Ontem à noite, meu namorado foi trabalhar e chegou hoje de madrugada.
Tava cansado, tomou um banho e deitou pelado de barriga pra baixo.
Comecei a acariciar ele, arranhei as costas dele, as pernas e dei um tapa na bunda dele que tava virada pra cima... ele não reagiu...
Passei a mão nele por mais um minuto, mas ele pediu pra eu não tocar, que tava exausto.
Perguntei:
— Tudo bem, love?
Ele disse — Sim, e tô super feliz, mas a verdade é que dei tudo de mim essa noite.
Adoro que meu homem dá tudo pra ganhar a vida, que bota corpo e alma no trabalho dele.
Acariciei a cabeça dele e fiquei olhando a carinha dele até dormir.
Hoje de manhã ele me contou tudo isso que tô te contando:
— Fui buscá-la no apartamento com meu carro, ela tava linda, esperando lá fora, uma saia curta, umas botas de salto alto, uma jaquetinha curta, não dava pra ver o que tinha por baixo.
— Ela se aproximou da rua, entrou no carro quando parei na porta dela, abri a porta por dentro, ela sentou no banco do carona e me deu um selinho.
— Engatei a primeira e fui pra casa conversando sobre a vida em geral.
— Umas quadras antes perguntei se ela conhecia o plano e ela confirmou que sim.
— Perguntei coisas específicas do que ela toparia fazer, ela disse que já tinha conversado tudo com o marido dela e me contou tudo.
Ela explicou que quando os clientes marcam encontro, tem um questionário de possibilidades, gostos, etc., pra saber que serviço querem e poder organizar a experiência.
— Tomamos uma taça de vinho tinto eu e ela uma de vinho branco... dei um chocolate pra ela e ela ficou feliz que nem uma adolescente...
— Nisso, eu tava abraçando e beijando ela um pouco e pela janela vi chegar o carro do marido.
O marido chegou, entrou na casa e ficou observando.
— Aí comecei a beijar o pescoço dela e fazer tudo que ela disse que gostava na preliminar.
— O marido entrou na casa, ela tinha deixado a porta destrancada.
— Chegou na cozinha e com um tom calmo disse — O que cê tá fazendo, gata?
— Eu tava passando a mão nela, percorrendo o corpo todo dela. cozinha... ela não respondeu
- Aí obriguei ela a se abaixar e me chupar
- Depois levantei ela e, sem tirar a roupa, levantei a saia dela, meti a mão por baixo da calcinha fio dental e comecei a masturbar ela
- Primeiro devagar, ela tava sequinha por fora, mas quando abri os lábios dela, saiu um rio de fluido que não tinha conseguido sair, e aí aproveitei e meti um dedinho, depois outro, e depois os três
- A mulher, ao ver que o marido dela tava olhando, segurava os gemidos por ter meus três dedos dentro da buceta dela, fazendo giros e movimentos que ela nunca tinha sentido
- Quando chegou o momento em que a represa não aguentou mais, saíram todos os gemidos juntos, atordoando o marido dela, que já tava se tocando por cima da calça a poucos passos
- Eu sabia que o marido tava ali atrás, mas continuei sem prestar atenção no espectador
- Agarrei ela como um saco e coloquei em cima da ilha da cozinha, empurrei o peito dela até que ela ficou deitada na ilha da cozinha, como ainda tava de jaqueta, não sentiu o frio do mármore, mas a bunda dela sentiu... sem tirar a calcinha fio dental, chupei a buceta e o cu dela
- Você não sabe o que era aquela mulher, tudo que ela tinha pra dar e tudo que ela vinha segurando por anos
- Fiz tudo que dá pra fazer com ela, beijei, chupei, arranhei, meti dedos, em todos os lugares que a saia dela cobria quando ela tava me esperando na porta de casa
- Não tinha sobrado nada daqueles nervos, daquela ansiedade, daqueles medos, só tinha prazer, entrega, ela já não ligava mais pro marido olhar, mas eu ligava, sim, ele, mesmo estando passivo naquele momento, era parte fundamental da experiência
- Por isso sempre me virava pra garantir que ele pudesse ver tudo bem, mudando de posição pra não perder nada
- Eu tinha ela completamente dominada, tava fazendo ela minha de um jeito que nunca tinham feito com ela
- O marido via como um macho vinha e devorava a mulher dele, e a raiva dele dava pra sentir na energia do lugar, como tava crescendo
- Virei ela, coloquei ela bunda na altura da bancada e deixei ela de quatro, pela altura dela as pernas ficaram balançando sem tocar o chão
- os saltos dela ainda nos pés tremiam por causa do tremor das pernas
- Cada vez que eu olhava a cara dela, os olhos estavam fechados, ela estava totalmente entregue, e não segurava nenhum gemido que quisesse sair... cada coisa nova que eu fazia nela era um grito de prazer
- Depois enfiei a língua no cu dela, aí ela fez um silêncio e apertou minha língua com o ânus...
