MALENA
CAPÍTULO I.
Minha cunhada.Sabia o que meu marido queria, me foder como uma puta. Então me ajoelhei na beirada da cama, deixando minha raba à disposição dele. No espelho, dava pra ver a gente refletida: eu loira, cabelão tampando quase todo o rosto, com as tetas penduradas, grandes e duras. Ele atrás, gato, moreno, com o pau em riste, tateando minha buceta.
Ele me penetrou, eu já tava molhada e quente, mas quando senti a grossura dele dentro de mim, dei um pulo. As mãos dele agarraram minha cintura com força, me obrigando a rebolar pra trás e pra frente. A metida e tirada dele alcançava o fundão.
"Como a minha puta fode" — ele dava tapas nas minhas nádegas redondas e durinhas, enquanto me chamava de puta dele, gostosa, gatinha.
Isso me excita pra caralho, e meus movimentos foram ficando cada vez mais fortes. Sentia a ponta do pau dele no fundo de mim. Tava quase gozando, quando ele tirou.
"Vira e chupa ele"
De quatro, me virei pra poder mamar ele, e vi.
Ali, olhando pela porta entreaberta, tava minha cunhada. Só de regata, se masturbando enquanto nos espiava.
Fiquei ainda mais tesuda, em vez de ficar com vergonha, e enfiei o pau duro do meu marido até a garganta. Chupei, lambi, tava pegando fogo de saber que ela tava se tocando olhando pra gente.
Eu queria gozar, então levantei os olhos pro meu marido, tirei o pau da boca e falei:
"Juan, enfia na minha buceta" — me virei de novo, deixando minha raba indefesa pros ataques dele, mas de um jeito que desse pra ver minha cunhada, enquanto meu marido me comia.
Foi brutal, eu me mexia igual uma louca, gritando pra ele me foder, dizendo que era a puta dele, a porca dele, enfim, as palavras mais obscenas do repertório.
Quando comecei a gozar, olhei fixo pra porta, dedicando meu orgasmo a ela, e percebi que a Pilar, minha cunhada, sabia que eu tinha notado que ela tinha se punhetado vendo a gente. Quando o Juan soltou o leite dele, eu tava num espasmo contínuo. como as últimas convulsões de um terremoto.
Ele caiu sobre mim e eu parei de vê-la.
Meu marido dormiu na hora, mas eu não conseguia dormir, ainda estava excitada. Não tirava aquela cena da cabeça.
É bom eu contar quem sou: me chamo María Elena, mas me chamam de Malena, como o tango. Sou argentina, na época tinha 23 anos. Loira (tingida, como muitas) e, como diz meu marido Juan, sou muito gostosa. Magra, com peitos grandes, tipo dois melões, com uns bicos que, quando eu fico excitada, ficam duros e quase rasgam o tecido que os cobre.
Meu marido, Juan, é 12 anos mais velho que eu, é espanhol. Nos conhecemos em Buenos Aires, e em poucos meses nos casamos. Depois de viver lá por dois anos, viemos para a Espanha, por causa do trabalho que ele tinha na Argentina. Juan é moreno, bonito, com uns olhos pretos que te olham e te despem.
O que estou contando aconteceu quando chegamos ao país dele. Era o ano de 2003, aquele verão fez muito calor, e a gente tinha alugado uma casa geminada na serra de Madri, pra que Juan pudesse trabalhar enquanto o ar fresco da serra ajudava a amenizar o calor infernal da capital.
Pilar, minha cunhada, tinha vindo passar uns dias com a gente.
Pilar é uma mulher muito especial. Morena, cabelo comprido e ondulado, 1,60 de altura, magra, com peitos pequenos, tipo cones, onde os bicos se destacam com força numa pele cor de canela. Chama atenção, é uma amazona que sabe disso e brinca com isso. Mas é o rosto dela que mostra como ela é. Uns lábios grossos, sensuais, que quando riem deixam ver uns dentes brancos e afiados, e os olhos pretos como os do irmão, incendeiam quem olham. Ela é 7 anos mais velha que eu.
Tinha conhecido ela em Buenos Aires, quando foi ao nosso casamento, e lá deixou a maioria dos homens que foram à festa impressionados.
Um vestido de lamê dourado, com decote profundo na frente e as costas de fora, deixando pouco pra imaginação, ajudou ainda mais a deixar todo mundo de queixo caído. como moscas ao redor do mel.
Eu tinha ido uma semana antes do casamento, e tinha sido uma boa companheira em todas aquelas coisas que a gente, mulher, precisa fazer antes desse passo.
