Episódio XIV: Espiando na escuridão
Naquela noite, a casa ficou em silêncio depois do jantar. Jesi dormiu cedo, exausta depois da foda selvagem da tarde e ainda cansada da viagem. Fiquei um tempinho no quarto dela, acariciando o cabelo dela enquanto ela dormia grudada em mim, e a culpa apertava meu peito como nunca. Pensamento meu: "Ela tá aqui, confiante, depois de me pedir pra usar ela forte... e eu vou deixar a mãe dela me usar como um putinho. Sou o pior."
Lá pelas 2:30 da manhã, meu celular vibrou. Mensagem da Sofia:
Sofia: "Todo mundo dormindo. Desce agora. Porta entreaberta. Não me faz esperar."
Levantei devagar, só de cueca, e desci as escadas tentando não fazer barulho. A porta do quarto principal estava entreaberta, com uma luz fraca acesa. Entrei. Sofia me esperava sentada na beira da cama, com um roupão preto aberto, completamente pelada por baixo. Ela me olhou com aquela autoridade que já deixava minha pica dura antes mesmo dela falar qualquer coisa.
— Fecha a porta — ordenou baixinho. — E tira isso. Ajoelha.
Tentei resistir mais uma vez.
— Sofia... A Jesi tá lá em cima. Se ela acordar...
Ela se levantou, me agarrou firme pela nuca e me deu um tapa seco na cara.
— Ajoelha. Já.
Me ajoelhei. Ela sentou de novo e abriu as pernas.
— Começa por onde você sabe. E não para até eu mandar.
Chupei a buceta dela devagar no começo, depois mais forte, enfiando a língua o mais fundo possível. Sofia segurava minha cabeça com as duas mãos, rebolando, fodendo minha cara.
— Mais fundo, brinquedo. Lambe meu cu também.
Passei a língua no cu dela enquanto enfiava três dedos na buceta dela. Ela gozou pela primeira vez apertando minha cabeça contra a pélvis dela, molhando minha cara toda.
Enquanto isso, no corredor lá em cima, Mica não conseguia dormir. Tinha ouvido um barulho estranho (um gemido abafado) e a curiosidade falou mais alto. Levantou em silêncio, com uma camisetona comprida que mal cobria a bunda dela, e desceu descalça pelas escadas. as escadas. Ao ver a porta do quarto da mãe, que por acaso tinha ficado entreaberta, ela se aproximou sorrateiramente e espiou. O que viu a deixou paralisada. A mãe dela, nua, montada na cara do Esteban, se movendo com força enquanto puxava o cabelo dele. Esteban de joelhos, obedecendo. Pensamento da Mica: “Que porra…? É o Esteban… com a mãe. Ele tá comendo a buceta dela… e ela tá dando ordens. Isso não pode ser. Ele é o namorado da Jesi… minha irmã. Mas… por que meu coração tá batendo tão forte? Não consigo parar de olhar.” Sofia se levantou, me colocou de quatro na cama e tirou o strap-on. Chupou meu cu um pouco e depois enfiou de uma vez, firme e fundo, me comendo o cu com ritmo dominante enquanto me batia uma punheta por trás. —Diz pra quem você pertence —ela rosnou baixo, mas autoritária. —Pra você, Sofia… sou seu putinho —eu gemi, tentando não fazer muito barulho. Mica continuava espiando pela fresta da porta, com uma mão tapando a boca e a outra descendo devagar entre as pernas, se tocando por cima da calcinha. Os dedos sentiam a umidade que nunca tinha sentido tão forte. Pensamento da Mica: “Mãe tá dando pra ele… com aquilo. E ele gosta. Tem a piroca enorme, dura… Deus, tô toda molhada. Sou uma pervertida por ficar olhando isso, mas não consigo parar.” Sofia me virou, sentou na minha cara de novo e começou a mijar devagar na minha boca enquanto me olhava nos olhos. —Engole tudo, gostoso. Não derruba uma gota. Engoli enquanto ela gozava de novo. Depois me fez comer ela, mas controlando tudo: ela por cima, se movendo como queria, beliscando meus mamilos e apertando minha garganta. Mica, cada vez mais excitada, abaixou um pouco a calcinha e se tocava na buceta peludinha diretamente, respirando ofegante mas em silêncio. Ver a mãe dela me dominando completamente a deixava hipnotizada e muito com tesão. Sofia gozou mais uma vez e me mandou gozar na boca dela. Me chupou com força até tirar até a última gota. gota, engolindo tudo e depois me beijando pra eu provar da minha própria porra. —Bom garoto —sussurrou, acariciando meu cabelo de forma possessiva—. Agora sobe antes que alguém acorde. Mas lembra: você é meu. Me vesti rápido e saí do quarto. Quando fechei a porta, vi um movimento na escada. Mica subindo rápido e em silêncio, quase correndo. Não soube se ela tinha me visto ou não. Meu pensamento: “Era a Mica? Não… deve ter sido minha imaginação. Se ela nos viu… tudo vai pro caralho.” Pensamento da Mica (já no quarto dela, coração batendo a mil): “Vi tudo. A mãe dominando ele, mijando nele, comendo ele… e ele obedecendo. Tô tremendo. Nunca senti isso. Amanhã não vou conseguir olhar na cara deles… mas sei que vou querer ver mais.” Sofia, deitada na cama satisfeita, sorriu no escuro. Pensamento da Sofia: “Como adoro ter ele assim, tão perto da namorada mas continua sendo submisso pra mim.” --- Mica parece que descobriu tudo e a garota boazinha tá cada vez mais tarada, vamos ter algo com Mica e Esteban?? Comentem o que acham que vai rolar, adoro ler vocês, papais.
