A enfermeira que me deixou louco

Sou novato e tô postando isso pra ver qual é a reação do pessoal do P! Já vou meter o pé pra jogar com algo melhor...Aquela noite quente de verão foi quando tive que ficar cuidando da minha avó no hospital, durante uma recaída.

Ela dormiu quase a noite toda por causa dos calmantes e só me chamou um par de vezes pra dar água pra ela.

Silêncio total no hospital, meu único entretenimento era ir até a cozinha, que ficava na mesma área de adultos, fazer um chá, ou sair pra fumar um cigarro no terraço.

Eu tava lendo uma revista velha sem muito interesse quando a Azucena chegou.

No começo não prestei muita atenção nela, só cumprimentei e fiquei vendo ela trocar o soro da minha avó, mas foi quando ela se inclinou sobre ela pra medir o pulso ou sei lá o que que eu realmente reparei nela.

A primeira coisa que me chamou a atenção foram aquelas tetas enormes, gigantescas, redondas, rosadas, se mostrando generosamente por causa da inclinação. Fiquei na dúvida, mas achei que ela não tava usando sutiã, o que eu confirmaria mais tarde.

Enquanto meus olhos estavam perdidos naquelas montanhas magníficas, ela me olhou com uma cara cheia de safadeza, me fazendo corar, e foi aí que eu saí pro corredor.

- Tá tudo controlado e perfeito, bebê - ela me disse ao sair - dorme como um anjinho e o soro tá muito bem dosado. Qualquer coisinha me avisa, tô na guarda.

E foi embora, rebolando uma bunda enorme que marcava o avental branco curto, entrando uns metros adiante pela galeria, na guarda.

Ela devia ter uns 50 e poucos anos, 1,60m de altura, bem gordinha mas com uma cintura muito bem definida, pernas muito bonitas, quadris largos, um peito impressionante e uma cara de safada que me deixou louco, e ainda um cabelo cacheado loiro muito bem cuidado; assim era a Azucena.

Que fantasias eu tive com aquela mulher, fiquei com uma ereção do caralho e até pensei em me trancar no banheiro pra bater uma bronha daquelas, coisa que não fiz e preferi sair pra fumar um cigarro no terraço.

Quando voltei, entrei no quarto e tudo continuava normal. Aí olhei pra recepção e lá estava a Azucena, escrevendo nuns formulários. Resolvi arriscar e fui pra cozinha, que ficava uns metros na frente de onde ela tava.

- Vou fazer um chá, quer um também? - perguntei passando perto dela.

- Ai, docinho! Nem sabe como eu agradeço - respondeu, me deixando mais excitado ainda com o tom meloso que usou.

Na cozinha pequena, preparei duas xícaras e fiquei pensando no próximo passo, viajando na maionese e ao mesmo tempo imaginando cenários pessimistas de que nada rolasse.

Voltei até ela e entreguei o chá, que ela agradeceu com um sorrisão lindo. Coloquei minha xícara no balcão e puxei papo.

- Que calorão, né? - comentei, fazendo questão de mostrar minha originalidade.

- Ai, sim, tá terrível! Cê ficou de plantão com a vó, é?

- É, meus pais tão no trampo de manhã e eu me ofereci, mas devia ter trazido umas revistas, porque é um tédio danado ficar sozinho.

- Verdade. Eu sempre tenho serviço, mas mesmo assim encho o saco. E tua namorada não veio te fazer companhia?

- Não tenho - menti -, terminamos faz um mês e é isso aí.

- Relaxa, bebê, quem sabe vocês se acertam ou cê arruma outra, cê é um guri novo... quantos anos tem?

- Vinte e três.

- Puf! Tá começando a voar agora, tem tempo de sobra.

- É, mas como a senhora disse, seria bom ter companhia num momento desses.

- Bom, gato, mas agora cê tá conversando comigo, não tá?

- Claro, mas não quero atrapalhar seu trabalho.

- Imagina, se eu só tô preenchendo papelada pra não dormir. Meu nome é Azucena, e o seu?

- Augusto - respondi sussurrando... a gente tava falando baixinho, afinal era um hospital.

Bateu um papo furado por uns minutos, enquanto eu olhava ela de canto, imaginando ela pelada. A boca carnuda dela me dava uma vontade louca de beijar, e aqueles olhos pretos de olhar profundo me transbordavam de luxúria.

