Foi minha parceira por uns meses e tava disposta a me dar uns agrados. Embora não curtisse sexo intenso, gostava de tudo suave, cada movimento devagar, as estocadas bem lentinhas, quando eu chupava a buceta dela tinha que ser devagar, suave. Mas um dia eu surtei de fantasia e tesão. De calcinha, ela foi pendurar roupa no varal enquanto eu via TV no sofá pelado. Falei que ela tinha esquecido de lavar minha cueca, na real fiquei nu pra ela lavar minha roupa. A gente tava na casa dela. Tinha sido suave como ela gostava na noite anterior, inclusive quando eu penetrava, enfiava só metade da pica porque doía nela. A buceta dela era curta, digo isso porque sentia o toque no fundo da buceta quando enfiava metade, e se enfiasse toda esticava e depois ficava doendo. Eu chamava ela de buceta de amendoim. Enfim, pedi pra ela lavar minhas cuecas na mão porque me excitava ver isso. Ela encheu a banheira e começou a lavar minhas cuecas à mão, empinando a raba. Quando tava esfregando e enchendo de espuma, me olhava de soslaio. Minha pica ficou dura na hora. Cheguei perto, puxei a tanga pra lado e comecei a meter. Pra minha surpresa, ela já tava bem molhada, disse que ficou úmida de me ver com a pica dura no sofá enquanto ela lavava à mão. Avisei que ia meter forte, que me desse esse gosto. Quando eu tava comendo ela, ela gritava pra eu ir mais devagar. Que a buceta dela tava doendo. Peguei ela pelos cabelos e enfiei a cabeça dela dentro da água da banheira. Isso ela adorou. Ela tava com os cabelos todos molhados e de calcinha, eu comi ela forte e rápido. Foi uma fodida rápida e violenta. Nós dois gostamos, embora pelo jeito que ela gritava parecia que não tava curtindo totalmente. Toda vez que reclamava, eu mergulhava a cabeça dela na água. Eu sabia que ela adorava ser forçada porque sempre me falava depois de transar. Quando eu era bruto, ela chorava e no dia seguinte me contava que tinha adorado. Então foi isso, enchi a cara dela de porra e voltei pro sofá. Ela, chorando, secou o cabelo e voltou a pendurar a roupa no varal.
Foi minha parceira por uns meses e tava disposta a me dar uns agrados. Embora não curtisse sexo intenso, gostava de tudo suave, cada movimento devagar, as estocadas bem lentinhas, quando eu chupava a buceta dela tinha que ser devagar, suave. Mas um dia eu surtei de fantasia e tesão. De calcinha, ela foi pendurar roupa no varal enquanto eu via TV no sofá pelado. Falei que ela tinha esquecido de lavar minha cueca, na real fiquei nu pra ela lavar minha roupa. A gente tava na casa dela. Tinha sido suave como ela gostava na noite anterior, inclusive quando eu penetrava, enfiava só metade da pica porque doía nela. A buceta dela era curta, digo isso porque sentia o toque no fundo da buceta quando enfiava metade, e se enfiasse toda esticava e depois ficava doendo. Eu chamava ela de buceta de amendoim. Enfim, pedi pra ela lavar minhas cuecas na mão porque me excitava ver isso. Ela encheu a banheira e começou a lavar minhas cuecas à mão, empinando a raba. Quando tava esfregando e enchendo de espuma, me olhava de soslaio. Minha pica ficou dura na hora. Cheguei perto, puxei a tanga pra lado e comecei a meter. Pra minha surpresa, ela já tava bem molhada, disse que ficou úmida de me ver com a pica dura no sofá enquanto ela lavava à mão. Avisei que ia meter forte, que me desse esse gosto. Quando eu tava comendo ela, ela gritava pra eu ir mais devagar. Que a buceta dela tava doendo. Peguei ela pelos cabelos e enfiei a cabeça dela dentro da água da banheira. Isso ela adorou. Ela tava com os cabelos todos molhados e de calcinha, eu comi ela forte e rápido. Foi uma fodida rápida e violenta. Nós dois gostamos, embora pelo jeito que ela gritava parecia que não tava curtindo totalmente. Toda vez que reclamava, eu mergulhava a cabeça dela na água. Eu sabia que ela adorava ser forçada porque sempre me falava depois de transar. Quando eu era bruto, ela chorava e no dia seguinte me contava que tinha adorado. Então foi isso, enchi a cara dela de porra e voltei pro sofá. Ela, chorando, secou o cabelo e voltou a pendurar a roupa no varal.
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