Depois, na Espanha, ela sempre se comportou como aquela amiga, mais que cunhada, que te ajuda a se ambientar num país estranho, porque nos primeiros dias eu custava a me integrar numa sociedade que eu não conhecia. Ela tinha sido minha guia.
Dado o calor que fazia, mais de 30 graus, a gente tinha convidado ela pra passar uns dias com a gente, já que ela era diretora de um colégio pra crianças da alta sociedade e estava de férias.
E até aquele dia nossa relação tinha sido normal, mas naquela noite, no fim de junho, eu percebi que algo ia mudar na minha vida.
Não conseguia dormir e fiquei pensando no que tinha sido minha vida sexual até essa viagem pra Espanha, onde eu teria que ficar pelo menos uns anos até meu marido ser transferido de novo pra Argentina.
Conheci o Juan quando tinha acabado de fazer 20 anos. Meu pai era o presidente da empresa argentina, sócia da espanhola que tinha mandado o Juan, e como ele estava sozinho, convidaram ele pra passar o fim de semana na casa de campo no Tigre.
Quando eu vi ele, fiquei impactada. Ele era lindíssimo, e tinha aquele sotaque dos espanhóis que a gente adora e que nos excita. Na verdade, aqui é o contrário: todo mundo fala que meu jeito de falar é muito sensual e meloso. Eu tinha terminado com o namorado que tive desde o começo do ensino médio e estava livre. Em uma semana já éramos namorados, e em alguns meses casamos.
A história da irmã dele tinha me bagunçado. Quando criança, eu brinquei com uma amiga, a Lili; juntas descobrimos os beijos, as primeiras carícias, mas era o despertar de um sexo que não podíamos expressar de outro jeito.
Alguma vez eu tinha brincado com outra mulher, depois de ver algum filme pornô, que geralmente tem alguma cena lésbica, mas agora era diferente: outra mulher tinha me excitado, e ainda por cima era minha cunhada.
Eu não conseguia dormir, ficava remoendo na cabeça o que tinha acontecido, uma e outra vez.
Resolvi não me preocupar, pensar que não tinha acontecido nada e finalmente peguei no sono.
Acordei tarde, meu marido já tinha ido trabalhar. Percebi que as imagens da noite anterior não tinham sumido, não tinham sido nem um sonho nem um pesadelo. Acontecesse o que acontecesse, eu teria que encarar.
Levantei e, sem me lavar, vesti uma camiseta preta do Juan, que batia na metade da coxa, e uma calcinha, descendo para a cozinha.
Lá estava a Pilar, com a mesma regata branca da noite anterior, que contrastava com o moreno da pele dela. Tava uma gostosa. Ela sorriu pra mim.
"Como você passou a noite? Cê tá com cara de cansada."
Não sabia o que responder, então optei pela diplomacia.
"Não dormi bem, você tem razão."
"Vou te preparar o café."
Parecia que não tinha acontecido nada, pra mim era o melhor. Fiquei observando ela enquanto me preparava um café com leite. Ela não tava usando nada por baixo da regata e, pela cava, dava pra ver os peitos dela se mexendo.
Aquilo me deixava nervosa, mas eu não conseguia tirar os olhos dela, me atraía como um ímã.
Tomei café e, enquanto fumávamos um Lucky, ela disse:
"Tá meio tarde, melhor a gente ir pra piscina, depois vai encher com certeza. Vamos vestir os maiôs, pegar uns pareôs, as esteiras, e pegar um sol. Cê tem que ficar moreninha e gostosa pro meu irmãozinho."
Subi, vesti um biquíni preto e, calçando umas sandálias, desci, depois de lavar o rosto e a buceta, que com o nervosismo da manhã ainda tinha restos da batalha da noite anterior. Peguei o romance que tava lendo, um best-seller histórico onde contava a vida de um homem que de escravo virava sábio na Espanha medieval.
Ao sair, esbarrei na minha cunhada, com um biquíni branco minúsculo, era fio-dental, e mal cobria os bicos dos peitos dela. Ela me ofereceu um dos pareôs que tava na mão.
"Filha, cê ficou de boca aberta, eu gosto de pegar sol com Pouca roupa, caso depois eu vá pra uma praia de nudismo. Anda, veste o pareô enquanto eu mexo no rádio pra ouvir uma música, porque na piscina, com certeza as crianças vão enlouquecer a gente depois.
