Cielo Riveros dando pra um negão 9

Vídeos da pequena Lupe

Agora com uma grande poça de sucos vaginais na cama dela, e já tendo uma leve ideia do verdadeiro gosto de uma buceta, Lupe, fora de si, trocou a imagem de Dom Pedro pela da Cláudia, exatamente como tinha sonhado... ela imaginou ela deitada, nua, numa cama com as pernas abertas esperando alguém chupar ela, e essa alguém seria ela mesma, Cielo Riveros ia chupar ela. Na mente dela, ela visualizou a buceta da Cláudia como tinha visto naquela manhã e, aos poucos, esticou a língua fresca imaginando que estava colocando na buceta loira da amiga, a febre dela só aumentava.

Agora, na cabeça dela, tinha a imagem vívida da Cláudia montada de ré em cima dela, as duas fazendo um 69 glorioso, ela imaginou na frente dos olhos a buceta loira que ela queria tanto lamber naquele momento, imaginou as mãos percorrendo as curvas da amiga...

Isso era demais para a mente alterada e intensa da gostosa colegial que ainda se masturbava como uma louca. Consequentemente, foi o corpo da Cláudia que levou o crédito pela punheta erótica e deliciosa que a Lupe se deu em homenagem a ela. As imagens do 69 gostoso entre as duas esquentaram ela tanto que a raposinha dela explodiu numa verdadeira cachoeira de sucos que mostraram o orgasmo gostoso da Jovem inocente.

— Ohhhhhh! Dios mooooo!!, Clauuuuu!!... Clauuuuuuuu!!! como eu queria te chupaaaaar!!!, exclamou a menina dedicando a masturbação dela pra amiga, enquanto a mãozinha dela subia e descia rápido na bucetinha dela toda encharcada de sucos vaginais, os quadris dela ondulavam freneticamente imaginando que a Cláudia também tava chupando ela, — Ohhhhhh ayyyy! Ayyyyyyy que eu vou gozaaaar!... vou gozaaaar Claudiaaaaa yummy! gostosaa!! gostosaaa!!! gostosaaaa!!!! Gostosaaaaaaa!!!!!, Cielo Riveros quase mijou de prazer, subia e descia os quadris em todas as direções sem tirar a mãozinha da buceta molhada dela, uma onda de prazer elétrico invadia ela e fazia abrir e fechar as pernas desesperadamente, terminando com movimentos estranhos como se realmente estivesse tendo cãibras, lentamente seu corpo nu parou de se mexer, apenas sua respiração ofegante dava sinais claros do imenso prazer que ela havia sentido, ela estava cansada, toda bagunçada na cama, e acabou dormindo.

Naquela segunda-feira, a estudante saiu para pegar o ônibus para a escola, estava tão absorta em seus pensamentos que nem reparou nos olhares quentes que os bandidos da área davam nela, e muito menos em todas as vulgaridades que gritavam de qualquer esquina, mas ela ficou pensando como o sonho da noite anterior tinha sido estranho, sentiu muita vergonha do que tinha feito, sabia que era errado ter se tocado ali pensando na Cláudia, mas tinha sido tão gostoso, ela não sabia por que o corpo dela estava traindo ela, preferiu não pensar mais no assunto... afinal, aquilo nunca mais ia se repetir.

Quando Cielo Riveros voltou para casa, ficou surpresa ao ver o Comissário Sinforoso, o mesmo que a viu pelada no carro do Dom Pedro, conversando com a mãe dela, mas esse homem muito esperto conseguiu fazer a mãe sair para resolver um procedimento administrativo e o comissário degenerado aproveitou a situação para se aproveitar da inocente Cielo Riveros. O cara tinha o cenário perfeito para dormir com a adolescente depois de escrever um atestado de que ela praticava prostituição em vias públicas.

Olha, meu bem, não vou te enganar, estou aqui porque me sinto na obrigação de contar pra sua mãe sobre a vida que você leva, talvez vocês estejam apertadas de grana e por isso você anda nas ruas, mas isso de dar seu corpinho lindo pra velhos degenerados por dinheiro, sua mãe precisa saber disso e eu vim oferecer minha ajuda pra te tirar das ruas...

