Senhoras e senhores, quando descobri os relatos, fiquei fuçando a internet atrás de histórias picantes que pudessem estimular a imaginação de vocês. Depois de ler um bocado, me deparei com este relato, que além de parecer verídico (algo muito importante) é bem divertido.
Como comentário extra, posso dizer que "tem que ter muita coragem pra fazer isso".
Sem mais delongas, deixo vocês com meu amigo "Gibraltar".
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Um Boato Grosseiro
Conheci a Juani numa balada, num sábado de madrugada. Eu tava atrás de um lance, daqueles lances casuais de sábado à noite. Exatamente desses que eu sou tão ruim. Sou um cara bem normal, 19 anos, sem nada de especial, e menos ainda no físico. E vamos combinar, pra um ficada de sábado à noite do tipo "aqui-te-pego-aqui-te-mato", tem que ter um físico, no mínimo, destacável. Juani, de 18, a mulher que meu instinto de procriação tinha captado, estava com um grupo de gente que eu conhecia, então pude me aproximar dela com naturalidade. Mas o sétimo sentido dela, aquele que avisa quando alguém querendo comer tá por perto, captou minhas intenções na hora. Diferente de mim, ela é uma mina bem gostosa. Daquelas que dá vontade de pegar num sábado à noite, saca? E claro, ela me ignorou completamente. Então tive que mudar o papel padrão de pegador casual de balada e improvisar um pouco, porque tava na cara que ela ia escapar, como sempre. Então, já dando ela como perdida, falei pra ela não se preocupar, que relaxasse, que ficasse tranquila porque eu não tava tentando pegar ela. Diante do sorriso cético dela, tive que insistir:
– Sério, ficar com mina não me interessa.
Isso, pelo menos, era uma mensagem diferente do que ela esperava e despertou um mínimo de curiosidade nela.
– O que é, você é gay?
– Não, é outra coisa, mas deixa pra lá que não gosto de falar sobre isso.
Então conversamos sobre várias coisas, todas elas banais, sempre lembrando que havíamos acabado de deixar uma conversa pela metade. Até que Juani voltou ao assunto.
- Sério, por que você não se interessa por minas?
- Que diferença faz! - eu disse - Pensa em mim como uma ameba, completamente assexual.
Juani sorriu. Longe de satisfazer sua curiosidade, isso só a deixou ainda mais interessada.
- Sabe o que eu acho? Que você tá blefando - ela disse para me provocar.
- Se prometer não contar, te conto uma coisa, mas lembre que pra mim não é fácil falar sobre essas coisas - minha mente começou a trabalhar rapidamente para inventar algo que estivesse à altura das expectativas criadas.
Depois de me prometer que seria uma tumba, e totalmente entregue à minha conversa, contei que meu desinteresse pelo mundo do sexo era motivado por dois fatos indiscutíveis: o primeiro, que há muito tempo eu não conseguia ficar duro, e o segundo, que as minas com quem tinha ficado, apenas um par delas, achavam que eu tinha o pau pequeno.
- Acho que as minas não me excitam mais. Mas olha, os caras ainda menos. Tipo, não consigo nem imaginar transar com um cara.
- Mas você, por exemplo, vê uma mina pelada na sua frente, e não fica de pau duro?
- Faz tempo que não vejo uma, mas não, não fico duro. Fiquei saindo com uma garota por um ano, e nos últimos meses já notei que não levantava mais. A situação era muito desconfortável pra mim, e acabei terminando o relacionamento e entendendo que era melhor não tentar de novo. Além disso, ela sempre insistia que eu tinha o pau pequeno, e pra falar a verdade, fiquei meio complexado com isso. E se a gente falasse de outra coisa, seria melhor.
Essa explicação surtiu efeito, pois por um lado a curiosidade dela aumentava e por outro ela demonstrava certa solidariedade comigo. Ela perguntou se eu tinha certeza de que o problema era meu e não da última garota com quem fiquei.
- Talvez ela não soubesse te excitar. Por exemplo, ela chupava?
- Não, na verdade quase nunca me Feito isso - respondi de maneira inocente.
Ela me disse que tinha certeza de que o problema era da garota, e não meu. Disse que para me provar ia abrir um pouco o decote para que eu olhasse e dissesse se aquilo me excitava. A verdade é que mal vi nada, exceto um pouco do tecido do sutiã, mas era mais que suficiente para que minha calça fizesse barraca.
Deixo claro novamente que não sou impotente nem espero ser nunca, mas estava tão metido no papel que quase eu mesmo estava acreditando. De qualquer forma, com essa conversa eu já a tinha mais dura que o mastro de um veleiro. Então, num momento em que ela foi ao banheiro, pouco depois de abrir levemente o decote, eu também fui e bati uma punheta, com a única intenção de descarregar a arma e que não ficasse tão óbvio que o que eu tinha acabado de dizer era uma completa bobagem. Apesar de ter demorado um pouco, ela não percebeu nada porque a fila no banheiro feminino era tão longa quanto costuma ser normalmente, e ela chegou ao bar depois de mim.
Quando voltamos, ela me disse que no banheiro tinha tirado o sutiã, para que eu pudesse ver melhor. Desabotoou alguns botões e ali vi pela primeira vez aquele par de peitos tão lindos que a Juani tem. Eu olhei dentro daquele decote, e apesar das vistas esplêndidas, como tinha acabado de bater uma punheta rápida, aquilo não levantou.
- Viu? Nada, disse eu, tomando disfarçadamente sua mão e levando até meu pacote, que ostentava a flacidez própria de quem acabou de gozar.
- E se eu tocar neles, também não fica duro?
- Sério, não insiste, já te disse que sou como uma ameba. Mas vamos, se quiser eu toco e você vê. Só que depois não insiste, porque me entende, eu sofro com isso.
- Pobrezinho, que fofo - me disse a Juani, de forma sincera e lastimosa, como se eu fosse um cachorrinho pequeno.
Nos afastamos do bar e fomos para uns assentos situados numa área mais escura. Logo ao nosso lado um casal se... Ela estava dando mole. Eu enfiei a mão pelo seu decote, aproveitando aquele peito magnífico que ela tem, enquanto ela me beijava o pescoço dizendo:
- Desculpa te beijar, mas é que se você me toca o peito assim, do nada, fica tudo muito frio.
E quando já estava me devorando a boca de forma libidinosa e irresistível, ela baixou a mão até minha braguilha, tirou meu pau como a coisa mais normal do mundo e começou a brincar com ele. Ou a ver se aquilo reagia. Claro, com a brincadeira começou uma leve reação e ele ficou parecendo uma linguiça.
- Que estranho, né? Geralmente os caras ficam muito excitados em tocar meus peitos, porque dizem que eu os tenho muito... bom, é feio eu falar... mas dizem que são muito bonitos... E uma coisa: você não tem ele pequeno, sério. É o que te fizeram acreditar. Não que eu seja uma especialista, mas vamos combinar, ferramenta não te falta.
Naquele momento, com o ego inflado pelos elogios que meu instrumento muito mediano estava recebendo, tive que decidir se aquilo era uma corrida de velocidade ou de resistência. Se fosse de velocidade, continuávamos a brincadeira daquele jeito, aquilo ficaria mais duro que um chouriço ressecado, gozaríamos fodendo em qualquer canto da boate ou no carro e no dia seguinte, nem lembro mais. Se, em vez disso, fosse uma corrida de resistência, era melhor parar por ali. E eu, como sou um otário, decidi corrida de resistência (com a boa foda que poderia ter rolado). Então recolhi as velas, fui pegar outra bebida para nós dois e passamos o resto da noite falando de astronomia, estrelas, galáxias, enfim, tudo aquilo de que não tenho a mínima ideia mas que fica tão bem, e até saímos da boate para dar uma volta contemplando a noite estrelada. Eu inventei metade das constelações e dei nome a várias galáxias. E como eu falava sério, ela acreditou em tudo. Quantas mentiras não devem nos contar nos museus...
Quando nos despedimos, ela me deu um beijo suave nos lábios, dizendo que tinha se divertido muito, tudo muito estranho, mas muito Beleza. Dei meu telefone anotado no único papel que tinha à mão: escrito no verso de uma foto de máquina automática que não quiseram aceitar quando fui renovar minha identidade. As chances dela me ligar eram tão grandes quanto a honestidade do assessor de urbanismo de Marbella. Que mina em sã consciência entraria em contato com um cara que afirmava ter o pau pequeno, tinha demonstrado que não ficava duro e ainda por cima deixou o serviço pela metade quando conseguiu que ela, por iniciativa própria, puxasse o pau dele no meio da balada e começasse a masturbar? O fato é que ela foi pra casa satisfeita, coisas da vida, sem foder mas satisfeita, e eu fiquei com um baita saco cheio, pensando se tinha me comportado de novo como o perfeito otário que sempre fui, sem saber finalizar o serviço quando o touro já estava dominado e só faltava cravar a espada (nunca uma expressão foi tão adequada).