- Ela não estava acostumada, mas continuei chupando tudo ao redor, falei com ela e disse que estava tudo bem, que quando quisesse a gente podia parar, mas que se deixasse viver sensações novas...
- Desci, enfiei a língua de novo, senti como ela deixou eu entrar e depois de um tempinho abrindo ela, meti a pica
devagar-
- Ela arranhava a bancada, gemia um pouco, fazia caras de dor e de prazer,
- Nunca perguntei se doía, nunca parei de meter com ritmo e com força, agora ela só tinha que viver aquilo, não importava o que ela pensava
- Agora o machinho estava comendo ela na frente do marido dela, fazendo ela sua, e ela submissa aguentava tudo que eu tinha vontade de fazer
- Ela não parava de gemer a cada estocada
O marido já estava puto com esse machinho que veio desrespeitar ele
- Sem avisar nada, gozei dentro do cu dela, quando tirei a pica ela ainda estava dura que nem um cacete, e saiu como uma rolha e espalhou toda a porra num jato só, sujando as botas dela
- Fiquei cansado e baixei a guarda, mas nessa hora o marido me pegou pelo pescoço por trás e me empurrou até esmagar minha cara no mármore, aí sim senti o frio do mármore
- Então ele baixou as calças e sem soltar meu pescoço, enfiou um dedo no meu cu pra dilatar e enquanto metia a pica em mim, disse - Essa mulher é minha, sabia?
- Eu deixei ele entrar aceitando a superioridade masculina, e não tentava me soltar... Ele era o macho dominante, dono da mulher!... Ela olhava pra ele espantada, como O macho alfa principal reafirmava seu poder comendo o carinha que comeu a mulher dele há pouco.
- Ele repetiu pra mim enquanto ouviam tapas no meu cu: - Essa mulher é minha, tá claro?
- O macho dominante sentia um buraco maior que o da esposa dele, com menos resistência, não tinha tanta dificuldade pra entrar e por isso podia meter e tirar com toda energia, sem se segurar... e deixou claro quem era o macho alfa, deixando toda a porra lá dentro.
- O cara deixou claro pro machinho desrespeitoso e pra mulher dele quem era o macho alfa.
- Entrando e saindo com força de propósito pra me machucar, o macho alfa gritou pra mim:
- Essa mulher é minha, tá claro?
- E eu parei de aguentar os gritos e gritei: - Sim, é sua.
- A mulher dele, em êxtase por ver o macho alfa retomando o domínio em vez de ser um corno chorão, aceitou o que aconteceu e colocou as coisas no lugar.
- Ali, o macho alfa era ele. Ela era dele e eu um otário que tentou pegar a mulher dele.
- Depois ele tirou a pica do meu cu e viu a porra escorrendo até o chão.
- Já fazia um tempo que minha atitude de macho tinha virado de otário... e eu fiquei quieto, aceitando o castigo e aceitando o domínio dele.
- O marido levantou a calça dela, puxou ela da mesa de uma vez, beijou ela na boca, no pescoço, nos peitos e disse:
- Vamos, gata, vamos pra casa.
- Ela, em silêncio, ajeitou a roupa.
