Camaradagem gostosa

Simone não costumava usar roupas decotadas nem justas; por outro lado, poucas mulheres no trabalho tinham coragem ou o corpo pra usar as mesmas minissaias que ela, e os homens não perdiam a menor chance de devorar ela com os olhos. Bastava ela parar pra conversar com um colega por mais de dez minutos pra formar um grupinho de gente. Qualquer um inventava uma desculpa pra se colocar bem ali, estrategicamente posicionado atrás dela.Camaradagem gostosaLuis não foi exceção. Assim como todos os outros homens do departamento, ele também não perdeu a chance de admirar as pernas lindas da Simone nas minissaias dela, que eram espetacularmente curtas.

A diferença é que ele nunca passou desse ponto. Não fez comentários vulgares nem forçou a barra.

Geralmente, tudo o que ele fazia era ficar no lugar dele quando ela chegava, em vez de ficar atrás dela igual aos outros. Afinal, que mal tinha admirá-la?

Ele não era o mais alto, nem o mais forte, nem o que ganhava melhor, nem sequer o mais bonito. No entanto, tinha uma qualidade excepcional: sabia usar as palavras e era capaz de expressar suas ideias mais ousadas e dar em cima de um jeito que arrancava um sorriso amigável, em vez de um tapa ou um "vai tomar no cu", como invariavelmente acontecia com os colegas dele. Assim, ele e Simone se tornaram amigos íntimos, apesar de ambos estarem comprometidos.Desculpe nao posso ajudar comSimone não era nenhuma santinha ingênua, muito pelo contrário. Só não ligava pra ter uma conversa fácil, mesmo que as saias curtas fizessem muitos caras pensarem o contrário. Pra eles, o fato de uma mulher usar roupa curta significava automaticamente que ela ia cair de quatro na primeira vulgaridade que aparecesse — e falando em vulgaridades, a maioria era mestre nisso. Já Luis, sabia ser discreto em público e extremamente explícito na hora H. Quando Simone disse uma vez que ele exagerava o tempo todo ao chamá-la de gostosa e desejável, ele não se fez de tímido. Em vez de insistir nos elogios, só deu uma olhada no corredor pra ver se não tinha ninguém por perto e se apoiou na mesa dela pra se esconder de qualquer olhadinha curiosa que passasse; naquele momento, mostrou o volume que se formava na calça. Como se isso já não bastasse pra ela ficar sem reação, sem dizer nada nem mostrar nenhum sinal, além de ficar paralisada com a atitude inesperada do colega, ele reforçou ainda mais o argumento, pegando no pau duro por cima da calça e acabando com qualquer dúvida, se é que ainda tinha alguma. "Pra alguém do teu tamanho e teu físico, diria que você tem um troço grande na calça", ela brincou. "Ah, não fala assim. Vou te mostrar", ele respondeu.analLuis pegou ela pelo braço e puxou pra fora do escritório. “Vem comigo”. “Pra onde a gente vai? Tá brincando?”. “Só me segue, já vai ver”. Foram pra escada e desceram uns andares, nervosos e excitados. Quem passasse por ali provavelmente daria um oi sem perceber nenhuma intenção escondida. Ele parou entre o quinto e o sexto andar e falou na lata: “Bom, aqui tá bom”. “Bom pra quê?”. “Esse é o lugar que menos tem movimento, perto do arquivo morto. Quase ninguém passa por aqui”. “Eu sei, mas por que a gente tá aqui?”. “Pra isso, olha”. Pegou a mão dela e guiou até a ereção dele. Tava quente, pulsando e dura, mesmo por baixo da calça jeans grossa. Simone não resistiu. Não foi de propósito, mas também não recuou. Apertou a mão dele, com prazer, com vontade, com carinho, mas ao mesmo tempo com firmeza. Quando ela disse “Nossa, você não tava brincando”, Luis já tinha as mãos nas tetas maravilhosas dela. Eram de médias a grandes, e incrivelmente definidas e firmes. Um volume que fazia ele salivar no menor toque. Não se olharam nos olhos. Focaram nos pontos de contato, como se as mãos deles por si só não bastassem pra fazer sentir o momento. Precisavam se agarrar e se olhar ao mesmo tempo.gozadaDepois de alguns minutos de carícias mútuas, ele resolveu dar um passo mais ousado. Levantou a camisa dela e, depois de tirar o sutiã, começou a chupar os bicos durinhos com voracidade e delicadeza ao mesmo tempo. Apesar da intensidade, era o primeiro contato entre os dois e ele sabia que o melhor nessas situações era ir devagar e prestar atenção nas reações da parceira. Mesmo chupando com uma força considerável, em vez de pedir calma, Simone simplesmente disse: "Mais forte... eu gosto quando chupam mais forte". Enquanto falava isso, brincava com o outro bico com uma mão e acariciava o cabelo dele com a outra. Assim, ela conseguia controlar a intensidade do contato. Se ele chupasse com mais força do que ela queria, ela puxava o cabelo dele... quando, ao contrário, ele demorava demais numa chupada mais suave, ela o puxava para perto, dando a entender que queria mais forte. Enquanto chupava aqueles peitos maravilhosos, Luis se tocava a rola com uma mão e apertava uma teta com a outra. A excitação aumentava de vez em quando; ele quase a empurrava contra a parede, apertando, tocando, chupando com toda a intensidade. Soltou o pau e começou a acariciar a parte interna das coxas dela, com as pontas dos dedos percorrendo aquelas coxas grossas e bem-feitas, até que se levantou e chegou ao ponto de sentir o calor que emanava da buceta de Simone, que, apesar de todo o prazer que sentia, o impedia de continuar. "Espera. Isso não". Enquanto ela segurava a mão dele suspensa no ar, ouviram passos na escada e o som de uma porta se abrindo.quadrinho pornoUma semana depois, a empresa se reuniu pra festa de confraternização e Luis sorriu num canto ao lembrar do susto que levaram na escada. Por sorte, não foram pegos no flagra, já que a pessoa que abriu a porta do último andar tava com muita pressa e passou reto. Bastou ela olhar uns metros pra baixo e ver os dois no maior auê. Foi aterrorizante ver que, mesmo com os ouvidos atentos, nem ele nem Simone perceberam o perigo que os esperava até que fosse tarde demais. Tiveram muita sorte. A semana passou normal. Agiram na discrição e o susto não deu coragem pra tentar de novo. Mas Simone tinha prometido ir na festa e já tinham passado três horas desde que tudo começou e nem sinal dela. Alguém tinha visto? Na empresa, tinha um monte de gente fofoqueira e o atraso de Simone já tava começando a preocupar.Colega de trabalhoQuando ela apareceu no meio da festa vestida de Mamãe Noel, fazendo todo mundo sorrir, o sorriso mais largo foi o do Luis. Ele sentiu alívio e admiração ao mesmo tempo. Os outros caras já estavam em volta dela como de costume, mesmo com algumas esposas e namoradas por perto, a bebida tinha aumentado a libido. E, puta merda, aquelas coxas maravilhosas ficavam ainda mais gostosas quando ela mal as cobria com aquele vestidinho vermelho e branco.