Não, comissário, pelo amor de Deus, não conta pra ela que o senhor me viu pelada com o Dom Pedro, aquele infeliz abusou de mim, eu não sou uma puta....
Hahahaha, todas as vadias, igualzinha você, falam a mesma coisa hahaha, dão pra cada cara que aparece no caminho e depois se fazem de santinhas.

Não, senhor, não conta pra ele não, eu faço qualquer coisa pra minha mãe não descobrir o que eu fiz naquela noite.

Bem, sua putinha, meu silêncio vai sair caro pra você, vamos pro seu quarto agora mesmo, vou cobrar uma taxa de várias que você vai pagar dando pra mim quando eu tiver vontade, digamos que não temos muito tempo.

Uma vez no quarto de Cielo Riveros, o velho comissário se jogou em cima da garota, segurando ela pelas nádegas e tentando roubar um beijo.

Por favor, comissário, já chega, acabei de ouvir que minha mãe e meu avô entraram na sala, por favor, eles podem nos descobrir.

O sargento, que já segurava ela pela bunda, levantou ela no ar e deitou na cama, e com uma mão conseguiu arrancar os botões da blusa dela, revelando aqueles limões perfeitos e macios que a tenra colegial tinha como peitos.

O homem tirou rapidamente o uniforme da polícia, deixando o corpo horrível nu, e com um aparelho de pau meia-bomba e sem-vergonha, subiu na cama decidido.

A colegial, de apenas 18 anos, sabendo que estava literalmente deitada por causa do policial, um homem estranho que ela via pela segunda vez na vida e com a mãe e o avô do outro lado da porta, foi invadida por uma sensação estranha de nervosismo e medo de ser descoberta por eles numa situação tão comprometedora. Ao mesmo tempo, sentia como aquele velho sem-vergonha nunca se cansava de chupar os bicos endurecidos dela e se esfregar na perna dela como se realmente estivesse fodendo ela.

A situação pra garota era tão trágica quanto estranhamente mórbida, já que só de imaginar que a qualquer momento a porta do quarto dela ia abrir e a mãe dela ia entrar com Dom Benito e pegá-la naquela situação com um velho desajustado a segundos de meter o pau. Nele, tudo isso era uma bomba-relógio, porque sem ela mesma perceber, gradual e rapidamente, aquela estranha sensação de infortúnio já estava dando lugar a uma excitação nervosa que ao mesmo tempo se transformava em febre de verdade, mas ela não estava disposta a fazer aquilo com aquele velho e com a mãe dele a uma distância muito curta de onde estavam.

— Nãoooo... e... eu guar... do... que você tá fazeeeendo!?, ela gemia sentindo umas sugadas violentas nos seus peitões grandes,

— Vou enfiar meu pau em você, sua puta... hahahaha... vamos nos divertir pra caralho aqui na sua cama, hehehehe, então abre essas pernas... Chupaaaaa!!!, ele disse pra ela enquanto mandava outra sugada brutal no peito dela.

— Siiim...! se você vai foder mesmo...!! e a poucos metros de dar pra essa outra gostosa que me atormenta a noite inteira na cabecinha dela logo, hahaha..., o velho falou casado no próprio nariz tentando montar a longevidade naquele corpo curvilíneo que se contorcia na cama,

— Ela... e... ela não vai fazer com o se... senho... or..., ela disse ainda lutando e vendo como o velhote a imobilizava cruzando uma das pernas curtas mas musculosas e peludas sobre a barriga lisinha da garota trêmula,

— E vai sim, sua puta, é isso aí...!! por que você acha que ele tá me convidando pra almoçar?..!?, ele sussurrou vulgarmente bem no ouvido da apavorada Cielo Riveros, o velho continuou. — A buceta dela tá pedindo o pau dele pra enfiar...!, e eu vou enfiar sim!, e sou capaz até de estuprar ela...!!! Vou fazer com ela na mesma cama que ela fez com seu pai antes de morrer...hahahahaha...!!! com certeza quando ele ia trabalhar e você ia pra escola deviam ter vários que devem ter comido ela... dá pra ver nos olhos dela a puta que tem dentro... igualzinho à sua cadela nojenta!!!, hahahahaha...!!!

