Sempre gostei de jogar futebol e, desde moleque, fiz parte de times em várias categorias. Lembro que quando tinha uns 12 anos, fomos campeões, ganhamos a final por 4 a 1, e eu marquei um dos gols. Naquela tarde, meus pais, que tinham ido me ver, combinaram com outros pais e nos levaram pra comemorar num restaurante de hambúrguer famoso. Lembro da minha mãe toda emocionada me abraçando e me parabenizando, me chamando de "meu Campeão". Na real, passou semanas me chamando assim.
Durante a faculdade, de vez em quando me chamavam pra jogar, só que conforme o semestre avançava, vários de nós tinham dificuldade de ir nos jogos direto, e nunca fui campeão. Mas tudo mudou quando saí da escola e comecei a trabalhar. Trabalhava num banco — cursei Informática e trabalhar num banco foi meu primeiro emprego — e já tinha um time, até patrocinado pela empresa. Depois de muitos anos, resolvi voltar pros campos.
Naquele primeiro ano, chegamos na final, que rolou numa quinta à noite. Era verão, e tava um calorão — bom, de onde eu sou, sempre faz calor. Minha mãe já sabia que eu tava num time, mas não ia sempre nos jogos. Só que, como era uma final e eu sempre falava que as namoradas e esposas dos meus colegas iam nos ver jogar, ela decidiu ir. Uma coisa que também nos surpreendeu foi que um dos nossos chefes, o de RH, foi nos assistir.
Durante a semana, como minha irmã tinha voltado pra casa, eu e minha mãe não tínhamos tanta atividade sexual, e isso, pro ritmo que a gente tinha naqueles primeiros anos, era algo que nós dois sentíamos falta.
Naquela manhã, antes de eu sair de casa pra trabalhar, minha mãe aproveitou que minha irmã tava no banheiro e me disse que ia estar no jogo e que tinha uma surpresa pra mim. Ouvir isso da minha mãe já me deixava... Super quente e ver a cara de safada dela ainda mais.
Como já tinha falado, minha irmã já tinha voltado pra casa, e a gente tinha que tomar mais cuidado e, às vezes, aproveitar qualquer oportunidade. Mas, pra minha mãe e pra mim, isso não bastava, e sair pra um motel, bom, a gente não curtia muito, sentia que alguém podia nos reconhecer, então estávamos desesperados pra transar.
A noite da final chegou, assim como minha mãe no estádio, uau, ela foi muito gostosa, os olhares não demoraram a aparecer. E é que, com o tempo que já estávamos juntos, junto com a academia que ela fazia, minha mãe cada dia ficava mais e mais gostosa. Chegou de vestido azul curto (a cor do nosso uniforme), salto alto, maquiada e cheirando delicioso. Não sei se foi essa a motivação que eu precisava, porque a gente acabou ganhando o jogo, e eu fui o autor de dois gols, um de fora da área, bem perto de onde minha mãe estava sentada. Cheguei até a ouvir minha mãe gritar: "Esse é meu Campeão".
Depois da entrega do troféu, de comemorar no campo, o chefe de RH nos parabenizou e deu o dia seguinte de folga, ou seja, sexta-feira a gente não precisava ir trabalhar. Já estávamos no meio da festa no campo e alguns começavam a ir embora, e eu também fui saindo. Minha mãe já estava pronta pra ir, fomos pro carro, que por sinal o caminho estava meio escuro e eu já não aguentava mais, queria pegar ela ali mesmo, mas ainda tinha muita gente perto. O que eu fiz foi deixar ela ir na minha frente, e eu me deliciava com aquela bunda enorme, ver ela andar naqueles saltos e com as pernas bem torneadas, eu tava babando.
