Uma viagem de trem
Essa história aconteceu comigo há muitos, muitos anos e é absolutamente verdadeira. Acho que me marcou pra sempre e fez com que eu desenvolvesse uma atração especial por mulheres milf.
Naquela época, eu tinha pouco mais de 16 anos e praticamente nenhuma experiência sexual.
Era mês de dezembro e eu precisei fazer uma viagem de trem especialmente longa. A travessia durava 2 dias e duas noites para percorrer algo em torno de 1800 quilômetros.
Os vagões tinham uma fileira dupla de assentos, para duas pessoas cada um, posicionados de modo que os passageiros ficavam de frente uns para os outros. Na ponta de cada fileira, havia um assento um pouco mais estreito onde cabia uma só pessoa.
Quando comecei minha viagem, escolhi justamente aquele assento, que era mais confortável. Na minha frente, sentou-se uma senhora séria e respeitável, bem vestida, cheinha de carnes sem ser gorda, uns 55 anos. Ela colocou uma maleta e uma manta no banco ao lado, de modo que naquele espaço ficamos só nós dois. No geral, o vagão não estava muito cheio.
O primeiro dia e a primeira noite de viagem passaram em meio a um grande tédio. Mal trocamos algumas palavras de simples cortesia.
Na tarde do segundo dia, a senhora de repente comentou:
- Essas viagens me fazem muito mal.
- Por quê?
- Olha como minhas pernas incham.
Dizendo isso, ela esticou um pouco uma de suas pernas brancas.
- Não estão tão inchadas assim.
- Mas estão muito duras. Toca aqui pra você ver.
Timidamente, toquei de leve a perna dela e senti macia e quentinha. Naquele momento, senti como se uma corrente elétrica me sacudisse até o pau. Ela continuava totalmente séria.
O tempo foi passando. Horas depois, me atrevi a perguntar:
- Como estão suas pernas?
- Do mesmo jeito, jovem, e acho que estão ainda mais inchadas.
Novamente toquei por um instante suas panturrilhas, entre excitado e apavorado.
Finalmente, a noite chegou. Lá pelas 10, as luzes do vagão se atenuaram, deixando o ambiente numa penumbra suave. O trem entrou numa zona deserta. Todos os passageiros cochilavam e eu tentei me acomodar pra dormir um pouco. De repente ela me disse:
— Você está muito desconfortável, por que não deita no meu colo pra dormir um pouco?
Claro que aceitei o convite. Coloquei minhas mãos sobre as coxas dela e apoiei a cabeça, fingindo que dormia, mas estava preso numa excitação danada. Depois de um tempo, supondo que ela dormia, me atrevi a descer uma mão e tocar de leve suas panturrilhas. Meu coração batia acelerado. Na minha santa inocência, temia que a senhora acordasse furiosa e me xingasse.
Por longos minutos fiquei acariciando as pernas dela, tentando subir, mas os joelhos estavam bem juntos. Por fim, houve uma leve separação e, com um pouco de esforço, consegui acariciar a parte interna dos joelhos. Minha mão inquieta foi subindo pelas coxas mornas, que de repente apertaram. Depois, as coxas se abriram e apertaram de novo, até virar um movimento ritmado.
Finalmente, percebi que ela estava acordada e que não se importava com o que eu fazia. Devagar, continuei subindo até tocar a calcinha dela, que estava quente e molhada. Com jeito atrapalhado, peguei a buceta dela e apertei algumas vezes.
Ela se mexeu e fui obrigado a tirar a mão. Nos olhamos e ela, com um sorriso doce, disse:
— Você é um danadinho.
— Por quê?
— Porque faz isso com uma velha. Arranja uma mocinha da sua idade e faz o mesmo com ela.
— Por favor, me perdoa, não queria incomodar.
— E não está me incomodando, bobinho. Isso que você tá fazendo é muito gostoso. Me espera um pouquinho.
Ela foi ao banheiro e, quando voltou, pediu que eu me deitasse de novo. Quando coloquei a mão, descobri que ela tinha tirado a calcinha e que eu podia pegar à vontade toda aquela boceta peluda e molhada. Com sussurros carinhosos, ela foi me guiando:
— Assim, meu filho. Me aperta forte. Ai, que gostoso! Continua… continua.
— Enfia um dedo… Ah… Enfia dois.
— Enfia e tira. Me faz gozar… Ai, meu Deus, isso é o paraíso.
— Aqui em cima, procura um clitóris. Sim, aí mesmo. Acaricia ela devagarzinho.
— Meu menininho gostoso, você vai me fazer gozar.
