Ramón era tudo.
Não pensava em outra coisa senão nele. A imagem dele invadia meus sonhos, meus pensamentos, tudo. Eu o via dentro de mim. Aquele corpo escuro entrando em mim. Todas as noites antes de dormir, eu me tocava pensando nele.
Só queria ele dentro de mim. Precisava daquela pica dura, imponente, perfuradora. Contava cada segundo até nosso próximo encontro. Inventava todo tipo de desculpa pra poder fugir até o sítio pra vê-lo.
Apesar dos meus quinze anos, me sentia uma mulher no cio, sedenta de pica.
Tinha perdido o medo de meus pais descobrirem, queria gritar que era a mulher do Ramón.
O sábado demorou mais que o normal pra chegar, ou pelo menos foi o que me pareceu.
O ritual era exatamente o mesmo toda vez.
Byron era meu único cúmplice; nas costas dele eu me afastava dos outros e me aproximava do amor da minha vida.
Cheguei no galpão e lá encontrei o Ramón, ele estava consertando uma velha colheitadeira.
O torso dele, nu, estava perdido debaixo da máquina.
Só a parte de baixo do corpo dele ficava à vista.
Não sei se ele me viu chegar, acho que não.
O fato é que me agachei e desabotoei a calça dele.
Tirei a pica dele, ainda mole, e comecei a chupar como uma desesperada. Agarrei ela firme com minha mão, como se fosse minha, e beijava, passava a língua, enfiava na boca.
Logo ela ficou dura e encheu minha boca. Eu queria ela toda pra mim.
Sentia ela pulsar dentro da minha boca, não parava de mamar enquanto acariciava os ovos dele. Minha outra mão começou a bater uma pra ele, e minha boca abocanhava toda a cabeça dele.
Cinco minutos e os jatos grossos de porra dele me inundaram.
Tentei não deixar cair nenhuma gota. Engoli toda a porra dele, quente descendo pela minha garganta. Com a língua, limpei todos os restos.
Ramón saiu de debaixo da colheitadeira, onde tinha ficado enquanto eu fazia meu serviço, e me beijou.
Saudades daquela língua.
Ele começou a me despir, beijou meus peitinhos, tirou minha calcinha e começou a passar a língua molhada e quente pelas dobras da minha buceta.
Começou a brincar com meu clitóris.
Não demorei pra gozar. Ramón podia brincar com meu corpo de qualquer jeito que ele respondia de um jeito impressionante.
O pau dele, duro de novo, abriu caminho entre minhas pernas, e lá estava aquela ardência que me levava a outro nível.
Entrava e saía num ritmo único, aquele pau foi feito pra mim. Era um deleite ter ele todo dentro.
As paredes da minha pussy abraçavam o tronco dele assim como eu abraçava o torso dele, não conseguia soltar.
Num ato reflexo, ele saiu de dentro de mim, e eu comecei a gozar como a maior puta. Comecei a me mijar, enquanto gritava descontrolada, meu mijo voava pelo ar, minhas pernas tremiam e minhas mãos tentavam se agarrar a alguma coisa, mas só tinha chão debaixo de mim.
Ramón não parava de olhar o espetáculo e se masturbava.
Ele se aproximou com o pauzão dele direto em mim e encheu minha cara de porra. Três jatos generosos acertaram em cheio minha boca e nariz. Passei a língua na porra dele e ajudei com os dedos pra levar tudo pra boca, sentia que com o sêmen dele eu também comia cada parte dele.
Ele se deitou no chão e eu me deitei ao lado, apoiando a cabeça no peito dele.
Acendeu um cigarro, não sabia que ele fumava. Pedi pra ele me oferecer, ele disse que não, que eu era muito novinha. Falei que também era novinha pra estar com alguém como ele e fazer o que a gente fazia. Ele riu e me ofereceu. Comecei a tossir, a garganta queimava, mas teimosa como era, tentei até conseguir. Ramón não parou de rir até eu terminar o cigarro. Naquela posição, sobre o peito dele, eu passaria a vida inteira.
