recebido o cum na boca também", disse Wílfred com humor, olhando a mancha de esperma no chão. "Verona nunca provou sêmen, e muito menos vai engolido. — Disse Mário enquanto se revirava sobre uma almofada. — É verdade isso, uma garota como você que faz todas essas loucuras nunca engoliu uma porra? — Perguntou Wílfred, muito surpreso. — Isso mesmo — ela deixou cair sobre Wílfred, que a recebeu com um abraço, e ela lhe deu um beijo que mais parecia uma fodida de línguas. — Ainda não terminamos com você, Veronita, minha pica quer mais e tenho certeza que a dele também. — Fica de quatro que ainda falta mais. — Disse Mário enquanto esfregava a piroca dura e brilhosa depois de ter brocado o cu de Verona. Ela obedeceu, não por submissão, mas porque sabia que faltava a surpresa. Bom, essa tem sido a noite das surpresas, porque eu nunca suspeitei que vocês fossem namorados e ainda por cima "liberais". — Falou Wílfred, enquanto Verona e Mário soltaram uma gargalhada, e Verona deu esta resposta: — Liberais somos, namorados, não, que nada. — Eu não faria essa maldade com o Mário e ele não faria comigo. — Disse Verona. — Sim, sim, a gente pode foder e gozar, não precisamos de mais nada. — Mas, Verona, sabe, o Wílfred tem razão, como é que você até uma buceta já comeu, e gostou, e como é que não vai querer nem tocar no sêmen? — Indagou Mário, olhando fixamente para a garota, enquanto Wílfred permanecia estupefato ao ouvir que Verona tinha comido uma buceta. — Acho que agora é a hora, hoje você prova a porra. — Disse Mário, levantando-se e indo em direção a Verona, que dizia: — Eu não sei, isso me dá nojo, é quente e viscoso. — Não, não, que nada, eu não provo e muito menos engulo, que nada. — Você me disse uma vez que tinha a fantasia de comer duas picas, OK, aqui estão as duas picas, realiza sua fantasia e no gosto você vai e a gente goza na sua boquinha gostosa, sim? — Disse Mário, erguendo o pênis, que ia ficando duro mais uma vez. Wílfred o imitou e ambos se colocaram na frente da nervosa Verona, que não conseguia resistir à tentação de tocar e esfregar os dois paus. Efetivamente, entre toques e carícias, Verona foi beijando e lambendo as duas picas e aos poucos começou a chupar os pauzinhos, enquanto a fantasia dela ia tomando forma. Ela estava de joelhos e curtia pra caralho chupando dois paus ao mesmo tempo. Quando olhou pra baixo, viu que o Mario, com o dedão do pé, esfregava a buceta dela, dando uma sensação deliciosa. Verona só gemia baixinho, já que não conseguia falar nem gritar. As picas ficaram mais duras, e dessa vez os caras não iam segurar a vontade. Verona sabia que era questão de segundos até os dois gozarem, e ela precisava decidir se faria o de sempre — apontar pra baixo e pronto — ou deixar que o leite de dois paus duros e quentes espirrasse na cara dela, ou talvez na boca, e quem sabe até engolir um pouco. Como sempre acontece, o momento chega sem avisar. O primeiro pau a gozar foi o do Wílfred, e poucos segundos depois o Mario seguiu o mesmo caminho, mas Verona não teve tempo de reagir. O leite jorrava no rosto dela, e boa parte ia direto pra boca. A porra escorria pela cara dela, quase a fazendo engasgar. No reflexo de abrir a boca pra respirar, uma boa quantidade desse sêmen entrou na boca de Verona. A sensação do líquido quente e grosso escorrendo pelas bochechas, entre os dentes e sobre a língua fez Verona se sentir de um jeito estranho. O gosto indescritível... eles se juntariam a Mario, Verona e Wílfred pra ir pra praia. Esse grupo peculiar, numa casa de praia o fim de semana inteiro, seria difícil prever o que poderia rolar.
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