Subimos no carro, ela decidiu dirigir, porque eu já tinha tomado umas cervejas. Assim que subimos e nos afastamos um pouco, dei um beijo na boca dela, enquanto passava a mão nas pernas dela. Minha mãe, a respiração dela começou a ficar mais ofegante e ela me devorava de beijos, mas, de repente, ela disse: "Espera um pouco, vamos pra um lugar mais privado, meu Campeão". Com essas palavras, ela me fez esperar pra gente poder continuar avançando. A gente foi pros arredores da cidade, onde ficam os motéis de beira de estrada, até chegar num e entramos. Durante o caminho, a gente aproveitava os semáforos vermelhos pra se beijar de boca aberta, eu dizia como ela tava gostosa pra caralho, minha mãe sorria e falava que era por minha causa, que eu tinha devolvido aquela alegria de viver pra ela e que por isso e por ser "seu Campeão" naquela noite ela ia me mimar.
Entramos no motel, estacionamos dentro e, quando fechei a cortina do lugar onde deixa o carro, me apressei pra ver ela subir as escadas pro quarto. Vale mencionar que, no caminho, a gente passou pra comprar umas bebidas, gelo e algumas coisas. Me aproximei das escadas, ver ela subindo me deixou durasso pra caralho, ver que sua progenitora, a mulher pra quem eu tinha dedicado tantas punhetas, tava caminhando pro quarto onde eu ia comer ela, é um dos momentos mais excitantes da minha vida. O fato de eu esperar lá embaixo fez minha mãe virar e perguntar o que eu tava esperando pra subir. Acho que foi meu olhar que fez ela dizer: "Já vi por quê". Nisso, ela se ajoelhou no último degrau, empinou a bunda e levantou um pouco o vestido de um jeito que me deixou ver ela de leve. Ela se levantou e aí eu subi.
Lá em cima, a gente começou a se beijar, a gente se devorava de boca, a excitação dela era tanta que dava pra sentir as pernas dela tremendo, e eu tava igual. Comecei a tirar o uniforme, e então ela disse: "Prepara algo pra beber, vou me vestir pra te dar seu presente de Campeão." Minha mãe entrou no banheiro, enquanto eu me acomodava. Depois de um tempo, ela saiu, vestiu uma fantasia de cheerleader sexy, da cor que é minha favorita, o azul. "Você gosta, filho? Gostou do que comprei pra você?" Eu só conseguia balançar a cabeça, tava totalmente pasmo. Se antes ela tava tremendo de excitação, eu tava pior ainda, meu coração batia a mil, simplesmente tava extasiado de tão gostosa que ela tava. Mas isso não é tudo, bebê. Ela se virou. Ela tinha um laço de presente bem no meio da bunda. Eu já tinha comentado antes que o que mais gostava nela era a bunda dela, e que um dia queria provar, ou seja, ter sexo anal com a minha mãe. Ela me confessou que nunca ninguém tinha arrombado a bunda dela e que, se me deixasse, seria como desvirgá-la. Então, minha mãe não só se vestiu sexy pra mim, como também ia me entregar a bunda pela primeira vez.
Ela se aproximou de mim, colocou uma perna em cima da minha, eu comecei a acariciá-la e a beijá-la. Nisso, perguntei: "Sério, mãe, vai me deixar fazer anal?" Ela respondeu: "Sim, filho. Hoje, sua mãe vai te dar o que você sempre quis. É seu troféu, o presente meu pra você." Aqui, quero comentar que ela já tinha feito o trabalho prévio, ou seja, tudo que é necessário antes do sexo anal.
