Capítulo 3: O Ritual da Navalha
Na manhã seguinte, o sol não apareceu. Em vez disso, uma luz cinzenta e difusa se filtrava pelas janelas da cabana, pintando tudo em tons de melancolia e expectativa. Sandra acordou sozinha na cama, com o cheiro de Alan impregnado nos lençóis e na própria pele. Não tinha dormido bem; sua mente estava em guerra, um campo de batalha entre a mulher devota e controladora que sempre fora e a criatura faminta que Alan havia despertado.
Encontrou-o na cozinha, preparando café, vestido só com uma calça jeans que se ajustava às pernas e ao rabo. O torso nu, peludo e poderoso, era um lembrete constante da noite anterior. Ele se virou ao ouvi-la entrar, e um sorriso lento se desenhou no rosto dele.
— Chegou a hora da segunda lição — disse ele, a voz calma, mas carregada de uma autoridade inegável. — A lição da confiança e da entrega total.
Entregou-lhe uma xícara de café e a pegou pela mão, guiando-a não para o quarto, mas para o banheiro. O espaço era tão austero quanto o resto da cabana: azulejos de pedra escura, um grande chuveiro de vidro e uma banheira de ardósia. Alan a fez sentar na borda da banheira, que estava fria e lisa sob as coxas dela.
De uma gaveta, ele tirou uma depiladora elétrica, um pente e uma toalha pequena. Sandra olhou para ele, confusa, um nó de ansiedade apertando seu estômago.
— O que... o que você vai fazer? — perguntou ela, a voz quase um sussurro.
Alan se ajoelhou na frente dela, abrindo suas pernas com uma firmeza que não admitia discussão. Os olhos dele se fixaram no centro da buceta dela, ainda coberta pela renda da calcinha que ela usava desde a noite anterior.
— Isso — disse ele, passando os dedos sobre o tecido — é um jardim negligenciado. Um tesouro escondido que a dona não soube apreciar. Seu ex-marido, na ignorância dele, roubou de você o prazer de ser descoberta. Eu vou devolver isso a você. Hoje, você vai renascer.
Com um movimento rápido, ele rasgou a renda frágil da calcinha dela. Sandra exclamou, mais pela ousadia do ato do que pela dor. Ficou exposta, vulnerável, sua penugem pubiana, um tufo escuro e crespo que nunca tinha dado importância, agora era o centro do universo de Alan. Ele ligou a depiladora. O zumbido elétrico encheu o quarto, um som mecânico e ameaçador. Sandra sentiu o pânico gelado percorrê-la. Aquilo era íntimo demais, invasivo demais. Tentou fechar as pernas, mas a mão de Alan na coxa dela a imobilizou. A pressão não doía, mas era inflexível. Era um aviso silencioso. —Confie em mim, Sandra —murmurou, os olhos fixos nos dela—. Relaxa e sente. Não pensa. Só sente. E então, o metal frio da depiladora tocou sua pele. O primeiro passo foi um choque. Um arrepio elétrico percorreu todo o corpo dela. Alan trabalhava com uma concentração de cirurgião, a mão livre esticando a pele dela para um barbear perfeito. Sandra podia sentir cada vibração do aparelho, cada pelo sendo cortado, cada milímetro da pele sendo liberado. Era uma violação e uma consagração ao mesmo tempo. Alan a depilou com uma precisão obsessiva. Primeiro os grandes lábios, despojando-os da penugem até deixá-los lisos e pálidos. Depois, com uma delicadeza que a fez prender a respiração, trabalhou nos pequenos lábios, que inchavam e avermelhavam sob a atenção dele. Sandra sentia o calor da respiração dele, o roçar ocasional dos nós dos dedos contra o clitóris, que pulsava, implorando por um contato direto. Era uma tortura deliciosa, um edging brutal que a mantinha à beira do abismo sem deixá-la cair. Quando terminou, passou uma toalha úmida e quente sobre a pele. A sensação foi celestial. Sandra olhou para baixo e quase gritou. Não se reconheceu. A buceta dela, agora completamente pelada, era uma coisa linda. Os lábios, lisos e rosados, se entreabriam como uma