Fala galera, sei que demoro demais entre os posts, mas como são reais, muitos demoram pra acontecer. Mas é isso, espero que gostem desse, vai com umas poucas fotos, pelo menos nas que não dá pra nos reconhecer, haha.
Acontece que no meu trampo tenho várias amigas, já comi várias, mas não são histórias muito interessantes. No entanto, essa mina em específico, vamos chamar de Mari, não era um alvo exatamente. Sim, eu tinha vontade, mas sendo lésbica, não via chance nenhuma, então tratava ela igual às outras, sem tentar levar pra cama.
Descrevendo ela, posso dizer que tem uns 1,70, magrinha, rabão bom, peito pequeno mas gostoso de olhar, com uma atitude bem grossa, mas uma cara de puta que me encanta e sempre me fazia sofrer por não ter ela.
Já tínhamos saído pra beber várias vezes, tanto sozinhos quanto acompanhados. Às vezes eu levava uma mina pra comer depois, às vezes ela levava, às vezes os dois, até aquele dia.
Mari me falou que queria beber, que ia levar a, na época, parceira dela. Eu aceitei de boa, terminei o turno e na hora de sair encontrei ela sozinha e puta. Pra não encher de detalhes, elas tinham brigado de última hora, então íamos beber só nós dois.
Chegamos no meu apê e quase que automático começamos a beber. Ela falava um monte de merda sobre a parceira, eu ouvia e dava meus pitacos, e ficava de olho na bunda dela toda vez que ela levantava pra ir no banheiro. Numa dessas, ela volta e me fala:
— Ei, o sutiã tá apertando demais, já até sinto os peitos inchados — disse ela enquanto ajeitava o sutiã por cima da blusa.
— Você não tem tanto assim pra apertar — falei zoando, coisa normal entre a gente, ela só me deu um olhar, mas nada além.
— Sério, cara, olha aqui — e pegou minha mão pra eu apalpar, o que me surpreendeu, mas obviamente não me incomodou. E entre isso e o álcool, não passaram nem alguns segundos apalpando até eu ficar com tesão, e pelo visto ela também, já que começou a me pedir... que ela se massageasse mais e mais.
Nisso a gente tava quando o celular dela tocou, era o namorado dela, o que obviamente cortou o momento, sentamos no sofá de novo enquanto ela falava, mas nessa altura eu já tava com a pica dura pra caralho, então comecei a apalpar ela, primeiro devagar, depois sem vergonha nenhuma, nem ligando que ela tava no telefone.
— Sim, amor, mas não foi minha culpa — consegui ouvir, mas tava mais focado em beijar o pescoço dela enquanto continuava apertando os peitos dela e aos poucos fui enfiando a mão dentro da calça, quando finalmente consegui chegar naquela delícia entre as pernas dela, consegui arrancar um gemido que causou um momento constrangedor com o namorado, o que me excitou ainda mais, então continuei brincando com meus dedos, sentindo como ela ficava molhada e os pelinhos se encharcavam
(óbvio que nem tudo foi na hora, mas depois)
Quando já não aguentava mais, ela finalmente desligou pra parceira dela, não lembro com qual desculpa, e se deixou levar. Depois de uns beijos profundos enquanto soltava suspiros, até que ela mesma se ajoelhou, sem preguiça nem demora, tirou minha rola pra fora e começou a chupar que nem uma puta, muito melhor do que se esperaria de uma mulher que só ficou com mulheres.
Ela mamava até o fundo, engasgava, lambia desde as bolas até a cabeça.
— Você chupa bem, sua putinha gostosa — escapou de mim, mas ela só soltou um "sim" rápido, me dando sinal verde pra soltar meu lado mais bruto, fazendo ela se afogar cada vez mais na minha pica, dando tapas na bunda sem parar, até que eu não aguentei mais e virei ela, deixando ver a bucetinha e a bunda lindas dela. Não resisti e enfiei minha cara ali, comecei a lamber os sucos dela sem parar, arrancando gemidos sem fim até que ela quase implorou pra eu meter.
Não hesitei, encostei na entrada e, com o quanto ela tava molhada, entrou sem resistência, fazendo ela soltar um grito.
A cada metida ela gemia cada vez mais forte, pedindo pra eu não parar. Eu apertava os peitos dela, o que parecia que ela adorava, porque dava pra sentir ela apertando também. Cada vez que ela gozava, soltava um gemido ainda mais profundo, e eu não parava, metendo sem pena, sem me importar que minha cama tava encharcando a cada segundo. Finalmente, falei que ia gozar, e ela virou sozinha e começou a chupar que nem um bezerro, até engolir cada gota de porra. A gente passou a noite repetindo aquilo várias vezes. Só lembro que às 7 da manhã a namorada dela ligou de novo, e a Mari teve que ir pra casa dela, onde supostamente já tinha amanhecido. Espero que tenham gostado. Sinto que minha forma de contar tá meio difícil ultimamente, mas tomara que tenha dado pra entender.