Enquanto eu ia pegar o transistor, me deu um estalo: ela ia agir como se nada tivesse acontecido pra ver minha reação.
A vantagem de ser loira, jovem e gostosa é que sempre dá pra bancar a sonsa, e foi isso que decidi em segundos: eu era a ingênua explosiva que ela ia seduzir, mas que com certeza ia adorar deixar ela toda molhada igual a uma cadela no cio.
Quando ela desceu, fomos pra piscina do condomínio, é grande, uns 10x40, cercada de grama com umas árvores num canto pra dar uma sombra, quase não tinha ninguém, só uns crianças com as mães.
Pilar escolheu um lugar perto da nossa casa onde batia sol e ia bater a manhã toda. Ela esticou as esteiras e a gente colocou os pareôs por cima.
Eu me deitei passando creme nas pernas e na parte da frente do corpo, ela me olhava disfarçado, e eu, como se não percebesse, demorei nas coxas e principalmente nos peitos. Passei creme neles, arrumei bem, queria que ela visse que eu tenho umas tetas de cinema.
Fechei os olhos e fingi que me desligava. Deixei o tempo passar, respirava fundo como se estivesse relaxando, meu peito acompanhava o ritmo do ar entrando nos pulmões, e entreabrindo os olhos vi que ela me olhava feito uma cadela olhando pro rato.
Me sentei, levantando.
"Por favor, Pilar, você pode passar creme nas minhas costas? Tô tão branca que tenho medo de me queimar, preciso de pelo menos protetor 8."
"Com todo prazer" – o encanto dela tinha a ver com poder me tocar de forma justificada. Eu, bancando a sonsa, dava a chance.
Me deitei de bruços, coloquei os óculos de sol e levantei a mão pra entregar o creme pra ela.
Ela afastou meu cabelo do pescoço, e senti na pele o frescor do bronzeador. Suavemente, passou o creme nos meus ombros.
Pedi pra ela soltar o top, pra não ficar marca. Os dedos nervosos dela soltaram desabrocharam, as alças ficaram caídas nas laterais do meu corpo. Ela passou a mão nas minhas costas bem devagar, eu sentia a excitação dela.
Depois começou pelos tornozelos, subindo pelas pernas até as coxas. Parou, eu ouvia a respiração ofegante dela.
"Pilar, vai, continua, que eu adoro como você passa creme em mim, suas mãos são tão macias que parece que um anjo está me acariciando."
A verdade é que de ingênua eu não tenho preço, mais que um anjo, era uma agarradora safada.
Ela passou creme nas mãos de novo e continuou a massagem. Agora apertava minhas coxas com mais força, uma e outra vez até que o creme se espalhasse pela minha pele. Parou de novo para passar mais creme nas mãos.
E atacou minha bunda, massageou minhas nádegas, primeiro devagar, suave como diz a música, depois apertando mais. Eu esfreguei minha buceta no chão e ronronei igual uma gatinha.
"Valeu" — dei a massagem por encerrada — "A verdade é que me dá vergonha falar, mas você me deixou um pouco excitada. Suas mãos são muito sensuais."
O anzol estava lançado.
"E você, tem uma pele linda."
Quando me deitei de bruços e comecei a ler as aventuras daquele homem que avançava no caminho do conhecimento, meu tronco ficou um pouco levantado e meus peitos ficaram meio de fora, era uma tentação para os olhos.
Saber que estava sendo observada e desejada começou a me excitar, sem quase perceber o que lia, sentia que começava a secretar fluidos, molhando minha pussy.
Se eu estava ardendo, ela devia estar mais, na mesma posição que eu, esfregava devagar a buceta dela contra o pareô que cobria a esteira.
Virava páginas sem nem perceber, estava concentrada em como minha cunhada me olhava. Aquele olhar me excitava pra caralho, então decidi tomar um banho. O problema foi que, ao me levantar, meus peitos ficaram expostos, não fiz de propósito, mas a Pilar parecia que ia pular em cima deles.
"Vou tomar um banho, estou muito excitada. Faz um calor do caralho" — embora o de Caliente" foi com dupla intenção, com a história do calor parecia que era um jeito argentino de falar.
"Agora vou, me espera na água"
Tomei uma ducha antes de entrar, a água fria arrepiou meus bicos dos peitos, que pareciam querer rasgar o tecido do biquíni. Entrei devagar, pela escadinha, e fiquei olhando a Pilar, depois de uma ducha rápida, se jogar de cabeça num mergulho perfeito. Nadou até mim.