Quando uma das minas chatas do escritório comentou com ironia que o vestido era curto demais, um dos bêbados rebateu: — “Tá ótimo assim. Aposto que você se imaginou vestida desse jeito”. Todo mundo riu, as mulheres com menos empolgação, claro. Luis não sabia, mas aquela fantasia de Mamãe Noel tinha sido uma brincadeira com a gerência do departamento pra ela distribuir uns presentes pros funcionários. A festa continuou, mas Luis e Simone evitaram contato, só por precaução.

Ele tava esperando uma chance de falar com ela no final da festa, pra poderem ficar um tempinho a sós.Camaradagem gostosaJá era tarde quando Simone foi embora de novo, mas o Luis não tava mais tão ansioso como antes. A maioria tava falando alto pra tentar se destacar da música no último volume. Ninguém pensou que seria mais lógico abaixar o som, então o barulho continuou. Num certo momento, quando bateu aquela vontade inevitável de ir ao banheiro, o Luis se sentiu desconfortável na fila. Parecia que alguém tinha ficado preso dentro do banheiro e não tinha ninguém pra tirar ele de lá. Aí ele lembrou do banheiro privativo. Pra sua surpresa, quando abriu a porta, encontrou a Simone trocando de roupa, numa posição que ele já tinha desejado várias vezes nas suas fantasias. Talvez por causa da bebida ou talvez pela excitação, ela simplesmente tinha esquecido de fechar a porta do banheiro e agora só tava de calcinha, sob o olhar admirado do colega. Ele hesitou uns segundos enquanto a poucos metros o povo cantava, dançava e ficava ainda mais bêbado. Tinha que tomar uma decisão na hora. Aquela porta não podia ficar aberta por muito tempo. Então...Desculpe nao posso ajudar comEla fechou a porta, mas por dentro. Tanto ele quanto Simone estavam meio bêbados, mas ela ainda tinha lucidez suficiente pra dizer que não dava pra ser ali. Por sorte, já tinham escapado pelas escadas, mas agora, ali, com todo mundo a poucos metros do outro lado da porta, bastava alguém querer usar o banheiro pra dar merda.

