Meu grupo de amigos do colégio sempre se reunia, mesmo depois de anos que a gente tinha terminado o ensino médio, e a gente sempre revezava a casa onde ia rolar o encontro. Num sábado, a gente se juntou na casa do Elías, que era onde a gente se sentia mais à vontade. O pai e a mãe dele eram super parceiros, mas o que eu mais gostava de ir lá era a irmã dele. A Nicole era o tipo de garota jovem e fina, mas sempre foi gente boa com a gente, bebia e fazia piada junto. Mas nesse sábado, ela tava com uma cara de cu insuportável, você fazia uma piada e ela nem olhava pra você, foi dormir cedo. A gente perguntou pro Elías, e ele disse que ela devia tar assim porque tinha terminado com o namorado e pra gente não ligar. A noite continuou e a gente foi bebendo, num momento fui no banheiro e, ao sair, passei pela porta do quarto da Nicole. Tava bem bebido, então entrei pra ver como ela tava. Como eu disse, isso é menos estranho do que parece, a gente já se conhecia há muito tempo e, pra mim, ela era a irmã do meu amigo. Quando entrei, ela tava mexendo no celular e coberta. — O que você quer? — Ah, vim ver como você tá, o que houve pra tar com essa cara? — O que você tem a ver com isso? — Fala, bobinha, me conta. E comecei a fazer cócegas nela pra ela dar uma risada, e funcionou porque ela começou a sorrir. — Para, bobo, fala sério, chega. — Não, até você me contar. Ela começou a se contorcer por causa das cócegas, e o cobertor escorregou. Vi que ela tava só de lingerie por baixo, sutiã e uma fio dental. As cócegas continuaram, mas naquele momento eu percebi que ela já era uma mulher. As cócegas viraram carícias, e ela percebeu, mas não falou nada. Entre as carícias, acabei por cima dela, meu corpo no meio do dela, e as pernas dela segurando o meu corpo. A gente se beijou, e eu comecei a esfregar meu volume por cima da fio dental dela. Ela gemia.
(Foto ilustrativa) Um momento, paro de beijar ela, afasto o rosto e ela me olha - o que a gente faz? Não dá, você é amigo do meu irmão. Peguei ela pelo pescoço - Não vou ficar com essa pica dura à toa. Tirei o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela - Ai, papai, que gostoso. Mordia os bicos dela, ela com uma mão acariciava meu cabelo, com a outra tentava tirar minha pica da calça, quando conseguiu começou a me punhetar. Aproveitei pra puxar a calcinha dela e enfiei a ponta, senti ela agarrar os lençóis. A pica foi deslizando até entrar toda. - Que molhada você tá, putinha, tava precisando de pica mesmo - Sim, papai, me enche de pica. Sabia que não tinha muito tempo, então comecei a meter fundo e rápido. Ela começou suspirando, mas logo começou a gritar, então tapei a boca dela com força e continuei metendo, falava no ouvido dela - Olha como entra, putinha, você é uma putinha. Quer leite? Ela balançou a cabeça que sim, então comecei a meter duro e rápido até gozar tudo dentro. Quando sentiu o leite, me abraçou, tirei a mão da boca dela e ela me beijou igual uma louca, passava a língua por toda minha boca. A gente se beijou mais um pouco, me arrumei e voltei pra resenha. Não conversamos mais naquela noite, mas eu sabia que aquela putinha ia ser minha de novo. Gostaram? Tô lendo, comentem aí.
(Foto ilustrativa) Um momento, paro de beijar ela, afasto o rosto e ela me olha - o que a gente faz? Não dá, você é amigo do meu irmão. Peguei ela pelo pescoço - Não vou ficar com essa pica dura à toa. Tirei o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela - Ai, papai, que gostoso. Mordia os bicos dela, ela com uma mão acariciava meu cabelo, com a outra tentava tirar minha pica da calça, quando conseguiu começou a me punhetar. Aproveitei pra puxar a calcinha dela e enfiei a ponta, senti ela agarrar os lençóis. A pica foi deslizando até entrar toda. - Que molhada você tá, putinha, tava precisando de pica mesmo - Sim, papai, me enche de pica. Sabia que não tinha muito tempo, então comecei a meter fundo e rápido. Ela começou suspirando, mas logo começou a gritar, então tapei a boca dela com força e continuei metendo, falava no ouvido dela - Olha como entra, putinha, você é uma putinha. Quer leite? Ela balançou a cabeça que sim, então comecei a meter duro e rápido até gozar tudo dentro. Quando sentiu o leite, me abraçou, tirei a mão da boca dela e ela me beijou igual uma louca, passava a língua por toda minha boca. A gente se beijou mais um pouco, me arrumei e voltei pra resenha. Não conversamos mais naquela noite, mas eu sabia que aquela putinha ia ser minha de novo. Gostaram? Tô lendo, comentem aí.
0 comentários - A gostosa da irmã do meu amigo