No dia seguinte, surpreendentemente, ela ligou pra saber se eu tinha planos. Obviamente meus planos eram me masturbar, mas não ia soltar isso assim. Um pouco antes do nosso encontro, bati uma punheta, e logo em seguida, outra. Na segunda parei várias vezes antes de gozar, segurando a porra, de forma que quando finalmente me permiti ejacular, foi especialmente abundante. Tinha que me certificar de que não sobrasse uma gota na reserva, pro meu plano funcionar perfeitamente.
Depois de uma conversa sem importância no bar onde combinamos, ela disse que tinha pensado em mim a noite toda, em mim e no meu "probleminha". Disse pra ela não pensar muito nisso, que as coisas eram assim e o melhor era aceitar. Ela me criticou por ser tão derrotista e por me deixar vencer sem lutar. Disse:
- O que acontece é que você ficou com umas minas que faziam errado, e te faziam pensar que era você que tinha um problema. Minas que ainda por cima te faziam pensar que seu pau era pequeno e coisas do tipo. Por exemplo: você... Já te fizeram um boquete de verdade alguma vez?
Meu coração deu um salto, e meu pau outro. Senti uma fisgada forte na boca do estômago, e como se dos 5 litros de sangue que fluíam naquele momento pelo meu corpo, quatro e meio estivessem indo direto pro meu pau pra tentar acordá-lo do sono em que o tinham afundado as duas punhetas que eu tinha batido umas horas antes.
–Claro que sim – respondi de maneira inocente – Uma vez uma mina enfiou a ponta toda na boca, e lambeu tipo chupa-chupa.
–Só isso? – ela me disse.
–É, ela disse que tinha gosto ruim e aí não tive coragem de pedir pra repetir.
Então, aproximando a boca do meu ouvido de forma sensual, ela disse:
–Então, nunca te chuparam metendo o pau inteiro na boca, acariciando suas bolas com suavidade, e metendo e tirando da boca com calma, sem pressa, até você gozar na boca dela, enquanto com as mãos você acaricia os peitos dela nus?
Tinha que manter a calma. O plano tinha que seguir igual, aguentando ao máximo. O ruim é que parecia que o máximo estava chegando. Porque uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Pra mim, no ouvido, não falam essas coisas todo dia, caralho. Mesmo assim, tirando forças de onde não tinha, eu disse:
–Boa tentativa, mas não adiantou – poderiam ter me dado o Oscar de Melhor Ator Principal por essa frase.
E pegando a mão dela, aproximei do meu pacote, que se comportou como um campeão exibindo uma ereção minúscula que em qualquer outra circunstância teria sido bem preocupante, mas nas condições atuais era a melhor notícia possível. Ela se regozijou um pouco com meu pacote, sem nenhuma discrição. Tinha conseguido deixar meu pau duro feito pedra, embora ela interpretasse de novo que aquele era o tamanho normal do meu pau.
–Caralho, mas te garanto que qualquer cara me estuprava aqui mesmo se eu dissesse isso. Não será algum remédio que você tá tomando?
–Não, não tô tomando nada – disse, lembrando das duas punhetas que eu tinha batido – e além disso, só bebo álcool. É, como te falei, uma disfunção erétil. É melhor não ‘mexer’ muito no assunto, no sentido mais estrito da palavra.
Nós dois rimos, aliviando um pouco da tensão. Ela parou o trabalho manual e voltamos a conversar sobre coisas divertidas, mas sem importância. Mas uns 20 minutos depois ela já estava de novo na carga, sinal de que não tinha parado de pensar no assunto. Ela disse:
- Olha, isso nunca aconteceu comigo. Ficar toda excitada com um cara e ele não ficar duro, isso é o fim.
Eu estava tranquilo. Tinha passado por uma prova de fogo e minha garotinha nem tinha se abalado. Seja o que fosse que estivesse passando pela cabeça da Juani, eu aguentaria como um valente.
- Você tem carro? - ela me perguntou.
- Não - foi minha resposta sincera.
- Tudo bem. Vai até a porta e nos espera lá.
Esse ‘nos’ me soou estranho e inesperado, mas como a situação podia tomar qualquer rumo, eu me deixei levar. Fiquei na porta do pub e esperei uns 15 ou 20 minutos. Então chegou a Juani com a Lorena, uma garota que eu conhecia de vista. A Lorena é uma linda morena magrinha, com rosto infantil, mas com uns peitos avantajados que não combinavam com sua magreza, e que além disso naquele dia ela estava exibindo esplendidamente sem sutiã, sob uma fina camiseta de alcinhas. O carro era da Lorena, um velho Peugeot 505, provavelmente herdado do pai no dia em que ele comprou um novo. Eu entrei no banco de trás. Era espaçoso.
- Para onde vamos? - perguntei.
- Para a periferia, na estrada velha da piscina.
- Você não contou nada, né? - disse eu, preocupado com o efeito que aquela ideia boba de que eu era ‘manso’ poderia ter na minha reputação.
- Nada, nada, não se preocupe.
Ela disse isso com tão pouca convicção que naquele dia eu aprendi que, se quisesse espalhar alguma coisa, era muito melhor publicar no jornal ou aparecer na TV do que contar para uma garota e fazer ela prometer que não contaria para ninguém.
A estrada velha da piscina era uma estrada em desuso, em mau estado, por onde ninguém mais passava. Por isso era o caminho velho, porque tinha um caminho novo (esclarecimento desnecessário). Lorena, que até aquele momento não tinha dito nada, me esclareceu, com um certo tom de irritação.
- Olha, pra mim minas não rolam, tá? Eu tô fazendo isso porque o Juani pediu.
Ainda não sabia o que estavam tramando, embora já estivesse começando a imaginar. Quando chegamos no caminho velho, pararam o carro e as duas foram para trás. Me deixaram num canto, e Juani se posicionou no centro do banco traseiro.
- Se isso não te deixar com tesão, você é um caso perdido.
E sem mais, se deram um beijo bem sensual na boca. Naquele dia descobri que isso em mim tem um efeito arrasador. Ver duas minas se pegando é o máximo do máximo. Era a primeira vez que via aquilo, e pra falar a verdade, as chances de repetir não pareciam muito altas.
- E você por que acha que ver você assim, se amassando com a Lorena, vai me deixar com tesão? – falei quase engasgando, dando mais um passo na minha candidatura ao Oscar.
- Porque deixa todos os caras com tesão. Nisso vocês são todos iguais. Uma vez a gente começou a dançar as duas de provocação numa festa e os caras até fizeram roda, com uma cara de tarados sem igual, pra ver se a gente se pegava. Então se você quer deixar um grupo de caras a mil, você dá uma de lésbica e o tesão é garantido. Lore, acende a luz pra ele ver bem – disse enquanto abaixava as alças da camiseta dela e deixava aqueles peitos generosos à mostra.
- Mina, se controla um pouco – pediu Lorena – você me disse que era só uns beijinhos, uns amassos e pronto.
- Deixa eu fazer, vai – pediu Juani, enquanto aproximava a boca de um dos mamilos dela.
De repente parou de chupar, virou pra mim e disse com sua voz sensual irresistível:
- Tá vendo bem como eu chupo os peitos dela ou quer que eu dê uma afastada pra você ver melhor?
- Não não, tô vendo bem, tô vendo bem – falei tentando acreditar naquilo.
- E não é que ela tem uns peitos... Que delícia, né, a Lore?
E sem esperar minha resposta, engoli de novo aquele mamilo rosa, grande, que coroava a protuberância espetacular da Lorena. Minha resposta, mesmo que ninguém tenha ouvido, foi: 'Delícia'
Lorena soltava pequenos suspiros. Era evidente que os beijos, as carícias e as lambidas da Juani não a deixavam indiferente. Ela, timidamente, apalpava os peitos da Juani, até que essa disse:
- Espera
Então, tirou a camisa com uma lentidão desesperadora, me olhando nos olhos, depois fez o mesmo com o sutiã branco e me presenteou com o espetáculo daquelas duas gatas com os peitos de fora se esfregando.
- E aí? Isso te deixa com tesão?
- Você sabe que não, acho curioso, mas tá vendo... - foi minha resposta idiota
- Poxa, que cara durão, se até eu tô ficando excitada – disse Lorena
Então, Juani meteu a mão por baixo da saia da amiga, que era mais um cinto largo do que saia, e chegou com toda facilidade na sua virilha.
- Juani, não faz isso, eu tô toda melada - disse Lorena, com a respiração um pouco ofegante
- Lore, não seja chata - disse Juani, e abrindo as pernas da amiga quase sem resistência, metendo o dedo na boca para ensalivar bem, em seguida o direcionou direto pro clitóris da amiga
- Juani, você sabe que eu não gosto de minas e que tô fazendo isso pelo seu amigo, né?
- Já falou, mana, não fica se repetindo
E se envolveu com ela num beijo ardente, que só aumentou as convulsões da Lorena.