- Ela se jogou nele e ficaram abraçados por um minuto ou dois...
Eles se reconciliaram e aceitaram a posição de macho dominante e mulher entregue ao seu macho, ambos sabendo que o outro é uma bomba sexual capaz de tudo. Faminta por qualquer coisa. Coisas que ainda estavam por descobrir, inclusive. Mas algo bem confirmado é que ela é dele e volta pra ele.
- Vendo eles, eu me vestia em silêncio.
- Quando chegaram na porta da sala, prestes a sair, os dois olharam pra trás.
- Eu já estava todo vestido, indo alcançá-los pra me despedir na porta.
Com um sorriso, disseram:
- Valeu, Seba, e foram embora no carro deles.
- Ele marido e a mulher tinham reconfirmado posições, tinham curtido coisas novas, tinham passado dos limites e tinham voltado mais fortalecidos...
Hoje ela acordou e enquanto a gente tomava café, me contou tudo isso que tô te contando.
Depois pedi minha cota de sexo e fui trabalhar...
Meu trabalho? Já te conto depois...
Amo meu namorado, sei que ele dá amor no serviço dele, ele quebra estruturas de casais pra que eles se remontem e se fortaleçam, encontrem novos caminhos e que as brigas, em vez de descarregarem no parceiro, descarreguem nele.
As mulheres decentes têm putas no cio dentro da gente que não temos coragem de mostrar, e os homens decentes e bonzinhos são machos alfa que vão marcar território se alguém quiser roubar a mulher deles.
Se você vê nesse trabalho uma contribuição pra casais presos em estruturas rígidas, com medo da perda, com falta de posição dominante do homem, com pouca faísca sexual, vai entender os benefícios profundos do serviço do meu namorado.
Daqui a pouco ele vai sair pra trabalhar de novo...
Hoje o cliente é um casal da capital...
Amanhã... talvez seja você...
Se quiser o serviço dele, me manda uma mensagem privada no CHAT.
Te passo os honorários e a gente conversa sobre como adequar o serviço às suas necessidades.
Abraços!!!
Tava cansado, tomou um banho e deitou pelado de barriga pra baixo.
Comecei a acariciar ele, arranhei as costas dele, as pernas e dei um tapa na bunda dele que tava virada pra cima... ele não reagiu...
Passei a mão nele por mais um minuto, mas ele pediu pra eu não tocar, que tava exausto.
Perguntei:
— Tudo bem, love?
Ele disse — Sim, e tô super feliz, mas a verdade é que dei tudo de mim essa noite.
Adoro que meu homem dá tudo pra ganhar a vida, que bota corpo e alma no trabalho dele.
Acariciei a cabeça dele e fiquei olhando a carinha dele até dormir.
Hoje de manhã ele me contou tudo isso que tô te contando:
— Fui buscá-la no apartamento com meu carro, ela tava linda, esperando lá fora, uma saia curta, umas botas de salto alto, uma jaquetinha curta, não dava pra ver o que tinha por baixo.
— Ela se aproximou da rua, entrou no carro quando parei na porta dela, abri a porta por dentro, ela sentou no banco do carona e me deu um selinho.
— Engatei a primeira e fui pra casa conversando sobre a vida em geral.
— Umas quadras antes perguntei se ela conhecia o plano e ela confirmou que sim.
— Perguntei coisas específicas do que ela toparia fazer, ela disse que já tinha conversado tudo com o marido dela e me contou tudo.
Ela explicou que quando os clientes marcam encontro, tem um questionário de possibilidades, gostos, etc., pra saber que serviço querem e poder organizar a experiência.
— Tomamos uma taça de vinho tinto eu e ela uma de vinho branco... dei um chocolate pra ela e ela ficou feliz que nem uma adolescente...
— Nisso, eu tava abraçando e beijando ela um pouco e pela janela vi chegar o carro do marido.
O marido chegou, entrou na casa e ficou observando.
— Aí comecei a beijar o pescoço dela e fazer tudo que ela disse que gostava na preliminar.
— O marido entrou na casa, ela tinha deixado a porta destrancada.