"Ela é uma gostosa. Vamos nadar juntas um pouco?"
A verdade é que eu era um pato perto do estilo dela, ela se mexia como uma enguia na água. Decidi sair e fui até a escada, onde a água era mais rasa.
Enquanto ia pro chuveiro tirar o cloro, vi ela sair com um impulso, rápida, numa demonstração de que era uma amazona. Fiquei parada até ela chegar do meu lado, era linda. Molhada, dava pra ver os bicos escuros por trás do tecido branco. Ela pegou na minha mão pra gente voltar a pegar sol.
Deitamos, e percebi que, mesmo eu bancando a sonsa, ela sabia que eu também tava a fim dela. O sol acariciava minha pele, mas eu desejava as carícias que minha cunhada podia me dar. A noite mal dormida fez com que eu pegasse no sono.
"Acorda, Malena, acorda" – a Pilar me sacudiu com força.
"Desculpa, acabei dormindo, o que foi?"
"Minha filha, não sei o que você tava sonhando, mas começou com um 'assim, assim, assim' que podia chamar atenção. Tipo, você tava num sonho erótico e já tava começando a ficar evidente."
"É que não lembro de nada" – era verdade, não me lembrava do que tava sonhando.
"Que horas são? Porque tô começando a ficar com fome."
"Quase três horas. Se quiser, vamos pra casa comer alguma coisa, e depois voltamos."
Meu marido chegava às 6, e eu tava a fim de ficar com ela, sozinhas, a gente tinha quase três horas.
"Prefiro ir pra casa, tomar um banho e passar um pouco de creme, senão vou descascar a pele."
A resposta rápida dela, um "vamos", me fez ver que ela pensava igual a mim, e ainda mais que a história do creme que eu tinha sugerido podia ser o começo de um final.
Quando chegamos em casa, fui pro banheiro do meu quarto. Quarto pra tomar banho sozinha, não dei chance pra Pilar tomar banho comigo, queria duas coisas: primeiro, fazer ela me desejar mais, e segundo, aliviar o tesão que tava sentindo.
Abri o chuveiro e deixei a água escorrer pela minha pele, agradeci o frescor que contrastava com o tanto de sol que eu tinha pegado.
Aí, coloquei a ducha morna, passei pro modo jato, aumentei a pressão e apontei o fluxo direto na minha buceta. Milhares de agulhinhas se cravavam no meu lugar mais íntimo, meus lábios inferiores recebiam uma carícia forte que aumentava minha excitação. Com a mão esquerda, levantei meu púbis, deixando o botãozinho rosa praticamente exposto, e fiz a água me massagear. Logo senti que tava chegando perto da explosão do orgasmo.
Mais calma, me enxuguei devagar, enrolei uma toalha no cabelo, vesti o roupão, fechei com o cinto e saí com o hidratante na mão, indo pro banheiro, onde tava minha cunhada.
Encontrei ela pelada, era linda, o cabelo preto molhado se espalhava em cachos até os ombros. A pelagem pubiana era um tufo grosso e crespo, formando um triângulo perfeitamente desenhado pra não sair do biquíni, e ali descansava a mão direita dela, se acariciando.
"Desculpa, vou embora." — falei ao entrar, fingindo surpresa ao vê-la se masturbando.
"O que você quer?" — a voz dela rouca de tesão, não era de repreensão, mas de convite.
"Passar creme nas minhas costas, mas..." — continuei no meu papel de inocente.
"Vem, vou passar agora."
Estendi a mão com o pote de creme e depois abri o roupão, deixando ele cair, ficando pelada na frente dela.
Ela me olhou me devorando, não sei quanto tempo ficamos uma de frente pra outra, devem ter sido segundos que pareceram horas. As mãos dela me pegaram pela cintura e me puxaram pro corpo dela. Ela me apertou contra si, e os lábios dela buscaram minha boca, a língua dela percorreu a minha e se enfiou caçando a minha. Senti a coxa dela se abrindo caminho entre as minhas. os meus, se apoiando em mim, usando a buceta, acariciando minha zona mais íntima. Fiz o mesmo, e minha coxa ficou molhada dos seus sucos secretos. Nos beijamos, os corpos unidos, os mamilos endurecendo na batalha do roçar.
Ela se afastou e me percorreu com os olhos, eu tremia de desejo.
"Que gostosa você está! Vem, vamos pra cama."
De mãos dadas, ela me levou pro quarto dela.
...............................Esta história não é de minha autoria, peguei do site TodoRelatos e a autora é gatacolorada.