- E se seu amigo me meter um pouquinho? – sugeriu Lorena - Não é por nada, eu falo pelo garoto...
- Deixa o menino, deixa ele só olhar
Não sei. Pareceu que notei um tomzinho de ciúme, de posse, naquele comentário. Como se ela quisesse reservar o bolo (ou seja, eu) só pra ela. O fato é que, de um jeito ou de outro, Lorena não parava de se mexer na cadeira e suspirar profundamente, agarrando a mão da Juani enquanto essa voltava a chupá-la. os peitos - Para, mana, para, se controla um pouco que meus mamilos são muito sensíveis, e se você começar a chupar assim é que... bom... você sabe... - Como? Assim? - disse Juani fazendo-se de desentendida - Para, para, que eu não me seguro... E já não conseguiu dizer mais nada. Começou a vir um orgasmo tão forte que na Enciclopédia Britânica pra definir 'orgasmo' vão ter que citar como exemplo o que a Lorena teve naquele carro pela mão (pelos dedos, melhor dizendo) da Juani. Que gritos, que suspiros, parecia que ela ia ficar sem ar. A gente tava no meio do mato e era impossível não terem ouvido no povoado do lado. Já mais calma, e ainda segurando a mão da Juani no seu clitóris, ela disse - Nossa mana, é que você fica insistindo e insistindo, e claro, no final acontece o que acontece. Mas que fique claro que eu não curto minas. O que acontece é que você começou a me tocar, e foi tocando e tocando, e ainda por cima aí chupando meus peitos, e claro, aí é isso... - Lore, não precisa se justificar, você gozou e pronto, não tem problema. Tenho certeza que meu amigo adorou te ver assim, tão explosiva como você fica quando goza - Bom, ele podia ter feito alguma coisa, né... - eu também tava pensando exatamente a mesma coisa - E você, gostou do que viu? - disse Juani, se referindo a mim - Curioso - falei fingindo uma naturalidade que tava longe de ser real - Ou seja, nada, nenhuma reação - Bom, um pouco - falei tentando ser condescendente E depois de uma pausa ela disse: - Pois olha, tem três coisas que fazem um cara explodir: uma boa chupada, ver duas minas se pegando e meter numa buceta como essa - e virando um pouco a Lorena me mostrou a saia levantada e o fio-dental que mal tapava alguma coisa daquele bumbum lindo - Na Lore metem mais por trás que por frente - Não exagera - disse ela, fazendo um gesto com a mão - Se você curte um cu é todo mundo, Lore - É que eu acho que tenho o buraco muito dilatado, sei lá, e não me custa - disse ela justificando - Então se não tem camisinha, bem, por trás
- Você quer comer o cu da Lore? – ela me propôs assim, de forma direta e franca
Ainda não acredito na minha resposta, mesmo já tendo se passado alguns dias daquilo. Lembrei daquele ciúmes pequeno que pensei ter percebido minutos antes, lembrei que minha carreira era de fundo e não de velocidade e disse:
- Qualquer coisa que eu for fazer, prefiro fazer com você. Não é por causa da Lorena, sério, ela é gostosa pra caralho e muito sensual, mas com você eu me sinto muito à vontade – com esse comentário eu tinha acabado de ganhar o céu.
- Antes eu te disse que todos os caras eram iguais, mas não é verdade – ela disse, enquanto me dava um beijo na bochecha
Claro, que eu vou passar o resto da minha vida me masturbando pensando naquela bunda que deixei passar. E não só aquela bunda: a possibilidade de transar com aquelas duas Vênus safadas ao mesmo tempo, que estavam dispostas a fazer qualquer coisa que eu pedisse para ver se eu ficava duro, é algo que vai martelar minha consciência pelo resto dos meus dias.
O caso é que três dias depois, uma terça-feira que ameaçava ser insignificante, e quando eu já pensava que por ter esticado a corda demais tinha perdido minha chance, Juani me ligou.
- Você tem alguma coisa pra fazer essa tarde? Olha, uma amiga da minha irmã trabalha na Pfizer, na companhia farmacêutica que faz o Viagra. Minha irmã conseguiu cinco dessas pílulas de graça
- É que na verdade eu acho que não… – eu ia dizer que não iam fazer falta, mas ela não me deixou falar
- Sim, já sei que você vai dizer que não vale a pena tentar, mas você já me conhece, eu sou muito teimosa. Você, com seus 19 anos, não pode desistir assim alegremente da sua vida sexual, principalmente se a gente considerar que está mais do que claro que a culpa do que acontece com você não é sua, mas daquelas patetas amarguradas com quem você saiu. Então eu pedi pra minha irmã se a gente podia ir na casa dela. Fica tranquilo, não contei nada do seu problema, não te Não se preocupe. Eu prometi que não contaria para ninguém e foi isso que fiz. Bom, nada nada… Digamos que fiz um resumo rápido para ela. Sólo contei que você está muito inseguro porque acha que tem o pau pequeno, foi o que umas pamonhas que não sabem pra que serve o que têm entre as pernas disseram. E ainda por cima, nem foram capazes de fazer seu ‘soldadinho’ ficar em pé. E claro, eu disse que resolvo isso num piscar de olhos. Ela nos empresta o quarto de casal dela com cama grande. No fim das contas, ela só usa pra dormir mesmo porque está se separando… Não conta pra ninguém, ela me fez prometer que não falaria nada. Então temos a tarde toda pra fazer o que quisermos. Olha, não devia te dizer isso, mas desde que te conheci e soube do seu ‘probleminha’, cada tentativa que a gente fez me deixou com mais tesão, e eu podia ter me aliviado sozinha cada vez que fiquei assim, mas não quis, porque quero gozar com você, tô te falando do jeito que sinto. O fato é que tô com mais tesão que dia de verão no Rio, tô quase explodindo. E vamos lá, com o Viagra isso não falha…
Não me deixou falar. Ela desligou o telefone logo depois de me dar o endereço da casa da irmã, de se certificar que eu tinha anotado certo, e logo antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa.
Às 8 em ponto Clara, a irmã, me abriu a porta, com um sorriso de orelha a orelha que deixava claro que sabia de tudo.
— Você é mais gostoso que na foto — ela disse, e eu lembrei da foto idiota em que eu escrevi meu número de telefone.
Clara se parecia muito com a Juani, mas com uns dez anos a mais, que acrescentavam aos atributos dela o charme de já ter passado da bobagem que a gente tem na adolescência. Depois de trocar algumas palavras na sala, Clara, com muito senso prático, apontou o quarto de casal e nos disse:
— Bom, vocês vão fazer o que têm que fazer que eu preciso resolver umas coisas — Juani e eu nos olhamos e fomos direto para o quarto.
Uma vez dentro e depois de Depois de se certificar de que a porta estava trancada, Juani me deu uma pílula azul em formato de losango, que eu fingi tomar, mas escondi discretamente no bolso. Mal Juani tirou o sutiã, libertando aquelas duas belezas quase simétricas, coroadas por um mamilo pequeno e rosado, meu pau deu um último salto e ficou tão tremendamente ereto que foi um enorme trabalho tirar meu jeans apertado. Juani, que já estava totalmente nua e tão impaciente quanto eu, ao ver meu pau mais duro que saldo bancário em meados de janeiro, disse:
— Nossa, de pequeno, nada. Gato, que alegria. Esse seu complexo é uma bobagem. E olha só, como o Viagra faz efeito rápido, né? Se você tomou há um minuto… eu sabia que isso não falhava.
E depois de me dar uma carícia super sensual no pau com suas mãos quentes, ela disse, apontando para sua buceta:
— Eu depilei tudo, porque muitos caras gostam.
Uma beleza aquela buceta depilada. Uma barriga lisa, que ainda guardava um pouco do bronzeado do verão, marcando a área branca desenhada pelo biquíni, parecia irresistível para mim.
— Olha, primeiro — ela acrescentou — vou te dar um boquete, porque acho que é disso que você mais sentiu falta. Só para você ir sabendo quem é a Juani. Mas não goza, hein, porque você e eu temos mais umas coisinhas para fazer esta tarde.
Que sacana, ela sabia criar um suspense danado. Começou a beijar meus mamilos e o pescoço, e desceu beijando e lambendo até o púbis. Justo entre o umbigo e o púbis, ela se demorou de um jeito mais sensual do que o normal, tanto que, com medo de que meu pau explodisse, mentalmente gritei: ‘vai chupar ou não?’
