Minha esposa vestiu um vestido verde, curto, justo, com um decote nas costas e na frente ele é solto e profundo.
Nesse tipo de vestido, como não se usa roupa íntima em cima, dá abertura pra também não usar em baixo, e foi exatamente o que minha esposa fez: não colocou calcinha, pra curtir aquele tesão de, no menor descuido, mostrar tudo.
Quando chegamos no restaurante, minha esposa roubou vários olhares de alguns homens por onde a gente passava.
No restaurante, confirmaram a reserva e um cara de uns 30 anos nos acompanhou até um salão pequeno onde estava nossa mesa, era um espaço privado, só pra nós dois. O rapaz puxou a cadeira pra minha esposa sentar, e quando ela sentou, ele ficou atrás dela. Nessa hora, tenho certeza que ele conseguiu ver os peitos da minha esposa pelo decote.
Se viu, disfarçou bem, pediu licença e foi embora.
Eu continuei admirando minha esposa e provocando ela, falando que se ela fizesse um movimento brusco ou se abaixasse um pouco, um peito escapava. E ela respondeu:
"Esse é exatamente o objetivo. E se eu abrir um pouco as pernas, dá pra ver minha buceta.
Hoje eu sou sua putinha", minha mulher me dizia.
Ela me fez ficar duro com esses comentários. Nessa hora, chegaram as entradas e minha esposa fez o que eu esperava: se inclinou pra frente e, de fato, os peitos apareceram. E dessa vez a gente flagrou o garçom olhando disfarçadamente pras tetas da minha esposa.
Quando ele saiu, ela me disse:
"Você tinha razão, dá pra ver meus peitos se eu me inclino. Que tesão sentir que tão me olhando, você sabe que eu adoro.
Me passa minha bolsa, por favor."
Eu levantei e, de propósito, minha ereção ficou visível. Me aproximei, beijei minha esposa, aproveitei e apalpei os peitos dela, quase tirando eles pra fora do vestido.
Minha esposa tirou um plug anal da bolsa e colocou em cima da mesa. O garçom chegou de novo com os pratos principais e retirou os das entradas. Discretamente, ele deslocou o plug de lado e deu uma olhadinha pra minha esposa. Claro, ele viu os peitos dela de novo, mas dessa vez ela falou pra ele:
"Desculpa, acho que o coquetel já não tava fazendo efeito."
Eu levantei, cheguei por trás dela e beijei ela, enquanto ela passava a mão no meu pau por cima da calça.
O garçom respondeu:
"Fica tranquila, é normal. Quer que eu traga outro coquetel?"
"Sim, por favor. Quero estar pronta pra mais tarde."
Quando o garçom se afastou, minha esposa pegou o plug, chupou ele, abriu as pernas, mostrou a bocetinha dela e enfiou o plug no cu gostoso dela. E disse:
"Que delícia, tô muito puta. Tô dilatando meu rabo pra você comer agora. Vem cá."
Eu me aproximei, ela puxou meu pau pra fora e deu uma chupada rápida.
Sentei de novo e terminamos de jantar.
O garçom voltou com os coquetéis, e minha esposa ficou ainda mais sem vergonha com a exibição dela.
O garçom ofereceu sobremesa, e ela respondeu:
"Eu sou a sobremesa."
O garçom avisou que o restaurante tinha câmeras.
Terminamos o coquetel e pedimos uma garrafa de vinho enquanto esperava o Uber.
Antes de entrar no carro, falei pro motorista se ele deixava a gente fazer algo no caminho pra casa. Ele topou na hora.
Sentamos no banco de trás e quase de imediato eu descobri os peitos da minha esposa, deixei as costas dela nuas e chupei os peitos dela por um tempo.
Abaixei minha calça até os joelhos, peguei a cabeça dela e coloquei ela pra mamar. Ela se ajoelhou no banco de trás, eu levantei o vestido dela, deixando ela praticamente pelada.
Comecei a brincar com o plug enquanto ela chupava meu pau, e eu falei:
"Chupa, puta. Engole tudo, que já já vou meter no teu cu bem gostoso." Ela balançava a cabeça concordando e rebolava a bunda de tão excitada que tava.
O motorista olhava pelo retrovisor quando dava.
Quando chegamos no prédio, descemos e me despedi do motorista.
Minha esposa já tava me esperando no elevador.
Entramos e... Assim que chegamos, a gente tirou a roupa e se beijou inteiros.
Minha esposa se deitou no sofá da sala com as pernas bem abertas, me oferecendo a buceta dela, que já tava toda molhada de tão excitada, e ainda dava pra ver o plug no cu dela. Eu me abaixei e chupei a buceta dela, que tava super dilatada, enquanto brincava com o plug, tirando e colocando. Curtindo como eu fazia ela tremer de tesão, e ela gemendo cada vez mais alto.
Depois de um tempo, me levantei e fui penetrar ela devagar, sentindo o calor da buceta dela, beijei ela e ela queria devorar minha boca.
A gente trocou de posição, ela ficou de quatro e empinou a raba pra mim.
Eu me ajoelhei, tirei o plug devagar e chupei o cu dela, enfiei a língua o máximo que dava e fiquei chupando, aproveitei cada segundo e cada lambida naquele cuzinho delicioso.
Me levantei e penetrei ela devagar, mas firme, e fui aumentando o ritmo enquanto ela se masturbava e pedia pra eu não parar. Senti que o orgasmo dos dois tava chegando.
Senti o cu da minha esposa se contrair e ela tremer, isso me deixou com muito mais tesão e fez eu gozar, enchendo a bunda dela de porra. Depois ela se virou e chupou o pouco que sobrou de mim.
Ela se levantou e a gente foi pra sacada pelado um tempinho pra se refrescar, e depois fomos tomar banho e dormir pelados, curtindo nossos corpos.