CAPÍTULO I.
Minha cunhada.Sabia o que meu marido queria, me foder como uma puta. Então me ajoelhei na beirada da cama, deixando minha raba à disposição dele. No espelho, dava pra ver a gente refletida: eu loira, cabelão tampando quase todo o rosto, com as tetas penduradas, grandes e duras. Ele atrás, gato, moreno, com o pau em riste, tateando minha buceta.
Ele me penetrou, eu já tava molhada e quente, mas quando senti a grossura dele dentro de mim, dei um pulo. As mãos dele agarraram minha cintura com força, me obrigando a rebolar pra trás e pra frente. A metida e tirada dele alcançava o fundão.
"Como a minha puta fode" — ele dava tapas nas minhas nádegas redondas e durinhas, enquanto me chamava de puta dele, gostosa, gatinha.
Isso me excita pra caralho, e meus movimentos foram ficando cada vez mais fortes. Sentia a ponta do pau dele no fundo de mim. Tava quase gozando, quando ele tirou.
"Vira e chupa ele"
De quatro, me virei pra poder mamar ele, e vi.
Ali, olhando pela porta entreaberta, tava minha cunhada. Só de regata, se masturbando enquanto nos espiava.
Fiquei ainda mais tesuda, em vez de ficar com vergonha, e enfiei o pau duro do meu marido até a garganta. Chupei, lambi, tava pegando fogo de saber que ela tava se tocando olhando pra gente.
Eu queria gozar, então levantei os olhos pro meu marido, tirei o pau da boca e falei:
"Juan, enfia na minha buceta" — me virei de novo, deixando minha raba indefesa pros ataques dele, mas de um jeito que desse pra ver minha cunhada, enquanto meu marido me comia.
Foi brutal, eu me mexia igual uma louca, gritando pra ele me foder, dizendo que era a puta dele, a porca dele, enfim, as palavras mais obscenas do repertório.
Quando comecei a gozar, olhei fixo pra porta, dedicando meu orgasmo a ela, e percebi que a Pilar, minha cunhada, sabia que eu tinha notado que ela tinha se punhetado vendo a gente. Quando o Juan soltou o leite dele, eu tava num espasmo contínuo. como as últimas convulsões de um terremoto.
Ele caiu sobre mim e eu parei de vê-la.
Meu marido dormiu na hora, mas eu não conseguia dormir, ainda estava excitada. Não tirava aquela cena da cabeça.
É bom eu contar quem sou: me chamo María Elena, mas me chamam de Malena, como o tango. Sou argentina, na época tinha 23 anos. Loira (tingida, como muitas) e, como diz meu marido Juan, sou muito gostosa. Magra, com peitos grandes, tipo dois melões, com uns bicos que, quando eu fico excitada, ficam duros e quase rasgam o tecido que os cobre.
Meu marido, Juan, é 12 anos mais velho que eu, é espanhol. Nos conhecemos em Buenos Aires, e em poucos meses nos casamos. Depois de viver lá por dois anos, viemos para a Espanha, por causa do trabalho que ele tinha na Argentina. Juan é moreno, bonito, com uns olhos pretos que te olham e te despem.
O que estou contando aconteceu quando chegamos ao país dele. Era o ano de 2003, aquele verão fez muito calor, e a gente tinha alugado uma casa geminada na serra de Madri, pra que Juan pudesse trabalhar enquanto o ar fresco da serra ajudava a amenizar o calor infernal da capital.
Pilar, minha cunhada, tinha vindo passar uns dias com a gente.
Pilar é uma mulher muito especial. Morena, cabelo comprido e ondulado, 1,60 de altura, magra, com peitos pequenos, tipo cones, onde os bicos se destacam com força numa pele cor de canela. Chama atenção, é uma amazona que sabe disso e brinca com isso. Mas é o rosto dela que mostra como ela é. Uns lábios grossos, sensuais, que quando riem deixam ver uns dentes brancos e afiados, e os olhos pretos como os do irmão, incendeiam quem olham. Ela é 7 anos mais velha que eu.
Tinha conhecido ela em Buenos Aires, quando foi ao nosso casamento, e lá deixou a maioria dos homens que foram à festa impressionados.
Um vestido de lamê dourado, com decote profundo na frente e as costas de fora, deixando pouco pra imaginação, ajudou ainda mais a deixar todo mundo de queixo caído. como moscas ao redor do mel.
Eu tinha ido uma semana antes do casamento, e tinha sido uma boa companheira em todas aquelas coisas que a gente, mulher, precisa fazer antes desse passo.