Naquele momento ela percebeu como o sargento a colocou à força de lado na cama pra começar a desenhar a linha da buceta dela de novo, mas agora ele não estava fazendo com os dedos, mas com a cabeça do pau. Lupe, percebendo isso e temendo o pior, fazia movimentos de pressão com o quadril pra escapar, pra que aquele homem fardado gostoso não metesse nela. A cama rangia timidamente por causa do movimento escondido dos corpos que se faziam nela. É claro que a garota, poucos minutos atrás, tinha estado a segundos de deixar eles fazerem isso com ela, mas a simples aparição da mãe dela com Dom Benito dentro de casa foi suficiente pra clarear a consciência dela e fazer ela cair na real.

Foram só alguns minutos de chupar e lamber os melões dela, somados às batidas que acertavam a parte íntima dela, pra garota começar de novo, aos poucos, a sentir aquela estranha nervosinha sexual que os estupradores interesseiros sabiam como provocar. A pele dela se arrepiou com os novos calafrios que já começavam a surgir, enquanto a mente dela se dividia entre se entregar ao prazer ou continuar tentando não se deixar abusar na própria cama por aquele policial tarado.

As batidas firmes na buceta dela a princípio deixaram ela aterrorizada, mas quando sentiu a largura daquela glande escorregadia e, achando que sabia que não ia caber tão fácil, entendeu que se não abrisse as pernas, seria incrivelmente difícil pro velho enfiar nela. Então, ela baixou um pouco a guarda e ficou só na expectativa, olhando pra porta do quarto, caso a mãe dela resolvesse entrar sem avisar.

Foi aí que o velho, erguendo o olhar de novo, viu ela de olhos fechados e respirando pela boca, viu ela com o rosto todo molhado por causa do suor. Além disso, mesmo ela mantendo as coxas juntas e apertadas, já dava pra sentir como a garota, às vezes, devolvia movimentos tímidos de pelve pra cada estocada que ele dava com o pau. Foi nesse exato momento que a garota enterrou o rosto entre o pescoço e o peito cabeludo do homem, quando o velho policial ouviu uns gemidos abafados. Gemidos de prazer saindo dos lábios dele.

Cielo Riveros nem percebeu quando foi que a sanidade fugiu da mente dela, agora sabendo que estava nua e deitada de lado numa cama com aquele policial folgado que a fodiam tão gostoso na buceta, mas totalmente consciente de tudo que tava rolando com ela e, pra piorar, a poucos metros de onde a mãe dela e, com certeza, o Dom Benito estavam. Ela, sem nenhum pudor, se agarrou no pescoço dele e deixou escapar dos lábios o que a boceta e a mente dela pediam:

— Ahhhhhhh, meu s... sargento... que d... delícia... p... p... papai!!!! Ahhhhh!!! — murmurou baixinho, mas bem audível pro policial puto que não parava de chupar e morder os peitos dela.

O recato da garota tinha sido destruído de novo pela febre imperiosa do corpo escultural dela. Na mente distorcida, ela só queria — ao mesmo tempo que morria de medo — que a porta do quarto se abrisse de uma vez e todo mundo descobrisse que ela tava pelada e empalada no pau de um policial velho. Só de imaginar essa situação e os comentários que iam se espalhar pelo bairro, puta merda, ela ficava mais excitada!!!

Cielo Riveros, no silêncio do quarto dela, já se contorcia e se torcia de tanto prazer que recebia nos peitos e na buceta, sensações que faziam ela tremer e percorriam o corpo enorme e escultural dela até se fixarem teimosamente no molusquinho molhado e escorregadio, quase implorando pra aquela cabeçona grossa abrir ela e entrar.

A garota, que desejava tudo isso, já respirava ofegante e não conseguia mais controlar as emoções safadas e os arrepios que o sistema hormonal causava em cada curva dela. Precisava se mexer na forma de acasalamento mais livremente, precisava de um pau bom dentro dela, e lá estava o policial folgado pra acalmar os desejos ardentes dela, mas ele não parava de chupar ela. peitos e continuando a chupá-la de lado, enquanto ela, com o rosto apoiado no peitão largo do policial, só se dedicava a sentir e aproveitar, tapando a boquinha pra não gritar, fazendo expressões de prazer na cara. Aquele rostinho lindo dela, de repente abrindo a boca em formato de "o", depois franzindo a testa e lambendo os lábios carnudos com a língua rosa, balançando a cabeça de um lado pro outro no ombro daquele velho macho, também com as sobrancelhas levantadas como sinal de um vício safado diante da necessidade urgente de cruzar com aquele velho corrupto de farda, ou com quem quer que fosse.