Nesse tipo de vestido, como não se usa roupa íntima em cima, dá abertura pra também não usar em baixo, e foi exatamente o que minha esposa fez: não colocou calcinha, pra curtir aquele tesão de, no menor descuido, mostrar tudo.
Quando chegamos no restaurante, minha esposa roubou vários olhares de alguns homens por onde a gente passava.
No restaurante, confirmaram a reserva e um cara de uns 30 anos nos acompanhou até um salão pequeno onde estava nossa mesa, era um espaço privado, só pra nós dois. O rapaz puxou a cadeira pra minha esposa sentar, e quando ela sentou, ele ficou atrás dela. Nessa hora, tenho certeza que ele conseguiu ver os peitos da minha esposa pelo decote.
Se viu, disfarçou bem, pediu licença e foi embora.
Eu continuei admirando minha esposa e provocando ela, falando que se ela fizesse um movimento brusco ou se abaixasse um pouco, um peito escapava. E ela respondeu:
"Esse é exatamente o objetivo. E se eu abrir um pouco as pernas, dá pra ver minha buceta.
Hoje eu sou sua putinha", minha mulher me dizia.
Ela me fez ficar duro com esses comentários. Nessa hora, chegaram as entradas e minha esposa fez o que eu esperava: se inclinou pra frente e, de fato, os peitos apareceram. E dessa vez a gente flagrou o garçom olhando disfarçadamente pras tetas da minha esposa.
Quando ele saiu, ela me disse:
"Você tinha razão, dá pra ver meus peitos se eu me inclino. Que tesão sentir que tão me olhando, você sabe que eu adoro.
Me passa minha bolsa, por favor."
Eu levantei e, de propósito, minha ereção ficou visível. Me aproximei, beijei minha esposa, aproveitei e apalpei os peitos dela, quase tirando eles pra fora do vestido.
Minha esposa tirou um plug anal da bolsa e colocou em cima da mesa. O garçom chegou de novo com os pratos principais e retirou os das entradas. Discretamente, ele deslocou o plug de lado e deu uma olhadinha pra minha esposa. Claro, ele viu os peitos dela de novo, mas dessa vez ela falou pra ele:
"Desculpa, acho que o coquetel já não tava fazendo efeito."
Eu levantei, cheguei por trás dela e beijei ela, enquanto ela passava a mão no meu pau por cima da calça.
O garçom respondeu:
"Fica tranquila, é normal. Quer que eu traga outro coquetel?"
"Sim, por favor. Quero estar pronta pra mais tarde."
Quando o garçom se afastou, minha esposa pegou o plug, chupou ele, abriu as pernas, mostrou a bocetinha dela e enfiou o plug no cu gostoso dela. E disse:
"Que delícia, tô muito puta. Tô dilatando meu rabo pra você comer agora. Vem cá."
Eu me aproximei, ela puxou meu pau pra fora e deu uma chupada rápida.
Sentei de novo e terminamos de jantar.
O garçom voltou com os coquetéis, e minha esposa ficou ainda mais sem vergonha com a exibição dela.
O garçom ofereceu sobremesa, e ela respondeu:
"Eu sou a sobremesa."
O garçom avisou que o restaurante tinha câmeras.
Terminamos o coquetel e pedimos uma garrafa de vinho enquanto esperava o Uber.
Antes de entrar no carro, falei pro motorista se ele deixava a gente fazer algo no caminho pra casa. Ele topou na hora.
Sentamos no banco de trás e quase de imediato eu descobri os peitos da minha esposa, deixei as costas dela nuas e chupei os peitos dela por um tempo.
Abaixei minha calça até os joelhos, peguei a cabeça dela e coloquei ela pra mamar. Ela se ajoelhou no banco de trás, eu levantei o vestido dela, deixando ela praticamente pelada.
Comecei a brincar com o plug enquanto ela chupava meu pau, e eu falei:
"Chupa, puta. Engole tudo, que já já vou meter no teu cu bem gostoso." Ela balançava a cabeça concordando e rebolava a bunda de tão excitada que tava.
O motorista olhava pelo retrovisor quando dava.
Quando chegamos no prédio, descemos e me despedi do motorista.
Minha esposa já tava me esperando no elevador.
Entramos e... Assim que chegamos, a gente tirou a roupa e se beijou inteiros.
Minha esposa se deitou no sofá da sala com as pernas bem abertas, me oferecendo a buceta dela, que já tava toda molhada de tão excitada, e ainda dava pra ver o plug no cu dela. Eu me abaixei e chupei a buceta dela, que tava super dilatada, enquanto brincava com o plug, tirando e colocando. Curtindo como eu fazia ela tremer de tesão, e ela gemendo cada vez mais alto.
Depois de um tempo, me levantei e fui penetrar ela devagar, sentindo o calor da buceta dela, beijei ela e ela queria devorar minha boca.
A gente trocou de posição, ela ficou de quatro e empinou a raba pra mim.
Eu me ajoelhei, tirei o plug devagar e chupei o cu dela, enfiei a língua o máximo que dava e fiquei chupando, aproveitei cada segundo e cada lambida naquele cuzinho delicioso.
Me levantei e penetrei ela devagar, mas firme, e fui aumentando o ritmo enquanto ela se masturbava e pedia pra eu não parar. Senti que o orgasmo dos dois tava chegando.
Senti o cu da minha esposa se contrair e ela tremer, isso me deixou com muito mais tesão e fez eu gozar, enchendo a bunda dela de porra. Depois ela se virou e chupou o pouco que sobrou de mim.
Ela se levantou e a gente foi pra sacada pelado um tempinho pra se refrescar, e depois fomos tomar banho e dormir pelados, curtindo nossos corpos.
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