Olá, como vocês estão? Outro dia fomos numa festa de amigos, onde teve dança e muita bebida. Aí, um amigo me pergunta se pode dançar com a minha mulher. Olhei pra minha mulher e falei que sim; eu já tava exausto e ela queria continuar. De repente, começou um reggaeton. Fiquei sentado vendo aquele cara colar nela. Diego começou a encostar o pacote inteiro na bunda da minha esposa e ela, em vez de se afastar, continuava rebolando. Com as luzes da balada não dava pra ver direito, mas eu juraria que o cara tava apertando um peito dela enquanto perreavam.
Quando acabou, voltaram pra mesa; Diego sentou, mas minha mulher nem olhou pra mim e já tava indo pra pista de mão dada com o Alberto. Nem pedia mais permissão, só se deixava levar, dançando bem colada com os colegas enquanto eu continuava bebendo e vendo como me apalpavam ela.
Quando finalmente sentou, falei:
— Você se divertiu? — perguntei no ouvido dela.
— Mais que bem, amor, obrigada — respondeu com um sorriso safado.
Minha cabeça tava a mil: minha mulher dançando com outros caras, se deixando tocar e parecendo tão excitada. Em vez de ficar puto, me deu um tesão. Saber que ela ficava excitada por ser tocada na minha frente deixou minha pica dura. Começou a música e, aproveitando a bagunça e as luzes baixas, passei um braço no pescoço dela e com a outra mão fui na virilha. Ela não me afastou; pelo contrário, mordeu o lábio e abriu as pernas. Quando enfiei a mão, percebi que a calcinha tava molhada. Sem pensar, puxei a calcinha pro lado e enfiei três dedos com força. Ela começou a gemer alto, mas a música abafava tudo.
A gente se despediu rápido e voou pra casa. Mal entramos, joguei ela no sofá que fica bem na janela da rua. Coloquei ela de quatro, levantei o vestido vermelho e puxei a calcinha até os joelhos. Enfiei a pica enquanto segurava ela pelo cabelo.
— Vi como você gostou que esses caras te tocaram. Tá toda molhada, puta, com certeza gozou com eles.
Fiquei muito excitado… pensar que… Estavam me olhando, foi muito quente — ela gemeu enquanto eu comia ela
— Você gosta que te vejam, né? Então abre a cortina pra os vizinhos verem como eu tô te comendo.
— Não, ela dizia, mas já tava esticando a mão.
Ela correu a cortina, deixando a janela aberta pra rua. Eu puxei o vestido dela pra baixo na frente, deixando os peitos dela de fora enquanto metia por trás. Ela se abaixou, enfiando a cara no sofá e levantando mais a bunda pra eu meter mais fundo. Eu dava tapas na bunda dela enquanto penetrava com toda força.
— Tira a cara, putinha! Olha pra fora, deixa eles verem a puta que eu tenho como mulher.
Ela levantou o tronco, me agarrando pela nuca enquanto eu bombava ela. Ali estávamos: ela com os peitos de fora na janela e eu metendo naquele cuzinho, com medo de alguém passar. Era de madrugada e não se via ninguém, mas a adrenalina tinha deixado a gente louco. Gozei junto com ela, o esperma escorrendo pelas pernas dela.
O mais quente aconteceu três dias atrás, no aniversário da Sofia. Falei pra ela chamar os amigos e chegaram Diego, Juan e Alberto… e trouxeram cinco garrafas daquele mesmo vinho que deixou a gente louco na festa. Mas essa história eu conto na segunda parte.
Quando acabou, voltaram pra mesa; Diego sentou, mas minha mulher nem olhou pra mim e já tava indo pra pista de mão dada com o Alberto. Nem pedia mais permissão, só se deixava levar, dançando bem colada com os colegas enquanto eu continuava bebendo e vendo como me apalpavam ela.
Quando finalmente sentou, falei:
— Você se divertiu? — perguntei no ouvido dela.
— Mais que bem, amor, obrigada — respondeu com um sorriso safado.
Minha cabeça tava a mil: minha mulher dançando com outros caras, se deixando tocar e parecendo tão excitada. Em vez de ficar puto, me deu um tesão. Saber que ela ficava excitada por ser tocada na minha frente deixou minha pica dura. Começou a música e, aproveitando a bagunça e as luzes baixas, passei um braço no pescoço dela e com a outra mão fui na virilha. Ela não me afastou; pelo contrário, mordeu o lábio e abriu as pernas. Quando enfiei a mão, percebi que a calcinha tava molhada. Sem pensar, puxei a calcinha pro lado e enfiei três dedos com força. Ela começou a gemer alto, mas a música abafava tudo.
A gente se despediu rápido e voou pra casa. Mal entramos, joguei ela no sofá que fica bem na janela da rua. Coloquei ela de quatro, levantei o vestido vermelho e puxei a calcinha até os joelhos. Enfiei a pica enquanto segurava ela pelo cabelo.
— Vi como você gostou que esses caras te tocaram. Tá toda molhada, puta, com certeza gozou com eles.
Fiquei muito excitado… pensar que… Estavam me olhando, foi muito quente — ela gemeu enquanto eu comia ela
— Você gosta que te vejam, né? Então abre a cortina pra os vizinhos verem como eu tô te comendo.
— Não, ela dizia, mas já tava esticando a mão.
Ela correu a cortina, deixando a janela aberta pra rua. Eu puxei o vestido dela pra baixo na frente, deixando os peitos dela de fora enquanto metia por trás. Ela se abaixou, enfiando a cara no sofá e levantando mais a bunda pra eu meter mais fundo. Eu dava tapas na bunda dela enquanto penetrava com toda força.
— Tira a cara, putinha! Olha pra fora, deixa eles verem a puta que eu tenho como mulher.
Ela levantou o tronco, me agarrando pela nuca enquanto eu bombava ela. Ali estávamos: ela com os peitos de fora na janela e eu metendo naquele cuzinho, com medo de alguém passar. Era de madrugada e não se via ninguém, mas a adrenalina tinha deixado a gente louco. Gozei junto com ela, o esperma escorrendo pelas pernas dela.
O mais quente aconteceu três dias atrás, no aniversário da Sofia. Falei pra ela chamar os amigos e chegaram Diego, Juan e Alberto… e trouxeram cinco garrafas daquele mesmo vinho que deixou a gente louco na festa. Mas essa história eu conto na segunda parte.
3 comentários - Descobrindo o quão puta é minha esposa