Na segunda-feira recebi uma mensagem da Lorena, como ela tinha dito mesmo, ia me mostrar o progresso de como a bunda dela tá evoluindo e cumpriu, na terça, mas não na quarta. Mesmo assim, do jeito que tava, eu amava, o rabo dela me deixa louco e, no fim das contas, fui eu o culpado por ter ficado assim.
Eu: Tô falando contigo, Ingrid, por causa do que você me disse?
L: O presente?
Eu: Sim, amanhã é meu aniversário.
L: Já sei, mas o presente era pro fim de semana, não pra amanhã.
Eu: Tá bom, mas é por isso que tô perguntando, vou ver ela amanhã.
L: Se a gente conversar, sim. Mas não sei se vai ter presente, a gente vê.
Quis mudar um pouco de assunto, pra não ficar falando da sobrinha dela.
Eu: Qual é, hoje não tem controle?
L: Não, tô com vergonha.
Eu: Por quê?
L: Vou te falar a real?
Eu: Sim, óbvio, como sempre.
L: Tô com medo de não te agradar mais.
Eu: Por que isso aconteceria?
L: Tenho vergonha, já te falei.
Eu: Fala aí, vai.
L: Acho que não vai voltar tanto ao normal, acho que ficou meio assim.
Eu: E por que eu não ia gostar?
L: Porque agora você tem a Ingrid e nada a ver, se o rabo dela com o meu.
Eu: A Ingrid tem uma bunda do caralho, mas a sua é especial. Quero te ver.
L: Não tô a fim agora, tô mais ou menos, a gente fala depois.
Eu: Tá bom, vou te deixar em paz, mas não esquece de uma coisa.
L: O quê?
Eu: Essa buceta eu deixei assim e é minha.
Não respondeu, entendia o ponto dela e não queria ser muito chato, talvez depois passasse. Mas não aguentei muito e 1 hora depois mandei mensagem de novo.
Eu: Cê tá aí?
L: Sim, o que foi?
Eu: Não quero te foder, mas quero te mostrar uma parada e só.
L: Sim, sem problema.
Mandei duas ou três fotos pra ela, mostrando como eu me tocava com as últimas fotos que ela tinha me mandado. Já fazia um bom tempo que eu tava batendo uma, a cabeça da pica tava roxa e as veias pareciam que iam explodir a qualquer momento.
Eu: Não vou te pedir mais fotos, tenho certeza que você vai mandar sozinha uma hora. A única coisa que quero é que você veja como sua bunda me deixa louco e saiba que estou batendo uma como um desesperado por você.
A única resposta que recebi foram 2 emojis assim 🥹🥹. Acho que acertei na mosca.
A tarde foi passando, a noite chegou e quando deu meia-noite em ponto, meu aniversário começou. Recebi várias mensagens de família e amigos, e também a Ingrid me escreveu e mandou umas fotos, um mini pack de presente: "Isso é parte do seu presente de aniversário". Me deixou com um tesão do caralho e na hora a pica acordou, mas também fiquei esperando uma mensagem que nunca chegou, a da Lorena. Bati um papo com a Ingrid, essa tal surpresa pra mim me deixou inquieto, mas também queria saber se ela tinha falado alguma coisa com a tia dela.
Eu: Você não faz ideia da vontade que tô de te ver e ganhar meu presente de aniversário.
I: Você vai ganhar, mas pelo que conversei com minha tia, parece que só vai ter um presente meu.
Eu: Ué, por quê? Não me diga…
I: Sei lá, ela tá meio estranha. Pensei que você ia se contentar comigo, mas parece que não.
Eu: Claro que dá pra mim, mas fico com aquela pulga atrás da orelha de saber o que eles tramavam.
I: Vou tentar convencer ela de novo porque curti a ideia dela, mas não te prometo nada, já tentei e não consegui.
Sabia que eu tinha que agir, sim ou sim, se a Lorena vinha pensando em algo há vários dias, conhecendo ela, devia ser algo muito ousado e eu não queria perder. Quinta de manhã antes de ir pro trampo, decidi passar na casa dela, ela se surpreendeu ao me ver.
Eu: Fecha um pouco? Assim a gente pode conversar.
L: Acho que não é uma boa ideia, se eu fechar os dois, a gente sabe como vai acabar e eu não quero.
Eu: É meu aniversário, pelo menos me dá isso, nem uma mensagem você mandou.
L: Tá bom.
Ele fechou o negócio comigo lá dentro.
L: O que você quer conversar?
Só cheguei perto e beijei ela, mas ela me empurrou.
L: Tá vendo o que eu tô te dizendo? Sei o que você quer, mas não quero.
