Olhares do Pecado/Cap3

Olhares do Pecado/Cap3

CAPÍTULO 3


incesto











Já dentro de casa eles disseram.








- Oi! Já chegamos em casa! - disse um dos filhos.









- Oi, meus bebês! Tô aqui na cozinha! - anunciou ela.









- Oi, mamãe! - disseram em uníssono.









- Ei, gatinhos! Como foi a escola? - falou com uma voz cheia de gingado enquanto se virava e se aproximava pra cumprimentá-los. O gesto parecia inocente, mas o corpo não enganava. Os peitões balançavam por baixo da blusa, as cadeiras rebolavam com um certo vulgar.















Como era de se esperar, os dois caras não conseguiram segurar: o olhar foi direto pra figura voluptuosa, percorrendo cada curva como se não fosse carne proibida.

Era obscenidade. Não tinha como disfarçar, a mãe se exibia como um espetáculo, e eles, testemunhas excitadas, devoravam ela com os olhos.













- Foi bom. Ainda tô me preparando pras últimas provas antes dos finais começarem. - disse Enzo.













Selene se aproximou devagar, com o quadril marcando cada passo... Deu um beijo rápido na bochecha de cada um, mas não foi um cumprimento, foi provocação. O roçar dos lábios dela ardia, como se não fosse a mãe deles.

Os filhos ficaram parados, engolindo saliva, com o olhar fixo nas peitudonas enormes que se balançavam na frente deles. O gesto, aparentemente maternal, cheirava a tabu.















- Tá bom. Espero que vocês estejam estudando direitinho. - falou enquanto se virava e caminhava até o balcão pra pegar os pratos, um sanduíche cortado ao meio na diagonal em cada um e umas batatas fritas do lado.













- Ufffff!!! É tão difícil encontrar motivação pra continuar estudando! - abaixando a mão e massageando o pau dele - Já terminamos, mamãe! Já passamos em tudo - continuava dizendo Enzo.















- Nem pensar! Não vou permitir isso! Espero que cada um se esforce ao máximo até o fim...!!! - Levou os pratos até a mesa e os deixou. - Agora, sentem-se e comam.













- Valeu, mãe. - disseram juntos enquanto se sentavam à mesa.













- Sério, mãe. Já não importa mais. Nossas notas finais podem cair um pouco, mas na final não vai mudar nada - disse Thiago.













— Não me importo se não fizer uma grande diferença... Dar tudo de si é sempre muito importante. Não quero sentir que vocês fazem as coisas pela metade!! Sempre têm que se esforçar ao máximo em tudo que fizerem na vida. Mesmo que seja só pra se sentirem orgulhosos de si mesmos. — disse com um sorriso. Virou-se pra pegar dois copos d'água pros garotos.















— Acho que é um ponto válido. Mas vai ser foda encontrar motivação pra me esforçar muito daqui pra frente. — disse Thiago.















— Sim... Principalmente aquelas malditas aulas de cálculo. — disse Enzo.













- Nossa! Que linguagem, muleque!!! – Ela soltou com uma severidade que soava mais como gozação do que bronca. A voz ecoou feito sentença, mas os lábios dela se curvaram num sorriso obsceno, deixando claro que não tava falando totalmente sério. Era um desafio disfarçado de repreensão.

O gesto maternal se misturava com a provocação vulgar, olhar fixo, os peitos descomunais marcando presença, e aquele sorriso que transformava a correção em convite.















- Desculpa, mamãe. - ele disse. Também deu um sorriso pra mãe dele pra acompanhar a desculpa exagerada.













Ela se aproximou com dois copos d'água, como se tudo fosse rotina. Mas ao se inclinar pra colocar eles na mesa, o gesto ficou meio vulgar.

O decote, já escandaloso, se abriu como uma fronteira de peitos, e o tecido mal conseguiu segurar as peitudas que se ofereciam como espetáculo.















Os olhos deles se desviaram automaticamente, deixando os pratos esquecidos. O olhar se cravou na linha profunda do decote, que ficava mais proeminente a cada centímetro de inclinação. Não era um simples movimento, era tabu vivo, era provocação, era o corpo da mãe deles transformado em altar obsceno diante dos filhos.















Selene, enquanto isso, manteve o olhar fixo neles, alternando como se estivesse medindo cada um. Observava como cada um se afundava sem jeito no vale profundo das suas peitolas enormes, engolindo seco, com a respiração presa. O decote virava um abismo, as tetonas balançavam como uma sentença obscena, e a tensão era de lascar.














mae e filho












Não eram só olhares, era provocação indecente, era desafio. Ela sabia o que tava fazendo, e eles também. A cozinha virou tribunal do desejo, com os olhos deles como testemunhas e o corpo dela como crime.

















As crianças ergueram o olhar e deram de cara com os olhos dela. Selene estava observando eles fixamente, sem piscar, como se tivesse pegado os dois no flagra. O ar ficou pesado, o silêncio queimava. Ela pegou eles afundados no decote dela, e o sorriso mal contido deixou claro que ela sabia de tudo. Não tinha escapatória!! tinham sido descobertos.