E pra piorar, as duas fofoqueiras do escritório já tavam falando deles dois há um tempinho. Mas ela teve que encerrar a conversa, porque Luis já estava posicionado atrás dela, de joelhos, com a língua enterrada na buceta dela, que, ainda nervosa, não conseguiu esconder os sinais de tesão, com aquela lubrificação toda. Simone nem se opôs quando Luis levantou a perna dela pra tirar a calcinha, enquanto tentava explicar que aquilo era uma loucura. Claro que era uma loucura, mas daquelas que você não consegue resistir. Daquelas contra as quais nenhum bom senso luta, daquelas em que a única coisa que dá pra fazer é abrir as pernas e deixar rolar, torcendo pra tudo acabar bem. Sentiu as mãos firmes e quentes dele abrindo os quadris dela pra facilitar a entrada da língua molhada, que naquele momento já não se limitava só à buceta dela. Passava a língua pra cima e pra baixo, lambendo tudo que tinha pela frente.analEm vez de tentar frear aquela loucura, Simone decidiu se deixar levar pelo entusiasmo da colega e, depois de alguns minutos de prazer, retribuiu a gentileza se ajoelhando na frente dele e dando um dos boquetes mais memoráveis e perfeitos que Luis já tinha recebido. Tinha o toque do inesperado e o perigo das dezenas de pessoas que estavam por perto, mas a verdade é que Simone era uma verdadeira expert com a boca. Subia e descia devagar e depois com mais força. Em seguida, soltava a ponta da piroca e massageava os colhões passando a língua por baixo, arrepiando até os pelos que ele não tinha. Era magistral, encantadora e impressionante. Depois, engolia tudo de novo até o talo, quase inteira dentro da garganta, mas aqueles poucos centímetros que ficavam de fora davam um prazer duplo, porque ao mesmo tempo passavam a sensação de ser grande demais pra ela, e ela ainda tinha a vantagem de poder empurrar um pouco mais, segurando pela cabeça, como gostava de fazer. Quando ele começou a se despir pra aproveitar o momento com toda intensidade, Simone interrompeu dizendo: “Não, não tira a roupa. Se precisarmos explicar alguma coisa, vai ser mais difícil com os dois pelados”. Ele pensou que, sendo assim, não teria desculpa pra explicar os dois num banheiro, mesmo que um deles estivesse vestido. Mesmo assim, topou. Não era hora de discutir. A única coisa que ele queria era meter naquela mulher deliciosa que chupava a piroca dele com tanta habilidade.gozadaLuis sentou no vaso e colocou ela sentada em cima dele, fazendo tudo com as mãos ansiosas e firmes. Era uma sensação estranha, um pelado e o outro vestido. Mas isso era só mais um detalhe naquela situação incomum. Abafada pelo volume da música lá fora, ela deixou escapar um gemido longo e prolongado enquanto a rola dura e quente dele invadia a buceta ansiosa dela, que já estava pronta pra receber. Teve uma sensação muito especial nessa primeira penetração, e os dois curtiram de um jeito único. Ele deslizou devagar, suave, sem querer ir até o fundo de uma vez, prolongando ao máximo e absorvendo tudo com todos os sentidos. Agarrou ela com força, tocou, explorou cada centímetro daqueles muslos duros e grossos no colo dele, passou a mão pelas costas e parou naquele rabo feito sob medida pro apetite dele. Naquele momento, ele percebeu que tava metendo numa das mulheres mais gostosas da empresa, e isso só deu uma satisfação machista e egoísta. Quando finalmente sentou em cima dele, os peitos dela ficaram na altura do rosto dele, e Luis voltou pro ponto onde tinha parado na escada, chupando com a mesma intensidade de antes, mas com o dobro de prazer da penetração. Segurou ela pela cintura com as duas mãos e fez ela subir e descer devagar, como se fosse um instrumento feito sob medida pra satisfazer ele. Mais uma vez, quando ele achava que tava no controle da situação, Simone agarrou ele pelo cabelo e começou a dominar a intensidade de tudo, subindo e descendo do jeito que ela queria, num ritmo que tava literalmente acima da situação. Ele só conseguia se concentrar em não gozar antes da hora, mas tava cada vez mais difícil, porque quanto mais ele tentava se segurar, mais a parceira dele queria uma intensidade frenética.quadrinho pornoBem quando tava quase chegando no clímax, uma batida forte na porta deixou os dois em silêncio por um instante. Do outro lado, uma voz perguntou quem tava trancado lá dentro. Prendendo a respiração, eles se olharam, tentando achar uma saída praquela emergência. Luis não conseguiu segurar um sorriso nervoso e debochado, típico de quem já sabe que a causa tá perdida.

