Oi, hoje quero contar como perdi minha inocência. Só avisando que essa história aconteceu há anos. Foi quando eu ainda tava no colégio, na escola. Naquela época, eu ainda não tinha pelos, mas já tava me desenvolvendo mais que minhas colegas. Meus peitos já tinham quase o tamanho que têm hoje, e minha bunda era firme e redonda. Deixei meu cabelo crescer por anos, então ele chegava até minha cintura. Sempre fui boa aluna, mas no segundo ano dessa escola, tive meu primeiro namorado. Foi um relacionamento bem infantil, de mão suada e beijinho de pico. Meu namorado na época queria me tocar, mas eu sempre me afastava e dizia não, porque me incomodava muito. Por estar muito apaixonada, minhas notas em todas as matérias caíram. De ser aluna nota 10, passei a ser nota 7, o que me rendeu muitos problemas com meus pais.
Um dia, fui na casa do meu namorado e ele tava sozinho. A gente viu um filme e comeu, e enquanto assistia, me deitei no ombro dele. Aí senti uma coisa estranha percorrendo meu corpo, uma vontade enorme de beijá-lo, mas ele se adiantou e a gente se beijou de um jeito que eu nunca tinha beijado antes. Usei minha língua pela primeira vez. Ficamos assim por vários minutos até que ele passou a mão nas minhas pernas. Senti um formigamento no corpo todo e deixei ele tocar meus peitos por cima da camiseta. Ele pegava e apertava com força. Aí ele colocou minha mão na calça dele e eu senti o pau dele duro. Mas foi só isso que aconteceu naquele dia.
Quando cheguei em casa, tive vontade de acariciar meus lábios e me masturbar pensando no que tinha rolado à tarde com ele. No dia seguinte, durante a primeira aula, eu só olhava pela janela, pensando no dia anterior, em como tinha gostado de apertar o pau do meu namorado. Enquanto pensava, mordia minha caneta e apertava as pernas, porque sentia minha calcinha molhando. Aí o professor de matemática me chamou a atenção por não prestar atenção. — Kelly, antes de sair da escola, fica. Preciso conversar com você sobre sua situação. O professor de matemática era um homem jovem, provavelmente uns 45 anos, ainda tinha cabelo preto com alguns fios grisalhos, um moreno de um metro e setenta, com braços fortes e muito formal. Várias das minhas amigas eram apaixonadas por ele. — Kelly, está acontecendo alguma coisa? Estou muito preocupado, já que você não entregou as tarefas e os resultados das suas provas são reprovadores. Com esses resultados, sua nota vai ser 6, e isso é preocupante, porque você era uma aluna nota 10. Expliquei que não estava acontecendo nada, pedi desculpas e disse que queria melhorar minhas notas. Ele respondeu que eu poderia refazer a prova. Aceitei e refiz a prova alguns dias depois, mas meus resultados não melhoraram, então o professor teve que me mandar para um curso extracurricular para revisar os últimos meses de aula.
Com meu namorado, as coisas continuavam no mesmo ponto: os beijos eram de língua e, quando tínhamos oportunidade, ele encostava o pau duro em mim e pressionava contra minha barriga, e eu chegava a pegar nele por cima da calça de vez em quando. E, ao chegar em casa, eu me masturbava pensando nele. Um dia antes das minhas aulas particulares, meu namorado decidiu me beijar entre uns arbustos. Estávamos tão excitados que ele desabotoou minha blusa e puxou um dos meus peitos para fora, e lambeu meu mamilo. Isso me deixou tão molhada que, quando cheguei em casa, enfiei meus dedos na minha buceta pela primeira vez.