E eles ficaram praticamente nus por dentro, presos sob o olhar obsceno da Selene.















Ela se endireitou devagar e manteve eles atentos, presos sob o olhar dela. Deixou a mandíbula se abrir só um pouco, fingindo uma expressão de surpresa que cheirava mais a deboche do que a ingenuidade. O gesto era calculado, meio obsceno, meio disfarçado de nada de inocência.

















- Estavam... olhando... pra... mim!!! - Não sabia que palavra usar. Também não esperava essa pequena mudança. Sabia que a olhavam de soslaio quando podiam, e se divertia pra caralho em saber que assim chamava a atenção dos filhos. Mas agora eles sabiam que ela tinha pegado eles olhando. E, depois de ter pegado eles na cara dura, não podia deixar passar sem falar nada.











- Mmm... — disse Thiago









- Ehh... — disse Enzo









Todo mundo gaguejava, as palavras quebravam na garganta. O ar ficou pesado, ninguém ousava encarar ela nos olhos. As caras se acenderam, vermelhas, avermelhadas demais, como se a vergonha fosse um castigo físico. A pele ardia, o suor escorria, e o silêncio virou vergonha.

Selene os tinha encurralados, descobertos, nus mesmo vestidos, expostos sob o olhar obsceno que os tinha pegado. E eles, incapazes de falar, afundavam-se ainda mais na culpa vulgar de terem sido apanhados...

















Selene percebeu a vergonha gigantesca que os afogava, os rostos vermelhos, os olhares desviados. Por um instante se sentiu mal, como se tivesse ultrapassado um limite, mas a tensão era deliciosa demais... Não conseguiu segurar uma risadinha, seca, vulgar, que quebrou o silêncio como um tapa. Os filhos olharam pra ela, surpresos, incrédulos por ouvirem a gargalhada da mãe bem no momento em que ela os tinha descoberto. A risada não era de ternura, era uma gozação meio perversa. E eles ficaram presos, nus na própria vergonha.

















- Não fiquem tão mal! Não é nada demais... São garotos do ensino médio... E peitos são provavelmente o vício favorito deles agora. – disse com outra risadinha safada. A frase caiu como um tapa obsceno, misturando ternura fingida com vulgaridade descarada. Os garotos ficaram ainda mais tensos, vermelhos, engolindo saliva, incapazes de responder. Selene curtia o poder, o jogo sujo de ter descoberto eles e de soltar aquilo em voz alta.













Os caras riram baixinho, bem sem graça. A Selene ficou feliz por ter conseguido descontrair um pouco o clima.













— Suponho que me surpreendeu... um pouco ver vocês olhando pros peitos da própria mãe..!! — disse, e a frase caiu pesada, sem roteiro nem desculpa, nua como o próprio tabu. Os garotos se tensaram, vermelhos, engolindo seco, sem conseguir responder.













Os caras ainda não conseguiam falar!! O rubor ainda não tinha sumido do rosto deles, mas ficaram aliviados em saber que ela não tava brava com eles. Mesmo assim, a vergonha de terem sido pegos deixava eles em silêncio.













- Vamos, filhos! Não tem motivo pra ter vergonha! A verdade é que, com uns peitos tão... grandes... como os meus, acho que seria meio estranho se vocês não sentissem um pouco de curiosidade por eles!! Mesmo que estejam grudados na mãe de vocês - disse ela, tentando disfarçar.













Ela se sentiu mal por ter colocado eles numa saia justa de repente, mesmo sem querer. Mesmo assim, os filhos não falaram absolutamente nada.













- Meu Deus, rapazes! Olhem pra mim!!! - disse com firmeza.

Os caras olharam pra mãe deles com um traço de vergonha ainda nos olhos.















— Olha só!!! — ela disse. Levantou o dedo indicador e deslizou suavemente do topo do peitão gigantesco até a linha do decote. O dedo marcava o caminho, traçava a fronteira vulgar entre carne e pano, e os caras, presos naquilo, não conseguiram desviar o olhar. Selene curtia o poder, a vergonha virada espetáculo, de mostrar na cara deles exatamente o que eles estavam olhando às escondidas.















Os filhos ficaram de boca aberta, e o rubor ficou ainda mais visível nos rostos deles. Selene mordeu o lábio inferior.













Ela adorava que seus meninos olhassem fixamente pra ela. Os filhos a observaram atentamente enquanto o dedo dela se enganchava na parte de cima da camiseta e puxava devagar alguns centímetros, revelando mais das suas tetas grandes pros garotos e alongando a linha do decote entre eles.

















Ela soltou uma risadinha cheia de tesão, curtindo a cara de espanto deles, os olhos arregalados como se tivessem visto um crime. Deixou a camiseta cair de volta no lugar, mas não parou por aí. Usou as duas mãos pra juntar as tetonas enormes, fazendo elas tremerem uma na outra, como se fossem carne viva. O decote ficou enorme demais, exagerado, virado num altar vulgar na frente deles. Selene sabia o que tava fazendo, provocação pura, uma zoeira que deixava eles presos entre a vergonha e o desejo.

