Mas antes disso, "me beija, que seus beijos me excitam muito." A gente se fundiu num beijo longo e gostoso, enquanto ela já se massageava os peitos e eu, a bunda dela. Ela me fez deitar, continuou me beijando, ficando por cima de mim, terminou de me despir, me beijava na boca, passando pela minha bochecha e pescoço, mordia minha orelha, enquanto, com a mão, acariciava meu pau suavemente. "Você é o campeão da mamãe, mamãe tá muito orgulhosa de você, do gol que você fez. Além de inteligente, meu filho é um campeão." "Sim, mãe, sou seu, você me excita muito." Minha mãe começou a descer, me beijava no peito, na barriga, até chegar no meu pau já duro. "Mamãe quer chupar ele pra você. Quer que mamãe chupe ele, meu amor?" "Sim, mãe, é seu. Gosto do jeito que você chupa." Minha mãe começou a me fazer sexo oral, só parava pra perguntar se eu tava gostando do jeito que ela fazia. "Sim, mãe, continua, assim eu amo como você chupa meu pau." Ela soltou os peitos sem tirar completamente o top, aproximou os peitos da minha boca. "Vem, filho, agora chupa meus peitos." Ela mesma colocava um mamilo e depois o outro na minha boca. A respiração dela ficava cada vez mais ofegante, ela mordia os lábios, e só soltava pra soltar um gemido leve. Gemido. Eu, enquanto isso, com uma mão tentava alcançar a bunda dela, enquanto com a outra continuava batendo uma. Minha mãe, vendo aquilo, começou a me masturbar. "Que pau gostoso você tem, meu Campeão, é bem gostoso." Nisso, ela tirou a calcinha e sentou na minha cara, enquanto se inclinava pra continuar me chupando. Era um 69 muito gostoso. Eu enfiava a língua o mais fundo que podia, o gosto dela era a coisa mais gostosa que já tinha provado. Naquele vai e vem dos dois, e eu com as mãos abrindo a bunda dela, minha mãe soltou um grito de prazer. "Continua, filho, continua." Eu quase sem conseguir respirar, mas os pedidos dela e os gemidos me faziam passar a língua com mais força, até que ela não aguentou mais e teve o primeiro orgasmo. Depois disso, ela começou de novo a me fazer oral, mas aquilo já não era mais o que eu queria. Dei uns tapas na bunda dela, sinal de que queria mudar de posição. "O que você quer fazer comigo, Campeão? Como você quer que a mamãe fique?" "Quero ela de quatro." "Claro, filhinho, o que você quiser. Hoje vou ser a mais submissa das mães." Minha mãe ficou de quatro. A primeira coisa foi beijar a bunda dela e dar uns tapinhas. Minha mãe, sabendo o quanto eu gosto da bunda dela, mexia de um lado pro outro. "Que bunda gostosa, mamãe. Quero comer ela." "Claro, meu amor, é sua, é seu presente." Comecei a fazer oral nela, passava a língua e ela curtia. Quando notei que a buceta dela já estava bem molhada, comecei a penetrar. Ver aquela bunda que tanto me dava tesão, e ver como meu pau entrava quase perfeitamente na buceta dela, era um espetáculo a bunda dela. "Assim, meu amor. Me fode, fode a sua mãe." "Que gostoso, mamãe, que gostoso." Continuei penetrando ela, mas tomava cuidado pra não gozar ainda. Então coloquei uma camisinha retardadora, enquanto começava a passar lubrificante no cu dela. Enquanto fazia isso, minha mãe continuava com o vai e vem da bunda. Depois de enfiar um dedo no cu dela e começar a dilatar, e com a outra mão dar tapas na bunda, minha mãe não falava, não dizia nada, porque estava se preparando pro que viria. Pela primeira vez, alguém ia Penetrar o cuzinho, e não qualquer um, mas o próprio filho dela, era quem ia dar a primeira vez por ali. Minha mãe, como já falei, quando tava comigo assistia muito pornô, então muita coisa que ela fazia era imitando algo que já tinha visto, mas uma coisa era ver na TV e outra era estar ali. Depois ela me disse que tava muito nervosa, até mais do que na primeira vez que foi penetrada. Também falou que pensava muito em mim, em como eu, o filho dela, ia ser quem faria isso pela primeira vez por ali, que eram muitas coisas, até questões que ela já tinha de certa forma assimilado, como o fato de estar cometendo incesto com o próprio filho.