No dia seguinte, cheguei na casa do meu professor de matemática, sentei e ele começou a me explicar um pouco de álgebra. Minha mente vagava com as imagens do dia anterior, e eu podia sentir a língua do meu namorado no meu mamilo. Minha calcinha ficava molhada, e isso me desconcentrava ainda mais. Foi então que comecei a reparar nos braços fortes do meu professor. Ele tinha uns bíceps grandes e fortes, além de veias saltadas, dava pra ver que ele malhava. Os ombros dele marcavam por cima da camisa, e o rosto dele era bem bonito. Com o que eu estava sentindo naquele momento, comecei a vê-lo de forma sexual. então não conseguia me concentrar nos estudos. Os dias foram passando e eu continuei indo pras aulas particulares dele com outros alunos, mas no fundo não parava de olhar pra ele nas duas horas que dava aula. Um dia fui a única a ir, mesmo assim revisamos uns assuntos que eu tinha bastante dificuldade. Só pra deixar claro, as aulas eram no quintal dele, tinha grama e umas mesas, mas não tinha teto. Naquele dia, caíram umas gotas de chuva no meu caderno, então a gente foi pra parte de dentro da casa dele. Só que quando ele tentou abrir a porta, percebemos que tava trancada e as chaves tinham ficado lá dentro. Aí veio o pior: caiu uma chuva daquelas que deixou a gente todo molhado. Minha saia escolar tava encharcada e minha blusa branca tava transparente, deixando ver meu sutiã rosa. Não dava pra ficar ali com aquela chuva forte, então ele, do jeito que deu, subiu na árvore e conseguiu entrar por uma das janelas do primeiro andar, abrindo a porta. Mandou eu ir pro banheiro me secar com o secador e uma toalha. Ele foi pro quarto dele. Fui pro banheiro, mas tava com tanto frio que subi no quarto dele pra pedir uma camiseta e um cobertor pra me cobrir enquanto minha roupa secava. Foi aí que eu vi ele: pelado, só de cueca. Tinha um corpo atlético, peitoral bem definido e abdômen trincado. Bati na porta e ele mal deu tempo de se cobrir com uma toalha que tava perto. Falei que desculpa, que não era minha intenção, e que só queria um cobertor pra me proteger do frio. Ele disse que claro e falou pra eu pegar um na cama dele. Em vez de pegar e descer, resolvi me enfiar debaixo das cobertas e deitar na cama dele. Ele não falou nada, só sentou na beira da cama. Aí ele contou uma piada que me fez rir, disse que enquanto a roupa secava a gente podia ver TV. Mas a tempestade não parava, pelo contrário, só piorava. mas a temperatura, porque ele tava tremendo de frio, eu que já tinha esquentado me aproximei dele e dei um abraço, cobrindo ele com as cobertas. nessa hora eu já tinha largado a toalha que tava usando, então fiquei completamente pelada, meus peitos roçando nos braços dele enquanto eu abraçava. ele, todo cavalheiro, não se aproximava mais de mim, só mantinha o braço, mas as mãos dele ficavam entre as pernas tentando se aquecer. foi então que eu quis pegar as mãos dele pra esquentar uma da outra, mas no caminho senti o pau dele, um pau que parecia bem maior que o do meu namorado. pedi desculpa e ele não falou nada. a tempestade ainda tava forte, então falei pra ele deitar, ele obedeceu e disse: — kelly, talvez sua roupa já esteja seca, por que não vai pegar? eu, toda safada, levantei da cama pelada e fui pegar minha roupa. quando cheguei no banheiro, tava tão molhada que escorria pela minha perna. quando voltei pro quarto dele, já tava vestida, mas me aproximei devagar, sem fazer barulho, e vi ele, debaixo das cobertas, se masturbando devagar. então entrei e ele deu um grito. falei que não tinha problema, e ele ficou vermelho de vergonha, me pedindo pra esquecer o que vi. eu fechei a porta, andei dois passos de um jeito sensual e perguntei: — o que você quer que eu esqueça? aí me despi de novo, completamente na frente dele, e apaguei as luzes. entrei debaixo das cobertas com ele e dei um beijo. ele me afastou e disse pra eu não fazer aquilo, mas não desisti, peguei o pau dele com a mão e ele não resistiu mais. então beijei o pau dele e fiquei impressionada com o tamanho, uns 20 centímetros. beijei e lambi o pau dele, depois beijei ele de novo na boca, enquanto ele acariciava minha bunda e minhas costas. aí ele me pegou com força, me colocou de barriga pra cima e encostou o pau na entrada da minha buceta. como eu ainda era inocente, ele teve dificuldade pra meter, mas conseguiu. Fez devagarzinho, eu gemia de dor e prazer enquanto ele me metia com força, minhas pernas se tensionavam enquanto ele me comia. Aí ele me puxou pelo cabelo, beijou meu pescoço e chupou meus peitos, depois pegou minha cintura e me colocou de quatro, enfiou o pau e me comeu tão forte que eu gemia. — Isso, isso, sua putinha gostosa — Tá doendo... um pouco mais, puta — Você me deixa tão duro. Aí ele me virou de novo de barriga pra cima, mas dessa vez foi mais devagar, mexendo a cintura em círculos, eu tava morrendo de prazer e a gente se beijava tão gostoso. Então, num gemido junto, gozamos ao mesmo tempo, ele gozou dentro de mim e quando terminou de jorrar o leite dele, desceu pra lamber a própria porra e me deu num beijo na boca. Aí ele pediu pra eu vestir a saia, eu aceitei, pensei que tava acabando, mas não. Quando coloquei, ele se levantou e me inclinou sobre a escrivaninha dele, pra me penetrar com a saia vestida. Pegou minha cintura e até me levantou do chão enquanto me comia, gozando de novo. Não passei na prova, mas sempre tirava 10 desde que eu o visitasse depois da aula pra ele me comer na casa dele, no carro dele e na própria sala. Foi meu primeiro amor, e fiquei apaixonada por ele até ele me obrigar a deixá-lo em paz. Fiquei vários anos em depressão, porque achava que podia ter algo entre a gente além do sexo tântrico que ele fazia comigo.