Parece que meus gritos mentais foram ouvidos, porque logo ela começou a brincar com os lábios na minha glande, e pouco depois colocou a ponta na boca de 18 anos. Ela metia e tirava, e cada vez se arriscava a enfiar um pouco mais. Quase metade do meu O pau estava dentro quando ela começou a acompanhar os exercícios bucais com a mão, e eu tive que dizer:
-Não faz isso, faz muito tempo que não faço nada e estou muito sensível
Minha súplica foi totalmente ignorada. Então tive que tentar me controlar. Porra, como essa Juani chupa. Onde será que essa buceta aprendeu a fazer assim. Cada vez que o jogo ficava insuportável e a ejaculação iminente ameaçava, eu tinha que fazer um tremendo exercício de autocontrole mental e pensar em algo anti-erótico, como tentar lembrar a inflação anual acumulada do último mês, ou o aumento da taxa de juros dos financiamentos. Funcionava, mas como todo exercício, exigia um esforço notável.
Para distrair minha mente fui mudando minha postura até que seu clitóris depilado ficou ao alcance da minha mão, e comecei a brincar naquela área. No início só com um dedo, mas depois deixava o dedo médio deslizar dentro da vagina enquanto com o polegar acariciava seu botãozinho, bastante inchado, por sinal. Ela começou a mover a bunda no ritmo dos meus dedos, com o que tive certeza de que aquele jogo estava agradando.
Acho que foi então que olhei para a porta, e vi que estava entreaberta. Eu lembrava perfeitamente de tê-la fechado. Era estranho. Observei pela primeira vez o quarto em que estávamos enquanto Juani me chupava, e descobri um espelho grande que tinha seu próprio suporte. O espelho estava levemente virado. Uma pena, porque teria sido muito excitante ver nossa imagem refletida, principalmente ver como Juani me fazia esse boquete de efeitos devastadores. Prestei atenção no espelho e descobri... uns olhos. O espelho estava deliberadamente virado para a porta, e lá, na penumbra, alguém observava nossa imagem refletida nele. Tentei concentrar a visão naquela silhueta na penumbra: era Clara, a irmãzinha. Ela tinha a calça desabotoada, e uma das mãos dentro dela. Com a outra se acariciava o peito por cima da roupa. Porra, ela Eu estava me masturbando enquanto ela nos espiava. A primeira e única vez na minha vida que uma garota, uma mulber bem apresentável, se masturba me olhando, se masturba porque eu a excitava. Meu pau já não podia estar mais duro, mas se pudesse, sem dúvida teria aumentado sua rigidez. A imagem no espelho devia ser muito excitante: um close de Juani chupando meu pau, vendo como entrava e saía da sua boca.
Eu não sei se foi porque o ritmo da minha mão ficou constante e tinha a velocidade certa, ou porque Juani já estava muito excitada, mas ela levou apenas 3 minutos para começar a gemer. Porra, a Juani estava gozando na minha mão, assim, sem mais. E que jeito de gritar. Se não fosse porque a irmã dela sabia exatamente o que estava acontecendo ali, com certeza teria vindo ao quarto pensando que eu estava submetendo Juani a torturas selvagens. Tentei buscar com o olhar a imagem no espelho. E o que encontrei era espetacular. Ela tinha levantado a blusa e mostrava um dos seus seios; tinha abaixado um pouco a calça, e tinha a buceta à mostra. E a mão dela a esfregava, seguindo um ritmo frenético, nada discreto. E a boca… ela estava bem aberta, sinal de que ou estava gozando ou ia começar a gozar.
Juani continuou chupando meu pau. Eu avisei:
- Você sabe que assim, tão bem, nunca fizeram isso comigo. Eu não gostaria de gozar na sua boca, e se você continuar assim não sei se vou conseguir me controlar…
Mas ela continuou. Não diminuiu o ritmo nem um pouco. A mão, a boca, tudo estava perfeitamente sincronizado. E eu, na verdade, já não aguentava mais. Eu deveria ter aguentado, porque o que eu realmente queria era penetrá-la; era isso que meu corpo pedia. Mas infelizmente não aguentei. Se alguém já teve o pau chupado dessa forma, vai saber exatamente do que estou falando. Se ainda por cima a garota não parece se importar em continuar assim até o final, então é quase impossível resistir. E claro, aconteceu o que aconteceu. Ejaculei selvagemente, me esvaziei na dentro da sua boca. Eu devia ter avisado, mas não tive forças. Gozei, e ela continuou chupando enquanto eu gozava. Até que ela tirou a última gota de porra que tinha nas minhas bolas.
Ela, com a boca cheia, saiu disparada pro banheiro. Eu fiquei com medo que ela trombe com a irmã, mas essa já tinha sumido.
Quando voltou, me beijou na boca e disse:
- Gostou?
- Porra, adorei. Que pergunta. É a coisa mais excitante que já fizeram na minha vida.
- Por isso não deixei você meter. Assim a gente vai devagar, não precisa correr. Da próxima vez a gente tenta a mesma coisa, mas sem viagra. E se der certo, aí outro dia a gente faz assim, pelados, só eu e você, e você mete tudo… onde quiser…
O plano não era nada mal. Porra, não era nada mal. Até deu vontade de começar naquele exato momento, viu?
A gente se vestiu e saiu do quarto, e lá estava Clara, a espiã. Não conseguia parar de imaginar ela em pé, com a calça abaixada e a blusa levantada, se masturbando que nem louca e com a boca bem aberta, nos olhando pelo espelho. Juani foi ao banheiro, e Clara aproveitou pra chegar perto de mim e disse rapidão:
- Olha, minha irmã é novinha e não ficou com muitos caras. Repara, ela acha que com os homens tem que ir devagar, e claro… Eu não penso assim. Eu já fiquei com muitos caras, e ainda fiquei três anos casada, imagina a vantagem que eu levo. Olha, vou te dar meu telefone e um dia você me liga, a gente marca aqui, sai pra tomar alguma coisa ou fica aqui pra conversar, a gente vê. Você lembra que eu posso te ajudar. Mas disso não fala nada pra minha irmã, que… – e parou de falar, porque a Juani chegou na hora do banheiro.
- O que vocês estavam falando? – disse Juani com naturalidade.
- Da casa, que é muito confortável – falei pra disfarçar.
Isso era inacreditável. Uma mulher, mais ou menos atraente, tava me dando uma clara investida pra um lance casual, com a desculpa de ‘me ajuda’. Assim que saímos de casa, Juani me explicou: -Minha irmã, na verdade, tá se separando, como eu te falei antes. Não fala nada, não conta pra ninguém, mas a verdade é que o marido dela faz meses que não aparece por aqui. Então a coitada deve estar com mais coceira que um aleijado com lombriga, deve estar com mais vontade de farra que o Roldán no dia antes de soltarem ele… Faz três dias que fizeram aquele boquete selvagem em mim, e agora tô em casa grudado no telefone. Nunca imaginei que aquela mentirinha piedosa, aquela bobagem dita num sábado à noite com a única intenção de tentar a sorte com uma novinha de 18, pudesse render tanto e fazer tanto sucesso. Há pouco o Juani me ligou, pra gente marcar de novo. Ele já me explicou o plano: um novo boquete, até o final, mas dessa vez sem o viagra que eu nunca tomei. Isso já tava calculado. Mas pouco depois, logo depois de desligar, uma tal de Vicki, amiga da Lorena, me ligou e disse que se eu quisesse, a gente podia marcar. Que ela viu minha foto, ficou sabendo do meu probleminha, e que tem certeza absoluta que o que acontece é que a Lore, muito falar, muito falar, mas depois não sabe fazer direito. Que ela sim sabe como fazer as coisas. E que eu não me preocupe, que com certeza é coisa das minas com quem eu fiquei, incluindo a Lore, que são umas simplórias. Mas na caixa postal do meu celular tem uma ligação do Antonio, amigo do Juani, e ele diz na mensagem que se eu quiser a gente se vê um dia pra conversar. Que provavelmente tem uma explicação bem simples pras minas não me deixarem de pau duro, e que ele tá disposto a me mostrar. Ou seja, que se eu me abaixar pra pegar alguma coisa ele me enfia um cano. E se eu experimentar? Então aqui estou eu olhando pela janela, sem saber o que fazer. Continuo com isso ou não? Conto de uma vez que essa história de não ficar duro é pura invenção? Que burrice se eu fizesse, porque a verdade é que não me saiu nada mal. De ser um cara bem normalzinho que com seus 19 anos mal tinha Já comi umas bocetas aqui e ali e acabei virando um desafio para algumas (e alguns). E se eu seguir em frente, quem eu chamo? Vale a pena me envolver de novo com a Juani? Porque me parece que essa tá falando sério, e me vejo casado e com três filhos. Ou melhor, e se eu fizer com a irmã dela, que parece saber latim? E se eu me arranjar melhor com a Lore, e dar o que merece aquele babaca que fugiu?
Não tenho a mínima ideia do que fazer. Então, o mais provável, é que eu acabe cagando tudo, como sempre, e mostre mais uma vez o imbecil que tenho dentro.
Gibraltar
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Espero que tenham gostado, sem mais.
GN&GL
Como comentário extra, posso dizer que "tem que ter muita coragem pra fazer isso".
Sem mais delongas, deixo vocês com meu amigo "Gibraltar".