Já que o cu da minha mãe tava bem lubrificado, e eu já tinha colocado dois dedos, mas tinha um problema: por causa do tempo que levei, minha ereção já não tava 100%. Então falei pra ela que precisava fazer algo a respeito, ela entendeu e se ajoelhou na minha frente, e começou a me fazer um boquete. Ter minha mãe no chão, com meu pau na boca dela, me deixa muito excitado, ainda mais olhando nos olhos dela, aqueles olhos entre luxúria e um pouco de ternura, me deixa durasso. Não demorou pra eu ficar pronto, e falei: "Já tô, mãe. Fica de quatro que agora eu quero te comer de cu." "Claro que sim, meu filho. Sou toda sua, o que meu filhinho quiser."
Ela se colocou de novo de quatro, e aí sim, primeiro com os dedos, não demorou muito e então eu soltei a rola no cu da minha mãe. No começo, como acontece com todo mundo, a sensação não é muito prazerosa pra mulher, enquanto pra nós, homens, é um momento de muita excitação e tesão. Subi na cama e fui acelerando aos poucos. Minha mãe gemia um pouco, e sim, chegou a doer, mas ela aguentou, aguentou todas as investidas, até derramou algumas lágrimas. Era a primeira vez dela, e não tinha mais volta. Ela queria me agradar, queria me dar tudo que eu pedisse. Começou a ofegar, fechava os olhos e apertava os lençóis com os dedos, até que... Não consegui me segurar, tirei o pau, tirei a camisinha e gozei no cu dela, minha mãe suspirou e começou a sorrir, me dá toda sua porra, filho, dá pra sua mamãe. Eu derramei até a última gota de sêmen na bunda dela.
Depois de um tempo, já deitados e abraçados na cama, minha mãe me perguntou: gostou? Como se ela não tivesse ideia, sim, muito. Você é o Campeão da mamãe.
Ficamos aquela noite no hotel, obviamente fizemos de novo, mas dessa vez não comi o cu dela. Voltamos de madrugada, antes da minha irmã acordar, cada um pro seu quarto. Naquela noite, minha mãe perdeu a virgindade anal e eu me senti muito sortudo por ter sido eu quem fez isso. Com o tempo, minha mãe se acostumou, até passou a curtir cada vez mais o sexo anal, mas quase sempre deixávamos pra ocasiões especiais.
Durante a faculdade, de vez em quando me chamavam pra jogar, só que conforme o semestre avançava, vários de nós tinham dificuldade de ir nos jogos direto, e nunca fui campeão. Mas tudo mudou quando saí da escola e comecei a trabalhar. Trabalhava num banco — cursei Informática e trabalhar num banco foi meu primeiro emprego — e já tinha um time, até patrocinado pela empresa. Depois de muitos anos, resolvi voltar pros campos.
Naquele primeiro ano, chegamos na final, que rolou numa quinta à noite. Era verão, e tava um calorão — bom, de onde eu sou, sempre faz calor. Minha mãe já sabia que eu tava num time, mas não ia sempre nos jogos. Só que, como era uma final e eu sempre falava que as namoradas e esposas dos meus colegas iam nos ver jogar, ela decidiu ir. Uma coisa que também nos surpreendeu foi que um dos nossos chefes, o de RH, foi nos assistir.
Durante a semana, como minha irmã tinha voltado pra casa, eu e minha mãe não tínhamos tanta atividade sexual, e isso, pro ritmo que a gente tinha naqueles primeiros anos, era algo que nós dois sentíamos falta.
Naquela manhã, antes de eu sair de casa pra trabalhar, minha mãe aproveitou que minha irmã tava no banheiro e me disse que ia estar no jogo e que tinha uma surpresa pra mim. Ouvir isso da minha mãe já me deixava... Super quente e ver a cara de safada dela ainda mais.
Como já tinha falado, minha irmã já tinha voltado pra casa, e a gente tinha que tomar mais cuidado e, às vezes, aproveitar qualquer oportunidade. Mas, pra minha mãe e pra mim, isso não bastava, e sair pra um motel, bom, a gente não curtia muito, sentia que alguém podia nos reconhecer, então estávamos desesperados pra transar.