Simone tava se levantando rápido quando ele a interrompeu e falou bem alto pra quem tivesse do outro lado da porta: "Procura outro banheiro. Passei mal e vomitei pra todo lado." Aí reconheceu a voz de uma das fofoqueiras do outro lado. "Ah, porra. Aqui também? Como se vomitar no outro banheiro já não bastasse?!" Aí a voz foi se afastando enquanto sussurrava algo incompreensível.Colega de trabalhoOs dois se olharam aliviados, em silêncio. Como se não acreditassem na facilidade com que tinham saído de uma situação potencialmente desastrosa. Em vez de esfriar o clima, o episódio pareceu acender ainda mais o fogo entre os dois, e eles se agarraram com força um ao outro. Ela envolveu o pescoço dele com as duas mãos e disse, com o olhar de quem não pede: "Espera um pouco, quero gozar". Ele não disse nada, só assentiu e, em seguida, viu a colega montá-lo com uma facilidade que faria as putas mais experientes morrerem de inveja. Usando o pescoço do parceiro como apoio, ela subia e descia com força, fazendo um barulhão a cada investida dos corpos molhados. Quando ele estava no limite da resistência, ouviu a colega começar a gemer baixinho, como alguém que está chorando, e depois de um jeito mais rouco e gutural. Foi um orgasmo longo e trêmulo, que terminou devagar até parar por completo, com um suspiro... Ela ficou em cima dele por uns instantes e depois disse: "Pelo orgasmo que você me deu, vai ganhar um presentinho".Camaradagem gostosaEla tirou a pica da buceta dela e sentou em cima dele, impedindo que ele penetrasse. Mas a sensação era tão safada, tão excitante, que nem precisava que ele fizesse algo louco. A ponta vermelha da vara roçava a entrada, ameaçando, pressionando, enquanto ele não aguentava a agonia de ter que segurar mais. Era o tipo de tortura que dava um prazer imenso, e ela olhava pra ele com a cara de quem dominava o momento. Quando ele agarrou ela de novo pela cintura e ameaçou mais sério com a penetração no cu, ela parou: “Calma, calma... hoje não... a gente tem que ir...”. Mas ele não deu ouvidos e a única coisa que teve que fazer foi empurrar a ponta da pica de uma vez, que já tava parcialmente mergulhada entre as dobras resistentes que ainda não cediam, mas no fim cederam. Além de ser talentosa com a boca, Simone também sabia jogar bem o jogo de resistir e depois se render sem reclamar. Luis gozou como não gozava há muito tempo, bombando com toda força, até de baixo pra cima, sentindo os jatos quentes invadindo tudo lá dentro da parceira. Ela, por sua vez, fez movimentos com a cintura como se tivesse extraindo tudo que ele tinha pra dar, e quando ele ficou em silêncio, ela desceu do colo dele e se ajoelhou na frente dele de novo. Pra surpresa dele, ele ainda tinha uma carga reprimida que explodiu no primeiro contato da língua dela com a cabeça da pica dele, que ainda pulsava. Quando saíram do banheiro, um por um, encontraram meia dúzia de colegas tão bêbados que nem precisaram dar explicação nenhuma, porque ninguém ia lembrar de nada.Desculpe nao posso ajudar comAqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e as expressões solicitadas:

"Você é uma gostosa do caralho, hein? Adoro quando você fica assim, toda molhadinha pra mim. Vem cá, deixa eu lamber essa buceta gostosa até você gozar na minha cara.

1 comentários - Camaradagem gostosa

Aceby2
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