Acontece que no meu trampo tenho várias amigas, já comi várias, mas não são histórias muito interessantes. No entanto, essa mina em específico, vamos chamar de Mari, não era um alvo exatamente. Sim, eu tinha vontade, mas sendo lésbica, não via chance nenhuma, então tratava ela igual às outras, sem tentar levar pra cama.
Descrevendo ela, posso dizer que tem uns 1,70, magrinha, rabão bom, peito pequeno mas gostoso de olhar, com uma atitude bem grossa, mas uma cara de puta que me encanta e sempre me fazia sofrer por não ter ela.
Já tínhamos saído pra beber várias vezes, tanto sozinhos quanto acompanhados. Às vezes eu levava uma mina pra comer depois, às vezes ela levava, às vezes os dois, até aquele dia.
Mari me falou que queria beber, que ia levar a, na época, parceira dela. Eu aceitei de boa, terminei o turno e na hora de sair encontrei ela sozinha e puta. Pra não encher de detalhes, elas tinham brigado de última hora, então íamos beber só nós dois.
Chegamos no meu apê e quase que automático começamos a beber. Ela falava um monte de merda sobre a parceira, eu ouvia e dava meus pitacos, e ficava de olho na bunda dela toda vez que ela levantava pra ir no banheiro. Numa dessas, ela volta e me fala:
— Ei, o sutiã tá apertando demais, já até sinto os peitos inchados — disse ela enquanto ajeitava o sutiã por cima da blusa.
— Você não tem tanto assim pra apertar — falei zoando, coisa normal entre a gente, ela só me deu um olhar, mas nada além.
— Sério, cara, olha aqui — e pegou minha mão pra eu apalpar, o que me surpreendeu, mas obviamente não me incomodou. E entre isso e o álcool, não passaram nem alguns segundos apalpando até eu ficar com tesão, e pelo visto ela também, já que começou a me pedir... que ela se massageasse mais e mais.
Nisso a gente tava quando o celular dela tocou, era o namorado dela, o que obviamente cortou o momento, sentamos no sofá de novo enquanto ela falava, mas nessa altura eu já tava com a pica dura pra caralho, então comecei a apalpar ela, primeiro devagar, depois sem vergonha nenhuma, nem ligando que ela tava no telefone.
— Sim, amor, mas não foi minha culpa — consegui ouvir, mas tava mais focado em beijar o pescoço dela enquanto continuava apertando os peitos dela e aos poucos fui enfiando a mão dentro da calça, quando finalmente consegui chegar naquela delícia entre as pernas dela, consegui arrancar um gemido que causou um momento constrangedor com o namorado, o que me excitou ainda mais, então continuei brincando com meus dedos, sentindo como ela ficava molhada e os pelinhos se encharcavam
(óbvio que nem tudo foi na hora, mas depois) Quando já não aguentava mais, ela finalmente desligou pra parceira dela, não lembro com qual desculpa, e se deixou levar. Depois de uns beijos profundos enquanto soltava suspiros, até que ela mesma se ajoelhou, sem preguiça nem demora, tirou minha rola pra fora e começou a chupar que nem uma puta, muito melhor do que se esperaria de uma mulher que só ficou com mulheres.
Ela mamava até o fundo, engasgava, lambia desde as bolas até a cabeça.
— Você chupa bem, sua putinha gostosa — escapou de mim, mas ela só soltou um "sim" rápido, me dando sinal verde pra soltar meu lado mais bruto, fazendo ela se afogar cada vez mais na minha pica, dando tapas na bunda sem parar, até que eu não aguentei mais e virei ela, deixando ver a bucetinha e a bunda lindas dela. Não resisti e enfiei minha cara ali, comecei a lamber os sucos dela sem parar, arrancando gemidos sem fim até que ela quase implorou pra eu meter.
Não hesitei, encostei na entrada e, com o quanto ela tava molhada, entrou sem resistência, fazendo ela soltar um grito.

A cada metida ela gemia cada vez mais forte, pedindo pra eu não parar. Eu apertava os peitos dela, o que parecia que ela adorava, porque dava pra sentir ela apertando também. Cada vez que ela gozava, soltava um gemido ainda mais profundo, e eu não parava, metendo sem pena, sem me importar que minha cama tava encharcando a cada segundo. Finalmente, falei que ia gozar, e ela virou sozinha e começou a chupar que nem um bezerro, até engolir cada gota de porra. A gente passou a noite repetindo aquilo várias vezes. Só lembro que às 7 da manhã a namorada dela ligou de novo, e a Mari teve que ir pra casa dela, onde supostamente já tinha amanhecido. Espero que tenham gostado. Sinto que minha forma de contar tá meio difícil ultimamente, mas tomara que tenha dado pra entender.
2 comentários - Mamãe lesbiana, mas dá pra ela