Voltei a me aproximar e beijei ela, ela me empurrou de novo, mas foi fraquinho. Chupei o pescoço dela e agarrei os peitos dela por cima da roupa.
L:Para, para… não quero…
Eu: Isso aqui é meu. Falei segurando a bunda dela enquanto beijava o pescoço dela. E isso aqui é teu, levei a mão dela pro meu pau.
L: Ai, meu Deus… agora você tem a Ingrid, fica com ela… Eu não quero…
Eu: Você vai me obrigar a fazer isso na marra ou vai me dar o que eu quero?
Ela olhou pra minha cara, segurando minha cabeça com as duas mãos, enquanto eu descia do pescoço dela e começava a beijar a parte de cima dos peitos.
L: Não, não vou te dar o que você quer.
Entendi o que ela queria, desejava que eu usasse ela à força. Peguei ela pelo braço e pelo cabelo, virei o rosto dela procurando o lugar perfeito até achar, apoiei ela de bruços num freezer daqueles que vendem sorvete, abaixei rápido o short que ela tava e, pra minha surpresa, ela tava com uma linda fio dental vermelha, bem pequena, daquelas que só as putas têm coragem de usar.
Eu: Qual foi? Não era que você não queria?
Lorena sorriu “Por via das dúvidas, te esperei preparada”
Eu: Só por via das dúvidas de quê?
L: De que eu não queira, mas você me pegar à força.
Que puta gostosa que ela é, puxei a fio dental dela e comecei a meter, separei as nádegas dela pra ver a bunda, já não tava vermelha mas também não tava fechada.
Eu: Que buceta gostosa você tem, adoro.
Tentou tirar minhas mãos pra eu não abrir a bunda dela, mas eu cruzei os braços dela atrás das costas.
L: A tampa do freezer tá muito gelada, me tira daqui.
Eu: Cala a boca, puta.
Voltei a ser filho da puta, dias antes tinha comido a bunda dela e, mesmo ela dizendo pra não fazer de novo porque doía, eu fiz igual e agora tava prestes a fazer outra maldade. Ela tava com uma regata daquelas de alcinha, puxei pra trás pra baixar e rasguei as alças, continuei com o sutiã. O torso nu dela ficou apoiado na porta transparente do freezer.
L: Tá muito frio, tá doendo meus bicos do peito, me tira daqui.
Eu: Cala a boca, puta, eu te falei.
Tirei a pica, cuspi na minha mão e passei a saliva pelo tronco e pela cabeça, ela sabia o que vinha.
L: Não, não, não, espera, espera, por favor.
Enfiei meu pau na bunda dela e fui entrando, ela reclamava, queria espernear e batia a testa no freezer.
L: Para, para, vai me arrebentar a bunda. Nunca mais vai fechar.
Eu: Não vai mais fechar nunca e já te arrebentei a bunda, então cê tem duas opções: reclamar ou aproveitar.
Não perdoei, não parei e nem tive pena, não sei quando comecei a gostar tanto de fazer ela sentir um pouco de dor, acho que ela teve culpa por me deixar fazer tanta coisa, além de querer ser e me dizer que é minha putinha, agora que aguente.
Ela gozou antes de mim, pelo visto a dor também agradava ela, e deixou o rosto de lado apoiado no freezer, de olhos fechados enquanto eu terminava de destruí-la. Sem dúvida, toda a minha porra ia acabar dentro do cu dela pra finalizar a visita como eu precisava.
Eu: Quer levar no cu?
L: Sim, me dá ela..
Eu: Onde?
L: Você já sabe…
Eu: Onde?
L: Enche... enche minha buceta de porra..
Eu: É isso que você quer?
L: Não quero, preciso.
Tava chegando no limite, mais 3 ou 4 metidas e eu teria gozado. Tirei ela e encostei minha boca no ouvido dela.
Eu: O cuzinho arrombado já é teu, agora se quiser que eu encha ele de porra, vai ter que me dar o presente que você prometeu.
Nem me despedi, só virei as costas e fui embora, andei vários metros até sair do quiosque e ela continuava parada, sem fazer nem um pequeno gesto de tentar se levantar. Fui pro trabalho, vi a Ingrid e vários colegas me cumprimentaram pelo meu aniversário. Num descuido de todo mundo, ela tirou um envelope e me entregou.
I: Olha só.
Imediatamente guardei no meu bolso. Quando fiquei sozinho no escritório, abri. Dentro tinha a calcinha fio dental que ela usou quando me mandou o pack de presente e um papel que dizia: “O pack foi o primeiro presente, essa calcinha é o segundo. Quero que você guarde e, se um dia quiser que eu use, é só me dar que depois devolvo. O terceiro presente é um boquete e te dou quando você quiser. É só me mandar uma mensagem com isso: ‘👅🍆’. Atenciosamente, Sua putinha.”
