Priscila não conseguiu evitar sentir pena do Carlos, ele era só um garoto que tinha passado por maus bocados.
Ela se aproximou para tocar nele, mas Carlos disparou furioso:
— Por acaso você é mais uma putinha barata que quer encher minha cabeça de ideias? Quer me dar o “consolo” que procurei como um desesperado nos puteiros?
Priscila já não via o garoto meigo, algo tinha mudado, mas sabendo que também não era nenhuma santa, ficou firme e rebateu furiosa:
— Então é assim que quer me tratar, seu moleque de merda… que porra é essa? Acha que sou qualquer uma? Acha que sou uma vagabunda? Mais respeito se não quiser levar um tapa.
— Tenta… quero ver se você tem coragem. Não pense que não bato em mulher só porque é uma “dama”. Vamos, se me der um soco, aguenta o meu também.
— Não me provoca…
— Ou o quê? Vai correr pro seu Seu Vicente?
Priscila, com uma força descomunal, empurrou ele contra a parede e o dominou, colocando as mãos dele na parede e se inclinando no ouvido dele, sussurrou:
— Querendo ou não, piranha, eu sei que você me deseja, e eu também… Essa raiva toda me mostra que você sofreu pra caralho e não achou a mulher certa. Mas deixa eu te falar uma coisa: eu não sou qualquer uma igual suas outras ex. Pelo menos eu tenho culhão pra admitir que errei e que já fiz merda… Mas você, você precisa se curar. E meu jeito de ajudar a curar não é a solução que você procurou em puteiros ou bares.
Enquanto falava, Priscila desceu uma mão até o pau do Carlos, passando a mão por cima da calça e, cheia de tesão, disse:
— Talvez eu não possa te ajudar a esquecer e perdoar elas, mas pelo menos posso tentar fazer você gozar gostoso, aquele sexo que te foi negado.
E logo em seguida, apertou suavemente o pau por cima da calça de Carlos, que soltou um gemido, e Priscila disse:
Aí está, era isso que eu queria ouvir, piranha… sei que você tá tenso e precisa de ajuda pra soltar toda essa porra ruim que tá guardada e que você não aproveitou… mas quero ser eu quem prove essa porra amarga, pra saber se tá amarga ou doce, enquanto continuava passando a mão por cima da calça dele.
Carlos foi se relaxando e Priscila continuava apalpando e apertando aquele pedaço bom de carne, que já sentia na mão dela.
Parece que nosso menininho tem uma espada grande que precisa ser polida por mãos experientes – ela disse.
Carlos continuava soltando a tensão e, num momento de raiva, agarrou com força os quadris de Priscila e puxou ela pra perto, dando um beijo profundo na boca dela, fazendo Priscila gemer. Quando se separaram, ela disse com malícia:
Que beijo gostoso, menino… fico me perguntando se esse seu amigão vai aguentar um boquete meu.
Ao que Carlos respondeu: Você não acha que tem um jeito de descobrir?
Priscila, rindo, respondeu:
Hmmm… ousadinho o menino… adorei – e na sequência se afastou dele, passou as mãos no cinto da calça dele, abaixou até o meio do joelho e viu que a cueca estava molhada de porra.
Uiii… vejo que alguém tá feliz comigo – ela disse enquanto passava um dedo traçando o formato do pau de Carlos e chegava na ponta molhada, brincando um pouco com ela.
Cê acha? – sim, desde que te vi, tô de olho em você.
Então hoje você vai me mostrar, piranha – disse Priscila enquanto calçava as luvas amarelas de novo, abaixou a cueca de Carlos e na frente dela apareceu um pau não muito grande, mas grosso, que escorria porra…
Carlos baixou a cabeça envergonhado, vendo e pensando que o membro dele não era suficiente pra Priscila, afastou ela, mas Priscila empurrou ele de volta na parede.
O que cê tá fazendo? – ele perguntou.
Priscila pegou o pau nas mãos enluvadas e disse algo que impactou Carlos: E quem disse que você podia se mexer? Não vê que eu tô degustando visualmente o que quero comer e com o que quero brincar… não é o tamanho, é como você usa… – enquanto passava o polegar, espalhando a porra no pau de Carlos, que soltava um suspiro.
Pra mim ele é bonito e perfeito, nunca chupei um peludo, acho que hoje vai ser a primeira vez – e na sequência, levou os lábios ao pau de Carlos e deu um beijo. beijo na ponta que fez o garoto tremer e ela disparou:
Se aquela estúpida não soube tirar o leite dessa preciosura, é porque não fez ideia do que perdeu. Eu, pelo menos, vou saber aproveitar essa belezinha. E começou a lamber, fazendo Carlos gemer.