A noite da final chegou, assim como minha mãe no estádio, uau, ela foi muito gostosa, os olhares não demoraram a aparecer. E é que, com o tempo que já estávamos juntos, junto com a academia que ela fazia, minha mãe cada dia ficava mais e mais gostosa. Chegou de vestido azul curto (a cor do nosso uniforme), salto alto, maquiada e cheirando delicioso. Não sei se foi essa a motivação que eu precisava, porque a gente acabou ganhando o jogo, e eu fui o autor de dois gols, um de fora da área, bem perto de onde minha mãe estava sentada. Cheguei até a ouvir minha mãe gritar: "Esse é meu Campeão".
Depois da entrega do troféu, de comemorar no campo, o chefe de RH nos parabenizou e deu o dia seguinte de folga, ou seja, sexta-feira a gente não precisava ir trabalhar. Já estávamos no meio da festa no campo e alguns começavam a ir embora, e eu também fui saindo. Minha mãe já estava pronta pra ir, fomos pro carro, que por sinal o caminho estava meio escuro e eu já não aguentava mais, queria pegar ela ali mesmo, mas ainda tinha muita gente perto. O que eu fiz foi deixar ela ir na minha frente, e eu me deliciava com aquela bunda enorme, ver ela andar naqueles saltos e com as pernas bem torneadas, eu tava babando.
Subimos no carro, ela decidiu dirigir, porque eu já tinha tomado umas cervejas. Assim que subimos e nos afastamos um pouco, dei um beijo na boca dela, enquanto passava a mão nas pernas dela. Minha mãe, a respiração dela começou a ficar mais ofegante e ela me devorava de beijos, mas, de repente, ela disse: "Espera um pouco, vamos pra um lugar mais privado, meu Campeão". Com essas palavras, ela me fez esperar pra gente poder continuar avançando. A gente foi pros arredores da cidade, onde ficam os motéis de beira de estrada, até chegar num e entramos. Durante o caminho, a gente aproveitava os semáforos vermelhos pra se beijar de boca aberta, eu dizia como ela tava gostosa pra caralho, minha mãe sorria e falava que era por minha causa, que eu tinha devolvido aquela alegria de viver pra ela e que por isso e por ser "seu Campeão" naquela noite ela ia me mimar.
Entramos no motel, estacionamos dentro e, quando fechei a cortina do lugar onde deixa o carro, me apressei pra ver ela subir as escadas pro quarto. Vale mencionar que, no caminho, a gente passou pra comprar umas bebidas, gelo e algumas coisas. Me aproximei das escadas, ver ela subindo me deixou durasso pra caralho, ver que sua progenitora, a mulher pra quem eu tinha dedicado tantas punhetas, tava caminhando pro quarto onde eu ia comer ela, é um dos momentos mais excitantes da minha vida. O fato de eu esperar lá embaixo fez minha mãe virar e perguntar o que eu tava esperando pra subir. Acho que foi meu olhar que fez ela dizer: "Já vi por quê". Nisso, ela se ajoelhou no último degrau, empinou a bunda e levantou um pouco o vestido de um jeito que me deixou ver ela de leve. Ela se levantou e aí eu subi.
Lá em cima, a gente começou a se beijar, a gente se devorava de boca, a excitação dela era tanta que dava pra sentir as pernas dela tremendo, e eu tava igual. Comecei a tirar o uniforme, e então ela disse: "Prepara algo pra beber, vou me vestir pra te dar seu presente de Campeão." Minha mãe entrou no banheiro, enquanto eu me acomodava. Depois de um tempo, ela saiu, vestiu uma fantasia de cheerleader sexy, da cor que é minha favorita, o azul. "Você gosta, filho? Gostou do que comprei pra você?" Eu só conseguia balançar a cabeça, tava totalmente pasmo. Se antes ela tava tremendo de excitação, eu tava pior ainda, meu coração batia a mil, simplesmente tava extasiado de tão gostosa que ela tava. Mas isso não é tudo, bebê. Ela se virou. Ela tinha um laço de presente bem no meio da bunda. Eu já tinha comentado antes que o que mais gostava nela era a bunda dela, e que um dia queria provar, ou seja, ter sexo anal com a minha mãe. Ela me confessou que nunca ninguém tinha arrombado a bunda dela e que, se me deixasse, seria como desvirgá-la. Então, minha mãe não só se vestiu sexy pra mim, como também ia me entregar a bunda pela primeira vez.