Que noite vai vir pra mim, pensei.
Eu: Tô falando contigo, Ingrid, por causa do que você me disse?
L: O presente?
Eu: Sim, amanhã é meu aniversário.
L: Já sei, mas o presente era pro fim de semana, não pra amanhã.
Eu: Tá bom, mas é por isso que tô perguntando, vou ver ela amanhã.
L: Se a gente conversar, sim. Mas não sei se vai ter presente, a gente vê.
Quis mudar um pouco de assunto, pra não ficar falando da sobrinha dela.
Eu: Qual é, hoje não tem controle?
L: Não, tô com vergonha.
Eu: Por quê?
L: Vou te falar a real?
Eu: Sim, óbvio, como sempre.
L: Tô com medo de não te agradar mais.
Eu: Por que isso aconteceria?
L: Tenho vergonha, já te falei.
Eu: Fala aí, vai.
L: Acho que não vai voltar tanto ao normal, acho que ficou meio assim.
Eu: E por que eu não ia gostar?
L: Porque agora você tem a Ingrid e nada a ver, se o rabo dela com o meu.
Eu: A Ingrid tem uma bunda do caralho, mas a sua é especial. Quero te ver.
L: Não tô a fim agora, tô mais ou menos, a gente fala depois.
Eu: Tá bom, vou te deixar em paz, mas não esquece de uma coisa.
L: O quê?
Eu: Essa buceta eu deixei assim e é minha.
Não respondeu, entendia o ponto dela e não queria ser muito chato, talvez depois passasse. Mas não aguentei muito e 1 hora depois mandei mensagem de novo.
Eu: Cê tá aí?
L: Sim, o que foi?
Eu: Não quero te foder, mas quero te mostrar uma parada e só.
L: Sim, sem problema.
Mandei duas ou três fotos pra ela, mostrando como eu me tocava com as últimas fotos que ela tinha me mandado. Já fazia um bom tempo que eu tava batendo uma, a cabeça da pica tava roxa e as veias pareciam que iam explodir a qualquer momento.
Eu: Não vou te pedir mais fotos, tenho certeza que você vai mandar sozinha uma hora. A única coisa que quero é que você veja como sua bunda me deixa louco e saiba que estou batendo uma como um desesperado por você.
A única resposta que recebi foram 2 emojis assim 🥹🥹. Acho que acertei na mosca.
A tarde foi passando, a noite chegou e quando deu meia-noite em ponto, meu aniversário começou. Recebi várias mensagens de família e amigos, e também a Ingrid me escreveu e mandou umas fotos, um mini pack de presente: "Isso é parte do seu presente de aniversário". Me deixou com um tesão do caralho e na hora a pica acordou, mas também fiquei esperando uma mensagem que nunca chegou, a da Lorena. Bati um papo com a Ingrid, essa tal surpresa pra mim me deixou inquieto, mas também queria saber se ela tinha falado alguma coisa com a tia dela.
Eu: Você não faz ideia da vontade que tô de te ver e ganhar meu presente de aniversário.
I: Você vai ganhar, mas pelo que conversei com minha tia, parece que só vai ter um presente meu.
Eu: Ué, por quê? Não me diga…
I: Sei lá, ela tá meio estranha. Pensei que você ia se contentar comigo, mas parece que não.
Eu: Claro que dá pra mim, mas fico com aquela pulga atrás da orelha de saber o que eles tramavam.
I: Vou tentar convencer ela de novo porque curti a ideia dela, mas não te prometo nada, já tentei e não consegui.
Sabia que eu tinha que agir, sim ou sim, se a Lorena vinha pensando em algo há vários dias, conhecendo ela, devia ser algo muito ousado e eu não queria perder. Quinta de manhã antes de ir pro trampo, decidi passar na casa dela, ela se surpreendeu ao me ver.
Eu: Fecha um pouco? Assim a gente pode conversar.
L: Acho que não é uma boa ideia, se eu fechar os dois, a gente sabe como vai acabar e eu não quero.
Eu: É meu aniversário, pelo menos me dá isso, nem uma mensagem você mandou.
L: Tá bom.
Ele fechou o negócio comigo lá dentro.
L: O que você quer conversar?
Só cheguei perto e beijei ela, mas ela me empurrou.
L: Tá vendo o que eu tô te dizendo? Sei o que você quer, mas não quero.
Voltei a me aproximar e beijei ela, ela me empurrou de novo, mas foi fraquinho. Chupei o pescoço dela e agarrei os peitos dela por cima da roupa.