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Um Boato Grosseiro
Conheci a Juani numa balada, num sábado de madrugada. Eu tava atrás de um lance, daqueles lances casuais de sábado à noite. Exatamente desses que eu sou tão ruim. Sou um cara bem normal, 19 anos, sem nada de especial, e menos ainda no físico. E vamos combinar, pra um ficada de sábado à noite do tipo "aqui-te-pego-aqui-te-mato", tem que ter um físico, no mínimo, destacável. Juani, de 18, a mulher que meu instinto de procriação tinha captado, estava com um grupo de gente que eu conhecia, então pude me aproximar dela com naturalidade. Mas o sétimo sentido dela, aquele que avisa quando alguém querendo comer tá por perto, captou minhas intenções na hora. Diferente de mim, ela é uma mina bem gostosa. Daquelas que dá vontade de pegar num sábado à noite, saca? E claro, ela me ignorou completamente. Então tive que mudar o papel padrão de pegador casual de balada e improvisar um pouco, porque tava na cara que ela ia escapar, como sempre. Então, já dando ela como perdida, falei pra ela não se preocupar, que relaxasse, que ficasse tranquila porque eu não tava tentando pegar ela. Diante do sorriso cético dela, tive que insistir:
– Sério, ficar com mina não me interessa.
Isso, pelo menos, era uma mensagem diferente do que ela esperava e despertou um mínimo de curiosidade nela.
– O que é, você é gay?
– Não, é outra coisa, mas deixa pra lá que não gosto de falar sobre isso.
Então conversamos sobre várias coisas, todas elas banais, sempre lembrando que havíamos acabado de deixar uma conversa pela metade. Até que Juani voltou ao assunto.
- Sério, por que você não se interessa por minas?
- Que diferença faz! - eu disse - Pensa em mim como uma ameba, completamente assexual.
Juani sorriu. Longe de satisfazer sua curiosidade, isso só a deixou ainda mais interessada.
- Sabe o que eu acho? Que você tá blefando - ela disse para me provocar.
- Se prometer não contar, te conto uma coisa, mas lembre que pra mim não é fácil falar sobre essas coisas - minha mente começou a trabalhar rapidamente para inventar algo que estivesse à altura das expectativas criadas.
Depois de me prometer que seria uma tumba, e totalmente entregue à minha conversa, contei que meu desinteresse pelo mundo do sexo era motivado por dois fatos indiscutíveis: o primeiro, que há muito tempo eu não conseguia ficar duro, e o segundo, que as minas com quem tinha ficado, apenas um par delas, achavam que eu tinha o pau pequeno.
- Acho que as minas não me excitam mais. Mas olha, os caras ainda menos. Tipo, não consigo nem imaginar transar com um cara.
- Mas você, por exemplo, vê uma mina pelada na sua frente, e não fica de pau duro?
- Faz tempo que não vejo uma, mas não, não fico duro. Fiquei saindo com uma garota por um ano, e nos últimos meses já notei que não levantava mais. A situação era muito desconfortável pra mim, e acabei terminando o relacionamento e entendendo que era melhor não tentar de novo. Além disso, ela sempre insistia que eu tinha o pau pequeno, e pra falar a verdade, fiquei meio complexado com isso. E se a gente falasse de outra coisa, seria melhor.
Essa explicação surtiu efeito, pois por um lado a curiosidade dela aumentava e por outro ela demonstrava certa solidariedade comigo. Ela perguntou se eu tinha certeza de que o problema era meu e não da última garota com quem fiquei.
- Talvez ela não soubesse te excitar. Por exemplo, ela chupava?
- Não, na verdade quase nunca me Feito isso - respondi de maneira inocente.
Ela me disse que tinha certeza de que o problema era da garota, e não meu. Disse que para me provar ia abrir um pouco o decote para que eu olhasse e dissesse se aquilo me excitava. A verdade é que mal vi nada, exceto um pouco do tecido do sutiã, mas era mais que suficiente para que minha calça fizesse barraca.
Deixo claro novamente que não sou impotente nem espero ser nunca, mas estava tão metido no papel que quase eu mesmo estava acreditando. De qualquer forma, com essa conversa eu já a tinha mais dura que o mastro de um veleiro. Então, num momento em que ela foi ao banheiro, pouco depois de abrir levemente o decote, eu também fui e bati uma punheta, com a única intenção de descarregar a arma e que não ficasse tão óbvio que o que eu tinha acabado de dizer era uma completa bobagem. Apesar de ter demorado um pouco, ela não percebeu nada porque a fila no banheiro feminino era tão longa quanto costuma ser normalmente, e ela chegou ao bar depois de mim.
Quando voltamos, ela me disse que no banheiro tinha tirado o sutiã, para que eu pudesse ver melhor. Desabotoou alguns botões e ali vi pela primeira vez aquele par de peitos tão lindos que a Juani tem. Eu olhei dentro daquele decote, e apesar das vistas esplêndidas, como tinha acabado de bater uma punheta rápida, aquilo não levantou.
- Viu? Nada, disse eu, tomando disfarçadamente sua mão e levando até meu pacote, que ostentava a flacidez própria de quem acabou de gozar.
- E se eu tocar neles, também não fica duro?
- Sério, não insiste, já te disse que sou como uma ameba. Mas vamos, se quiser eu toco e você vê. Só que depois não insiste, porque me entende, eu sofro com isso.
- Pobrezinho, que fofo - me disse a Juani, de forma sincera e lastimosa, como se eu fosse um cachorrinho pequeno.
Nos afastamos do bar e fomos para uns assentos situados numa área mais escura. Logo ao nosso lado um casal se... Ela estava dando mole. Eu enfiei a mão pelo seu decote, aproveitando aquele peito magnífico que ela tem, enquanto ela me beijava o pescoço dizendo:
- Desculpa te beijar, mas é que se você me toca o peito assim, do nada, fica tudo muito frio.
E quando já estava me devorando a boca de forma libidinosa e irresistível, ela baixou a mão até minha braguilha, tirou meu pau como a coisa mais normal do mundo e começou a brincar com ele. Ou a ver se aquilo reagia. Claro, com a brincadeira começou uma leve reação e ele ficou parecendo uma linguiça.
- Que estranho, né? Geralmente os caras ficam muito excitados em tocar meus peitos, porque dizem que eu os tenho muito... bom, é feio eu falar... mas dizem que são muito bonitos... E uma coisa: você não tem ele pequeno, sério. É o que te fizeram acreditar. Não que eu seja uma especialista, mas vamos combinar, ferramenta não te falta.
Naquele momento, com o ego inflado pelos elogios que meu instrumento muito mediano estava recebendo, tive que decidir se aquilo era uma corrida de velocidade ou de resistência. Se fosse de velocidade, continuávamos a brincadeira daquele jeito, aquilo ficaria mais duro que um chouriço ressecado, gozaríamos fodendo em qualquer canto da boate ou no carro e no dia seguinte, nem lembro mais. Se, em vez disso, fosse uma corrida de resistência, era melhor parar por ali. E eu, como sou um otário, decidi corrida de resistência (com a boa foda que poderia ter rolado). Então recolhi as velas, fui pegar outra bebida para nós dois e passamos o resto da noite falando de astronomia, estrelas, galáxias, enfim, tudo aquilo de que não tenho a mínima ideia mas que fica tão bem, e até saímos da boate para dar uma volta contemplando a noite estrelada. Eu inventei metade das constelações e dei nome a várias galáxias. E como eu falava sério, ela acreditou em tudo. Quantas mentiras não devem nos contar nos museus...
Quando nos despedimos, ela me deu um beijo suave nos lábios, dizendo que tinha se divertido muito, tudo muito estranho, mas muito Beleza. Dei meu telefone anotado no único papel que tinha à mão: escrito no verso de uma foto de máquina automática que não quiseram aceitar quando fui renovar minha identidade. As chances dela me ligar eram tão grandes quanto a honestidade do assessor de urbanismo de Marbella. Que mina em sã consciência entraria em contato com um cara que afirmava ter o pau pequeno, tinha demonstrado que não ficava duro e ainda por cima deixou o serviço pela metade quando conseguiu que ela, por iniciativa própria, puxasse o pau dele no meio da balada e começasse a masturbar? O fato é que ela foi pra casa satisfeita, coisas da vida, sem foder mas satisfeita, e eu fiquei com um baita saco cheio, pensando se tinha me comportado de novo como o perfeito otário que sempre fui, sem saber finalizar o serviço quando o touro já estava dominado e só faltava cravar a espada (nunca uma expressão foi tão adequada).
No dia seguinte, surpreendentemente, ela ligou pra saber se eu tinha planos. Obviamente meus planos eram me masturbar, mas não ia soltar isso assim. Um pouco antes do nosso encontro, bati uma punheta, e logo em seguida, outra. Na segunda parei várias vezes antes de gozar, segurando a porra, de forma que quando finalmente me permiti ejacular, foi especialmente abundante. Tinha que me certificar de que não sobrasse uma gota na reserva, pro meu plano funcionar perfeitamente.