Ela se aproximou de mim, colocou uma perna em cima da minha, eu comecei a acariciá-la e a beijá-la. Nisso, perguntei: "Sério, mãe, vai me deixar fazer anal?" Ela respondeu: "Sim, filho. Hoje, sua mãe vai te dar o que você sempre quis. É seu troféu, o presente meu pra você." Aqui, quero comentar que ela já tinha feito o trabalho prévio, ou seja, tudo que é necessário antes do sexo anal.
Mas antes disso, "me beija, que seus beijos me excitam muito." A gente se fundiu num beijo longo e gostoso, enquanto ela já se massageava os peitos e eu, a bunda dela. Ela me fez deitar, continuou me beijando, ficando por cima de mim, terminou de me despir, me beijava na boca, passando pela minha bochecha e pescoço, mordia minha orelha, enquanto, com a mão, acariciava meu pau suavemente. "Você é o campeão da mamãe, mamãe tá muito orgulhosa de você, do gol que você fez. Além de inteligente, meu filho é um campeão." "Sim, mãe, sou seu, você me excita muito." Minha mãe começou a descer, me beijava no peito, na barriga, até chegar no meu pau já duro. "Mamãe quer chupar ele pra você. Quer que mamãe chupe ele, meu amor?" "Sim, mãe, é seu. Gosto do jeito que você chupa." Minha mãe começou a me fazer sexo oral, só parava pra perguntar se eu tava gostando do jeito que ela fazia. "Sim, mãe, continua, assim eu amo como você chupa meu pau." Ela soltou os peitos sem tirar completamente o top, aproximou os peitos da minha boca. "Vem, filho, agora chupa meus peitos." Ela mesma colocava um mamilo e depois o outro na minha boca. A respiração dela ficava cada vez mais ofegante, ela mordia os lábios, e só soltava pra soltar um gemido leve. Gemido. Eu, enquanto isso, com uma mão tentava alcançar a bunda dela, enquanto com a outra continuava batendo uma. Minha mãe, vendo aquilo, começou a me masturbar. "Que pau gostoso você tem, meu Campeão, é bem gostoso." Nisso, ela tirou a calcinha e sentou na minha cara, enquanto se inclinava pra continuar me chupando. Era um 69 muito gostoso. Eu enfiava a língua o mais fundo que podia, o gosto dela era a coisa mais gostosa que já tinha provado. Naquele vai e vem dos dois, e eu com as mãos abrindo a bunda dela, minha mãe soltou um grito de prazer. "Continua, filho, continua." Eu quase sem conseguir respirar, mas os pedidos dela e os gemidos me faziam passar a língua com mais força, até que ela não aguentou mais e teve o primeiro orgasmo. Depois disso, ela começou de novo a me fazer oral, mas aquilo já não era mais o que eu queria. Dei uns tapas na bunda dela, sinal de que queria mudar de posição. "O que você quer fazer comigo, Campeão? Como você quer que a mamãe fique?" "Quero ela de quatro." "Claro, filhinho, o que você quiser. Hoje vou ser a mais submissa das mães." Minha mãe ficou de quatro. A primeira coisa foi beijar a bunda dela e dar uns tapinhas. Minha mãe, sabendo o quanto eu gosto da bunda dela, mexia de um lado pro outro. "Que bunda gostosa, mamãe. Quero comer ela." "Claro, meu amor, é sua, é seu presente." Comecei a fazer oral nela, passava a língua e ela curtia. Quando notei que a buceta dela já estava bem molhada, comecei a penetrar. Ver aquela bunda que tanto me dava tesão, e ver como meu pau entrava quase perfeitamente na buceta dela, era um espetáculo a bunda dela. "Assim, meu amor. Me