Instintivamente, minha mão brincava com o pinto dele. Acariciava, levava, trazia, massageava as bolas dele.
— Você confia em mim, né? — ele quebrou o silêncio
— Sim, meu amor, claro
— Muito bem, vou te ensinar outra coisa.
Ele me pegou pela cintura e me sentou na cara dele, e com a língua começou a brincar na minha pussy. Eu tava em chamas, só dele se aproximar já me acendia. A língua dele ia e vinha como queria, até que seguiu em frente e foi pra dando pro buraquinho do meu cu. A ponta da língua dele entrava. Foi uma martelada na nuca, a sensação de prazer aumentava e ficava incontrolável. Eu me contorcia de tesão enquanto Ramón brincava com meu cu. Os dedos dele começaram a levar meus sucos vaginais até a bunda e aos poucos o dedo indicador dele começou a entrar, senti uma dorzinha, mas o prazer ganhava de lavada. Eu tava em êxtase.
—Agora vamos fazer com sua bunda—ele disse
—Siiiiiiiii—eu gritei
Pensei que se a língua dele já tinha me dado tanto prazer ali, o pau dele ia me deixar louca.
—Olha, você vai sentir dor no começo, mas quando relaxar vai gostar
—siiiiii, faz, faz—
Ele me sentou em cima dele, meu buraquinho tava molhado e o pau dele tava enorme. Encostou meu buraco na cabeça dele e começou a fazer força.
Aos poucos meu cu cedeu e a cabeça dele tava pela metade pra dentro.
Senti uma ardência, diferente da que senti quando ele colocou pela primeira vez na minha pussy.
Ele tirou, passou a mão na minha buceta molhada, colocou os dedos na minha boca e me fez chupar, chupei meu próprio cheiro, me pediu pra cuspir, eu cuspi. Passou esses dedos molhados no buraco da minha bunda e a sensação da minha saliva me esquentou mais. De novo encostou a cabeçona dele no meu buraco e tentou entrar de novo, a cabeça dele aos poucos foi ganhando espaço na estreiteza do meu cu. Quando a cabeça tava toda pra dentro, parou. Sentia dor, pra que negar. Eu tava de cócoras e a cabeça dele no meu cu.
—Bom, agora vem o pior, mas passa logo—ele disse
Não terminou a frase e com força me agarrou pela cintura e me puxou pra baixo com violência em cima do pau dele.
Gritei e comecei a chorar.
Foi como uma machadada nas costas, senti que meu corpo tava se partindo ao meio e que só me segurava pelas mãos do Ramón.
Eu chorava e gritava, não tinha prazer, só dor.
—Tira, Ramón, por favor, você tá me machucando...
—Espera, fica tranquila que não vai acontecer nada
E outra investida, e outra, e o pau dele que tinha ganhado Totalmente no meu cu. Sentia os pelos da pélvis dele batendo nas minhas bochechas.
Do jeito que eu tava, ele me levantou no ar, empalada na pica dele.
Me colocou de bruços no chão e com a mão tapou minha boca. Começou a se mover que nem uma fera, eu não conseguia parar de gritar, mas a mão dele me calava. Mordi ele forte, sangrou. Com a outra mão me pegou pelo cabelo e jogou minha cabeça pra trás.
— Eu te perguntei se confiava em mim ou não?
— Com a cabeça fiz que sim.
— Então confia em mim, isso vai te deixar louca.
E continuava se movendo que nem um cavalo, parecia que ia me rasgar toda. A pica imensa dele ia e vinha no meu cu.
Sentia que morria a cada estocada.
A violência que ele usava pra me foder, nunca tinha usado até agora.
Enquanto falava no meu ouvido, enfiava a língua na minha orelha.