— Chegou na cozinha e com um tom calmo disse — O que cê tá fazendo, gata?
— Eu tava passando a mão nela, percorrendo o corpo todo dela. cozinha... ela não respondeu
- Aí obriguei ela a se abaixar e me chupar
- Depois levantei ela e, sem tirar a roupa, levantei a saia dela, meti a mão por baixo da calcinha fio dental e comecei a masturbar ela
- Primeiro devagar, ela tava sequinha por fora, mas quando abri os lábios dela, saiu um rio de fluido que não tinha conseguido sair, e aí aproveitei e meti um dedinho, depois outro, e depois os três
- A mulher, ao ver que o marido dela tava olhando, segurava os gemidos por ter meus três dedos dentro da buceta dela, fazendo giros e movimentos que ela nunca tinha sentido
- Quando chegou o momento em que a represa não aguentou mais, saíram todos os gemidos juntos, atordoando o marido dela, que já tava se tocando por cima da calça a poucos passos
- Eu sabia que o marido tava ali atrás, mas continuei sem prestar atenção no espectador
- Agarrei ela como um saco e coloquei em cima da ilha da cozinha, empurrei o peito dela até que ela ficou deitada na ilha da cozinha, como ainda tava de jaqueta, não sentiu o frio do mármore, mas a bunda dela sentiu... sem tirar a calcinha fio dental, chupei a buceta e o cu dela
- Você não sabe o que era aquela mulher, tudo que ela tinha pra dar e tudo que ela vinha segurando por anos
- Fiz tudo que dá pra fazer com ela, beijei, chupei, arranhei, meti dedos, em todos os lugares que a saia dela cobria quando ela tava me esperando na porta de casa
- Não tinha sobrado nada daqueles nervos, daquela ansiedade, daqueles medos, só tinha prazer, entrega, ela já não ligava mais pro marido olhar, mas eu ligava, sim, ele, mesmo estando passivo naquele momento, era parte fundamental da experiência
- Por isso sempre me virava pra garantir que ele pudesse ver tudo bem, mudando de posição pra não perder nada
- Eu tinha ela completamente dominada, tava fazendo ela minha de um jeito que nunca tinham feito com ela
- O marido via como um macho vinha e devorava a mulher dele, e a raiva dele dava pra sentir na energia do lugar, como tava crescendo
- Virei ela, coloquei ela bunda na altura da bancada e deixei ela de quatro, pela altura dela as pernas ficaram balançando sem tocar o chão
- os saltos dela ainda nos pés tremiam por causa do tremor das pernas
- Cada vez que eu olhava a cara dela, os olhos estavam fechados, ela estava totalmente entregue, e não segurava nenhum gemido que quisesse sair... cada coisa nova que eu fazia nela era um grito de prazer
- Depois enfiei a língua no cu dela, aí ela fez um silêncio e apertou minha língua com o ânus...
- Ela não estava acostumada, mas continuei chupando tudo ao redor, falei com ela e disse que estava tudo bem, que quando quisesse a gente podia parar, mas que se deixasse viver sensações novas...
- Desci, enfiei a língua de novo, senti como ela deixou eu entrar e depois de um tempinho abrindo ela, meti a pica
devagar-
- Ela arranhava a bancada, gemia um pouco, fazia caras de dor e de prazer,
- Nunca perguntei se doía, nunca parei de meter com ritmo e com força, agora ela só tinha que viver aquilo, não importava o que ela pensava
- Agora o machinho estava comendo ela na frente do marido dela, fazendo ela sua, e ela submissa aguentava tudo que eu tinha vontade de fazer
- Ela não parava de gemer a cada estocada
O marido já estava puto com esse machinho que veio desrespeitar ele
- Sem avisar nada, gozei dentro do cu dela, quando tirei a pica ela ainda estava dura que nem um cacete, e saiu como uma rolha e espalhou toda a porra num jato só, sujando as botas dela
- Fiquei cansado e baixei a guarda, mas nessa hora o marido me pegou pelo pescoço por trás e me empurrou até esmagar minha cara no mármore, aí sim senti o frio do mármore
- Então ele baixou as calças e sem soltar meu pescoço, enfiou um dedo no meu cu pra dilatar e enquanto metia a pica em mim, disse - Essa mulher é minha, sabia?