Enquanto isso, meu pau já tava explodindo e doendo dentro da calça. Então pedi o cobertor pra me cobrir e soltei ele. Peguei a mão dela e puxei pra perto de mim. Ela segurou suave, mas firme, e começou a massagear.
— Que lindo que você tem, e que duro que tá!
— Como eu queria ter ele dentro de mim! Meu menino lindo, tô morrendo de vontade de você me comer bem gostoso!
— Quero que você meta até o fundo e encha minha buceta com seu gozo!
— Meu amor, tô gozando… Haaaaaaa…
— Deixa eu deitar nas suas pernas pra você pegar nos meus peitos! Assim… amassa eles… aperta!
— Menininho… você já sabe como fazer uma mulher gozar.
Depois de descansar um pouco, ela disse:
— Meu amorzinho, vou fazer uma coisa pra você nunca se esquecer de mim.
Ela se deitou nas minhas pernas, se ajeitou debaixo do cobertor, pegou meu pau e começou a beijar e chupar com delicadeza. Não aguentei muito tempo e um jorro de porra escorreu na boca dela. Ela se endireitou e, me olhando com tesão, começou a engolir tudo.
Assim continuamos até umas três da manhã, com vários orgasmos dos dois lados. Nessa hora, ela levantou e foi pro banheiro. Quando voltou, notei que tinha vestido a calcinha. Ela disse:
— Já tenho que descer. Obrigada, meu menino. Fazia tanto tempo que eu não gozava assim.
O trem parou, ofegante, numa cidadezinha minúscula no deserto. Ela olhou pela janela e então subiram um homem de uns 60 anos e uma mulher de uns 30. A senhora deu um abraço carinhoso neles e me apresentou:
— Meu marido e minha filha.
— Esse jovem foi muito gentil e atencioso comigo.
— Obrigado (disse o senhor).
Os recém-chegados pegaram a mala e as sacolas, e ela me deu um aperto de mão bem forte e sussurrou: Adeus!
Nunca mais a vi. Provavelmente já nem está mais neste mundo. Mas que este relato sirva como um agradecimento àquela mulher, cujo nome nunca soube, e que, quando eu era só um adolescente, me fez fazer coisas de homem.
Ao mesmo tempo, peço As mulheres MILF que tiverem a chance de iniciar um adolescente, que façam isso sem remorso, porque todo homem precisa de alguém que o guie pelo bom caminho do sexo.
Relato adaptado dewww.marqueze.net
Essa história aconteceu comigo há muitos, muitos anos e é absolutamente verdadeira. Acho que me marcou pra sempre e fez com que eu desenvolvesse uma atração especial por mulheres milf.
Naquela época, eu tinha pouco mais de 16 anos e praticamente nenhuma experiência sexual.
Era mês de dezembro e eu precisei fazer uma viagem de trem especialmente longa. A travessia durava 2 dias e duas noites para percorrer algo em torno de 1800 quilômetros.
Os vagões tinham uma fileira dupla de assentos, para duas pessoas cada um, posicionados de modo que os passageiros ficavam de frente uns para os outros. Na ponta de cada fileira, havia um assento um pouco mais estreito onde cabia uma só pessoa.
Quando comecei minha viagem, escolhi justamente aquele assento, que era mais confortável. Na minha frente, sentou-se uma senhora séria e respeitável, bem vestida, cheinha de carnes sem ser gorda, uns 55 anos. Ela colocou uma maleta e uma manta no banco ao lado, de modo que naquele espaço ficamos só nós dois. No geral, o vagão não estava muito cheio.
O primeiro dia e a primeira noite de viagem passaram em meio a um grande tédio. Mal trocamos algumas palavras de simples cortesia.
Na tarde do segundo dia, a senhora de repente comentou:
- Essas viagens me fazem muito mal.
- Por quê?
- Olha como minhas pernas incham.
Dizendo isso, ela esticou um pouco uma de suas pernas brancas.
- Não estão tão inchadas assim.
- Mas estão muito duras. Toca aqui pra você ver.
Timidamente, toquei de leve a perna dela e senti macia e quentinha. Naquele momento, senti como se uma corrente elétrica me sacudisse até o pau. Ela continuava totalmente séria.
O tempo foi passando. Horas depois, me atrevi a perguntar:
- Como estão suas pernas?
- Do mesmo jeito, jovem, e acho que estão ainda mais inchadas.
Novamente toquei por um instante suas panturrilhas, entre excitado e apavorado.
Finalmente, a noite chegou. Lá pelas 10, as luzes do vagão se atenuaram, deixando o ambiente numa penumbra suave. O trem entrou numa zona deserta. Todos os passageiros cochilavam e eu tentei me acomodar pra dormir um pouco. De repente ela me disse:
— Você está muito desconfortável, por que não deita no meu colo pra dormir um pouco?