pétala, revelando a entrada molhada e escura da vagina. E o clitóris, antes escondido sob uma mata de pelos, agora Era um botão proeminente, inchado, vermelho e deliciosamente sensível, parecia uma frutinha esperando ser devorada. — Agora sim — disse Alan, a voz rouca de desejo —. Agora você está pronta. Ele se inclinou e, sem aviso, sua boca cobriu a buceta recém-descoberta de Sandra. Ela arqueou as costas, um grito rasgado escapou da garganta. A língua dele era áspera e molhada, explorando cada dobra, cada cantinho. Ele lambia os lábios dela devagar, chupava o clitóris num ritmo que a enlouquecia. Nunca, em seus 49 anos, ninguém tinha feito oral nela. O ex-marido achava "sujo". Agora, Alan estava transformando essa "sujeira" na mais sublime forma de adoração. Ele enfiou dois dedos. Eram grossos e compridos, e entraram nela sem resistência, deslizando pelas paredes da buceta já encharcada. Mexeu-os para dentro, num movimento de "vem cá", e encontrou aquele ponto áspero e sensível na frente do canal. A estimulação no clitóris e no ponto G ao mesmo tempo foi demais. O orgasmo bateu nela como uma onda de tsunami. Não foi um tremor suave, foi uma convulsão violenta. O corpo dela se arqueou numa ponte impossível, as pernas tremeram sem controle, e uma série de gritos guturais e gemidos sem sentido saíram dos lábios. Ela viu luzes atrás das pálpebras, a mente ficou em branco, e por um momento, apagou. Quando voltou à realidade, estava deitada no chão, com Alan acariciando o cabelo dela. Sentia-se fraca, mas viva. Mais viva do que nunca. Sentia-se renascida. — Isso é só o começo — ele sussurrou no ouvido dela —. Agora você sabe o que é sentir. Mas logo vai aprender o que é ser usada. Ser meu brinquedo. Ser minha submissa. As palavras gelaram ela, mas ao mesmo tempo, acenderam uma chama nova e escura. O medo voltou, mas dessa vez, andava de mãos dadas com o desejo. Continua.
Na manhã seguinte, o sol não apareceu. Em vez disso, uma luz cinzenta e difusa se filtrava pelas janelas da cabana, pintando tudo em tons de melancolia e expectativa. Sandra acordou sozinha na cama, com o cheiro de Alan impregnado nos lençóis e na própria pele. Não tinha dormido bem; sua mente estava em guerra, um campo de batalha entre a mulher devota e controladora que sempre fora e a criatura faminta que Alan havia despertado.
Encontrou-o na cozinha, preparando café, vestido só com uma calça jeans que se ajustava às pernas e ao rabo. O torso nu, peludo e poderoso, era um lembrete constante da noite anterior. Ele se virou ao ouvi-la entrar, e um sorriso lento se desenhou no rosto dele.
— Chegou a hora da segunda lição — disse ele, a voz calma, mas carregada de uma autoridade inegável. — A lição da confiança e da entrega total.
Entregou-lhe uma xícara de café e a pegou pela mão, guiando-a não para o quarto, mas para o banheiro. O espaço era tão austero quanto o resto da cabana: azulejos de pedra escura, um grande chuveiro de vidro e uma banheira de ardósia. Alan a fez sentar na borda da banheira, que estava fria e lisa sob as coxas dela.
De uma gaveta, ele tirou uma depiladora elétrica, um pente e uma toalha pequena. Sandra olhou para ele, confusa, um nó de ansiedade apertando seu estômago.
— O que... o que você vai fazer? — perguntou ela, a voz quase um sussurro.
Alan se ajoelhou na frente dela, abrindo suas pernas com uma firmeza que não admitia discussão. Os olhos dele se fixaram no centro da buceta dela, ainda coberta pela renda da calcinha que ela usava desde a noite anterior.
— Isso — disse ele, passando os dedos sobre o tecido — é um jardim negligenciado. Um tesouro escondido que a dona não soube apreciar. Seu ex-marido, na ignorância dele, roubou de você o prazer de ser descoberta. Eu vou devolver isso a você. Hoje, você vai renascer.