— Que foi, pussy? Não disse que já tinham chupado você assim antes?
— Não. Nunca assim — ele falou, ofegante.
— Que bom. Aproveita, porque eu tô aproveitando pra caralho. — E enfiou o pau de Carlos na boca, começando a chupar e brincar com ele usando a língua e uma das mãos enluvadas.
Carlos ofegava de prazer e só conseguia articular: Porra... Ahhh. Isso... ahhh. Pri... Merda... você vai me fazer gozar...
E ela, com um sorriso enquanto tirava o pau da boca, dizia: é exatamente isso que eu quero, e começou a masturbá-lo, enquanto continuava brincando com as bolas dele.
Em seguida, pegou um lubrificante e borrifou sobre uma das luvas, passando-a no membro de Carlos, que gemeu ao sentir aquele contato da luva contra a pele.
¿¿¿Tá vendo essa buceta??? Falei que ia te fazer gozar – enquanto Priscila continuava masturbando ele, resolveu enfiar o pau de Carlos de volta na boca e brincar com ele, enquanto espalhava um monte de lubrificante em uma das luvas e, com a outra, começou a passar lubrificante na entrada do cu de Carlos, que deu um pulo, mas Priscila acalmou ele, passando a mão na bunda dele…
Não tem medo não – isso vai te dar prazer e você vai gozar mais rápido – ela disse, tirando o pau da boca e voltando a usar as mãos.
Carlos relaxou e sentiu o dedo enluvado de Priscila rodear a entrada do períneo dele, se acostumando com a sensação, enquanto ela continuava batendo uma pra ele com tanta devoção. E assim seguiram por um bom tempo, até que Priscila, aos poucos, foi enfiando um dedo enluvado, o que fez Carlos gemer e se mexer um pouco pra frente.
¡¡¡¡Viu!!!! Sabia que você ia gostar, aquele dedinho enluvado fazendo pressão enquanto ela continuava masturbando ele com a outra mão e Carlos só gemia. Continuaram assim, até que Priscila sentiu a tensão dos músculos, Carlos disse: "merda, acho que vou gozar" e na hora Priscila parou tudo e deixou Carlos na mão.
¡¡¡¡Ei!!!! O que você tá fazendo? – perguntou Carlos, irritado.
Quem disse que acabou? – respondeu Priscila, e pegou o pau entre as mãos, agora sem luvas, e ficou esfregando, sentindo os pelinhos…
Isso sim é pau de homem – ela dizia, enquanto apertava e brincava com as bolas de Carlos e parava de novo. Fez isso umas três vezes…
Carlos suspirava, mas não entendia o porquê daquele jogo. O pau dele começou a inchar e estava prestes a explodir. Priscila percebeu e disse:
Agora sim, pussy, se prepara, quero que você goze tudo e deposite na minha boca. Me dá seu yummy cum. E na mesma hora, enfiou o pau de Carlos na boca dela, até o fundo, e fez de tudo. Carlos segurava a cabeça dela com força. Priscila ergueu o olhar e viu como Carlos estava curtindo – aquela era a vitória dela. Mais um pouco e, dessa vez, Carlos se tensionou e Priscila sentiu aquele jato quente de porra sair e descer pela garganta dela… enquanto Carlos gemia até se desgrudar, tirando o pau da boca de Priscila.
Caiu exausto na cadeira, Priscila voltou para Carlos e ele viu o sêmen escorrendo pelo canto dos lábios dela.
Ela se limpou, passando os dedos e chupando eles, chegou perto do ouvido de Carlos e sussurrou sensual: Você sabe pra caralho, meu bem... que delícia de porra que você acabou de me dar, fiquei toda cheia, você sabe satisfazer uma mulher... mas ainda tô com vontade de mais, disse, enquanto acariciava o pau, que tinha murchado... espero poder sentir essa pica poderosa dentro de mim, e passou a limpar o pau dele, chupando os restos de sêmen que sobraram e, em seguida, deu um beijo nele com os lábios cheios de porra.
Priscila… eu… ahn… — tento articular, Carlos.
Mas ela colocou um dedo nos lábios dele e disse: Aproveita, bucetão, a gente só tá esquentando os motores, falou, enquanto puxava a cueca dele de volta e se mandava pro banheiro da oficina pra se limpar.
Carlos continuava pasmo com o que tinha rolado, não cabia em si de surpresa e emoção: só conseguiu murmurar bem baixinho: Valeu, Priscila…
Ele vestiu a calça e foi até o tanque lavar as mãos e a boca. Fazia tempo que não sabia o que era ter intimidade, mas a Priscila tinha um quê que mexia com ele.
E por hoje a gente encerra esse terceiro capítulo… por enquanto. O clima ficou no ponto mais alto e eu prometo que as consequências disso não vão demorar pra aparecer.