— Você é minha puta, não é? Gosta que eu arrebente seu cu ou não, puta? Viu como é gostoso ser montada?
Ramón nunca tinha me tratado assim, mas aquelas palavras na minha cabeça começaram a me esquentar.
— Gosta de ter ela no cu ou não, égua?
— Eu com a cabeça concordava e me relaxava cada vez mais, dando espaço pro meu tesão.
A pica dele ainda doía, mas eu tava curtindo.
Ramón tava igual um louco, entrava e saía com fúria. As bolas dele batiam no meu cu e o barulho dos corpos se chocando excitava nós dois.
Ele gritou, gritou forte.
O leite dele começou a entrar na minha bunda. Sentir aquilo quente dentro de mim me fez dar um pulo e um orgasmo completo tomou meu corpo inteiro, gritei junto com ele.
Ficou um tempão dentro do meu cu. Senti a pica dele crescer de novo.
— Agora você vai curtir isso — ele falou e começou a mijar dentro de mim, daí acho que vem o fato de eu gostar que gozem dentro, como aconteceu em outras histórias que contei.
O mijo quente dele foi uma sensação totalmente gostosa.
Ele saiu de dentro de mim.
Me ajudou a levantar. Tava doendo tudo. Da minha bunda começou a sair uma mistura de mijo, porra e sangue que escorreu pelas minhas pernas até os tornozelos. Eu ri, talvez de nervoso. Não conseguia andar. Eu tinha me partido no meio.
Tava pensando no que ia falar pro meu velho quando me visse andando com tanta dificuldade, ia inventar que caí do Byron, sei lá...
— Domingo que vem vou pra Comodoro Rivadavia — ele me disse.
Fiquei em silêncio.
— Arranjei um trabalho melhor pra mim e pros meus irmãos.
Comecei a chorar, ele me abraçou.
Não chora, ainda temos mais um sábado.
E tem mais uma coisa que preciso te ensinar...
Continua.
Não pensava em outra coisa senão nele. A imagem dele invadia meus sonhos, meus pensamentos, tudo. Eu o via dentro de mim. Aquele corpo escuro entrando em mim. Todas as noites antes de dormir, eu me tocava pensando nele.
Só queria ele dentro de mim. Precisava daquela pica dura, imponente, perfuradora. Contava cada segundo até nosso próximo encontro. Inventava todo tipo de desculpa pra poder fugir até o sítio pra vê-lo.
Apesar dos meus quinze anos, me sentia uma mulher no cio, sedenta de pica.
Tinha perdido o medo de meus pais descobrirem, queria gritar que era a mulher do Ramón.
O sábado demorou mais que o normal pra chegar, ou pelo menos foi o que me pareceu.
O ritual era exatamente o mesmo toda vez.
Byron era meu único cúmplice; nas costas dele eu me afastava dos outros e me aproximava do amor da minha vida.
Cheguei no galpão e lá encontrei o Ramón, ele estava consertando uma velha colheitadeira.
O torso dele, nu, estava perdido debaixo da máquina.
Só a parte de baixo do corpo dele ficava à vista.
Não sei se ele me viu chegar, acho que não.
O fato é que me agachei e desabotoei a calça dele.
Tirei a pica dele, ainda mole, e comecei a chupar como uma desesperada. Agarrei ela firme com minha mão, como se fosse minha, e beijava, passava a língua, enfiava na boca.
Logo ela ficou dura e encheu minha boca. Eu queria ela toda pra mim.
Sentia ela pulsar dentro da minha boca, não parava de mamar enquanto acariciava os ovos dele. Minha outra mão começou a bater uma pra ele, e minha boca abocanhava toda a cabeça dele.
Cinco minutos e os jatos grossos de porra dele me inundaram.
Tentei não deixar cair nenhuma gota. Engoli toda a porra dele, quente descendo pela minha garganta. Com a língua, limpei todos os restos.