Naquela noite, a casa ficou em silêncio depois do jantar. Jesi dormiu cedo, exausta depois da foda selvagem da tarde e ainda cansada da viagem. Fiquei um tempinho no quarto dela, acariciando o cabelo dela enquanto ela dormia grudada em mim, e a culpa apertava meu peito como nunca. Pensamento meu: "Ela tá aqui, confiante, depois de me pedir pra usar ela forte... e eu vou deixar a mãe dela me usar como um putinho. Sou o pior."
Lá pelas 2:30 da manhã, meu celular vibrou. Mensagem da Sofia:
Sofia: "Todo mundo dormindo. Desce agora. Porta entreaberta. Não me faz esperar."
Levantei devagar, só de cueca, e desci as escadas tentando não fazer barulho. A porta do quarto principal estava entreaberta, com uma luz fraca acesa. Entrei. Sofia me esperava sentada na beira da cama, com um roupão preto aberto, completamente pelada por baixo. Ela me olhou com aquela autoridade que já deixava minha pica dura antes mesmo dela falar qualquer coisa.
— Fecha a porta — ordenou baixinho. — E tira isso. Ajoelha.
Tentei resistir mais uma vez.
— Sofia... A Jesi tá lá em cima. Se ela acordar...
Ela se levantou, me agarrou firme pela nuca e me deu um tapa seco na cara.
— Ajoelha. Já.
Me ajoelhei. Ela sentou de novo e abriu as pernas.
— Começa por onde você sabe. E não para até eu mandar.
Chupei a buceta dela devagar no começo, depois mais forte, enfiando a língua o mais fundo possível. Sofia segurava minha cabeça com as duas mãos, rebolando, fodendo minha cara.
— Mais fundo, brinquedo. Lambe meu cu também.
Passei a língua no cu dela enquanto enfiava três dedos na buceta dela. Ela gozou pela primeira vez apertando minha cabeça contra a pélvis dela, molhando minha cara toda.
Enquanto isso, no corredor lá em cima, Mica não conseguia dormir. Tinha ouvido um barulho estranho (um gemido abafado) e a curiosidade falou mais alto. Levantou em silêncio, com uma camisetona comprida que mal cobria a bunda dela, e desceu descalça pelas escadas. as escadas. Ao ver a porta do quarto da mãe, que por acaso tinha ficado entreaberta, ela se aproximou sorrateiramente e espiou. O que viu a deixou paralisada. A mãe dela, nua, montada na cara do Esteban, se movendo com força enquanto puxava o cabelo dele. Esteban de joelhos, obedecendo. Pensamento da Mica: “Que porra…? É o Esteban… com a mãe. Ele tá comendo a buceta dela… e ela tá dando ordens. Isso não pode ser. Ele é o namorado da Jesi… minha irmã. Mas… por que meu coração tá batendo tão forte? Não consigo parar de olhar.” Sofia se levantou, me colocou de quatro na cama e tirou o strap-on. Chupou meu cu um pouco e depois enfiou de uma vez, firme e fundo, me comendo o cu com ritmo dominante enquanto me batia uma punheta por trás. —Diz pra quem você pertence —ela rosnou baixo, mas autoritária. —Pra você, Sofia… sou seu putinho —eu gemi, tentando não fazer muito barulho. Mica continuava espiando pela fresta da porta, com uma mão tapando a boca e a outra descendo devagar entre as pernas, se tocando por cima da calcinha. Os dedos sentiam a umidade que nunca tinha sentido tão forte. Pensamento da Mica: “Mãe tá dando pra ele… com aquilo. E ele gosta. Tem a piroca enorme, dura… Deus, tô toda molhada. Sou uma pervertida por ficar olhando isso, mas não consigo parar.” Sofia me virou, sentou na minha cara de novo e começou a mijar devagar na minha boca enquanto me olhava nos olhos. —Engole tudo, gostoso. Não derruba uma gota. Engoli enquanto ela gozava de novo. Depois me fez comer ela, mas controlando tudo: ela por cima, se movendo como queria, beliscando meus mamilos e apertando minha garganta. Mica, cada vez mais excitada, abaixou um pouco a calcinha e se tocava na buceta peludinha diretamente, respirando ofegante mas em silêncio. Ver a mãe dela me dominando completamente a deixava hipnotizada e muito com tesão. Sofia gozou mais uma vez e me mandou gozar na boca dela. Me chupou com força até tirar até a última gota. gota, engolindo tudo e depois me beijando pra eu provar da minha própria porra. —Bom garoto —sussurrou, acariciando meu cabelo de forma possessiva—. Agora sobe antes que alguém acorde. Mas lembra: você é meu. Me vesti rápido e saí do quarto. Quando fechei a porta, vi um movimento na escada. Mica subindo rápido e em silêncio, quase correndo. Não soube se ela tinha me visto ou não. Meu pensamento: “Era a Mica? Não… deve ter sido minha imaginação. Se ela nos viu… tudo vai pro caralho.” Pensamento da Mica (já no quarto dela, coração batendo a mil): “Vi tudo. A mãe dominando ele, mijando nele, comendo ele… e ele obedecendo. Tô tremendo. Nunca senti isso. Amanhã não vou conseguir olhar na cara deles… mas sei que vou querer ver mais.” Sofia, deitada na cama satisfeita, sorriu no escuro. Pensamento da Sofia: “Como adoro ter ele assim, tão perto da namorada mas continua sendo submisso pra mim.” --- Mica parece que descobriu tudo e a garota boazinha tá cada vez mais tarada, vamos ter algo com Mica e Esteban?? Comentem o que acham que vai rolar, adoro ler vocês, papais.
5 comentários - A Família da Minha Namorada Pt 14