Com um movimento rápido, ele rasgou a renda frágil da calcinha dela. Sandra exclamou, mais pela ousadia do ato do que pela dor. Ficou exposta, vulnerável, sua penugem pubiana, um tufo escuro e crespo que nunca tinha dado importância, agora era o centro do universo de Alan. Ele ligou a depiladora. O zumbido elétrico encheu o quarto, um som mecânico e ameaçador. Sandra sentiu o pânico gelado percorrê-la. Aquilo era íntimo demais, invasivo demais. Tentou fechar as pernas, mas a mão de Alan na coxa dela a imobilizou. A pressão não doía, mas era inflexível. Era um aviso silencioso. —Confie em mim, Sandra —murmurou, os olhos fixos nos dela—. Relaxa e sente. Não pensa. Só sente. E então, o metal frio da depiladora tocou sua pele. O primeiro passo foi um choque. Um arrepio elétrico percorreu todo o corpo dela. Alan trabalhava com uma concentração de cirurgião, a mão livre esticando a pele dela para um barbear perfeito. Sandra podia sentir cada vibração do aparelho, cada pelo sendo cortado, cada milímetro da pele sendo liberado. Era uma violação e uma consagração ao mesmo tempo. Alan a depilou com uma precisão obsessiva. Primeiro os grandes lábios, despojando-os da penugem até deixá-los lisos e pálidos. Depois, com uma delicadeza que a fez prender a respiração, trabalhou nos pequenos lábios, que inchavam e avermelhavam sob a atenção dele. Sandra sentia o calor da respiração dele, o roçar ocasional dos nós dos dedos contra o clitóris, que pulsava, implorando por um contato direto. Era uma tortura deliciosa, um edging brutal que a mantinha à beira do abismo sem deixá-la cair. Quando terminou, passou uma toalha úmida e quente sobre a pele. A sensação foi celestial. Sandra olhou para baixo e quase gritou. Não se reconheceu. A buceta dela, agora completamente pelada, era uma coisa linda. Os lábios, lisos e rosados, se entreabriam como uma pétala, revelando a entrada molhada e escura da vagina. E o clitóris, antes escondido sob uma mata de pelos, agora Era um botão proeminente, inchado, vermelho e deliciosamente sensível, parecia uma frutinha esperando ser devorada. — Agora sim — disse Alan, a voz rouca de desejo —. Agora você está pronta. Ele se inclinou e, sem aviso, sua boca cobriu a buceta recém-descoberta de Sandra. Ela arqueou as costas, um grito rasgado escapou da garganta. A língua dele era áspera e molhada, explorando cada dobra, cada cantinho. Ele lambia os lábios dela devagar, chupava o clitóris num ritmo que a enlouquecia. Nunca, em seus 49 anos, ninguém tinha feito oral nela. O ex-marido achava "sujo". Agora, Alan estava transformando essa "sujeira" na mais sublime forma de adoração. Ele enfiou dois dedos. Eram grossos e compridos, e entraram nela sem resistência, deslizando pelas paredes da buceta já encharcada. Mexeu-os para dentro, num movimento de "vem cá", e encontrou aquele ponto áspero e sensível na frente do canal. A estimulação no clitóris e no ponto G ao mesmo tempo foi demais. O orgasmo bateu nela como uma onda de tsunami. Não foi um tremor suave, foi uma convulsão violenta. O corpo dela se arqueou numa ponte impossível, as pernas tremeram sem controle, e uma série de gritos guturais e gemidos sem sentido saíram dos lábios. Ela viu luzes atrás das pálpebras, a mente ficou em branco, e por um momento, apagou. Quando voltou à realidade, estava deitada no chão, com Alan acariciando o cabelo dela. Sentia-se fraca, mas viva. Mais viva do que nunca. Sentia-se renascida. — Isso é só o começo — ele sussurrou no ouvido dela —. Agora você sabe o que é sentir. Mas logo vai aprender o que é ser usada. Ser meu brinquedo. Ser minha submissa. As palavras gelaram ela, mas ao mesmo tempo, acenderam uma chama nova e escura. O medo voltou, mas dessa vez, andava de mãos dadas com o desejo. Continua.
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