El medico de grindr (relato gay)

Oi, abandonei vocês total, haha (trouxe um relato expresso). Hoje vou contar a vez que me senti mais puta na minha vida. Tava entediado e, como todo passivo promíscuo, fui dar uma olhada no Grindr pra ver o que rolava. Entre os perfis, um me chamou atenção: "Médico Leiteiro", dizia que tinha 40 anos e, como vocês sabem de histórias anteriores, sou um cara que adora uma pica madura.

Começamos a conversar e ele me mostrou a pica, muito linda, fiquei babando. Mas tinha um problema. Ele tinha 20 minutos livres entre 14h e 14h20, depois supostamente o dia todo ocupado porque tinha que continuar atendendo. Zoando porque não tinha tempo pra nada, falei: "Mas com esse tempo só dá pra fazer um boquete e vou ter que ir embora". Achei que ele ia recuar e marcar pra outro dia, mas não. Ele rebateu e disse: "Então vem, eu pago o Uber pra você, chega às 2 em ponto pra gente ter os 20 minutos completos."

Fiquei super surpreso porque achei que ia ficar por isso mesmo. Me preparei meio rápido e às 13h30 ele mandou o endereço e um Uber pra eu ir. Nunca me senti tão puta. Eu ia com a ideia de que ele era médico, mas que a gente ia se ver em outro lugar, um escritório ao lado, sei lá, algo diferente. Quando cheguei, subi no elevador e ele tinha o consultório particular dele. Bati na porta e ele abriu: "Chegou, achei que não ia vir." "Oi, sim... Achei que a gente não ia ficar no consultório, haha." "É, aproveitamos meu intervalo do almoço, entra."

Passamos pra sala onde ele atendia os pacientes, tinha uma maca, uma mesa com duas cadeiras e várias coisas típicas de consultório, balanças e essas coisas. Agora com a cabeça mais tranquila, eu pensaria em piadas pra fazer, como fingir que sou um paciente que veio se tratar porque não consegue parar de chupar paus ou qualquer outra coisa. Mas na hora tava muito nervoso e ao mesmo tempo com tesão. Me dava muito tesão ele, com o jaleco de médico, a presença dele e também o fato de Estar fazendo algo "proibido" Ele chegou a centímetros de mim e, sem dizer nada, percebi que não queria perder nem um segundo do tempo que a gente tinha. Começou a me agarrar pela cintura, a apalpar tudo que estivesse ao alcance dele. Minhas mãos foram do peito dele direto pro pau dele, não aguentava mais sem tocar. Depois de uns 2 minutos de beijo e amasso, ele foi sentar na cadeira dele e mandou eu ficar debaixo da mesa. Acho que era uma fantasia dele também... Ou algo que ele fazia sempre e eu era só mais um entre todos que chupavam o pau dele (e pra ser sincera, não sei qual cenário me excita mais, os dois me deixam bem putinha). Quando ele tirou o pau pra fora, fiquei louca, amava estar ali, debaixo da mesa dele, vendo aquele pau grosso a centímetros do meu rosto. A primeira coisa que ele fez me surpreendeu pra caralho: ele segurou o pau, pegou na minha cabeça e levou meu rosto até as bolas dele — "Cheira minhas bolas, trabalhei a manhã inteira, tá sentindo?" Sei que pra alguns pode parecer nojento, aliás, se parar pra pensar, é meio nojento mesmo. Mas ali ele me transformou na putinha dele, fiquei tão excitada que gemia sem ele estar fazendo nada, só cheirando as bolas dele — "Ai, doutor. Adoro esse cheirão de macho que você tem" E continuei cheirando um tempo enquanto ele esfregava meu rosto nas bolas dele — "Agora você vai botar a língua pra fora e vai lamber desde minhas bolas até a ponta do pau. Só com a língua" Imaginam como eu tava, morrendo de vontade de engolir o pau inteiro e ele querendo que eu fosse devagar, só lambendo. Obedeci, afinal eu tava ali pra satisfazer ele. Ele pagou o Uber pra ter alguém pra usar por um tempo. Depois de umas lambidas, o pau cheio de pré-gozo que me tentava cada vez mais, ele me empurrou devagar e enfiou na minha boca. Aos poucos foi colocando tudo até bater na minha garganta, deixou ali um tempo olhando minha cara lutando contra o reflexo de ânsia. O que mais me excitava eram os comentários que ele ia fazendo, bem típico de coroa que sabe falar O que te excita. Tipo "moleques como você eu entupo assim com minha pica" ou "você nasceu pra chupar pica". O boquete durou muito mais do que a gente tinha "combinado", parece que os 20 minutos de pausa não foram suficientes pra ele e ele tirou mais 10. Na metade do boquete ele já tinha se levantado e tava comendo minha boca do jeito que ele queria, tirava minhas mãos se eu colocasse pra regular até onde ia e não me deixava ter o controle, basicamente tava me usando como o brinquedo chupador de pica dele. Eu, segurando as ânsias porque queria que ele visse que eu aguento a comida de boca como um bom viado. Umas 30 minutos desde que começamos, mais ou menos, ele começou a se punhetar e mandou eu botar a linguinha e pedir a porra. Nessas situações, não gosto de me iludir porque geralmente falam que têm muito leite e depois não têm tanto. Então quando ele falou a mesma coisa que todo mundo fala, que vai "encher" minha boca de porra, não acreditei totalmente. Mas pedi a porra como a puta que sou e botei a linguinha pra ele saber onde mirar. Devia ter pedido desculpas por julgar antes, porque ele foi bem leiteiro de verdade. Ele começou a jorrar a porra bem grossa e muito gostosa na minha língua, não parava de jorrar, era bem docinha mas difícil de engolir por causa da consistência. Mesmo assim, engoli tudo feliz da vida, falando toda hora como tava gostosa e lembrando ele o quanto eu amo porra. Ele, como se nada, vestiu o jaleco de novo direitinho e a gente se despediu, me deu um tapa e uma boa apalpada na bunda e eu fui embora (claro que ele pagou meu Uber de volta). Bom, foi isso, não foi grande coisa mas foi uma das experiências que mais me excitou de todas, já que eu tinha um fetiche com médicos, meu mesmo, e consegui realizar com outro. Tchau, beijos na pica.

2 comentários - El medico de grindr (relato gay)

buenísimo. estuve en la misma con un contador y con un psicólogo
Que lindos que son los de medicina, yo la única verga que he probado ha sido de un enfermero y me volvió loco +10