Olá, como vocês sabem e caso não saibam, sou uma garota travesti e isso aconteceu num dia de bruxas (Halloween). Isso foi há dois anos atrás, tudo começou na escola entre o grupo de colegas. Tava chegando um jogo de futebol entre minha escola e outra da região, a gente não jogava, mas no auge da semana esportiva, os ânimos estavam lá em cima por causa dessa semana. Enfim, meus amigos e eu apostamos com um grupo da outra escola, já que tava chegando o Dia dos Mortos aqui no México e ia ter festa à fantasia. A escola que perdesse teria que ir fantasiado de garota, não importava se fosse de alguma personagem ou só ir de garota. Naquele momento em que a situação escalou e a aposta foi aceita, eu já me vestia em segredo e, uff, honestamente, queria que minha escola perdesse. Enfim, como vocês imaginam e pra não entrar em detalhes, minha escola perdeu e naquele fim de semana a gente teria que pagar a aposta. A gente já se acertou, meus colegas, que éramos 5 comigo, de onde nos encontrar pra não chegar sozinhos na festa, todos bem putos, claro que eu por dentro super feliz. Enfim, chegou aquele dia e eu sozinha em casa, já que minha mãe e minha tia (com quem moro) não estavam. Entrei no banho, me depilei um pouco, já que sou lisinha e tenho corpo feminino, comecei a me arrumar. Pra começar, não queria ser óbvia, mas meu plano era sair da festa e andar pelas ruas, então na minha mochila guardei maquiagem, uns saltos abertos altos rosa com um laço, umas meias até a coxa rosa, uma tanga rosa de fio bem pequenininha e minha peruca. Depois, me arrumei: eu usaria uma saia curta da minha tia, rosa, bem justa e super curta de vinil, coloquei minha calcinha de menino mesmo, um top super justo de alcinhas rosa e, por último, umas orelhas de coelho. Me olhei no espelho e, uff, que corpo feminino aparecia, mas claro, meio arrumada pra não ser óbvia. Esperei uns minutos até um dos meus colegas passar por mim na moto dele pra gente se encontrar. Ele chegou, eu saí e ele também tava meio arrumado, com saia e uma blusa. Nós Vimos e rimos, ele me manda pagar. Pois então, saímos e fomos até o local. Lá encontramos meus outros colegas, que também estavam meio arrumados e putos por terem que pagar a aposta, esperando. Claro, também fiz cara de bravo. Quando a gente se cumprimentou, um falou: "Já vamos acabar com isso, temos que entregar". Mas antes, quando tava chegando, notei uma rua atrás outra festa numa casa, também de fantasias. Enfim, entramos, cumprimentamos e as zoações não demoraram. O tempo passou, a gente se ambientou, nada fora do normal. Depois de uns 40 minutos, resolvi botar meu plano em prática: andar vestida na rua. Falei pros meus amigos, que já tinham se trocado: "Já enchi o saco, não trouxe roupa de homem pra tirar isso. Vou pra casa, já paguei, já cumpri, tchau." "Não, fica, aguenta", eles diziam. Falei: "Não, tchau." E saí. Cheguei na esquina, entrei nuns arbustos que tinha e uff, finalmente, falei. Tirei os tênis, coloquei minhas lindas sapatilhas, me maquiei, botei minha peruca, tirei minha cueca de menino e vesti minha tanga. Saí e, uff, ao me ver no reflexo das janelas dos carros, parecia uma gostosa de verdade. Só coloquei uma máscara e saí. Quando olhei de novo pra festa da outra casa, tive uma ideia: "Será que entro pra ver se eles não percebem?" E foi o que fiz. Entrei e na hora roubei uns olhares. Caminhei até onde estavam as bebidas, me servi um copo, tudo normal: gente dançando, conversando, uma festa típica. Umas 10 minutos depois, tava encostada na parede com meu copo de refrigerante quando um cara alto, corpo meio atlético, vestido de cowboy, se aproximou. Cara: "Oi, não tinha te visto até agora que virei, mas não te reconheço do trabalho. É de outra área?" Eu, fazendo minha voz o mais feminina possível: "Não, não sou do trabalho." Cara: "Família do Fer, então?" Eu: "Não, nada a ver." Cara: "Hmm, então?" Eu: "Na verdade, vim de outra festa, vi que essa tava animada e entrei, mas já vou. Desculpa." Cara: "Espera, não vai não. Fica mais um pouco aqui, assim eles não vão perceber que você entrou sem convite. Eu: "Sério, já vou, é que tenho um problema, não sou convidada" (e nesse momento, por nervosismo, acabei soltando) "e sou um garoto vestido de menina, bem, de coelhinha, e é melhor eu ir antes que percebam e comecem a zuar ou