- Eu deixei ele entrar aceitando a superioridade masculina, e não tentava me soltar... Ele era o macho dominante, dono da mulher!... Ela olhava pra ele espantada, como O macho alfa principal reafirmava seu poder comendo o carinha que comeu a mulher dele há pouco.
- Ele repetiu pra mim enquanto ouviam tapas no meu cu: - Essa mulher é minha, tá claro?
- O macho dominante sentia um buraco maior que o da esposa dele, com menos resistência, não tinha tanta dificuldade pra entrar e por isso podia meter e tirar com toda energia, sem se segurar... e deixou claro quem era o macho alfa, deixando toda a porra lá dentro.
- O cara deixou claro pro machinho desrespeitoso e pra mulher dele quem era o macho alfa.
- Entrando e saindo com força de propósito pra me machucar, o macho alfa gritou pra mim:
- Essa mulher é minha, tá claro?
- E eu parei de aguentar os gritos e gritei: - Sim, é sua.
- A mulher dele, em êxtase por ver o macho alfa retomando o domínio em vez de ser um corno chorão, aceitou o que aconteceu e colocou as coisas no lugar.
- Ali, o macho alfa era ele. Ela era dele e eu um otário que tentou pegar a mulher dele.
- Depois ele tirou a pica do meu cu e viu a porra escorrendo até o chão.
- Já fazia um tempo que minha atitude de macho tinha virado de otário... e eu fiquei quieto, aceitando o castigo e aceitando o domínio dele.
- O marido levantou a calça dela, puxou ela da mesa de uma vez, beijou ela na boca, no pescoço, nos peitos e disse:
- Vamos, gata, vamos pra casa.
- Ela, em silêncio, ajeitou a roupa.
- Ela se jogou nele e ficaram abraçados por um minuto ou dois...
Eles se reconciliaram e aceitaram a posição de macho dominante e mulher entregue ao seu macho, ambos sabendo que o outro é uma bomba sexual capaz de tudo. Faminta por qualquer coisa. Coisas que ainda estavam por descobrir, inclusive. Mas algo bem confirmado é que ela é dele e volta pra ele.
- Vendo eles, eu me vestia em silêncio.
- Quando chegaram na porta da sala, prestes a sair, os dois olharam pra trás.
- Eu já estava todo vestido, indo alcançá-los pra me despedir na porta.
Com um sorriso, disseram:
- Valeu, Seba, e foram embora no carro deles.
- Ele marido e a mulher tinham reconfirmado posições, tinham curtido coisas novas, tinham passado dos limites e tinham voltado mais fortalecidos...
Hoje ela acordou e enquanto a gente tomava café, me contou tudo isso que tô te contando.
Depois pedi minha cota de sexo e fui trabalhar...
Meu trabalho? Já te conto depois...
Amo meu namorado, sei que ele dá amor no serviço dele, ele quebra estruturas de casais pra que eles se remontem e se fortaleçam, encontrem novos caminhos e que as brigas, em vez de descarregarem no parceiro, descarreguem nele.
As mulheres decentes têm putas no cio dentro da gente que não temos coragem de mostrar, e os homens decentes e bonzinhos são machos alfa que vão marcar território se alguém quiser roubar a mulher deles.
Se você vê nesse trabalho uma contribuição pra casais presos em estruturas rígidas, com medo da perda, com falta de posição dominante do homem, com pouca faísca sexual, vai entender os benefícios profundos do serviço do meu namorado.
Daqui a pouco ele vai sair pra trabalhar de novo...
Hoje o cliente é um casal da capital...
Amanhã... talvez seja você...
Se quiser o serviço dele, me manda uma mensagem privada no CHAT.
Te passo os honorários e a gente conversa sobre como adequar o serviço às suas necessidades.
Abraços!!!
0 comentários - O trabalho do meu namorado