Ramón saiu de debaixo da colheitadeira, onde tinha ficado enquanto eu fazia meu serviço, e me beijou.
Saudades daquela língua.
Ele começou a me despir, beijou meus peitinhos, tirou minha calcinha e começou a passar a língua molhada e quente pelas dobras da minha buceta.
Começou a brincar com meu clitóris.
Não demorei pra gozar. Ramón podia brincar com meu corpo de qualquer jeito que ele respondia de um jeito impressionante.
O pau dele, duro de novo, abriu caminho entre minhas pernas, e lá estava aquela ardência que me levava a outro nível.
Entrava e saía num ritmo único, aquele pau foi feito pra mim. Era um deleite ter ele todo dentro.
As paredes da minha pussy abraçavam o tronco dele assim como eu abraçava o torso dele, não conseguia soltar.
Num ato reflexo, ele saiu de dentro de mim, e eu comecei a gozar como a maior puta. Comecei a me mijar, enquanto gritava descontrolada, meu mijo voava pelo ar, minhas pernas tremiam e minhas mãos tentavam se agarrar a alguma coisa, mas só tinha chão debaixo de mim.
Ramón não parava de olhar o espetáculo e se masturbava.
Ele se aproximou com o pauzão dele direto em mim e encheu minha cara de porra. Três jatos generosos acertaram em cheio minha boca e nariz. Passei a língua na porra dele e ajudei com os dedos pra levar tudo pra boca, sentia que com o sêmen dele eu também comia cada parte dele.
Ele se deitou no chão e eu me deitei ao lado, apoiando a cabeça no peito dele.
Acendeu um cigarro, não sabia que ele fumava. Pedi pra ele me oferecer, ele disse que não, que eu era muito novinha. Falei que também era novinha pra estar com alguém como ele e fazer o que a gente fazia. Ele riu e me ofereceu. Comecei a tossir, a garganta queimava, mas teimosa como era, tentei até conseguir. Ramón não parou de rir até eu terminar o cigarro. Naquela posição, sobre o peito dele, eu passaria a vida inteira.
Instintivamente, minha mão brincava com o pinto dele. Acariciava, levava, trazia, massageava as bolas dele.
— Você confia em mim, né? — ele quebrou o silêncio
— Sim, meu amor, claro
— Muito bem, vou te ensinar outra coisa.
Ele me pegou pela cintura e me sentou na cara dele, e com a língua começou a brincar na minha pussy. Eu tava em chamas, só dele se aproximar já me acendia. A língua dele ia e vinha como queria, até que seguiu em frente e foi pra dando pro buraquinho do meu cu. A ponta da língua dele entrava. Foi uma martelada na nuca, a sensação de prazer aumentava e ficava incontrolável. Eu me contorcia de tesão enquanto Ramón brincava com meu cu. Os dedos dele começaram a levar meus sucos vaginais até a bunda e aos poucos o dedo indicador dele começou a entrar, senti uma dorzinha, mas o prazer ganhava de lavada. Eu tava em êxtase.
—Agora vamos fazer com sua bunda—ele disse
—Siiiiiiiii—eu gritei
Pensei que se a língua dele já tinha me dado tanto prazer ali, o pau dele ia me deixar louca.
—Olha, você vai sentir dor no começo, mas quando relaxar vai gostar
—siiiiii, faz, faz—
Ele me sentou em cima dele, meu buraquinho tava molhado e o pau dele tava enorme. Encostou meu buraco na cabeça dele e começou a fazer força.
Aos poucos meu cu cedeu e a cabeça dele tava pela metade pra dentro.
Senti uma ardência, diferente da que senti quando ele colocou pela primeira vez na minha pussy.