O velho, finalmente se separando do corpo dela e parando de provocá-la, desceu pelo corpo dela com os lábios e a língua. Ele tinha lembrado que a garota também tinha uma parte na anatomia dela que era ainda mais desejável do que aquelas chuchotas lindas que ele tinha chupado, agora ele ia se deliciar com aquela buceta atraente quase sem pelos que ele já tinha declarado como sua, sem se importar com quantos paus já tinham pago pra furar aquela fenda sublime de carne que a novinha tinha no meio das coxas.

O velho pelado e de quatro na cama da Lupe se firmou com os dois braços em cada uma das coxas abertas dela e abriu a bocona babando pra engolir com fome a rachadura suculenta e feminina de amor que a menininha costumava esconder no meio das pernas.

Cielo Riveros era a única testemunha da viagem deliciosa e gratificante que o policial moreno fez com a boca pela barriga dela, por isso quando viu ele quase chegar na parte mais íntima da sua pessoa, ela instintivamente abriu as pernas, já que pra ela aquilo já fazia parte do ritual erótico que ela tinha que fazer quando era abordada por todo velho tarado que aparecia pra ela desde que fez 18 anos.

Estando gostosa e tremendo, ela tava ciente de como aquele sargento estranho tava abrindo a boca pra engolir ela. buceta novinha com uma única e deliciosa tarasca que, ao sentir aqueles lábios quentes e grossos devorando ela desesperadamente e como ela dançava aquela língua fedida entre sua carne pela primeira vez. vaginal, ela não conseguiu evitar soltar um gemido alto de prazer dos lábios, nem que sua mãe ou dom Benito pudessem ouvi-la lá de fora do quarto,

— O... Oh... Ohhhhhhhhhhh...! A... Ah... Ahhhhhhhhhh...! Mmmmmmmm...! dom... Sinforosoooo... q... que... ri... coooooo... mi... a... a...moorrrrr...!!!!

A garota enervada gemeu e reclamou audivelmente como uma verdadeira puta enquanto apertava firme a roupa de cama, sentindo repetidamente na sua buceta as lambidas enlouquecedoras de quem a estava comendo naquele momento.

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As chupadas febris na sua vagina a faziam se sentir muito gostosa, então, sem pensar e como forma de agradecimento, ela compensou com gemidos deliciosos, e abrindo as pernas do sargento o máximo que suas articulações permitiam.

O policial, por sua vez, com todos os sentidos completamente dedicados à luxúria do momento naquele quarto escaldante, também estava fora de si: ele lambia, chupava e sugava a boceta dela como um verdadeiro malvado nato, ou como um alvoroço!, ou como quiser!!, aquela buceta jovem quase sem pelos que estavam lhe oferecendo e que já estava pingando constantemente em seus lábios, bigode e língua o fazia perder a cabeça, o sargento estava muito tarado, e por sua vez a estudante excitada e louca não ficava atrás, com gemidos deliciosos de prazer genuíno ela permanecia com a cabeça completamente enterrada nos travesseiros da cabeceira onde, esticando o pescoço e apertando seus ligamentos e veias, tentava enterrá-la ainda mais. Sua cintura se movia instintivamente com ondas e movimentos pélvicos para frente e para trás, da mesma forma que faria se estivesse sendo fodida naquele momento, ou seja, ela estava se entregando completamente àquele uniformizado lascivo que não parava de se dar aquela mesma coisa. bacanal de caldos quentes e carnes vaginais que o ardente Cielo Riveros estava lhe proporcionando.

Até que aquele estado prazeroso e lascivo em que ambos os amantes se encontravam novamente se dissolveu, quando a porta do quarto se abriu e eles ouviram claramente a voz firme de Dona Isabel falando com sua filha do lado de fora,

— Lupe...!!! O que está acontecendo aí dentro...!!??

Só de ouvir a voz da mãe, a colegial ficou petrificada, olhando com seus olhos verdes na direção de onde vinha aquela voz conhecida e maternal, totalmente imóvel e sem saber como reagir, assim como o velho que também olhava na mesma direção, sempre abraçando as coxas completamente abertas da jovem. Eles apenas olhavam para a porta entreaberta do quarto, onde no chão a sombra da mãe da colegial podia ser vista claramente, ameaçadora, como se fosse entrar a qualquer momento...