Depois de uma conversa sem importância no bar onde combinamos, ela disse que tinha pensado em mim a noite toda, em mim e no meu "probleminha". Disse pra ela não pensar muito nisso, que as coisas eram assim e o melhor era aceitar. Ela me criticou por ser tão derrotista e por me deixar vencer sem lutar. Disse:
- O que acontece é que você ficou com umas minas que faziam errado, e te faziam pensar que era você que tinha um problema. Minas que ainda por cima te faziam pensar que seu pau era pequeno e coisas do tipo. Por exemplo: você... Já te fizeram um boquete de verdade alguma vez?
Meu coração deu um salto, e meu pau outro. Senti uma fisgada forte na boca do estômago, e como se dos 5 litros de sangue que fluíam naquele momento pelo meu corpo, quatro e meio estivessem indo direto pro meu pau pra tentar acordá-lo do sono em que o tinham afundado as duas punhetas que eu tinha batido umas horas antes.
–Claro que sim – respondi de maneira inocente – Uma vez uma mina enfiou a ponta toda na boca, e lambeu tipo chupa-chupa.
–Só isso? – ela me disse.
–É, ela disse que tinha gosto ruim e aí não tive coragem de pedir pra repetir.
Então, aproximando a boca do meu ouvido de forma sensual, ela disse:
–Então, nunca te chuparam metendo o pau inteiro na boca, acariciando suas bolas com suavidade, e metendo e tirando da boca com calma, sem pressa, até você gozar na boca dela, enquanto com as mãos você acaricia os peitos dela nus?
Tinha que manter a calma. O plano tinha que seguir igual, aguentando ao máximo. O ruim é que parecia que o máximo estava chegando. Porque uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Pra mim, no ouvido, não falam essas coisas todo dia, caralho. Mesmo assim, tirando forças de onde não tinha, eu disse:
–Boa tentativa, mas não adiantou – poderiam ter me dado o Oscar de Melhor Ator Principal por essa frase.
E pegando a mão dela, aproximei do meu pacote, que se comportou como um campeão exibindo uma ereção minúscula que em qualquer outra circunstância teria sido bem preocupante, mas nas condições atuais era a melhor notícia possível. Ela se regozijou um pouco com meu pacote, sem nenhuma discrição. Tinha conseguido deixar meu pau duro feito pedra, embora ela interpretasse de novo que aquele era o tamanho normal do meu pau.
–Caralho, mas te garanto que qualquer cara me estuprava aqui mesmo se eu dissesse isso. Não será algum remédio que você tá tomando?
–Não, não tô tomando nada – disse, lembrando das duas punhetas que eu tinha batido – e além disso, só bebo álcool. É, como te falei, uma disfunção erétil. É melhor não ‘mexer’ muito no assunto, no sentido mais estrito da palavra.
Nós dois rimos, aliviando um pouco da tensão. Ela parou o trabalho manual e voltamos a conversar sobre coisas divertidas, mas sem importância. Mas uns 20 minutos depois ela já estava de novo na carga, sinal de que não tinha parado de pensar no assunto. Ela disse:
- Olha, isso nunca aconteceu comigo. Ficar toda excitada com um cara e ele não ficar duro, isso é o fim.
Eu estava tranquilo. Tinha passado por uma prova de fogo e minha garotinha nem tinha se abalado. Seja o que fosse que estivesse passando pela cabeça da Juani, eu aguentaria como um valente.
- Você tem carro? - ela me perguntou.
- Não - foi minha resposta sincera.
- Tudo bem. Vai até a porta e nos espera lá.
Esse ‘nos’ me soou estranho e inesperado, mas como a situação podia tomar qualquer rumo, eu me deixei levar. Fiquei na porta do pub e esperei uns 15 ou 20 minutos. Então chegou a Juani com a Lorena, uma garota que eu conhecia de vista. A Lorena é uma linda morena magrinha, com rosto infantil, mas com uns peitos avantajados que não combinavam com sua magreza, e que além disso naquele dia ela estava exibindo esplendidamente sem sutiã, sob uma fina camiseta de alcinhas. O carro era da Lorena, um velho Peugeot 505, provavelmente herdado do pai no dia em que ele comprou um novo. Eu entrei no banco de trás. Era espaçoso.
- Para onde vamos? - perguntei.
- Para a periferia, na estrada velha da piscina.
- Você não contou nada, né? - disse eu, preocupado com o efeito que aquela ideia boba de que eu era ‘manso’ poderia ter na minha reputação.
- Nada, nada, não se preocupe.
Ela disse isso com tão pouca convicção que naquele dia eu aprendi que, se quisesse espalhar alguma coisa, era muito melhor publicar no jornal ou aparecer na TV do que contar para uma garota e fazer ela prometer que não contaria para ninguém.
A estrada velha da piscina era uma estrada em desuso, em mau estado, por onde ninguém mais passava. Por isso era o caminho velho, porque tinha um caminho novo (esclarecimento desnecessário). Lorena, que até aquele momento não tinha dito nada, me esclareceu, com um certo tom de irritação.
- Olha, pra mim minas não rolam, tá? Eu tô fazendo isso porque o Juani pediu.
Ainda não sabia o que estavam tramando, embora já estivesse começando a imaginar. Quando chegamos no caminho velho, pararam o carro e as duas foram para trás. Me deixaram num canto, e Juani se posicionou no centro do banco traseiro.
- Se isso não te deixar com tesão, você é um caso perdido.
E sem mais, se deram um beijo bem sensual na boca. Naquele dia descobri que isso em mim tem um efeito arrasador. Ver duas minas se pegando é o máximo do máximo. Era a primeira vez que via aquilo, e pra falar a verdade, as chances de repetir não pareciam muito altas.
- E você por que acha que ver você assim, se amassando com a Lorena, vai me deixar com tesão? – falei quase engasgando, dando mais um passo na minha candidatura ao Oscar.
- Porque deixa todos os caras com tesão. Nisso vocês são todos iguais. Uma vez a gente começou a dançar as duas de provocação numa festa e os caras até fizeram roda, com uma cara de tarados sem igual, pra ver se a gente se pegava. Então se você quer deixar um grupo de caras a mil, você dá uma de lésbica e o tesão é garantido. Lore, acende a luz pra ele ver bem – disse enquanto abaixava as alças da camiseta dela e deixava aqueles peitos generosos à mostra.
- Mina, se controla um pouco – pediu Lorena – você me disse que era só uns beijinhos, uns amassos e pronto.
- Deixa eu fazer, vai – pediu Juani, enquanto aproximava a boca de um dos mamilos dela.
De repente parou de chupar, virou pra mim e disse com sua voz sensual irresistível:
- Tá vendo bem como eu chupo os peitos dela ou quer que eu dê uma afastada pra você ver melhor?
- Não não, tô vendo bem, tô vendo bem – falei tentando acreditar naquilo.
- E não é que ela tem uns peitos... Que delícia, né, a Lore?
E sem esperar minha resposta, engoli de novo aquele mamilo rosa, grande, que coroava a protuberância espetacular da Lorena. Minha resposta, mesmo que ninguém tenha ouvido, foi: 'Delícia'
Lorena soltava pequenos suspiros. Era evidente que os beijos, as carícias e as lambidas da Juani não a deixavam indiferente. Ela, timidamente, apalpava os peitos da Juani, até que essa disse:
- Espera
Então, tirou a camisa com uma lentidão desesperadora, me olhando nos olhos, depois fez o mesmo com o sutiã branco e me presenteou com o espetáculo daquelas duas gatas com os peitos de fora se esfregando.
- E aí? Isso te deixa com tesão?
- Você sabe que não, acho curioso, mas tá vendo... - foi minha resposta idiota
- Poxa, que cara durão, se até eu tô ficando excitada – disse Lorena
Então, Juani meteu a mão por baixo da saia da amiga, que era mais um cinto largo do que saia, e chegou com toda facilidade na sua virilha.
- Juani, não faz isso, eu tô toda melada - disse Lorena, com a respiração um pouco ofegante
- Lore, não seja chata - disse Juani, e abrindo as pernas da amiga quase sem resistência, metendo o dedo na boca para ensalivar bem, em seguida o direcionou direto pro clitóris da amiga
- Juani, você sabe que eu não gosto de minas e que tô fazendo isso pelo seu amigo, né?
- Já falou, mana, não fica se repetindo
E se envolveu com ela num beijo ardente, que só aumentou as convulsões da Lorena.
- E se seu amigo me meter um pouquinho? – sugeriu Lorena - Não é por nada, eu falo pelo garoto...