Ela se aproximou para tocar nele, mas Carlos disparou furioso:
— Por acaso você é mais uma putinha barata que quer encher minha cabeça de ideias? Quer me dar o “consolo” que procurei como um desesperado nos puteiros?
Priscila já não via o garoto meigo, algo tinha mudado, mas sabendo que também não era nenhuma santa, ficou firme e rebateu furiosa:
— Então é assim que quer me tratar, seu moleque de merda… que porra é essa? Acha que sou qualquer uma? Acha que sou uma vagabunda? Mais respeito se não quiser levar um tapa.
— Tenta… quero ver se você tem coragem. Não pense que não bato em mulher só porque é uma “dama”. Vamos, se me der um soco, aguenta o meu também.
— Não me provoca…
— Ou o quê? Vai correr pro seu Seu Vicente?
Priscila, com uma força descomunal, empurrou ele contra a parede e o dominou, colocando as mãos dele na parede e se inclinando no ouvido dele, sussurrou:
— Querendo ou não, piranha, eu sei que você me deseja, e eu também… Essa raiva toda me mostra que você sofreu pra caralho e não achou a mulher certa. Mas deixa eu te falar uma coisa: eu não sou qualquer uma igual suas outras ex. Pelo menos eu tenho culhão pra admitir que errei e que já fiz merda… Mas você, você precisa se curar. E meu jeito de ajudar a curar não é a solução que você procurou em puteiros ou bares.
Enquanto falava, Priscila desceu uma mão até o pau do Carlos, passando a mão por cima da calça e, cheia de tesão, disse:
— Talvez eu não possa te ajudar a esquecer e perdoar elas, mas pelo menos posso tentar fazer você gozar gostoso, aquele sexo que te foi negado.
E logo em seguida, apertou suavemente o pau por cima da calça de Carlos, que soltou um gemido, e Priscila disse: Aí está, era isso que eu queria ouvir, piranha… sei que você tá tenso e precisa de ajuda pra soltar toda essa porra ruim que tá guardada e que você não aproveitou… mas quero ser eu quem prove essa porra amarga, pra saber se tá amarga ou doce, enquanto continuava passando a mão por cima da calça dele.
Carlos foi se relaxando e Priscila continuava apalpando e apertando aquele pedaço bom de carne, que já sentia na mão dela. Parece que nosso menininho tem uma espada grande que precisa ser polida por mãos experientes – ela disse.
Carlos continuava soltando a tensão e, num momento de raiva, agarrou com força os quadris de Priscila e puxou ela pra perto, dando um beijo profundo na boca dela, fazendo Priscila gemer. Quando se separaram, ela disse com malícia:
Que beijo gostoso, menino… fico me perguntando se esse seu amigão vai aguentar um boquete meu.
Ao que Carlos respondeu: Você não acha que tem um jeito de descobrir?
Priscila, rindo, respondeu:
Hmmm… ousadinho o menino… adorei – e na sequência se afastou dele, passou as mãos no cinto da calça dele, abaixou até o meio do joelho e viu que a cueca estava molhada de porra.
Uiii… vejo que alguém tá feliz comigo – ela disse enquanto passava um dedo traçando o formato do pau de Carlos e chegava na ponta molhada, brincando um pouco com ela.
Cê acha? – sim, desde que te vi, tô de olho em você.
Então hoje você vai me mostrar, piranha – disse Priscila enquanto calçava as luvas amarelas de novo, abaixou a cueca de Carlos e na frente dela apareceu um pau não muito grande, mas grosso, que escorria porra…
Carlos baixou a cabeça envergonhado, vendo e pensando que o membro dele não era suficiente pra Priscila, afastou ela, mas Priscila empurrou ele de volta na parede.
O que cê tá fazendo? – ele perguntou.
Priscila pegou o pau nas mãos enluvadas e disse algo que impactou Carlos: E quem disse que você podia se mexer? Não vê que eu tô degustando visualmente o que quero comer e com o que quero brincar… não é o tamanho, é como você usa… – enquanto passava o polegar, espalhando a porra no pau de Carlos, que soltava um suspiro.
Pra mim ele é bonito e perfeito, nunca chupei um peludo, acho que hoje vai ser a primeira vez – e na sequência, levou os lábios ao pau de Carlos e deu um beijo. beijo na ponta que fez o garoto tremer e ela disparou:
Se aquela estúpida não soube tirar o leite dessa preciosura, é porque não fez ideia do que perdeu. Eu, pelo menos, vou saber aproveitar essa belezinha. E começou a lamber, fazendo Carlos gemer.
— Que foi, pussy? Não disse que já tinham chupado você assim antes?