A situação me excitou tanto que eu me esforçava pra esconder a ereção que tinha por baixo da bermuda. Não sei se ela percebeu, mas num dado momento a conversa virou pro meu namoro supostamente frustrado.

— E sim, a verdade é que sinto muita falta dela... embora não saiba se é exatamente dela, quero dizer que pra essa época é melhor não ficar sozinho. Já passei um mês de primavera sem... sem namorada.

— Mmmm, safado... na sua idade e sem namorada, você deve estar voando.

Fiquei mais vermelho com o olhar lascivo dela do que com o comentário, mas entendi que ela tava me dando abertura.

— Bom, a verdade é que sim, a senhora sabe como essas coisas são.

— Mas não deve ser difícil pra você arrumar uma garota, você é um bebê muito lindo. Diz que tenho 55 anos, senão eu dava em cima de você!

— Em algumas coisas a idade não tem nada a ver.

— Não se iluda, uma velha como eu tem que ficar com velhos.

— Por quê? Por causa do "que vão dizer"?

— Não, meu amor! O "que vão dizer" não me importa nada, tô falando que a gente sempre procura pessoas da mesma idade, que garoto como você vai se interessar por uma velha como eu?

— Olha, Azucena, a senhora é uma mulher muito gostosa.

— Ah! Você tá falando isso só porque é um puxa-saco.

— Tô falando sinceramente... a senhora tem um rostinho muito bonito e seu... corpo é muito sensual.

— Você acha?

— Prefiro não falar nada a mentir, então é verdade.

— Sensual, você disse? — perguntou, interessada no próprio ego.

— Foi o que eu disse, a senhora é chamativa, agradável e muito sensual.

Foi aí que ela percebeu minha excitação, porque parei de esconder minha ereção e talvez meu jeito de falar também já fosse óbvio.

— Parece que você me olhou demais, hein? — murmurou, toda provocante.

— Como não olhar, eu teria que ser cego.

— E viu alguma coisa que gostou? — completou, se inclinando de novo pra me mostrar o vale dos peitos dela.

— Bastante, embora eu queira olhar mais.

— E vontade de que mais você tem? — continuou, semicerrrando os olhos e se aproximando.

— Vontade de ter algo com a senhora. —respondi, me incentivando a colocar uma mão nos peitos dela, enquanto sentia a mão direita dela pegando no meu volume suavemente.
— Ai, bebezinho... você tá pegando fogo! —disse ela enquanto me acariciava.

Eu comecei a apalpar mais os peitos dela e tentei beijá-la, mas ela me parou.
— Não, aqui não, vem por aqui —e me levou pela galeria escura até um quarto cuja porta ela trancou assim que entramos. No escuro, abracei ela e minha boca procurou a dela, encontrando-a aberta, com uma língua intensa que se entrelaçou na minha.

A mão dela apoiou de novo no meu volume e começou a me apalpar com mais violência, enquanto as minhas enfiaram por baixo do avental dela e, tomando conta das bundas dela, começaram a dar uma massagem cheia de safadeza.

Mmmmm... que tesão que eu tava... tinha medo de gozar na roupa e me sujar todo, mas meu receio era chegar ao orgasmo sem ter comido ela.

Ela me levou até uma janela pra claridade lá fora iluminar um pouco a gente, e se ajoelhando numa sacola ou algo assim, puxou minha bermuda com a cueca e tudo, de uma vez, e pegou com uma mão meu pau, que pulou feito uma mola ao se ver livre.

Claro que meu membro não ia ficar solto por muito tempo, embora a nova prisão dele fosse deliciosa: a boca da Azucena.

Virtualmente, ela engoliu ele, e começou a me chupar com tanta vontade que me senti vibrar, e me esforcei pra segurar a gozada pra aproveitar o máximo possível daquela mamada soberba.

Olhei pra ela e fiquei louco vendo meu pau entrando e saindo daquela boquinha magnífica... mas também a visão daqueles olhos cheios de luxúria fixos nos meus, enquanto ela ronronava.

A enfermeira chupava enquanto com uma mão apertava os próprios mamilos e com a outra se masturbava. Era algo maravilhoso, realmente maravilhoso, tanto que até quase lamentei sentir que tava gozando, pois era o aviso de que parte da festa tava acabando.