- Deixa o menino, deixa ele só olhar
Não sei. Pareceu que notei um tomzinho de ciúme, de posse, naquele comentário. Como se ela quisesse reservar o bolo (ou seja, eu) só pra ela. O fato é que, de um jeito ou de outro, Lorena não parava de se mexer na cadeira e suspirar profundamente, agarrando a mão da Juani enquanto essa voltava a chupá-la. os peitos - Para, mana, para, se controla um pouco que meus mamilos são muito sensíveis, e se você começar a chupar assim é que... bom... você sabe... - Como? Assim? - disse Juani fazendo-se de desentendida - Para, para, que eu não me seguro... E já não conseguiu dizer mais nada. Começou a vir um orgasmo tão forte que na Enciclopédia Britânica pra definir 'orgasmo' vão ter que citar como exemplo o que a Lorena teve naquele carro pela mão (pelos dedos, melhor dizendo) da Juani. Que gritos, que suspiros, parecia que ela ia ficar sem ar. A gente tava no meio do mato e era impossível não terem ouvido no povoado do lado. Já mais calma, e ainda segurando a mão da Juani no seu clitóris, ela disse - Nossa mana, é que você fica insistindo e insistindo, e claro, no final acontece o que acontece. Mas que fique claro que eu não curto minas. O que acontece é que você começou a me tocar, e foi tocando e tocando, e ainda por cima aí chupando meus peitos, e claro, aí é isso... - Lore, não precisa se justificar, você gozou e pronto, não tem problema. Tenho certeza que meu amigo adorou te ver assim, tão explosiva como você fica quando goza - Bom, ele podia ter feito alguma coisa, né... - eu também tava pensando exatamente a mesma coisa - E você, gostou do que viu? - disse Juani, se referindo a mim - Curioso - falei fingindo uma naturalidade que tava longe de ser real - Ou seja, nada, nenhuma reação - Bom, um pouco - falei tentando ser condescendente E depois de uma pausa ela disse: - Pois olha, tem três coisas que fazem um cara explodir: uma boa chupada, ver duas minas se pegando e meter numa buceta como essa - e virando um pouco a Lorena me mostrou a saia levantada e o fio-dental que mal tapava alguma coisa daquele bumbum lindo - Na Lore metem mais por trás que por frente - Não exagera - disse ela, fazendo um gesto com a mão - Se você curte um cu é todo mundo, Lore - É que eu acho que tenho o buraco muito dilatado, sei lá, e não me custa - disse ela justificando - Então se não tem camisinha, bem, por trás
- Você quer comer o cu da Lore? – ela me propôs assim, de forma direta e franca
Ainda não acredito na minha resposta, mesmo já tendo se passado alguns dias daquilo. Lembrei daquele ciúmes pequeno que pensei ter percebido minutos antes, lembrei que minha carreira era de fundo e não de velocidade e disse:
- Qualquer coisa que eu for fazer, prefiro fazer com você. Não é por causa da Lorena, sério, ela é gostosa pra caralho e muito sensual, mas com você eu me sinto muito à vontade – com esse comentário eu tinha acabado de ganhar o céu.
- Antes eu te disse que todos os caras eram iguais, mas não é verdade – ela disse, enquanto me dava um beijo na bochecha
Claro, que eu vou passar o resto da minha vida me masturbando pensando naquela bunda que deixei passar. E não só aquela bunda: a possibilidade de transar com aquelas duas Vênus safadas ao mesmo tempo, que estavam dispostas a fazer qualquer coisa que eu pedisse para ver se eu ficava duro, é algo que vai martelar minha consciência pelo resto dos meus dias.
O caso é que três dias depois, uma terça-feira que ameaçava ser insignificante, e quando eu já pensava que por ter esticado a corda demais tinha perdido minha chance, Juani me ligou.
- Você tem alguma coisa pra fazer essa tarde? Olha, uma amiga da minha irmã trabalha na Pfizer, na companhia farmacêutica que faz o Viagra. Minha irmã conseguiu cinco dessas pílulas de graça
- É que na verdade eu acho que não… – eu ia dizer que não iam fazer falta, mas ela não me deixou falar
- Sim, já sei que você vai dizer que não vale a pena tentar, mas você já me conhece, eu sou muito teimosa. Você, com seus 19 anos, não pode desistir assim alegremente da sua vida sexual, principalmente se a gente considerar que está mais do que claro que a culpa do que acontece com você não é sua, mas daquelas patetas amarguradas com quem você saiu. Então eu pedi pra minha irmã se a gente podia ir na casa dela. Fica tranquilo, não contei nada do seu problema, não te Não se preocupe. Eu prometi que não contaria para ninguém e foi isso que fiz. Bom, nada nada… Digamos que fiz um resumo rápido para ela. Sólo contei que você está muito inseguro porque acha que tem o pau pequeno, foi o que umas pamonhas que não sabem pra que serve o que têm entre as pernas disseram. E ainda por cima, nem foram capazes de fazer seu ‘soldadinho’ ficar em pé. E claro, eu disse que resolvo isso num piscar de olhos. Ela nos empresta o quarto de casal dela com cama grande. No fim das contas, ela só usa pra dormir mesmo porque está se separando… Não conta pra ninguém, ela me fez prometer que não falaria nada. Então temos a tarde toda pra fazer o que quisermos. Olha, não devia te dizer isso, mas desde que te conheci e soube do seu ‘probleminha’, cada tentativa que a gente fez me deixou com mais tesão, e eu podia ter me aliviado sozinha cada vez que fiquei assim, mas não quis, porque quero gozar com você, tô te falando do jeito que sinto. O fato é que tô com mais tesão que dia de verão no Rio, tô quase explodindo. E vamos lá, com o Viagra isso não falha…
Não me deixou falar. Ela desligou o telefone logo depois de me dar o endereço da casa da irmã, de se certificar que eu tinha anotado certo, e logo antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa.
Às 8 em ponto Clara, a irmã, me abriu a porta, com um sorriso de orelha a orelha que deixava claro que sabia de tudo.
— Você é mais gostoso que na foto — ela disse, e eu lembrei da foto idiota em que eu escrevi meu número de telefone.
Clara se parecia muito com a Juani, mas com uns dez anos a mais, que acrescentavam aos atributos dela o charme de já ter passado da bobagem que a gente tem na adolescência. Depois de trocar algumas palavras na sala, Clara, com muito senso prático, apontou o quarto de casal e nos disse:
— Bom, vocês vão fazer o que têm que fazer que eu preciso resolver umas coisas — Juani e eu nos olhamos e fomos direto para o quarto.
Uma vez dentro e depois de Depois de se certificar de que a porta estava trancada, Juani me deu uma pílula azul em formato de losango, que eu fingi tomar, mas escondi discretamente no bolso. Mal Juani tirou o sutiã, libertando aquelas duas belezas quase simétricas, coroadas por um mamilo pequeno e rosado, meu pau deu um último salto e ficou tão tremendamente ereto que foi um enorme trabalho tirar meu jeans apertado. Juani, que já estava totalmente nua e tão impaciente quanto eu, ao ver meu pau mais duro que saldo bancário em meados de janeiro, disse:
— Nossa, de pequeno, nada. Gato, que alegria. Esse seu complexo é uma bobagem. E olha só, como o Viagra faz efeito rápido, né? Se você tomou há um minuto… eu sabia que isso não falhava.
E depois de me dar uma carícia super sensual no pau com suas mãos quentes, ela disse, apontando para sua buceta:
— Eu depilei tudo, porque muitos caras gostam.
Uma beleza aquela buceta depilada. Uma barriga lisa, que ainda guardava um pouco do bronzeado do verão, marcando a área branca desenhada pelo biquíni, parecia irresistível para mim.
— Olha, primeiro — ela acrescentou — vou te dar um boquete, porque acho que é disso que você mais sentiu falta. Só para você ir sabendo quem é a Juani. Mas não goza, hein, porque você e eu temos mais umas coisinhas para fazer esta tarde.
Que sacana, ela sabia criar um suspense danado. Começou a beijar meus mamilos e o pescoço, e desceu beijando e lambendo até o púbis. Justo entre o umbigo e o púbis, ela se demorou de um jeito mais sensual do que o normal, tanto que, com medo de que meu pau explodisse, mentalmente gritei: ‘vai chupar ou não?’
Parece que meus gritos mentais foram ouvidos, porque logo ela começou a brincar com os lábios na minha glande, e pouco depois colocou a ponta na boca de 18 anos. Ela metia e tirava, e cada vez se arriscava a enfiar um pouco mais. Quase metade do meu O pau estava dentro quando ela começou a acompanhar os exercícios bucais com a mão, e eu tive que dizer:
-Não faz isso, faz muito tempo que não faço nada e estou muito sensível
Minha súplica foi totalmente ignorada. Então tive que tentar me controlar. Porra, como essa Juani chupa. Onde será que essa buceta aprendeu a fazer assim. Cada vez que o jogo ficava insuportável e a ejaculação iminente ameaçava, eu tinha que fazer um tremendo exercício de autocontrole mental e pensar em algo anti-erótico, como tentar lembrar a inflação anual acumulada do último mês, ou o aumento da taxa de juros dos financiamentos. Funcionava, mas como todo exercício, exigia um esforço notável.