Depois, na Espanha, ela sempre se comportou como aquela amiga, mais que cunhada, que te ajuda a se ambientar num país estranho, porque nos primeiros dias eu custava a me integrar numa sociedade que eu não conhecia. Ela tinha sido minha guia.
Dado o calor que fazia, mais de 30 graus, a gente tinha convidado ela pra passar uns dias com a gente, já que ela era diretora de um colégio pra crianças da alta sociedade e estava de férias.
E até aquele dia nossa relação tinha sido normal, mas naquela noite, no fim de junho, eu percebi que algo ia mudar na minha vida.
Não conseguia dormir e fiquei pensando no que tinha sido minha vida sexual até essa viagem pra Espanha, onde eu teria que ficar pelo menos uns anos até meu marido ser transferido de novo pra Argentina.
Conheci o Juan quando tinha acabado de fazer 20 anos. Meu pai era o presidente da empresa argentina, sócia da espanhola que tinha mandado o Juan, e como ele estava sozinho, convidaram ele pra passar o fim de semana na casa de campo no Tigre.
Quando eu vi ele, fiquei impactada. Ele era lindíssimo, e tinha aquele sotaque dos espanhóis que a gente adora e que nos excita. Na verdade, aqui é o contrário: todo mundo fala que meu jeito de falar é muito sensual e meloso. Eu tinha terminado com o namorado que tive desde o começo do ensino médio e estava livre. Em uma semana já éramos namorados, e em alguns meses casamos.
A história da irmã dele tinha me bagunçado. Quando criança, eu brinquei com uma amiga, a Lili; juntas descobrimos os beijos, as primeiras carícias, mas era o despertar de um sexo que não podíamos expressar de outro jeito.
Alguma vez eu tinha brincado com outra mulher, depois de ver algum filme pornô, que geralmente tem alguma cena lésbica, mas agora era diferente: outra mulher tinha me excitado, e ainda por cima era minha cunhada.
Eu não conseguia dormir, ficava remoendo na cabeça o que tinha acontecido, uma e outra vez.
Resolvi não me preocupar, pensar que não tinha acontecido nada e finalmente peguei no sono.
Acordei tarde, meu marido já tinha ido trabalhar. Percebi que as imagens da noite anterior não tinham sumido, não tinham sido nem um sonho nem um pesadelo. Acontecesse o que acontecesse, eu teria que encarar.
Levantei e, sem me lavar, vesti uma camiseta preta do Juan, que batia na metade da coxa, e uma calcinha, descendo para a cozinha.
Lá estava a Pilar, com a mesma regata branca da noite anterior, que contrastava com o moreno da pele dela. Tava uma gostosa. Ela sorriu pra mim.
"Como você passou a noite? Cê tá com cara de cansada."
Não sabia o que responder, então optei pela diplomacia.
"Não dormi bem, você tem razão."
"Vou te preparar o café."
Parecia que não tinha acontecido nada, pra mim era o melhor. Fiquei observando ela enquanto me preparava um café com leite. Ela não tava usando nada por baixo da regata e, pela cava, dava pra ver os peitos dela se mexendo.
Aquilo me deixava nervosa, mas eu não conseguia tirar os olhos dela, me atraía como um ímã.
Tomei café e, enquanto fumávamos um Lucky, ela disse:
"Tá meio tarde, melhor a gente ir pra piscina, depois vai encher com certeza. Vamos vestir os maiôs, pegar uns pareôs, as esteiras, e pegar um sol. Cê tem que ficar moreninha e gostosa pro meu irmãozinho."
Subi, vesti um biquíni preto e, calçando umas sandálias, desci, depois de lavar o rosto e a buceta, que com o nervosismo da manhã ainda tinha restos da batalha da noite anterior. Peguei o romance que tava lendo, um best-seller histórico onde contava a vida de um homem que de escravo virava sábio na Espanha medieval.
Ao sair, esbarrei na minha cunhada, com um biquíni branco minúsculo, era fio-dental, e mal cobria os bicos dos peitos dela. Ela me ofereceu um dos pareôs que tava na mão.
"Filha, cê ficou de boca aberta, eu gosto de pegar sol com Pouca roupa, caso depois eu vá pra uma praia de nudismo. Anda, veste o pareô enquanto eu mexo no rádio pra ouvir uma música, porque na piscina, com certeza as crianças vão enlouquecer a gente depois.