Pensei que ela ia tirar da boca, mas ao perceber que eu tava prestes a gozar, ela acelerou a chupada, mais e mais forte, gemendo de prazer... aí Nessa altura, minhas mãos já tinham pegado no rosto dela e eu tava bombando... tava comendo a boca dela, e me surpreendi com o quanto ela engoliu quando minha cabeça começou a pulsar, cuspindo jorros grossos de porra que a veterana bebeu fascinada, suspirando a cada gole e chupando cada vez mais.

Me agarrei na parede pra não perder o equilíbrio diante de tanto prazer, e quando o clímax passou, abri os olhos, olhando pra minha amante ainda cega de tesão, se masturbando, apalpando os peitos e chupando minhas bolas.

Era a vez dela gozar, pensei, e me ajoelhando, empurrei ela de leve, fazendo ela se deitar no chão. Ela sacou minhas intenções e me ajudou a tirar a calcinha dela. A peça tava molhada, e guardei no bolso lateral da minha bermuda, resolvi levar como lembrança.

A buceta dela tava molhada e quente, e tinha aquele perfume delicioso de mulher no cio. Beijei as coxas dela e avancei até encontrar a pele delicada da virilha. Percebi que ela tava morrendo de vontade de gritar, mas mordia os lábios pra ficar em silêncio. As mãos dela pegaram no meu cabelo e empurraram minha cabeça até esmagar meu rosto no colo dela; então comecei a chupar aquela buceta encharcada e amei o sabor dos fluidos dela. Minha língua comia ela, arrancando gemidos de prazer, e ainda mais quando meus lábios apertaram o clitóris dela e comecei a chupar.

Foram vários orgasmos que fiz ela ter assim, masturbando ela com minha boca, sem deixar ela descansar nem um pouco. Tava tão sedento dos sucos dela que me babava todo naquela buceta deliciosa, que só descansava quando eu levava minha língua até o cu dela, que também molhava e conseguia enfiar a ponta.

Nisso tudo, meu pau já tava mais que recuperado e pronto pra dar prazer pra velha enfermeira, então parei de chupar ela, me levantei e me deitei por cima dela, sendo recebido com um abraço quase furioso e um beijo de língua que me deixou ainda mais duro.

Ela pegou meu pau e guiou até a caverna dela... então empurrei de leve. enfiei só a cabecinha, e brinquei uns segundos ali pra tirar. Ela reclamou, mas foi pouco tempo, porque de novo enfiei a ponta, brinquei uns segundos e tirei de novo. Repeti esse truque várias vezes, até que a enfermeira virou uma gostosa alucinada.

Foi quando, com a cabecinha na boceta molhadíssima dela, enfiei até as bolas, tampando a boca dela com a minha pra abafar um grito.

Assim, colados, comecei a bombar sem controle, enquanto as mãos dela se cravavam na minha bunda, deixando meus movimentos mais furiosos.

— Ai... que gostoso... que gostinho você tá dando pra tchutchuca velha... — ofegava a putinha.

— Azu... Azu... você é mais gostosa que qualquer novinha da minha idade — respondi, enquanto bombava e chupava os peitos grandes e gostosos dela.

Minhas palavras deixaram ela louca... acho que se saber mais excitante que garotas jovens era um afrodisíaco poderoso pro ego dela. Acho isso porque ela me implorou pra repetir várias vezes, e como eu adorava ver ela tão tesuda, fiz isso.

Comendo ela, chegou a outro orgasmo, que por sorte não compartilhei, porque depois do primeiro consegui controlar a situação. Tirei quando percebi que ela tinha se saciado por um momento, me ajeitei na posição de conchinha e ela percebeu que eu queria mais.

— O que você quer fazer comigo, bebê?

— Quero te comer de cu, mamãe...

— Não, love... o cuzinho não...

— Sim, sim, não seja má, mamãe... me dá esse buraquinho que eu tô morrendo — implorei, enquanto minha pica, molhada com meu gozo e o fluxo dela, se apoiava na cuzinha apertada, esfregando e molhando.

Ela continuava negando, mas a resistência era quase nula, então consegui empurrar o suficiente pra enfiar a ponta da pica.

— Relaxa, Azu... assim... assim... não faz força, deixa entrar... mmmmmm...

