A casa estava em completo silêncio. Minha filha tinha saído correndo pro supermercado pra comprar umas coisas pro jantar, me deixando sozinha comWill, seu namoradoEu estava na cozinha, de costas pra porta, picando umas frutas na bancada. Tava usando uma blusinha de alcinha fina, bem leve por causa do calor da tarde, que deixava minhas costas de fora e realçava as curvas do meu corpo aos meus 54 anos.
De repente, senti uma presença atrás de mim. Antes que eu pudesse me virar, o calor de um corpo jovem me envolveu por completo. Era o Will.
Não tive tempo de reagir quando as mãos grandes e firmes dele passaram por baixo dos meus braços, subindo direto pro meu peito. Me endureci na hora, largando a faca na bancada. As palmas dele se encheram com o peso generoso dos meus peitos, apertando eles através do tecido fino da minha blusa com uma ousadia que me deixou sem fôlego.
— Will... o que cê tá fazendo? Minha filha vai voltar — sussurrei, mas minha voz não saiu autoritária; saiu quebrada, traída pelo arrepio de prazer que subiu pela minha espinha.
— Ela não vai voltar tão cedo, Rouse — ele respondeu no meu ouvido, com a respiração pesada—. Tô há meses te olhando... Cê me atrai demais. Cê é uma gostosa do caralho. Uma mulher de verdade.
As palavras dele, carregadas de uma luxúria jovem e sincera, me acenderam por completo. Sentir a dureza da ereção dele pressionando contra minha bunda através da calça dele acabou de vez com minhas defesas de mãe. Joguei a cabeça pra trás, apoiando no ombro do namorado da minha filha, me entregando de vez pro momento.
Will pegou minha submissão como sinal verde. Com um movimento rápido, me virou pra ficar de frente pra ele, me encurralando contra a bancada da cozinha. Os olhos de 24 anos dele brilhavam com um desejo selvagem. Ele me pegou pelo pescoço e me deu um beijo molhado, profundo e desesperado. Os lábios dele tinham gosto de urgência; a língua dele procurou a minha com uma vontade que me fez gemer entre as nossas bocas.
Enquanto a gente se devorava, as mãos dele desceram pela minha cintura, contornando minhas cadeiras largas, e depois subiram com força, entrando por baixo da minha blusa. O contato direto das mãos dele Palmas quentes contra a pele nua dos meus peitos me fizeram arquear as costas.
Will baixou o olhar, contemplando meus seios maduros e pesados que transbordavam do próprio sutiã. "Você é perfeita, Rouse", ele rosnou, antes de abaixar a cabeça para beijar meu colo, lambendo a linha do meu peito e prendendo um mamilo ereto por cima da renda, chupando ele com força.
Um gemido alto escapou da minha garganta. Esquecendo completamente o perigo e o respeito pela minha filha, subi minhas mãos até o torso dele, acariciando suas costas tonificadas por baixo da camiseta, me maravilhando com a firmeza da juventude dele.
Will levantou uma das minhas pernas, encaixando minha coxa na cintura dele pra me colar mais na intimidade dele. Começou a se esfregar em mim com movimentos rítmicos e pesados. O roçar através da roupa era tão intenso que eu sentia minha própria lubrificação encharcar minha lingerie. Eu me movia no ritmo das investidas dele, cravando minhas unhas nos ombros dele, perdida na adrenalina do proibido.
As mãos dele desceram pra minha bunda, apertando com força, me levantando um pouco pra intensificar o amasso. Cada beijo dele era mais possessivo; ele me mostrava que minha maturidade deixava ele completamente louco. A gente estava no limite, ofegando com força no meio da cozinha, as peles brilhando de suor e culpa.
De repente, o som distante de um carro estacionando lá fora nos trouxe de volta à realidade com um baque. Era minha filha voltando.
A gente se separou ofegante, com os lábios vermelhos e a roupa bagunçada. Will me encarou, com a respiração entrecortada e um sorriso cúmplice que me prometia que isso era só o começo de um jogo muito perigoso. Eu arrumei minha blusa rapidinho enquanto ele caminhava pra sala, bem antes de ouvir a chave na fechadura. Meu coração batia a mil por hora, sabendo que o namorado da minha filha tinha acabado de provar o fruto proibido da minha maturidade.