Enquanto eu ia pegar o transistor, me deu um estalo: ela ia agir como se nada tivesse acontecido pra ver minha reação.
A vantagem de ser loira, jovem e gostosa é que sempre dá pra bancar a sonsa, e foi isso que decidi em segundos: eu era a ingênua explosiva que ela ia seduzir, mas que com certeza ia adorar deixar ela toda molhada igual a uma cadela no cio.
Quando ela desceu, fomos pra piscina do condomínio, é grande, uns 10x40, cercada de grama com umas árvores num canto pra dar uma sombra, quase não tinha ninguém, só uns crianças com as mães.
Pilar escolheu um lugar perto da nossa casa onde batia sol e ia bater a manhã toda. Ela esticou as esteiras e a gente colocou os pareôs por cima.
Eu me deitei passando creme nas pernas e na parte da frente do corpo, ela me olhava disfarçado, e eu, como se não percebesse, demorei nas coxas e principalmente nos peitos. Passei creme neles, arrumei bem, queria que ela visse que eu tenho umas tetas de cinema.
Fechei os olhos e fingi que me desligava. Deixei o tempo passar, respirava fundo como se estivesse relaxando, meu peito acompanhava o ritmo do ar entrando nos pulmões, e entreabrindo os olhos vi que ela me olhava feito uma cadela olhando pro rato.
Me sentei, levantando.
"Por favor, Pilar, você pode passar creme nas minhas costas? Tô tão branca que tenho medo de me queimar, preciso de pelo menos protetor 8."
"Com todo prazer" – o encanto dela tinha a ver com poder me tocar de forma justificada. Eu, bancando a sonsa, dava a chance.
Me deitei de bruços, coloquei os óculos de sol e levantei a mão pra entregar o creme pra ela.
Ela afastou meu cabelo do pescoço, e senti na pele o frescor do bronzeador. Suavemente, passou o creme nos meus ombros.
Pedi pra ela soltar o top, pra não ficar marca. Os dedos nervosos dela soltaram desabrocharam, as alças ficaram caídas nas laterais do meu corpo. Ela passou a mão nas minhas costas bem devagar, eu sentia a excitação dela.
Depois começou pelos tornozelos, subindo pelas pernas até as coxas. Parou, eu ouvia a respiração ofegante dela.
"Pilar, vai, continua, que eu adoro como você passa creme em mim, suas mãos são tão macias que parece que um anjo está me acariciando."
A verdade é que de ingênua eu não tenho preço, mais que um anjo, era uma agarradora safada.
Ela passou creme nas mãos de novo e continuou a massagem. Agora apertava minhas coxas com mais força, uma e outra vez até que o creme se espalhasse pela minha pele. Parou de novo para passar mais creme nas mãos.
E atacou minha bunda, massageou minhas nádegas, primeiro devagar, suave como diz a música, depois apertando mais. Eu esfreguei minha buceta no chão e ronronei igual uma gatinha.
"Valeu" — dei a massagem por encerrada — "A verdade é que me dá vergonha falar, mas você me deixou um pouco excitada. Suas mãos são muito sensuais."
O anzol estava lançado.
"E você, tem uma pele linda."
Quando me deitei de bruços e comecei a ler as aventuras daquele homem que avançava no caminho do conhecimento, meu tronco ficou um pouco levantado e meus peitos ficaram meio de fora, era uma tentação para os olhos.
Saber que estava sendo observada e desejada começou a me excitar, sem quase perceber o que lia, sentia que começava a secretar fluidos, molhando minha pussy.
Se eu estava ardendo, ela devia estar mais, na mesma posição que eu, esfregava devagar a buceta dela contra o pareô que cobria a esteira.
Virava páginas sem nem perceber, estava concentrada em como minha cunhada me olhava. Aquele olhar me excitava pra caralho, então decidi tomar um banho. O problema foi que, ao me levantar, meus peitos ficaram expostos, não fiz de propósito, mas a Pilar parecia que ia pular em cima deles.
"Vou tomar um banho, estou muito excitada. Faz um calor do caralho" — embora o de Caliente" foi com dupla intenção, com a história do calor parecia que era um jeito argentino de falar.
"Agora vou, me espera na água"
Tomei uma ducha antes de entrar, a água fria arrepiou meus bicos dos peitos, que pareciam querer rasgar o tecido do biquíni. Entrei devagar, pela escadinha, e fiquei olhando a Pilar, depois de uma ducha rápida, se jogar de cabeça num mergulho perfeito. Nadou até mim.