Para distrair minha mente fui mudando minha postura até que seu clitóris depilado ficou ao alcance da minha mão, e comecei a brincar naquela área. No início só com um dedo, mas depois deixava o dedo médio deslizar dentro da vagina enquanto com o polegar acariciava seu botãozinho, bastante inchado, por sinal. Ela começou a mover a bunda no ritmo dos meus dedos, com o que tive certeza de que aquele jogo estava agradando.
Acho que foi então que olhei para a porta, e vi que estava entreaberta. Eu lembrava perfeitamente de tê-la fechado. Era estranho. Observei pela primeira vez o quarto em que estávamos enquanto Juani me chupava, e descobri um espelho grande que tinha seu próprio suporte. O espelho estava levemente virado. Uma pena, porque teria sido muito excitante ver nossa imagem refletida, principalmente ver como Juani me fazia esse boquete de efeitos devastadores. Prestei atenção no espelho e descobri... uns olhos. O espelho estava deliberadamente virado para a porta, e lá, na penumbra, alguém observava nossa imagem refletida nele. Tentei concentrar a visão naquela silhueta na penumbra: era Clara, a irmãzinha. Ela tinha a calça desabotoada, e uma das mãos dentro dela. Com a outra se acariciava o peito por cima da roupa. Porra, ela Eu estava me masturbando enquanto ela nos espiava. A primeira e única vez na minha vida que uma garota, uma mulber bem apresentável, se masturba me olhando, se masturba porque eu a excitava. Meu pau já não podia estar mais duro, mas se pudesse, sem dúvida teria aumentado sua rigidez. A imagem no espelho devia ser muito excitante: um close de Juani chupando meu pau, vendo como entrava e saía da sua boca.
Eu não sei se foi porque o ritmo da minha mão ficou constante e tinha a velocidade certa, ou porque Juani já estava muito excitada, mas ela levou apenas 3 minutos para começar a gemer. Porra, a Juani estava gozando na minha mão, assim, sem mais. E que jeito de gritar. Se não fosse porque a irmã dela sabia exatamente o que estava acontecendo ali, com certeza teria vindo ao quarto pensando que eu estava submetendo Juani a torturas selvagens. Tentei buscar com o olhar a imagem no espelho. E o que encontrei era espetacular. Ela tinha levantado a blusa e mostrava um dos seus seios; tinha abaixado um pouco a calça, e tinha a buceta à mostra. E a mão dela a esfregava, seguindo um ritmo frenético, nada discreto. E a boca… ela estava bem aberta, sinal de que ou estava gozando ou ia começar a gozar.
Juani continuou chupando meu pau. Eu avisei:
- Você sabe que assim, tão bem, nunca fizeram isso comigo. Eu não gostaria de gozar na sua boca, e se você continuar assim não sei se vou conseguir me controlar…
Mas ela continuou. Não diminuiu o ritmo nem um pouco. A mão, a boca, tudo estava perfeitamente sincronizado. E eu, na verdade, já não aguentava mais. Eu deveria ter aguentado, porque o que eu realmente queria era penetrá-la; era isso que meu corpo pedia. Mas infelizmente não aguentei. Se alguém já teve o pau chupado dessa forma, vai saber exatamente do que estou falando. Se ainda por cima a garota não parece se importar em continuar assim até o final, então é quase impossível resistir. E claro, aconteceu o que aconteceu. Ejaculei selvagemente, me esvaziei na dentro da sua boca. Eu devia ter avisado, mas não tive forças. Gozei, e ela continuou chupando enquanto eu gozava. Até que ela tirou a última gota de porra que tinha nas minhas bolas.
Ela, com a boca cheia, saiu disparada pro banheiro. Eu fiquei com medo que ela trombe com a irmã, mas essa já tinha sumido.
Quando voltou, me beijou na boca e disse:
- Gostou?
- Porra, adorei. Que pergunta. É a coisa mais excitante que já fizeram na minha vida.
- Por isso não deixei você meter. Assim a gente vai devagar, não precisa correr. Da próxima vez a gente tenta a mesma coisa, mas sem viagra. E se der certo, aí outro dia a gente faz assim, pelados, só eu e você, e você mete tudo… onde quiser…
O plano não era nada mal. Porra, não era nada mal. Até deu vontade de começar naquele exato momento, viu?
A gente se vestiu e saiu do quarto, e lá estava Clara, a espiã. Não conseguia parar de imaginar ela em pé, com a calça abaixada e a blusa levantada, se masturbando que nem louca e com a boca bem aberta, nos olhando pelo espelho. Juani foi ao banheiro, e Clara aproveitou pra chegar perto de mim e disse rapidão:
- Olha, minha irmã é novinha e não ficou com muitos caras. Repara, ela acha que com os homens tem que ir devagar, e claro… Eu não penso assim. Eu já fiquei com muitos caras, e ainda fiquei três anos casada, imagina a vantagem que eu levo. Olha, vou te dar meu telefone e um dia você me liga, a gente marca aqui, sai pra tomar alguma coisa ou fica aqui pra conversar, a gente vê. Você lembra que eu posso te ajudar. Mas disso não fala nada pra minha irmã, que… – e parou de falar, porque a Juani chegou na hora do banheiro.
- O que vocês estavam falando? – disse Juani com naturalidade.
- Da casa, que é muito confortável – falei pra disfarçar.
Isso era inacreditável. Uma mulher, mais ou menos atraente, tava me dando uma clara investida pra um lance casual, com a desculpa de ‘me ajuda’. Assim que saímos de casa, Juani me explicou: -Minha irmã, na verdade, tá se separando, como eu te falei antes. Não fala nada, não conta pra ninguém, mas a verdade é que o marido dela faz meses que não aparece por aqui. Então a coitada deve estar com mais coceira que um aleijado com lombriga, deve estar com mais vontade de farra que o Roldán no dia antes de soltarem ele… Faz três dias que fizeram aquele boquete selvagem em mim, e agora tô em casa grudado no telefone. Nunca imaginei que aquela mentirinha piedosa, aquela bobagem dita num sábado à noite com a única intenção de tentar a sorte com uma novinha de 18, pudesse render tanto e fazer tanto sucesso. Há pouco o Juani me ligou, pra gente marcar de novo. Ele já me explicou o plano: um novo boquete, até o final, mas dessa vez sem o viagra que eu nunca tomei. Isso já tava calculado. Mas pouco depois, logo depois de desligar, uma tal de Vicki, amiga da Lorena, me ligou e disse que se eu quisesse, a gente podia marcar. Que ela viu minha foto, ficou sabendo do meu probleminha, e que tem certeza absoluta que o que acontece é que a Lore, muito falar, muito falar, mas depois não sabe fazer direito. Que ela sim sabe como fazer as coisas. E que eu não me preocupe, que com certeza é coisa das minas com quem eu fiquei, incluindo a Lore, que são umas simplórias. Mas na caixa postal do meu celular tem uma ligação do Antonio, amigo do Juani, e ele diz na mensagem que se eu quiser a gente se vê um dia pra conversar. Que provavelmente tem uma explicação bem simples pras minas não me deixarem de pau duro, e que ele tá disposto a me mostrar. Ou seja, que se eu me abaixar pra pegar alguma coisa ele me enfia um cano. E se eu experimentar? Então aqui estou eu olhando pela janela, sem saber o que fazer. Continuo com isso ou não? Conto de uma vez que essa história de não ficar duro é pura invenção? Que burrice se eu fizesse, porque a verdade é que não me saiu nada mal. De ser um cara bem normalzinho que com seus 19 anos mal tinha Já comi umas bocetas aqui e ali e acabei virando um desafio para algumas (e alguns). E se eu seguir em frente, quem eu chamo? Vale a pena me envolver de novo com a Juani? Porque me parece que essa tá falando sério, e me vejo casado e com três filhos. Ou melhor, e se eu fizer com a irmã dela, que parece saber latim? E se eu me arranjar melhor com a Lore, e dar o que merece aquele babaca que fugiu?
Não tenho a mínima ideia do que fazer. Então, o mais provável, é que eu acabe cagando tudo, como sempre, e mostre mais uma vez o imbecil que tenho dentro.
Gibraltar
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Espero que tenham gostado, sem mais.
GN&GL
28 comentários - Que papinho hein!!!
soss un kpo
despues lo leo es muy largo
me falta empesar para terminar
creo que me calento m[as el relato que las fotos de las minas en bolas
zarpada la hisotira vieja xD
la voy a implementar jajaja
ademas de que mis amigas tiene amigas feas JAJA
wee MUchisimas gracias por postear el relato es muy pero MUY BUENO 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
aunque no me parece muy fiable
es muy interesante 😉
buenisimooo
😃
yo tengo 28 y a tu edad me cogia todo lo que se movia (escepto putos obvio)
Me fascino. Felicidades....