— Vem!!! Não é nada demais! São só peitos! Todo mundo adora...! — Ela deixou a última palavra no ar, sem terminar, com um sorriso obsceno que dizia tudo. Selene adorava o poder de soltar e deixar incompleto, forçando eles a completar a obscenidade na própria cabeça.















- Mmm... Sim. Acho que é... verdade. - disse Thiago, visivelmente ainda atordoado pelas ações da mãe enquanto gaguejava.











Enzo continuava sem conseguir falar. Selene não conseguiu evitar dar gargalhadas de novo.













- Beleza, galera. Aproveitem o almoço de vocês. E depois, estudar! Não quero que as notas de vocês caiam bem no final do ano, ok! - falou enquanto se virava para ir embora.















Os filhos ainda estavam atordoados demais pra responder. Selene saiu da cozinha, rebolando um pouco mais ao se afastar, era inevitável o balanço daquela rabuda escandalosa e das ancas largas, sabendo com certeza que seus garotos estariam de olho nela.















Assim que virou a esquina da cozinha, teve que tampar a boca com a mão pra segurar o riso.











- Minha nossa! - murmurou pra si mesma. Não conseguia parar de sorrir. Adorava provocar os filhos!!!















Não tinha planejado, mas adorava aquilo. Subiu as escadas e foi pro quarto dela. Na real, não tinha motivo nenhum pra subir, mas sentiu uma vontade repentina de acabar com os filhos dela.















A mãe não parava de sorrir!! E, claro, sentia um formigamento molhado entre as pernas ao imaginar a cara de espanto dos filhos enquanto levantava a camiseta pra acariciar aquelas peitudonas enormes.











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De volta na cozinha, os filhos se olharam, sem saber o que dizer sobre o que tinha acabado de rolar. Focaram no almoço o melhor que puderam, sem tocar no assunto das sacanagens da mãe por enquanto.















Naquela mesma tarde, Selene desceu pra cozinha pra começar a preparar o jantar. Quando entrou, ouviu os filhos no porão. Era óbvio, pelo barulho da TV, as risadas e as bagunças, que eles estavam jogando videogame. Ela foi até a porta e abriu pra falar com eles.











Ei!! Galera! Por que vocês não estão estudando e se preparando pras provas finais?! Tô ouvindo vocês jogando essas besteiras de xbox e não sei o quê...!!!











— Hummm... desculpa, mãe! — ouviu um deles dizer.











— Não, sentem! E enfiem a cabeça nesses livros! Quero ver as melhores notas possíveis nessas provas! — disse pra eles.











— Sim, sim, mamãe! — disseram os dois.









Selene começou a preparar um jantar delicioso pra ela e pros filhos.

Quando já estava quase terminando, voltou até a porta e escutou um pouco. Ainda dava pra ouvir eles conversando entre si, além do barulho da TV. Parecia que a única coisa que fizeram foi abaixar o volume das caixas de som e o deles. Em vez de gritar com eles, decidiu descer pro porão.















O porão estava finalizado, bem projetado e organizado. Pronto pra ser um espaço gamer ou algo pros caras, já que o marido dela também era viciado em jogo.













Os filhos praticamente tinham a própria sala de jogos ali, com um sofá grande e confortável e uma TV enorme pendurada na parede, com um decodificador de TV a cabo e uns videogames.











Tinha uma porta que dava pro quarto compartilhado deles e outra que dava pra um banheiro completo, que também tinha a máquina de lavar e a secadora.













Os caras estavam sentados no sofá de costas pra ela enquanto ela descia as escadas! Chegou lá embaixo sem eles perceberem, se esgueirou até ficar bem atrás do sofá.













- Filhos!!! - gritou de repente. Os meninos pularam pra frente e os controles de jogo rolaram pelo chão. O Thiago até caiu no chão.









- UHH!!! Caramba!









- Uau!! Que porra é essa!











Selene caiu na gargalhada. Ela sempre foi meio brincalhona e adorava fazer umas sacanagens com eles. Claro, nada comparado ao que tava pensando depois da conversa com o marido.















- Kkkkkkk! Desculpa, filhos! Vocês sabem que não consigo evitar - disse entre risadas. - Mas sério. Vocês não deviam estar aqui jogando videogame a tarde toda!! As aulas do ano já estão quase acabando. Só se esforcem um pouco nas próximas semanas e terminem com tudo!













- Uff, mãe... - disse Thiago enquanto se levantava do chão e pegava o controle.











— Já não importa mais, mãe! — reclamou Enzo. — O ano já tá quase no fim! E a gente passou em todas as matérias! A nota final não vai fazer diferença, sério!















— Que!!! tô nem aí! — continuei séria. — Vamos de novo. É sobre dar o melhor de si e se orgulhar de vocês mesmos, do pai de vocês e de mim

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