Meus pais sempre me comparando com minha irmã, que ela era bonita, que tinha namorado, que eu era feia, que não saía nem na esquina, que não ia arrumar ninguém nem se me dessem de brinde. Lá no fundo eu pensava: se eles gostam do jeito que a puta da minha irmã é, então eu também vou ser uma puta. Todo dia eu saía de casa com minhas saias curtas, mostrando minhas pernas e a bunda que Deus me deu. Passava na venda do seu Fausto, e ele me chamava de chapeuzinho vermelho, desde uma vez que fui comprar com uma blusa de barriga de fora e um gorrinho vermelho. Desde então ele fica de olho em mim, e às vezes eu deixo minhas moedas caírem e me abaixo pra pegá-las, só pra ver o velho tarado me olhando. Eu via ele esfregando o pau por cima da roupa quando me via pegando as moedas. Hahaha, isso me divertia. Uma manhã eu ia pra escola, mas a verdade é que não queria mais entrar, porque as meninas da sala eram umas chatas. Me xingavam e eu já não queria mais ir pra escola. Resumo: naquele dia eu saí da escola e andei, andei, até chegar num parque. Tinha uma praça e um quiosque. Aí chega um senhor de bicicleta, me vê e se aproxima do quiosque. Ele larga a bike e diz: "Oi, mocinha, tudo bem? Boa tarde." Respondi. "Tá perdida ou o quê?" "É, um pouco", falei, mas não sabia o que dizer. "Já vou indo, com licença." "Vem, te levo na bike..." E eu, sei lá o que pensei, acabei subindo na bike com ele. "Vou fazer um pagamento no banco, você me espera? E daí te levo pra onde você quiser." "Tá bom", falei. Aí ele foi, fez as coisas dele e me levou por ruas que eu não conhecia. Porque eu quase não saía. E lá numas quadras, nuns degraus, a gente parou pra descansar. Notei que ele se aproximava, puxando conversa, querendo me agradar. E de repente ele criou confiança rápido, porque viu que eu tava indefesa. Começou a acariciar minhas pernas e os dedos dele alcançavam minhas nádegas. Fiquei com medo, e nem dava pra gritar, porque as pessoas mais próximas estavam longe, tipo uns duzentos metros lá na estrada. Aí pensei: "Fazer o quê, se for pra ser, que seja com a minha ajuda. Eu tava com medo que ele ficasse bravo ou me batesse. Mas a verdade é que as mãos dele já tavam me excitando e, no meio do medo, fiquei com muito tesão e minha bucetinha já tava escorrendo. Pensei: "hoje é meu dia, ele me escolheu e a culpa é minha." Por girl. Aí ele roçou meu grelinho por cima e percebeu que eu tava tipo água pra chocolate, e enfiou o dedo, rasgando minha calcinha fininha de lycra. E começou a dedilhar minha bucetinha. Me senti tão gostosa que me entreguei, sentei na perna dele e comecei a passar a mão no pau dele por cima da roupa. Ele me agarrou, puxou minha blusa pra baixo e começou a lamber meus peitinhos — huuu, que delícia. Ele tirou o pau pra fora, começou a tirar minha calcinha e me posicionou pra eu sentar com força na vara dele, já bem dura e cheia de leite. Ele cuspiu na mão, passou saliva no pauzão dele e também no meu grelinho, e começou a meter em mim que nem um bicho. Mana, minhas pernas chegaram a tremer. Ele tirou o pau e sujou toda a minha saia com o leite dele. Depois falou: "vou te levar em casa agora, mas desce na farmácia e compra sua pílula do dia seguinte." Desci na farmácia e ele foi embora. Nunca mais vi ele na minha vida...









5 comentários - Dia de Pinta