Ele tirou, passou a mão na minha buceta molhada, colocou os dedos na minha boca e me fez chupar, chupei meu próprio cheiro, me pediu pra cuspir, eu cuspi. Passou esses dedos molhados no buraco da minha bunda e a sensação da minha saliva me esquentou mais. De novo encostou a cabeçona dele no meu buraco e tentou entrar de novo, a cabeça dele aos poucos foi ganhando espaço na estreiteza do meu cu. Quando a cabeça tava toda pra dentro, parou. Sentia dor, pra que negar. Eu tava de cócoras e a cabeça dele no meu cu.
—Bom, agora vem o pior, mas passa logo—ele disse
Não terminou a frase e com força me agarrou pela cintura e me puxou pra baixo com violência em cima do pau dele.
Gritei e comecei a chorar.
Foi como uma machadada nas costas, senti que meu corpo tava se partindo ao meio e que só me segurava pelas mãos do Ramón.
Eu chorava e gritava, não tinha prazer, só dor.
—Tira, Ramón, por favor, você tá me machucando...
—Espera, fica tranquila que não vai acontecer nada
E outra investida, e outra, e o pau dele que tinha ganhado Totalmente no meu cu. Sentia os pelos da pélvis dele batendo nas minhas bochechas.
Do jeito que eu tava, ele me levantou no ar, empalada na pica dele.
Me colocou de bruços no chão e com a mão tapou minha boca. Começou a se mover que nem uma fera, eu não conseguia parar de gritar, mas a mão dele me calava. Mordi ele forte, sangrou. Com a outra mão me pegou pelo cabelo e jogou minha cabeça pra trás.
— Eu te perguntei se confiava em mim ou não?
— Com a cabeça fiz que sim.
— Então confia em mim, isso vai te deixar louca.
E continuava se movendo que nem um cavalo, parecia que ia me rasgar toda. A pica imensa dele ia e vinha no meu cu.
Sentia que morria a cada estocada.
A violência que ele usava pra me foder, nunca tinha usado até agora.
Enquanto falava no meu ouvido, enfiava a língua na minha orelha.
— Você é minha puta, não é? Gosta que eu arrebente seu cu ou não, puta? Viu como é gostoso ser montada?
Ramón nunca tinha me tratado assim, mas aquelas palavras na minha cabeça começaram a me esquentar.
— Gosta de ter ela no cu ou não, égua?
— Eu com a cabeça concordava e me relaxava cada vez mais, dando espaço pro meu tesão.
A pica dele ainda doía, mas eu tava curtindo.
Ramón tava igual um louco, entrava e saía com fúria. As bolas dele batiam no meu cu e o barulho dos corpos se chocando excitava nós dois.
Ele gritou, gritou forte.
O leite dele começou a entrar na minha bunda. Sentir aquilo quente dentro de mim me fez dar um pulo e um orgasmo completo tomou meu corpo inteiro, gritei junto com ele.
Ficou um tempão dentro do meu cu. Senti a pica dele crescer de novo.
— Agora você vai curtir isso — ele falou e começou a mijar dentro de mim, daí acho que vem o fato de eu gostar que gozem dentro, como aconteceu em outras histórias que contei.
O mijo quente dele foi uma sensação totalmente gostosa.
Ele saiu de dentro de mim.
Me ajudou a levantar. Tava doendo tudo. Da minha bunda começou a sair uma mistura de mijo, porra e sangue que escorreu pelas minhas pernas até os tornozelos. Eu ri, talvez de nervoso. Não conseguia andar. Eu tinha me partido no meio.
Tava pensando no que ia falar pro meu velho quando me visse andando com tanta dificuldade, ia inventar que caí do Byron, sei lá...
— Domingo que vem vou pra Comodoro Rivadavia — ele me disse.
Fiquei em silêncio.
— Arranjei um trabalho melhor pra mim e pros meus irmãos.
Comecei a chorar, ele me abraçou.
Não chora, ainda temos mais um sábado.
E tem mais uma coisa que preciso te ensinar...
Continua.
2 comentários - Todo tiene un principio (Parte 3)
concuerdo totalmente