Claro que aceitei o convite. Coloquei minhas mãos sobre as coxas dela e apoiei a cabeça, fingindo que dormia, mas estava preso numa excitação danada. Depois de um tempo, supondo que ela dormia, me atrevi a descer uma mão e tocar de leve suas panturrilhas. Meu coração batia acelerado. Na minha santa inocência, temia que a senhora acordasse furiosa e me xingasse.
Por longos minutos fiquei acariciando as pernas dela, tentando subir, mas os joelhos estavam bem juntos. Por fim, houve uma leve separação e, com um pouco de esforço, consegui acariciar a parte interna dos joelhos. Minha mão inquieta foi subindo pelas coxas mornas, que de repente apertaram. Depois, as coxas se abriram e apertaram de novo, até virar um movimento ritmado.
Finalmente, percebi que ela estava acordada e que não se importava com o que eu fazia. Devagar, continuei subindo até tocar a calcinha dela, que estava quente e molhada. Com jeito atrapalhado, peguei a buceta dela e apertei algumas vezes.
Ela se mexeu e fui obrigado a tirar a mão. Nos olhamos e ela, com um sorriso doce, disse:
— Você é um danadinho.
— Por quê?
— Porque faz isso com uma velha. Arranja uma mocinha da sua idade e faz o mesmo com ela.
— Por favor, me perdoa, não queria incomodar.
— E não está me incomodando, bobinho. Isso que você tá fazendo é muito gostoso. Me espera um pouquinho.
Ela foi ao banheiro e, quando voltou, pediu que eu me deitasse de novo. Quando coloquei a mão, descobri que ela tinha tirado a calcinha e que eu podia pegar à vontade toda aquela boceta peluda e molhada. Com sussurros carinhosos, ela foi me guiando:
— Assim, meu filho. Me aperta forte. Ai, que gostoso! Continua… continua.
— Enfia um dedo… Ah… Enfia dois.
— Enfia e tira. Me faz gozar… Ai, meu Deus, isso é o paraíso.
— Aqui em cima, procura um clitóris. Sim, aí mesmo. Acaricia ela devagarzinho.
— Meu menininho gostoso, você vai me fazer gozar.
Enquanto isso, meu pau já tava explodindo e doendo dentro da calça. Então pedi o cobertor pra me cobrir e soltei ele. Peguei a mão dela e puxei pra perto de mim. Ela segurou suave, mas firme, e começou a massagear.
— Que lindo que você tem, e que duro que tá!
— Como eu queria ter ele dentro de mim! Meu menino lindo, tô morrendo de vontade de você me comer bem gostoso!
— Quero que você meta até o fundo e encha minha buceta com seu gozo!
— Meu amor, tô gozando… Haaaaaaa…
— Deixa eu deitar nas suas pernas pra você pegar nos meus peitos! Assim… amassa eles… aperta!
— Menininho… você já sabe como fazer uma mulher gozar.
Depois de descansar um pouco, ela disse:
— Meu amorzinho, vou fazer uma coisa pra você nunca se esquecer de mim.
Ela se deitou nas minhas pernas, se ajeitou debaixo do cobertor, pegou meu pau e começou a beijar e chupar com delicadeza. Não aguentei muito tempo e um jorro de porra escorreu na boca dela. Ela se endireitou e, me olhando com tesão, começou a engolir tudo.
Assim continuamos até umas três da manhã, com vários orgasmos dos dois lados. Nessa hora, ela levantou e foi pro banheiro. Quando voltou, notei que tinha vestido a calcinha. Ela disse:
— Já tenho que descer. Obrigada, meu menino. Fazia tanto tempo que eu não gozava assim.
O trem parou, ofegante, numa cidadezinha minúscula no deserto. Ela olhou pela janela e então subiram um homem de uns 60 anos e uma mulher de uns 30. A senhora deu um abraço carinhoso neles e me apresentou:
— Meu marido e minha filha.
— Esse jovem foi muito gentil e atencioso comigo.
— Obrigado (disse o senhor).
Os recém-chegados pegaram a mala e as sacolas, e ela me deu um aperto de mão bem forte e sussurrou: Adeus!
Nunca mais a vi. Provavelmente já nem está mais neste mundo. Mas que este relato sirva como um agradecimento àquela mulher, cujo nome nunca soube, e que, quando eu era só um adolescente, me fez fazer coisas de homem.
Ao mesmo tempo, peço As mulheres MILF que tiverem a chance de iniciar um adolescente, que façam isso sem remorso, porque todo homem precisa de alguém que o guie pelo bom caminho do sexo.
Relato adaptado dewww.marqueze.net
4 comentários - Uma viagem gostosa
😀