— Não. Nunca assim — ele falou, ofegante.
— Que bom. Aproveita, porque eu tô aproveitando pra caralho. — E enfiou o pau de Carlos na boca, começando a chupar e brincar com ele usando a língua e uma das mãos enluvadas.
Carlos ofegava de prazer e só conseguia articular: Porra... Ahhh. Isso... ahhh. Pri... Merda... você vai me fazer gozar...E ela, com um sorriso enquanto tirava o pau da boca, dizia: é exatamente isso que eu quero, e começou a masturbá-lo, enquanto continuava brincando com as bolas dele.
Em seguida, pegou um lubrificante e borrifou sobre uma das luvas, passando-a no membro de Carlos, que gemeu ao sentir aquele contato da luva contra a pele.
¿¿¿Tá vendo essa buceta??? Falei que ia te fazer gozar – enquanto Priscila continuava masturbando ele, resolveu enfiar o pau de Carlos de volta na boca e brincar com ele, enquanto espalhava um monte de lubrificante em uma das luvas e, com a outra, começou a passar lubrificante na entrada do cu de Carlos, que deu um pulo, mas Priscila acalmou ele, passando a mão na bunda dele… Não tem medo não – isso vai te dar prazer e você vai gozar mais rápido – ela disse, tirando o pau da boca e voltando a usar as mãos.
Carlos relaxou e sentiu o dedo enluvado de Priscila rodear a entrada do períneo dele, se acostumando com a sensação, enquanto ela continuava batendo uma pra ele com tanta devoção. E assim seguiram por um bom tempo, até que Priscila, aos poucos, foi enfiando um dedo enluvado, o que fez Carlos gemer e se mexer um pouco pra frente.
¡¡¡¡Viu!!!! Sabia que você ia gostar, aquele dedinho enluvado fazendo pressão enquanto ela continuava masturbando ele com a outra mão e Carlos só gemia. Continuaram assim, até que Priscila sentiu a tensão dos músculos, Carlos disse: "merda, acho que vou gozar" e na hora Priscila parou tudo e deixou Carlos na mão.¡¡¡¡Ei!!!! O que você tá fazendo? – perguntou Carlos, irritado.
Quem disse que acabou? – respondeu Priscila, e pegou o pau entre as mãos, agora sem luvas, e ficou esfregando, sentindo os pelinhos…
Isso sim é pau de homem – ela dizia, enquanto apertava e brincava com as bolas de Carlos e parava de novo. Fez isso umas três vezes…
Carlos suspirava, mas não entendia o porquê daquele jogo. O pau dele começou a inchar e estava prestes a explodir. Priscila percebeu e disse:
Agora sim, pussy, se prepara, quero que você goze tudo e deposite na minha boca. Me dá seu yummy cum. E na mesma hora, enfiou o pau de Carlos na boca dela, até o fundo, e fez de tudo. Carlos segurava a cabeça dela com força. Priscila ergueu o olhar e viu como Carlos estava curtindo – aquela era a vitória dela. Mais um pouco e, dessa vez, Carlos se tensionou e Priscila sentiu aquele jato quente de porra sair e descer pela garganta dela… enquanto Carlos gemia até se desgrudar, tirando o pau da boca de Priscila.
Caiu exausto na cadeira, Priscila voltou para Carlos e ele viu o sêmen escorrendo pelo canto dos lábios dela.
Ela se limpou, passando os dedos e chupando eles, chegou perto do ouvido de Carlos e sussurrou sensual: Você sabe pra caralho, meu bem... que delícia de porra que você acabou de me dar, fiquei toda cheia, você sabe satisfazer uma mulher... mas ainda tô com vontade de mais, disse, enquanto acariciava o pau, que tinha murchado... espero poder sentir essa pica poderosa dentro de mim, e passou a limpar o pau dele, chupando os restos de sêmen que sobraram e, em seguida, deu um beijo nele com os lábios cheios de porra.
Priscila… eu… ahn… — tento articular, Carlos.Mas ela colocou um dedo nos lábios dele e disse: Aproveita, bucetão, a gente só tá esquentando os motores, falou, enquanto puxava a cueca dele de volta e se mandava pro banheiro da oficina pra se limpar.
Carlos continuava pasmo com o que tinha rolado, não cabia em si de surpresa e emoção: só conseguiu murmurar bem baixinho: Valeu, Priscila…
Ele vestiu a calça e foi até o tanque lavar as mãos e a boca. Fazia tempo que não sabia o que era ter intimidade, mas a Priscila tinha um quê que mexia com ele.
E por hoje a gente encerra esse terceiro capítulo… por enquanto. O clima ficou no ponto mais alto e eu prometo que as consequências disso não vão demorar pra aparecer.
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