Não disfarço mais: Mamãe me recebe pelada.

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A tarde em Rosário caía densa e dourada. Eram quase 6 da tarde e o sol ainda batia forte contra as janelas, transformando a casa numa sauna. O calor se infiltrava por todo lado: nos azulejos frios, nas paredes descascadas e especialmente na pele.

Lucas chegou do ponto do ônibus 153, mochila no ombro, suado mas de bom humor. Abriu a porta da rua e ficou paralisado na entrada da sala.

Maria estava completamente nua. Pelada total. O corpo dela de cinquenta e seis anos se exibia sem nenhuma vergonha enquanto dobrava roupa sobre a mesa grande da sala. Os peitos grandes e pesados pendiam naturais, balançando a cada movimento. Os mamilos escuros e largos. A barriga macia e redonda, os quadris largos, a bunda carnuda e generosa, e a buceta com um triângulo de pelo preto natural, levemente úmida. As pernas fortes, com algumas varizes visíveis, terminavam em pés descalços no chão quente.

—…Mãe? — perguntou Lucas, fechando a porta devagar, com a voz rouca e os olhos cravados nela —. Por que você tá assim?

Maria levantou o olhar com uma naturalidade que ela mesma não acreditava direito. Continuou dobrando uma camiseta dele.

— Porque sim, meu filho. Por você — respondeu com voz calma, embora desse pra notar um leve tremor —. Tá um calor do caralho, fico mais confortável sem nada, e no fim… não faz mais sentido ficar fingindo. Você já me viu, me tocou e chupou tudo. Já não sou só sua mãe… sou também isso que você tá vendo.

Lucas sentiu o sangue descer tudo pro pau, que começou a endurecer dolorosamente dentro da calça jeans.

— Sua puta mãe, mãe… você é muito gostosa — murmurou, se aproximando devagar, quase hipnotizado.

Maria soltou uma risadinha curta, mistura de vergonha e orgulho novo.

— Não fala besteira. Sou uma velha de cinquenta e seis com varizes e tudo. Mas sim… sei que você gosta de me olhar. Por isso resolvi ficar assim quando você chegar. Se você vai querer se esfregar ou me tocar de qualquer jeito… Prefiro ficar fresca e confortável na minha própria casa.

Lucas se posicionou atrás dela e apoiou as mãos com posse nos seus quadris largos e suados.

—Posso te tocar? —perguntou com voz baixa e carregada.

—Pode —respondeu ela sem parar de dobrar roupa—. Mas lembra da regra, Lucas: nada pra dentro. Nem dedo, nem pau, nem nada. Nem na buceta nem no cu. Só por fora. Tá claro?

—Tá, mãe.

Lucas tirou a mochila, lavou as mãos rápido na pia e voltou. Abaixou a calça jeans e a cueca até os tornozelos. O pau grosso, cheio de veias e completamente duro saltou livre, escorrendo porra.

Ele se encostou atrás da mãe nua e apoiou o pau quente entre as nádegas grandes e macias dela. Começou a se esfregar devagar, deslizando o comprimento inteiro entre as carnes quentes e úmidas de suor.

Maria afastou um pouco mais os pés pra dar melhor acesso e continuou dobrando roupa, embora a respiração dela tivesse ficado mais pesada.

—Como foi na faculdade? Me conta enquanto faz... mas não suja a roupa limpa.

—Bem, mãe... —ofegou Lucas, esfregando com mais força, abrindo as nádegas com as mãos—. Passei na prova anterior e hoje também foi bem. Acho que tô indo bem esse semestre.

—Que bom, meu amor —disse ela com orgulho maternal genuíno, mexendo a bunda em círculos lentos contra o pau do filho—. Continua assim. Sua mãe se mata de trabalhar limpando casa pra você poder estudar e ter um futuro melhor. E se precisar desabafar no meu corpo... tô aqui. Nua pra você. Já não tem segredo entre nós.

A cena era surreal e altamente erótica: Maria dobrando roupa como se nada fosse, falando da vida cotidiana, enquanto o filho esfregava o pau cada vez mais forte entre as nádegas dela.

Lucas agarrou os peitos dela por trás, apertando com força, puxando os bicos enquanto fodía o espaço entre as bandas dela.

—Uff... que bunda você tem, mãe... tão grande, tão macia e quente... me deixa louco.

—Cala a boca, idiota —disse Ela retrucou, embora empurrasse a bunda pra trás buscando mais pressão—. Não me fala essas coisas sujas. Sou sua mãe, não uma putinha qualquer. Só me usa pra te esfregar e termina logo que tenho que guardar tudo isso.

Apesar das palavras dela, Maria estava encharcada. Os sucos brilhavam nos lábios inchados da buceta. Lucas acelerou, abrindo completamente as nádegas dela pra cabeça inchada roçar direto contra o cu e descer até os lábios da buceta, sem entrar.

—Cê tá escorrendo, mãe… adora isso mesmo que negue.

—Claro que tô molhada… olha o que cê me faz —admitiu baixinho, quase envergonhada—. Mas não entra. Só esfrega. Usa minha bunda e meus peitos.

Lucas apertou os peitos dela com mais força, fodendo o canal entre as nádegas com movimentos longos e potentes. O som molhado e obsceno de pele contra pele enchia a sala.

—O que cê quer comer hoje à noite? —perguntou ela, quase sem fôlego, dobrando uma toalha com mãos trêmulas.

—Bife à milanesa, mãe…

—Então depois saio pra comprar carne… Ai, Deus… esfrega mais devagar um pouco, que cê tá deixando minha bunda toda babada…

Quando sentiu que ele tava perto, Maria abriu mais as nádegas com as próprias mãos.

—Goza onde quiser… mas fora. No cu ou nas costas.

Lucas soltou um gemido rouco e profundo. Jatos grossos, quentes e abundantes saíram disparados sobre as nádegas da mãe dele, entre elas, salpicando o cu e descendo até a buceta. Continuou se esfregando enquanto se esvaziava completamente, marcando ela.

Maria ficou parada, sentindo o esperma quente escorrendo pela pele. Fechou os olhos por um momento, processando a mistura de vergonha, prazer e uma sensação estranha de entrega.

—Olha como cê me deixou de novo… —murmurou com tom cansado mas carinhoso—. Vai pegar o pano úmido pra mim, meu filho. E depois me ajuda a guardar a roupa.

Lucas beijou o ombro dela com ternura.

—Te amo, mãe.

Ela suspirou e Sorriu de leve, ainda nua e marcada com o esperma dele.

—Também te amo, idiota. Mesmo que você esteja me deixando louca. Mesmo que a cada dia seja mais difícil pra mim distinguir onde termina a mãe e começa a mulher que te deseja.

A tarde continuava avançando em Rosário, quente e lenta. María já estava mudando. Aos poucos, sem conseguir evitar, estava se entregando cada vez mais àquele desejo proibido. Já não só permitia. Começava a procurar por ele. E esse pensamento a enchia de medo… e de uma excitação que nunca tinha conhecido antes.

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