Dito e feito, minha pica começou a entrar entre aquela bunda rosada enorme, sendo recebida por um calor delicioso e acompanhada por um gemido profundo e abafado, até minhas bolas baterem. contra os glúteos dela e já não conseguia meter mais.
Sem me mexer ainda, procurei com a mão direita a buceta dela e comecei a esfregar enquanto enfiava alguns dedos, enquanto com a esquerda, passando por baixo do corpo dela, agarrei uma das tetas gloriosas dela, que comecei a apertar, ao mesmo tempo que minha boca chupava a direita, que tinha um gosto delicioso.
Aí sim comecei a bombar... bombei e bombei igual um possesso, enquanto a coroa segurava os gemidos e acompanhava o movimento. Tive que me concentrar pra não gozar dentro, mas quando percebi que ela ia gozar, me apressei e chegamos juntos. Ela vibrou com um orgasmo intenso, enquanto minha vara cuspia uma descarga impressionante de porra no cu magnífico dela.
Ficamos assim, encaixados e abraçados, por longos minutos, até que ficamos com medo de dormir e nos soltamos, levantando.
– Me matou, bebezinho – ela disse, me dando um beijo cheio de doçura, passando a mão no meu cabelo.
– Você é fabulosa, Azu, de verdade, melhor que qualquer mina da minha idade.
– Vou me apaixonar por você, gurizinho! Cadê minha calcinha?
– Deixa comigo de lembrança, por favor – pedi, dando um lenço pra ela se limpar.
Ela saiu primeiro, e eu segui quando ela avisou que não tinha ninguém.
Na hora, ela foi pro banheiro da enfermaria enquanto eu fiz o mesmo no quarto da vó. Depois, relaxado, me deitei na cama do lado e cochilei um pouco, até umas quatro da manhã. Azucena voltou com uma médica, que com cara de sono examinou minha avó rapidinho e depois ficou lendo o prontuário. Minha enfermeira, se aproximando, passou a mão disfarçada nos meus joelhos, enquanto minhas mãos apalpavam a rabeta enorme dela.
Quando as duas foram embora, Azucena me olhou e passou a língua nos lábios. Dez minutos depois, quando a doutora terminou a ronda, fui pra enfermaria.
– Azu, vamos mais um pouquinho? – sussurrei, enfiando a mão por baixo do avental dela e acariciando a virilha nua dela.
Ela fingiu que tava cansada, mas como uma brincadeira. pra me excitar, coisa que nem precisava. De qualquer forma, venci essa falsa resistência e cinco minutos depois já estávamos acoplados de novo no quarto escuro, transando com mais calma e nos dedicando mais carinhos.

Minha avó se recuperou e, depois de receber alta, voltei muitas vezes ao hospital durante o plantão da Azucena, nos trancando no quarto de serviço pra foder divinamente.

Ela tava junto com um taxista, um cara bem tranquilo que, conforme descobri com o tempo, tinha uma amante mais novinha. Óbvio que nunca fui fofocar pra Azucena, mas confio que ela sabia dessa traição.

A verdade é que também muitas vezes a visitei na casa dela, deitando num quarto de hóspedes, onde milhares de orgasmos nos deram prazer. Infelizmente tudo acaba, e os encontros foram ficando mais raros, até que os planos de cada um acabaram interrompendo a continuidade.

Mas hoje, dez anos depois daquela aventura maravilhosa, ela com 66 e eu com 33, de vez em quando a gente se acerta e marca um encontro.

Acontece poucas vezes por ano, mas realmente tenho que confessar que transamos como se fosse a última vez que vamos fazer isso em nossas vidas...Não peço pontos, só comentários...valeufonte: http://petardas.superforos.com/viewtopic.php?t=15855&sid=351d578782d15011f21535bf9aa0b862

10 comentários - A enfermeira que me deixou louco

che...ta buena la historieta, pero ahora, no te da asquito cojerte una nona de 66? mmmm...igual ta bueno el relato...saludos!
la verdad muy bueno yo calculo que es verdad y eso pasa uno en mil pero si no lo es que imaginacion chabon te felicito
esta bueno que aporten en esta categoria y fundamentalmente si lo hacen con este tipo de historias. Bien flaco
una enfermera de 56 vaya y pase.. pero una jubilada de 66!!!!
junos
Bien loco tenes que editar un libro o porque no una revi asi agre3gas imagenes.
Saludos