Isabel percebeu que, assim que abriu a porta que dava para o interior do quarto juvenil da filha, tudo permaneceu em completo silêncio.

Enquanto do outro lado da porta a jovem aterrorizada e nua nem conseguia fechar as pernas, temendo o pior, o velho, por sua vez, continuava tão excitado quanto no início, olhando para a porta e para a garota repetidamente, onde a agora assustada menina novamente fez um sinal de silêncio com o dedo indicador nos lábios, várias vezes, imaginando que o velho estivesse disposto a falar a qualquer momento.

Diante do silêncio de Lupe, a mãe preocupada começou a falar com ela, sem ousar entrar, já que ambas sempre respeitaram seus espaços privados.

— Filha, não é justo que você esteja sofrendo por aquele rapaz... Eu ouvi você gemer e chorar... com certeza aquele jovem está te fazendo sofrer... — O melhor é que, se você não está se divertindo, termine o relacionamento por um tempo... A mulher angustiada só ouvia a respiração pesada da filha e, diante disso... O silêncio dela, ela acabou contando: —Entende, querida, não gosto de saber que você está triste... quer conversar...?

Cielo Riveros, já recuperada e se refazendo daquele acidente rico e erótico, ouvindo a mãe que já estava chegando a qualquer momento, respirou fundo e gritou da cama:

—Ehhh... valeu mãããe...! Mas tá tudo bem... com o Rodrigo a gente só discutiu, mas calma... por favor, não entra... tô meio indisposta e não gosto que você me veja assim...! A menina, ainda excitada, dizia tudo isso com os olhinhos fechados, implorando a todos os santos e à própria virgemzinha de Luján que, por favor, a mãe não entrasse e a pegasse de surpresa.

O sargento, vendo que a jovem estava se comportando de forma bem sem-vergonha enquanto a mãe não descobrisse que a buceta dela tava sendo chupada, começou a dar umas boas lambidas nela, tratamento que fez a garota cair de novo na cama e, entre abrir seus lindos olhos verdes com uma expressão vulgar de febre verdadeira no rostinho bonito, por causa das cócegas e sensações gostosas que o velho provocava com sua língua grossa na parte mais sensível da sua exuberância e numa situação tão comprometedora.

—Tá bom, filha, disse de repente a mãe de Cielo Riveros, —só não gosto quando você sofre... agora vou tomar um banho e depois ir trabalhar...

Lupe já estava muito excitado, mas ficou ainda mais tremendo de medo, estupefação e uma febre estranha quando percebeu que o velho não tava nem aí, no mesmo instante em que a mãe ainda estava na soleira da porta falando com ele, ele subiu no corpo dela, se concentrou e colocou o pau na entrada da buceta dela e simplesmente enfiou impecavelmente.

A tarefa não durou mais que cinco segundos, quando a safada estava ouvindo as últimas palavras da mãe, viu o velho montado nela, e então sentiu a pressão da entrada na buceta, a dilatação das dobrinhas tenras da vagina enquanto O grosso artefato de vergalhão deslizou pra dentro dela até que ela já se sentia com o pau do policial enfiado na parte mais íntima do seu corpo. Ele não conseguiu evitar soltar um gemido longo e sofrido de resistência da garganta no momento em que sofreu a estocada firme que tinha sido enviada a ele a apenas três metros de onde sua mãe estava.

— Mmmmmmmffff!!!, foi o gemido da garota ao sentir o policial respirando pesado com o rosto e o bigode enterrados no seu pescoço, até que ouviu a voz da mãe de novo.

— Lupi... tá bem...? Por que você tá reclamando e se remexendo? — Ué, mãaaaaa!!!, quando a lista... s... sai... v... vai emboraaaa... p... por uma hora eu só quero ficar s... sozinhaaa...!, a colegial empalada, fruto de um desespero pelo que tinha acabado de acontecer, respondeu pra mãe com uma daquelas teimosias de porco na boca, com todo o peso do homem sobre o corpo dela e sentindo como ele ia aprofundando a medição do pau quente na sua buceta.

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