"Ela é uma gostosa. Vamos nadar juntas um pouco?"
A verdade é que eu era um pato perto do estilo dela, ela se mexia como uma enguia na água. Decidi sair e fui até a escada, onde a água era mais rasa.
Enquanto ia pro chuveiro tirar o cloro, vi ela sair com um impulso, rápida, numa demonstração de que era uma amazona. Fiquei parada até ela chegar do meu lado, era linda. Molhada, dava pra ver os bicos escuros por trás do tecido branco. Ela pegou na minha mão pra gente voltar a pegar sol.
Deitamos, e percebi que, mesmo eu bancando a sonsa, ela sabia que eu também tava a fim dela. O sol acariciava minha pele, mas eu desejava as carícias que minha cunhada podia me dar. A noite mal dormida fez com que eu pegasse no sono.
"Acorda, Malena, acorda" – a Pilar me sacudiu com força.
"Desculpa, acabei dormindo, o que foi?"
"Minha filha, não sei o que você tava sonhando, mas começou com um 'assim, assim, assim' que podia chamar atenção. Tipo, você tava num sonho erótico e já tava começando a ficar evidente."
"É que não lembro de nada" – era verdade, não me lembrava do que tava sonhando.
"Que horas são? Porque tô começando a ficar com fome."
"Quase três horas. Se quiser, vamos pra casa comer alguma coisa, e depois voltamos."
Meu marido chegava às 6, e eu tava a fim de ficar com ela, sozinhas, a gente tinha quase três horas.
"Prefiro ir pra casa, tomar um banho e passar um pouco de creme, senão vou descascar a pele."
A resposta rápida dela, um "vamos", me fez ver que ela pensava igual a mim, e ainda mais que a história do creme que eu tinha sugerido podia ser o começo de um final.
Quando chegamos em casa, fui pro banheiro do meu quarto. Quarto pra tomar banho sozinha, não dei chance pra Pilar tomar banho comigo, queria duas coisas: primeiro, fazer ela me desejar mais, e segundo, aliviar o tesão que tava sentindo.
Abri o chuveiro e deixei a água escorrer pela minha pele, agradeci o frescor que contrastava com o tanto de sol que eu tinha pegado.
Aí, coloquei a ducha morna, passei pro modo jato, aumentei a pressão e apontei o fluxo direto na minha buceta. Milhares de agulhinhas se cravavam no meu lugar mais íntimo, meus lábios inferiores recebiam uma carícia forte que aumentava minha excitação. Com a mão esquerda, levantei meu púbis, deixando o botãozinho rosa praticamente exposto, e fiz a água me massagear. Logo senti que tava chegando perto da explosão do orgasmo.
Mais calma, me enxuguei devagar, enrolei uma toalha no cabelo, vesti o roupão, fechei com o cinto e saí com o hidratante na mão, indo pro banheiro, onde tava minha cunhada.
Encontrei ela pelada, era linda, o cabelo preto molhado se espalhava em cachos até os ombros. A pelagem pubiana era um tufo grosso e crespo, formando um triângulo perfeitamente desenhado pra não sair do biquíni, e ali descansava a mão direita dela, se acariciando.
"Desculpa, vou embora." — falei ao entrar, fingindo surpresa ao vê-la se masturbando.
"O que você quer?" — a voz dela rouca de tesão, não era de repreensão, mas de convite.
"Passar creme nas minhas costas, mas..." — continuei no meu papel de inocente.
"Vem, vou passar agora."
Estendi a mão com o pote de creme e depois abri o roupão, deixando ele cair, ficando pelada na frente dela.
Ela me olhou me devorando, não sei quanto tempo ficamos uma de frente pra outra, devem ter sido segundos que pareceram horas. As mãos dela me pegaram pela cintura e me puxaram pro corpo dela. Ela me apertou contra si, e os lábios dela buscaram minha boca, a língua dela percorreu a minha e se enfiou caçando a minha. Senti a coxa dela se abrindo caminho entre as minhas. os meus, se apoiando em mim, usando a buceta, acariciando minha zona mais íntima. Fiz o mesmo, e minha coxa ficou molhada dos seus sucos secretos. Nos beijamos, os corpos unidos, os mamilos endurecendo na batalha do roçar.
Ela se afastou e me percorreu com os olhos, eu tremia de desejo.
"Que gostosa você está! Vem, vamos pra cama."
De mãos dadas, ela me levou pro quarto dela.
...............................Esta história não é de minha autoria, peguei do site TodoRelatos e a autora é gatacolorada.
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