algo assim." Na hora, dei um passo pra ir embora, quando ele me segurou pela mão, dizendo: "Não vai, não, você tá linda pra caralho, e eu gosto de minas assim, travestis." Uff, naquele momento senti medo, nervosismo, mas fiquei meio excitada, verdade. Ele ainda disse: "Vem, vamos lá pra cima conversar." Eu só segui ele. Já no andar de cima, no corredor onde quase não tinha ninguém, ele falou: "Me chamo Alejandro." Eu disse meu nome de garota: "É Saray, pode me chamar de Sara." Tirei a máscara e, sem esperar, ele me deu um beijão na boca. Fiquei congelada. Garoto: "Desculpa, não foi minha intenção, se te deixei desconfortável." Aí eu segurei o rosto dele e comecei a beijar ele. A gente se beijava apaixonado, feito namorados. Eu fiquei com tesão e comecei a esfregar o pau dele por cima da calça, sentia ele endurecendo. Quando ele pegou minha mão e colocou dentro da calça dele, fiquei entre a cueca e a calça dele, uff, tava babudo e bem ereto. E ele começou a agarrar minhas nádegas, que delícia. Assim uns 5 minutos, quando ele falou: "Mami, o quão vadia você é?" Respondi: "Tem camisinha? Me come como se fosse sua putinha." Uff, não precisei falar duas vezes. Ele me pegou, a gente entrou num quarto que tava vazio, ele trancou a porta e disse: "Fica tranquila, o dono é meu melhor amigo." Começou a baixar a calça, eu sem perder tempo me ajoelhei, tirei o pau dele já bem duro, e comecei a chupar que nem uma louca. Ele tirou minhas orelhinhas de coelha rosa, jogou longe e me segurou pela cabeça. "Uffff, como você mama bem, dá pra ver que já é uma vadia", ele dizia. E eu mamava e mamava, enfiava até o fundo da garganta, tirava, passava minha língua na cabeça bem lubrificada dele. Quando ele me levanta, tira minha saia e me coloca de quatro na beira da cama. Wooo, toda uma putinha, foxy de fio dental, né? Ela me fala, afasta o fio do meu fio dental e começa a lamber e chupar meu cu, uffff, sentia a baba dela, a língua, mmmm, eu gemia de prazer, falava pra ele: ufff, papai, você me domina, eu sou sua foxy hoje, vamos, me satisfaz, me faz gritar como a putinha que eu sou. Assim, uns 5 minutos, já bem lubrificada, ele colocou a camisinha e falou: agora sim, sua puta maldita, geme. E naquele momento, ele meteu sem parar, tudo até o fundo, me dando tapas na bunda. Eu gritei de prazer, ele me segurou pela cintura e começou a me foder, mete e tira, uffff, eu gemia, ele falava coisas tipo: puta, você é bem gostosa, foxy, que cu mais gostoso. Eu só gemia, sentia o pau dele dentro de mim. Isso, papai, me dá, não tem piedade, me faz sua mulher. De repente, sinto a força das mãos dele em mim, ele tira o pau e me vira, me deitando de barriga pra cima na cama, dizendo: quero ver sua cara de puta enquanto te fodo. E meteu o pau de novo sem piedade. Eu, já toda uma foxy, gemia, falava: isso, isso, me dá, me fode, tô morrendo de prazer. De repente, senti a mão dele no meu mini pau, uff, ficou dura sua verguinha, e ele começou a me masturbar, só umas punhetadas e eu gozei, me acabei. Senti um prazer que comecei a gritar que nem uma puta louca. De repente, um minuto depois, senti os espasmos do pau dele, ele tava gozando, uffff, falava: se não fosse pela camisinha, você teria meu gozo dentro, puta, mmmm, a gente gemeu junto. Ufff, quando ele ia tirar o pau do meu cu, segurei a camisinha e falei: deixa isso dentro de mim, papai, quero ir assim. Que foxy, ele falou e me beijou. Ele se trocou, eu também, peguei minha mochila, coloquei uma calça que trouxe, os tênis e um moletom por baixo, deixei as meias, o top, o fio dental e, claro, a camisinha no meu cu. Guardei minhas coisas e ele falou: te levo. Fomos no carro dele, ele me deixou perto de casa e me despedi dele. Já em casa, subi no banheiro e tirei a camisinha, entrei no chuveiro e, meio excitada, enfiei os dedos no meu cu aberto e me masturbei, quase na hora gozei de tão tesuda que tava, jijijiji. Terminei, coloquei uma calcinha de renda que tinha. Uma blusinha curta e fui dormir. E bom, essa foi a história daquela noite gostosa, nunca mais vi aquele cara nem soube nada dele. Valeu por ler, mil desculpas se ficou longo e pelos erros de português. Espero continuar contando minhas aventuras pra vocês. Kkkkk aqui eu me confesso das minhas safadezas. Beijos. 😉
1 comentários - Fui comida de coelhinha em festa à fantasia