De repente, senti uma presença atrás de mim. Antes que eu pudesse me virar, o calor de um corpo jovem me envolveu por completo. Era o Will.
Não tive tempo de reagir quando as mãos grandes e firmes dele passaram por baixo dos meus braços, subindo direto pro meu peito. Me endureci na hora, largando a faca na bancada. As palmas dele se encheram com o peso generoso dos meus peitos, apertando eles através do tecido fino da minha blusa com uma ousadia que me deixou sem fôlego.
— Will... o que cê tá fazendo? Minha filha vai voltar — sussurrei, mas minha voz não saiu autoritária; saiu quebrada, traída pelo arrepio de prazer que subiu pela minha espinha.
— Ela não vai voltar tão cedo, Rouse — ele respondeu no meu ouvido, com a respiração pesada—. Tô há meses te olhando... Cê me atrai demais. Cê é uma gostosa do caralho. Uma mulher de verdade.
As palavras dele, carregadas de uma luxúria jovem e sincera, me acenderam por completo. Sentir a dureza da ereção dele pressionando contra minha bunda através da calça dele acabou de vez com minhas defesas de mãe. Joguei a cabeça pra trás, apoiando no ombro do namorado da minha filha, me entregando de vez pro momento.
Will pegou minha submissão como sinal verde. Com um movimento rápido, me virou pra ficar de frente pra ele, me encurralando contra a bancada da cozinha. Os olhos de 24 anos dele brilhavam com um desejo selvagem. Ele me pegou pelo pescoço e me deu um beijo molhado, profundo e desesperado. Os lábios dele tinham gosto de urgência; a língua dele procurou a minha com uma vontade que me fez gemer entre as nossas bocas.
Enquanto a gente se devorava, as mãos dele desceram pela minha cintura, contornando minhas cadeiras largas, e depois subiram com força, entrando por baixo da minha blusa. O contato direto das mãos dele Palmas quentes contra a pele nua dos meus peitos me fizeram arquear as costas.
Will baixou o olhar, contemplando meus seios maduros e pesados que transbordavam do próprio sutiã. "Você é perfeita, Rouse", ele rosnou, antes de abaixar a cabeça para beijar meu colo, lambendo a linha do meu peito e prendendo um mamilo ereto por cima da renda, chupando ele com força.
Um gemido alto escapou da minha garganta. Esquecendo completamente o perigo e o respeito pela minha filha, subi minhas mãos até o torso dele, acariciando suas costas tonificadas por baixo da camiseta, me maravilhando com a firmeza da juventude dele.
Will levantou uma das minhas pernas, encaixando minha coxa na cintura dele pra me colar mais na intimidade dele. Começou a se esfregar em mim com movimentos rítmicos e pesados. O roçar através da roupa era tão intenso que eu sentia minha própria lubrificação encharcar minha lingerie. Eu me movia no ritmo das investidas dele, cravando minhas unhas nos ombros dele, perdida na adrenalina do proibido.
As mãos dele desceram pra minha bunda, apertando com força, me levantando um pouco pra intensificar o amasso. Cada beijo dele era mais possessivo; ele me mostrava que minha maturidade deixava ele completamente louco. A gente estava no limite, ofegando com força no meio da cozinha, as peles brilhando de suor e culpa.
De repente, o som distante de um carro estacionando lá fora nos trouxe de volta à realidade com um baque. Era minha filha voltando.
A gente se separou ofegante, com os lábios vermelhos e a roupa bagunçada. Will me encarou, com a respiração entrecortada e um sorriso cúmplice que me prometia que isso era só o começo de um jogo muito perigoso. Eu arrumei minha blusa rapidinho enquanto ele caminhava pra sala, bem antes de ouvir a chave na fechadura. Meu coração batia a mil por hora, sabendo que o namorado da minha filha tinha acabado de provar o fruto proibido da minha maturidade.
4 comentários - Genro tarado me apalpa na cozinha