Um dia, fui na casa do meu namorado e ele tava sozinho. A gente viu um filme e comeu, e enquanto assistia, me deitei no ombro dele. Aí senti uma coisa estranha percorrendo meu corpo, uma vontade enorme de beijá-lo, mas ele se adiantou e a gente se beijou de um jeito que eu nunca tinha beijado antes. Usei minha língua pela primeira vez. Ficamos assim por vários minutos até que ele passou a mão nas minhas pernas. Senti um formigamento no corpo todo e deixei ele tocar meus peitos por cima da camiseta. Ele pegava e apertava com força. Aí ele colocou minha mão na calça dele e eu senti o pau dele duro. Mas foi só isso que aconteceu naquele dia.
Quando cheguei em casa, tive vontade de acariciar meus lábios e me masturbar pensando no que tinha rolado à tarde com ele. No dia seguinte, durante a primeira aula, eu só olhava pela janela, pensando no dia anterior, em como tinha gostado de apertar o pau do meu namorado. Enquanto pensava, mordia minha caneta e apertava as pernas, porque sentia minha calcinha molhando. Aí o professor de matemática me chamou a atenção por não prestar atenção. — Kelly, antes de sair da escola, fica. Preciso conversar com você sobre sua situação. O professor de matemática era um homem jovem, provavelmente uns 45 anos, ainda tinha cabelo preto com alguns fios grisalhos, um moreno de um metro e setenta, com braços fortes e muito formal. Várias das minhas amigas eram apaixonadas por ele. — Kelly, está acontecendo alguma coisa? Estou muito preocupado, já que você não entregou as tarefas e os resultados das suas provas são reprovadores. Com esses resultados, sua nota vai ser 6, e isso é preocupante, porque você era uma aluna nota 10. Expliquei que não estava acontecendo nada, pedi desculpas e disse que queria melhorar minhas notas. Ele respondeu que eu poderia refazer a prova. Aceitei e refiz a prova alguns dias depois, mas meus resultados não melhoraram, então o professor teve que me mandar para um curso extracurricular para revisar os últimos meses de aula.
Com meu namorado, as coisas continuavam no mesmo ponto: os beijos eram de língua e, quando tínhamos oportunidade, ele encostava o pau duro em mim e pressionava contra minha barriga, e eu chegava a pegar nele por cima da calça de vez em quando. E, ao chegar em casa, eu me masturbava pensando nele. Um dia antes das minhas aulas particulares, meu namorado decidiu me beijar entre uns arbustos. Estávamos tão excitados que ele desabotoou minha blusa e puxou um dos meus peitos para fora, e lambeu meu mamilo. Isso me deixou tão molhada que, quando cheguei em casa, enfiei meus dedos na minha buceta pela primeira vez.
No dia seguinte, cheguei na casa do meu professor de matemática, sentei e ele começou a me explicar um pouco de álgebra. Minha mente vagava com as imagens do dia anterior, e eu podia sentir a língua do meu namorado no meu mamilo. Minha calcinha ficava molhada, e isso me desconcentrava ainda mais. Foi então que comecei a reparar nos braços fortes do meu professor. Ele tinha uns bíceps grandes e fortes, além de veias saltadas, dava pra ver que ele malhava. Os ombros dele marcavam por cima da camisa, e o rosto dele era bem bonito. Com o que eu estava sentindo naquele momento, comecei a vê-lo de forma sexual. então não conseguia me concentrar nos estudos. Os dias foram passando e eu continuei indo pras aulas particulares dele com outros alunos, mas no fundo não parava de olhar pra ele nas duas horas que dava aula. Um dia fui a única a ir, mesmo assim revisamos uns assuntos que eu tinha bastante dificuldade. Só pra deixar claro, as aulas eram no quintal dele, tinha grama e umas mesas, mas não tinha teto. Naquele dia, caíram umas gotas de chuva no meu caderno, então a gente foi pra parte de dentro da casa dele. Só que quando ele tentou abrir a porta, percebemos que tava trancada e as chaves tinham ficado lá dentro. Aí veio o pior: caiu uma chuva daquelas que deixou a gente todo molhado. Minha saia escolar tava encharcada e minha blusa branca tava transparente, deixando ver meu sutiã rosa. Não dava pra ficar ali com aquela chuva forte, então ele, do jeito que deu, subiu na árvore e conseguiu entrar por uma das janelas do primeiro andar, abrindo a porta. Mandou