L:Para, para… não quero…
Eu: Isso aqui é meu. Falei segurando a bunda dela enquanto beijava o pescoço dela. E isso aqui é teu, levei a mão dela pro meu pau.
L: Ai, meu Deus… agora você tem a Ingrid, fica com ela… Eu não quero…
Eu: Você vai me obrigar a fazer isso na marra ou vai me dar o que eu quero?
Ela olhou pra minha cara, segurando minha cabeça com as duas mãos, enquanto eu descia do pescoço dela e começava a beijar a parte de cima dos peitos.
L: Não, não vou te dar o que você quer.
Entendi o que ela queria, desejava que eu usasse ela à força. Peguei ela pelo braço e pelo cabelo, virei o rosto dela procurando o lugar perfeito até achar, apoiei ela de bruços num freezer daqueles que vendem sorvete, abaixei rápido o short que ela tava e, pra minha surpresa, ela tava com uma linda fio dental vermelha, bem pequena, daquelas que só as putas têm coragem de usar.
Eu: Qual foi? Não era que você não queria?
Lorena sorriu “Por via das dúvidas, te esperei preparada”
Eu: Só por via das dúvidas de quê?
L: De que eu não queira, mas você me pegar à força.
Que puta gostosa que ela é, puxei a fio dental dela e comecei a meter, separei as nádegas dela pra ver a bunda, já não tava vermelha mas também não tava fechada.
Eu: Que buceta gostosa você tem, adoro.
Tentou tirar minhas mãos pra eu não abrir a bunda dela, mas eu cruzei os braços dela atrás das costas.
L: A tampa do freezer tá muito gelada, me tira daqui.
Eu: Cala a boca, puta.
Voltei a ser filho da puta, dias antes tinha comido a bunda dela e, mesmo ela dizendo pra não fazer de novo porque doía, eu fiz igual e agora tava prestes a fazer outra maldade. Ela tava com uma regata daquelas de alcinha, puxei pra trás pra baixar e rasguei as alças, continuei com o sutiã. O torso nu dela ficou apoiado na porta transparente do freezer.
L: Tá muito frio, tá doendo meus bicos do peito, me tira daqui.
Eu: Cala a boca, puta, eu te falei.
Tirei a pica, cuspi na minha mão e passei a saliva pelo tronco e pela cabeça, ela sabia o que vinha.
L: Não, não, não, espera, espera, por favor.
Enfiei meu pau na bunda dela e fui entrando, ela reclamava, queria espernear e batia a testa no freezer.
L: Para, para, vai me arrebentar a bunda. Nunca mais vai fechar.
Eu: Não vai mais fechar nunca e já te arrebentei a bunda, então cê tem duas opções: reclamar ou aproveitar.
Não perdoei, não parei e nem tive pena, não sei quando comecei a gostar tanto de fazer ela sentir um pouco de dor, acho que ela teve culpa por me deixar fazer tanta coisa, além de querer ser e me dizer que é minha putinha, agora que aguente.
Ela gozou antes de mim, pelo visto a dor também agradava ela, e deixou o rosto de lado apoiado no freezer, de olhos fechados enquanto eu terminava de destruí-la. Sem dúvida, toda a minha porra ia acabar dentro do cu dela pra finalizar a visita como eu precisava.
Eu: Quer levar no cu?
L: Sim, me dá ela..
Eu: Onde?
L: Você já sabe…
Eu: Onde?
L: Enche... enche minha buceta de porra..
Eu: É isso que você quer?
L: Não quero, preciso.
Tava chegando no limite, mais 3 ou 4 metidas e eu teria gozado. Tirei ela e encostei minha boca no ouvido dela.
Eu: O cuzinho arrombado já é teu, agora se quiser que eu encha ele de porra, vai ter que me dar o presente que você prometeu.
Nem me despedi, só virei as costas e fui embora, andei vários metros até sair do quiosque e ela continuava parada, sem fazer nem um pequeno gesto de tentar se levantar. Fui pro trabalho, vi a Ingrid e vários colegas me cumprimentaram pelo meu aniversário. Num descuido de todo mundo, ela tirou um envelope e me entregou.
I: Olha só.
Imediatamente guardei no meu bolso. Quando fiquei sozinho no escritório, abri. Dentro tinha a calcinha fio dental que ela usou quando me mandou o pack de presente e um papel que dizia: “O pack foi o primeiro presente, essa calcinha é o segundo. Quero que você guarde e, se um dia quiser que eu use, é só me dar que depois devolvo. O terceiro presente é um boquete e te dou quando você quiser. É só me mandar uma mensagem com isso: ‘👅🍆’. Atenciosamente, Sua putinha.”
Que noite vai vir pra mim, pensei.
6 comentários - Milf gostosa da banca 34