fode, fode a sua mãe." "Que gostoso, mamãe, que gostoso." Continuei penetrando ela, mas tomava cuidado pra não gozar ainda. Então coloquei uma camisinha retardadora, enquanto começava a passar lubrificante no cu dela. Enquanto fazia isso, minha mãe continuava com o vai e vem da bunda. Depois de enfiar um dedo no cu dela e começar a dilatar, e com a outra mão dar tapas na bunda, minha mãe não falava, não dizia nada, porque estava se preparando pro que viria. Pela primeira vez, alguém ia Penetrar o cuzinho, e não qualquer um, mas o próprio filho dela, era quem ia dar a primeira vez por ali. Minha mãe, como já falei, quando tava comigo assistia muito pornô, então muita coisa que ela fazia era imitando algo que já tinha visto, mas uma coisa era ver na TV e outra era estar ali. Depois ela me disse que tava muito nervosa, até mais do que na primeira vez que foi penetrada. Também falou que pensava muito em mim, em como eu, o filho dela, ia ser quem faria isso pela primeira vez por ali, que eram muitas coisas, até questões que ela já tinha de certa forma assimilado, como o fato de estar cometendo incesto com o próprio filho.
Já que o cu da minha mãe tava bem lubrificado, e eu já tinha colocado dois dedos, mas tinha um problema: por causa do tempo que levei, minha ereção já não tava 100%. Então falei pra ela que precisava fazer algo a respeito, ela entendeu e se ajoelhou na minha frente, e começou a me fazer um boquete. Ter minha mãe no chão, com meu pau na boca dela, me deixa muito excitado, ainda mais olhando nos olhos dela, aqueles olhos entre luxúria e um pouco de ternura, me deixa durasso. Não demorou pra eu ficar pronto, e falei: "Já tô, mãe. Fica de quatro que agora eu quero te comer de cu." "Claro que sim, meu filho. Sou toda sua, o que meu filhinho quiser."
Ela se colocou de novo de quatro, e aí sim, primeiro com os dedos, não demorou muito e então eu soltei a rola no cu da minha mãe. No começo, como acontece com todo mundo, a sensação não é muito prazerosa pra mulher, enquanto pra nós, homens, é um momento de muita excitação e tesão. Subi na cama e fui acelerando aos poucos. Minha mãe gemia um pouco, e sim, chegou a doer, mas ela aguentou, aguentou todas as investidas, até derramou algumas lágrimas. Era a primeira vez dela, e não tinha mais volta. Ela queria me agradar, queria me dar tudo que eu pedisse. Começou a ofegar, fechava os olhos e apertava os lençóis com os dedos, até que... Não consegui me segurar, tirei o pau, tirei a camisinha e gozei no cu dela, minha mãe suspirou e começou a sorrir, me dá toda sua porra, filho, dá pra sua mamãe. Eu derramei até a última gota de sêmen na bunda dela.
Depois de um tempo, já deitados e abraçados na cama, minha mãe me perguntou: gostou? Como se ela não tivesse ideia, sim, muito. Você é o Campeão da mamãe.
Ficamos aquela noite no hotel, obviamente fizemos de novo, mas dessa vez não comi o cu dela. Voltamos de madrugada, antes da minha irmã acordar, cada um pro seu quarto. Naquela noite, minha mãe perdeu a virgindade anal e eu me senti muito sortudo por ter sido eu quem fez isso. Com o tempo, minha mãe se acostumou, até passou a curtir cada vez mais o sexo anal, mas quase sempre deixávamos pra ocasiões especiais.
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