eu ir pro banheiro me secar com o secador e uma toalha. Ele foi pro quarto dele. Fui pro banheiro, mas tava com tanto frio que subi no quarto dele pra pedir uma camiseta e um cobertor pra me cobrir enquanto minha roupa secava. Foi aí que eu vi ele: pelado, só de cueca. Tinha um corpo atlético, peitoral bem definido e abdômen trincado. Bati na porta e ele mal deu tempo de se cobrir com uma toalha que tava perto. Falei que desculpa, que não era minha intenção, e que só queria um cobertor pra me proteger do frio. Ele disse que claro e falou pra eu pegar um na cama dele. Em vez de pegar e descer, resolvi me enfiar debaixo das cobertas e deitar na cama dele. Ele não falou nada, só sentou na beira da cama. Aí ele contou uma piada que me fez rir, disse que enquanto a roupa secava a gente podia ver TV. Mas a tempestade não parava, pelo contrário, só piorava. mas a temperatura, porque ele tava tremendo de frio, eu que já tinha esquentado me aproximei dele e dei um abraço, cobrindo ele com as cobertas. nessa hora eu já tinha largado a toalha que tava usando, então fiquei completamente pelada, meus peitos roçando nos braços dele enquanto eu abraçava. ele, todo cavalheiro, não se aproximava mais de mim, só mantinha o braço, mas as mãos dele ficavam entre as pernas tentando se aquecer. foi então que eu quis pegar as mãos dele pra esquentar uma da outra, mas no caminho senti o pau dele, um pau que parecia bem maior que o do meu namorado. pedi desculpa e ele não falou nada. a tempestade ainda tava forte, então falei pra ele deitar, ele obedeceu e disse: — kelly, talvez sua roupa já esteja seca, por que não vai pegar? eu, toda safada, levantei da cama pelada e fui pegar minha roupa. quando cheguei no banheiro, tava tão molhada que escorria pela minha perna. quando voltei pro quarto dele, já tava vestida, mas me aproximei devagar, sem fazer barulho, e vi ele, debaixo das cobertas, se masturbando devagar. então entrei e ele deu um grito. falei que não tinha problema, e ele ficou vermelho de vergonha, me pedindo pra esquecer o que vi. eu fechei a porta, andei dois passos de um jeito sensual e perguntei: — o que você quer que eu esqueça? aí me despi de novo, completamente na frente dele, e apaguei as luzes. entrei debaixo das cobertas com ele e dei um beijo. ele me afastou e disse pra eu não fazer aquilo, mas não desisti, peguei o pau dele com a mão e ele não resistiu mais. então beijei o pau dele e fiquei impressionada com o tamanho, uns 20 centímetros. beijei e lambi o pau dele, depois beijei ele de novo na boca, enquanto ele acariciava minha bunda e minhas costas. aí ele me pegou com força, me colocou de barriga pra cima e encostou o pau na entrada da minha buceta. como eu ainda era inocente, ele teve dificuldade pra meter, mas conseguiu. Fez devagarzinho, eu gemia de dor e prazer enquanto ele me metia com força, minhas pernas se tensionavam enquanto ele me comia. Aí ele me puxou pelo cabelo, beijou meu pescoço e chupou meus peitos, depois pegou minha cintura e me colocou de quatro, enfiou o pau e me comeu tão forte que eu gemia. — Isso, isso, sua putinha gostosa — Tá doendo... um pouco mais, puta — Você me deixa tão duro. Aí ele me virou de novo de barriga pra cima, mas dessa vez foi mais devagar, mexendo a cintura em círculos, eu tava morrendo de prazer e a gente se beijava tão gostoso. Então, num gemido junto, gozamos ao mesmo tempo, ele gozou dentro de mim e quando terminou de jorrar o leite dele, desceu pra lamber a própria porra e me deu num beijo na boca. Aí ele pediu pra eu vestir a saia, eu aceitei, pensei que tava acabando, mas não. Quando coloquei, ele se levantou e me inclinou sobre a escrivaninha dele, pra me penetrar com a saia vestida. Pegou minha cintura e até me levantou do chão enquanto me comia, gozando de novo. Não passei na prova, mas sempre tirava 10 desde que eu o visitasse depois da aula pra ele me comer na casa dele, no carro dele e na própria sala. Foi meu primeiro amor, e fiquei apaixonada por ele até ele me obrigar a deixá-lo em paz. Fiquei vários anos em depressão, porque achava que podia ter algo entre a gente além do sexo tântrico que ele fazia comigo.
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